terça-feira, 13 de novembro de 2012

Artesãos apoiados pelo Sebrae-ES confeccionam peças para o Natal


O mês natalino é aquecido pelo comércio e os artesãos capixabas resolveram potencializar suas vendas através da confecção específica do tema
artecultura  gui Artesãos apoiados pelo Sebrae ES confeccionam peças para o Natal

Com o mês de dezembro chegando, se aproxima a data comemorativa mais esperada do ano. O Natal é época de confraternização e troca de presentes, e é sem duvidas a melhor data para o comércio. O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Espírito Santo (Sebrae ES) apoia, através do Programa Sebrae de Artesanato Capixaba, os artesãos do estado, que encantam com suas variadas opções de presentes.
Os artesãos identificaram uma oportunidade de negócio, através de uma produção tematizada voltada para o Natal. “As peças artesanais são presentes personalizados, pois contam uma história, levando cultura de quem fabrica e encantando quem os recebe”, afirmou Izolina Passos, gestora do Programa de Artesanato do Sebrae no Espírito Santo.
São confeccionadas árvores de natal em artesanato, guirlandas, enfeites para árvores, arranjos de mesa e outros artigos. Além dos produtos produzidos ao longo do ano, os artesãos estão trabalhando com artigos natalinos para ambientação, o que impulsiona as vendas nesta época. Esse é o caso da microempresa de artesanato Gibarbosa e seus anjos e guirlandas artesanais.
“É uma época de inauguração e de vendas altas, onde o lucro e a produção aumentam. Recebemos muita demanda de grandes empresas e trabalhamos muito”, afirmou Giovanna Barbosa, dona do negócio. Ela usa como matéria-prima principal as conchas e outros artigos do mar. No natal, Giovanna conta com auxílio de mulheres voluntárias do Presídio Feminino de Bubu, Cariacica. “Elas confeccionam as cabeças e asas dos anjos artesanais. Vejo isso como incentivo a elas e auxílio na produção, que é acelerada nesta época do ano”, afirmou.
Confira as novidades
Confira abaixo as principais novidades que os artesão capixabas prepararam para este Natal. Eles são participantes do Programa Sebrae de Artesanato, que tem o objetivo de valorizar as heranças culturais da população, desenvolvendo, assim, ações para estimular e valorizar o trabalho dos artesãos capixabas.
Gibarbosa
Desde 1999 no ramo de artesanato, sua matéria prima principal são conchas. Para o Natal deste ano, está preparando anjos forrados em tecido, com conchas e massa dourada/prateada; presépios e guirlandas produzidos com conchas, flores de bucha vegetal, palha de milho e cascas de sururu.

Papel Recriado
Contribui para o artesanato capixaba há dez anos e utiliza como matéria prima principal papel e fibra vegetal. Neste Natal, suas novidades são a agenda 2013 e agenda telefônica personalizadas, porta-cartão de visita e caixas tematizadas para bombons e presentes em geral.

Oficina Produtiva Equillibrium
Há três anos a oficina trabalha com artesanato, que usa como matéria prima lonas de publicidade e resíduos industriais. O grupo tem um núcleo de produção dentro do Presídio Masculino de Xuri, em Vila Velha, onde 22 detentos participam da confecção do artesanato. Como novidade para o Natal, a oficina lança bolsas temáticas, em vermelho e verde, além de pequenos painéis de árvores de Natal, feitos com técnica de dobraduras, aproveitando lona já utilizada.

Núcleo de Artesanato Valdete Reis
Valdete Almeida é natural do município de Rio Novo do Sul. Desde 2004, ela e a família produzem artesanato com fibra de bananeira e palha do café (casca), encontradas em secadores de café, próximos da propriedade onde moram. A produção das peças é elaborada pensando sempre no reaproveitamento de materiais e, para isso, utilizam ainda papelão reciclado que compram de uma associação de catadores de papel. Para o Natal, trazem de novidade anjos e presépios feitos com palha de café.


