quarta-feira, 13 de junho de 2012

BALANCE CAPIXABA 13/06/2012

BALANCE CAPIXABA 13/06/2012
Tribunal de Contas analisa processo de Lelo
O TCES ainda está analisando o pedido de inelegibilidade por cinco anos do presidente estadual do PMDB, Lelo Coimbra, feito pelo Ministério Público de Contas, e apresentado na última terça-feira (05) pelo conselheiro relator João Luiz Cotta Lovatti. O processo refere-se à prestação de contas de 2005 da Secretaria de Estado da Educação, período em que Lelo respondia pela pasta.
Além disso, a área técnica do TCES havia se manifestado pelo ressarcimento de R$ 263 mil aos cofres públicos. Segundo a análise, serviços ligados à limpeza, merenda escolar, entre outros, não foram devidamente prestados pelas empresas contratadas, mas, mesmo assim, teriam sido pagos pela secretaria. Documentos foram juntados ao processo após sustenção oral feita pela advogada de Lelo, e havia expectativa de que o julgamento ocorresse nesta terça (12).>>>Leia mais
Deputados estaduais pedem eficiência a Casa Civil
O plenário da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales) pediu eficiência e dinamismo da Casa Civil do Espírito Santo para análise dos projetos encaminhados pelos parlamentares. O pedido, em tom de crítica e reclamação foi feiro na sessão desta terça-feira (12) após o pedido de veto total do Projeto de Lei no 189/2011 de autoria do deputado estadual José Esmeraldo (PR), que estabelece regras de segurança para carga e descarga de valores efetuados junto aos estabelecimentos econômicos, comerciais e financeiros, foi vetado hoje pelo plenário da Ales a pedido do Governo estadual.
A mensagem do Governo diz que o PL é inconstitucional, pois o Estado não pode interferir em competência exclusiva da União de legislar sobre trânsito e transporte.>>>Leia mais
Tribunal mantém prefeito afastado em Bom Jesus do Norte
A 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) negou provimento ao agravo de instrumento interposto pelo prefeito de Bom Jesus do Norte, no extremo Sul do Espírito Santo, contra decisão de primeira instância da juíza Maria Izabel de Azevedo Altoé. Com isso, Adson Azevedo Salim (PSDB) continua afastado da chefia do Executivo.
O afastamento por 180 dias foi determinado pela juíza no dia 4 de abril por suposto superfaturamento na realização do Carnaval do município em 2010, alvo de uma Comissão Processante da Câmara de Vereadores. Na época, a coordenação do Carnaval foi do vice-prefeito Pedro Chaves de Oliveira Júnior, que ocupava a Secretaria de Desenvolvimento e acusou o prefeito de ter feito as contratações superfaturadas.>>>Leia mais
Santa Leopoldina: prefeito afastado é alvo de nova ação
O juiz Carlos Ernesto Campostrini Machado, da Comarca de Santa Leopoldina, acolheu nesta terça-feira (12) petição inicial ajuizada pelo Ministério Público Estadual contra o prefeito afastado do município, Ronaldo Martins Prudêncio, e seu ex-secretário de Obras Ramilson Coutinho Ramos.
Em Ação Civil Pública, o MP atribui aos dois a prática de atos de improbidade administrativa, dentro do inquérito que investigou uma série de irregularidades que ficou conhecida como “Moeda de Troca”.
Segundo denúncia do Ministério Público, aceita pelo juiz Carlos Ernesto, Ronaldo Prudêncio e Ramilson Ramos teriam forjado uma situação de emergência no município para contratar a execução de obras sem licitação no valor superior a R$ 2,1 milhões.>>>Leia mais
Fundão tem que realizar concurso até 31 de dezembro
A juíza de Direito Priscila de Castro Murad, da Comarca de Fundão, determinou à Prefeitura de Fundão que realize concurso público até o dia 31 de dezembro deste ano para prover a ocupação dos cargos atualmente ocupados por designação temporária.
A sentença nos autos do processo 059110002702 atende a ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Estadual, acolhendo denúncia formulada pelo Sindicato dos Servidores Municipais de Fundão junto ao Ministério Público do Trabalho. Na ocasião, a entidade de classe pediu a intervenção do Ministério Público do Trabalho para forçar a municipalidade a realizar concurso público, já que, dos 1.100 servidores municipais, mais de 60% detêm contrato temporário.>>>Leia mais
Assembléia é oficiada sobre perda de mandato de Baiano e aguarda orientação da procuradoria da Casa
A Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales) informa que foi oficiada sobre a sentença da perda de mandato do deputado estadual Nilton Gomes de Oliveira, o Nilton Baiano do PP.
O presidente Theodorico Ferraço despachou o ofício nesta terça-feira (12) para a procuradoria da Casa, para que a mesma, baseada no Artigo 3º da Lei Complementar Estadual 287 oriente a Mesa Diretora sobre as medidas legais cabíveis.
A Ales ressalta ainda que o procurador tem um prazo de três a cinco dias para elaborar o parecer, e após, a matéria será enviada a Mesa Diretora, que vai adotar os procedimentos legais.>>>Leia mais
Câmaras Criminais rejeitam recurso de Jorge Donati
As Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça do Espírito Santos (TJES) negaram, na sua sessão desta segunda-feira (11), a pretensão do prefeito de Conceição da Barra, Jorge Duffles Andrade Donati, de anular todos os procedimentos anteriores à sua posse no comando do Executivo nos autos relacionados ao assassinato da mulher dele, Cláudia Soneghete Donati, e da empregada do casal, Mauricéia Rodrigues Donato, no que ficou conhecido como “Crime da Ilha”.
Jorge Donati entrou com agravo regimental, que teve parcial provimento pelas Câmaras Criminais Reunidas, que concederam aumento para 15 dias do prazo para apresentação da defesa do prefeito, que é acusado de ser o mandante do crime. A relatora do processo nº0916848-29.2009.8.08.0000, desembargadora Eliana Junqueira Munhós Ferreira, reconheceu a materialidade do crime de Jorge Donati.>>>Leia mais