Nery de Rossi será o novo secretário de Desenvolvimento do Estado ES


O atual secretário, Márcio Félix, assumirá a Gerência Executiva de Suporte Técnico de Negócios Internacionais da estatal. Durante transição, a subsecretária de Desenvolvimento, Cristina Santos, responderá pela pasta


O atual gerente do Ativo de Produção de Golfinho da Petrobras no Espírito Santo, Nery de Rossi, aceitou o convite do governador Renato Casagrande para assumir a Secretaria de Estado de Desenvolvimento (Sedes) na manhã desta terça-feira (13). O atual secretário, Márcio Félix, assumirá a Gerência Executiva de Suporte Técnico de Negócios Internacionais da estatal.

Nery de Rossi é gaúcho de Bento Gonçalves (RS) e está na Petrobras há 30 anos. Mora no Espírito Santo há 24 anos e é graduado em Engenharia Elétrica pela PUC-RS, possui especialização em Engenharia de Petróleo pela Universidade Petrobras e mestrado em Engenharia de Petróleo pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop).

“É uma alegria aceitar o convite do governador Casagrande para este novo desafio. Vamos ter o período de transição para que os trabalhos sejam de continuidade e a expectativa é continuar trabalhando pelo crescimento do Espírito Santo”.

Márcio Félix assumiu a Sedes em fevereiro de 2010. É graduado em Engenharia Eletrônica pela Universidade de Brasília, possui especialização em Engenharia de Petróleo pela Universidade Petrobras e MBA em Gestão Empresarial pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Ingressou na Petrobras em 1983, onde atuou em diversas funções no Rio de Janeiro. No Espírito Santo, atuou como gerente de Produção Terrestre; gerente de Implantação de Projetos Offshore; e gerente geral da Unidade Regional de Exploração e Produção.

Durante o período de transição, a subsecretária de Desenvolvimento, Cristina Santos, responderá pela pasta.


Alerta para aumento no número de casos de coqueluche no Espírito Santo


Durante o ano passado inteiro houve 61 registros da doença, contra 354 entre janeiro e novembro de 2012. Neste igual período, o número de mortes também subiu, passando de uma para oito
saude  coqueluche Alerta para aumento no número de casos de coqueluche no Espírito SantoO número de casos confirmados de coqueluche no Espírito Santo aumentou 480% na comparação anual. Durante o ano passado inteiro houve 61 registros da doença, contra 354 entre janeiro e novembro de 2012. Neste igual período, o número de mortes também subiu, passando de uma para oito. Por isso, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) alerta a população para que fique atenta aos sinais e sintomas da doença.
Mais de 50 municípios capixabas apresentaram casos de coqueluche – também conhecida popularmente por “tosse comprida” -, o que pode ser caracterizado como uma situação de surto. “Há surto da doença espalhado em diversos municípios. A maioria dos casos está concentrada em bebês e crianças (veja tabela abaixo), ressalta a coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Sesa, Gilsa Rodrigues.
Embora se manifeste de forma mais grave em recém-nascidos, bebês e crianças,  a preocupação da Sesa é também com adolescentes e adultos, que muitas vezes apresentam os sintomas, mas não são diagnosticados. “Temos casos de adolescentes e adultos com coqueluche, muitas vezes não diagnosticados e que transmitiram para crianças que estão com o esquema vacinal em andamento”, salienta a coordenadora.
A principal forma de prevenção é a vacinação, gratuita, e encontrada nas unidades de saúde municipais. Para ficar completamente imune, a pessoa deve receber cinco doses até os seis anos de idade. A imunidade contra a doença dura por 10 anos. Até estar com o esquema vacinal completo, a criança não está totalmente protegida.
Orientações
A coqueluche é causada por uma bactéria e altamente contagiosa. A transmissão se dá por meio de contato direto, tosse, espirro, eliminação de secreção, ao falar ou ao tocar objetos. O período de contágio se estende de cinco dias após o contato com o doente até três semanas depois do início dos acessos de tosse. A orientação da Sesa é ficar atento à higienização das mãos e evitar ficar perto de pessoas com suspeita da doença.
“Após tossir, é preciso lavar as mãos. Ao lidar com crianças, na hora do banho, de trocar a fralda e amamentar, por exemplo, é preciso ter esse cuidado. As mães com sinais e sintomas da doença devem se preocupar em tampar o nariz e a boca, usando uma máscara ou lenço. Vale lembrar que essas medidas devem ser adotadas mesmo por pessoas que ainda não tenham a doença confirmada”, detalha Gilsa Rodrigues.
Sintomas
Os sinais e sintomas da coqueluche são as tosses persistentes, que podem durar várias semanas. Entre uma inspiração e outra as pessoas podem ter vários acessos de tosse a ponto de deixar a pele, especialmente a boca, com coloração arroxeada (cianose) devido à falta de oxigênio. É muito comum também vômito após a tosse. Pode haver ainda presença de febre leve, coriza, mal estar geral.
“A coqueluche apresenta um sintoma peculiar, que é uma tosse que acontece de maneira súbita e incontrolável, que gera um barulho característico chamado de guincho inspiratório”, explica Gilsa Rodrigues.
Quem apresentar esses sintomas deve procurar atendimento médico nas unidades de saúde municipais. O tratamento é rápido e simples, feito com o uso de antibiótico por até 14 dias. O diagnóstico é clínico, mas em alguns casos pode ser feito laboratorialmente.
Medidas
Desde que observou aumento nas notificações da doença, a Secretaria de Estado da Saúde iniciou uma série de ações de alerta e capacitação. Foi oferecido treinamento dos municípios na realização do exame laboratorial (coleta de swab), de complicada execução.
Além disso, Sesa entrou em contato com as vigilâncias epidemiológicas dos 78 municípios capixabas para esclarecer sobre a coqueluche, encaminhando notas técnicas também para o Conselho Regional de Medicina (CRM) e Conselho Regional de Enfermagem (Coren), bem como para diversas sociedades médicas.
Casos
2012
Confirmados: 354
Óbitos:  08
Todos os óbitos ocorreram em bebês. Dois deles haviam recebido apenas uma dose da vacina e os demais não tinham iniciado o esquema vacinal.
2011
Confirmados: 61
Óbitos: 01
Distribuição de casos por idade – 2012
Em menores dois meses: 55
02 a 05 meses: 83
06 a 09 meses: 22
10 a 11 meses: 12
01 a 04 anos: 92
05 a 09 anos: 32
10 a 14 anos: 22
15 a 19 anos: 09
Maiores de 20 anos: 27

Governo do ES reduz R$ 10,4 milhões da dívida pública


A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), por meio do Tesouro Estadual, obteve a redução do saldo devedor do Espírito Santo junto à União no montante de R$ 10,4 milhões
local economia  sefaz Governo do ES reduz R$ 10,4 milhões da dívida públicaA Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), por meio do Tesouro Estadual, obteve a redução do saldo devedor do Espírito Santo junto à União no montante de R$ 10,4 milhões, em conformidade com o Parecer da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) expedido no último dia 19 de outubro.
A redução do saldo devedor foi possível graças ao resgate de recursos relativos às últimas parcelas das operações de crédito depositadas pelo Bank of Tokio, em 1985, e que foram bloqueadas pelo Banco Central do Brasil em 1990, por ocasião da moratória decretada pelo Brasil.
Durante auditoria contábil realizada pelo Tesouro Estadual, a Sefaz verificou que os valores haviam sido creditados à Conta Única do Tesouro Nacional e não propriamente ao Governo do Estado. Diante disso, a Secretaria da Fazenda iniciou negociação com a Secretaria do Tesouro Nacional (STN), pleiteando o direito ao crédito dos recursos que estavam em posse da União.
No decorrer da negociação, a STN deferiu o pleito solicitado pelo Tesouro Estadual ratificando, na terça-feira (30/10), a apuração de crédito do Estado perante a União no valor aproximado de US$ 5,05 milhões.
O recurso será utilizado para a completa liquidação da Dívida de Médio e Longo-Prazo (DMLP) de 1998, cujo saldo é de R$ 5,9 milhões. O valor restante será utilizado para amortização extraordinária da dívida da Lei 9.496/97, totalizando redução de dívida de R$ 10,4 milhões. 