Receita de Isca de Traíra com molho tártaro

Traíra é um peixe de água doce, carnívoro, com carne saborosa. E também é o ingrediente principal de um dos pesticos que concorrem ao prêmio do 'Festival Roda de Boteco' 2012. No Restaurante Recanto da Traíra, em Vila Velha, na Grande Vitória,  a 'Isca de Traíra com Molho Tártaro' custa R$ 10. Para o sucesso da receita, é importante que a traíra esteja limpa, sem espinha.



Os moradores da Grande Vitória podem conferir até o dia 6 de julho os petiscos que concorrem ao prêmio do 'Festival Roda de Boteco'. São 40 bares e botecos participantes distribuídos entre Vila Velha, Vitória, Cariacia e Serra. O público vai escolher o melhor tira-gosto, votando no seu preferido. 

Isca de Traíra com Molho Tártaro (Recanto da Traíra) 

Traíra sem espinha cortada em tiras

Ingredientes
  • ·         300g de traíra sem espinha
  • ·         Limão
  • ·         Sal
  • ·         Farinha de trigo para empanar
  • ·         Óleo de soja sempre novo para fritar
  • ·         Molho tártaro
  • ·         1 Limão
  • ·         1 ovo
  • ·         Sal
  • ·         1 cebola
  • ·         Óleo de soja
  • ·         temperos verdes

Tribunal de Contas analisa processo de Lelo


Dep. Lelo Coimbra

O TCES ainda está analisando o pedido de inelegibilidade por cinco anos do presidente estadual do PMDB, Lelo Coimbra, feito pelo Ministério Público de Contas, e apresentado na última terça-feira (05) pelo conselheiro relator João Luiz Cotta Lovatti. O processo refere-se à prestação de contas de 2005 da Secretaria de Estado da Educação, período em que Lelo respondia pela pasta.
Além disso, a área técnica do TCES havia se manifestado pelo ressarcimento de R$ 263 mil aos cofres públicos. Segundo a análise, serviços ligados à limpeza, merenda escolar, entre outros, não foram devidamente prestados pelas empresas contratadas, mas, mesmo assim, teriam sido pagos pela secretaria. Documentos foram juntados ao processo após sustenção oral feita pela advogada de Lelo, e havia expectativa de que o julgamento ocorresse nesta terça (12).
No entanto, o prazo que a área técnica conclua a análise dos documentos apresentados pela defesa é de 15 dias. Em seguida, o processo retorna ao Ministério Público de Contas para nova apreciação, que pode durar até 30 dias. Não há prazo determinado para que o conselheiro relator apresente o processo para votação. Lelo é pré-candidato à prefeitura de Vitória.