Relator dos royalties também é contra veto de Dilma



No debate sobre a “Crise Financeira dos Municípios”, o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) relator do projeto dos royalties declarou que a presidente Dilma deve sancionar o texto do projeto da divisão dos roylaties. O debate ocorreu na manhã desta terça-feira (13) no Senado Federal reunindo prefeitos e senadores. Preocupados com questão financeira e administração da cidade os prefeitos se reuniram hoje no Congresso para discutir a situação dos municípios.
Em discurso, o senador Vital do Rêgo relatou aos prefeitos que a melhor opção será a presidenta Dilma sancionar o projeto de redistribuição dos royalties para os municípios.  Segundo ele, o substitutivo aprovado no Congresso não é a “salvação”, mas é a melhor proposta que tem para atender os municípios e estados excluídos.
Ao dis correr sobre a relatoria que fez do projeto de autoria do senador Wellington Dias (PT-PI), o senador paraibano disse que o parlamentar petista “atuou como cirúrgico de uma ideia que gerou avanços na discussão da discussão da distribuição dos royalties do petróleo”. E completou: “Eu apenas lapidei essa ideia”.
Vital do Rêgo reforçou que Confederação Nacional dos Municípios (CNM) “nos deu instrumentos jurídicos necessários para fazer uma relatoria”.Por fim, o senador lembrou que mais de 700 mil prefeitos “não tem condições de cumprir com a Lei de Responsabilidade Fiscal”. A proposta que está no Planalto atende a mais de 5 mil municípios.
Com informações do site Política Real

Sarney não vê motivo para Dilma vetar lei dos royalties



O presidente José Sarney (PMDB-AP) disse hoje que o projeto de lei sobre a divisão dos royalties do petróleo está bom e que serviria para apaziguar a questão. 

"Foi um projeto negociado não só entre os estados, como também com a Câmara dos Deputados. Agora ele saiu da Câmara votado na sua integridade e eu acredito que a presidente vai cumprir o seu dever de examinar o projeto. Ela pode vetar, mas eu acho que o projeto está bom e ele serviria muito bem para apaziguar essa questão dos royalties – disse o presidente. 

O Maranhão, governado pela filha de Sarney, Roseana, é o segundo estado a ganhar mais receita com a nova distribuição. Salta de R$ 300 milhões para R$ 1 bi por ano. Só perde para a Bahia. 

Além da disputa por recursos perdidos por Rio de Janeiro e Espírito Santo com aprovação do PLS 448/2011 nas duas casas do Congresso, surgiram questões regimentais e constitucionais relativas ao processo legislativo.

O cerne do problema é um lapso no cálculo de porcentagem na tabela proposta pelo Senado para repartição dos royalties de 2012 a 2020. Um aumento de 1 ponto percentual a partir de 2017 na quantia destinada aos municípios afetados por operações de embarque e desembarque de petróleo – que não fica clara na tabela – leva o total distribuído a 101%. 

A discussão atual é se o lapso constitui um erro formal, de redação, que pode ser corrigido no texto que seguirá para a sanção presidencial ou se ele constitui um erro material, de conteúdo, o que obrigaria uma nova tramitação pelas duas Casas do Congresso. 

Com informações e foto da Agência Senado 

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