Deputados estaduais pedem eficiência a Casa Civil


O plenário da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales) pediu eficiência e dinamismo da Casa Civil do Espírito Santo para análise dos projetos encaminhados pelos parlamentares. O pedido, em tom de crítica e reclamação foi feiro na sessão desta terça-feira (12) após o pedido de veto total do Projeto de Lei no 189/2011 de autoria do deputado estadual José Esmeraldo (PR), que estabelece regras de segurança para carga e descarga de valores efetuados junto aos estabelecimentos econômicos, comerciais e financeiros, foi vetado hoje pelo plenário da Ales a pedido do Governo estadual.
A mensagem do Governo diz que o PL é inconstitucional, pois o Estado não pode interferir em competência exclusiva da União de legislar sobre trânsito e transporte.
A votação causou polêmica entre os parlamentares da Casa e seis deputados votaram contra a solicitação do Estado. O PL foi encaminhado no ano de 2011 para o governo estadual e o primeiro parecer da matéria foi publicado no dia 15 de maio deste ano pedindo o veto total do projeto. Contudo, representações políticas como Gilson Lopes (PR), Lucia Dornelas (PT), Roberto Carlos (PT), Henrique Vargas (PRP) e Cláudio Vereza (PT). “Fico constrangido em votar contra um pedido do Governo, mas voto de cabeça erguida no projeto do nosso colega”, disse Roberto Carlos.
“Peço para os colegas que votem contra o pedido de veto do Governo, porque é de extrema necessidade do povo do nosso Estado, que são vítimas todos os dias sem nenhuma segurança estabelecida pelo Governo Federal. Nós estamos a favor do Governo, mas essa Casa precisa ter uma posição nesse parlamento”, ressaltou Gilsinho.
O líder de governo, Sérgio Borges (PMDB), argumentou a posição da mensagem governamental perante o parecer da Comissão de Justiça da Ales, que declarou como inconstitucional o PL. “A própria comissão de justiça deu o parecer de inconstitucionalidade da matéria. Estamos trabalhando para não haver este tipo de atrito, mas infelizmente não deu tempo de trabalharmos este caso”, finalizou.
Ao subir a tribuna, o autor da matéria, agradeceu o apoio dos parlamentares e cobra do Governo mais diálogo entre o legislativo e o executivo estadual. Segundo o republicano, no início do mandato o poder Legislativo solicitou encontros semanais com o Governador Renato Casagrande e em dois anos de mandato o parlamentar só conseguiu marcar duas reuniões com o Governador. “Muitas informações que pedimos ao Governo, raramente conseguimos. O executivo é importante, mas o legislativo é a base, não podemos começar uma casa pelo telhado, temos que começar uma casa pela fundação”, explanou o deputado.
“Foi acordado em uma reunião na casa do Governador, que nós teríamos encontros semanais. Eu não sei se ele estava com amnesia na época e simplesmente esqueceu. Qual a informação que nós temos do governo?! É o que os outros falam, isso é ruim e os que são nomeados como moderadores ficam que nem periquitos”, criticou José Esmeraldo.

Tribunal mantém prefeito afastado em Bom Jesus do Norte


A 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) negou provimento ao agravo de instrumento interposto pelo prefeito de Bom Jesus do Norte, no extremo Sul do Espírito Santo, contra decisão de primeira instância da juíza Maria Izabel de Azevedo Altoé. Com isso, Adson Azevedo Salim (PSDB) continua afastado da chefia do Executivo.
O afastamento por 180 dias foi determinado pela juíza no dia 4 de abril por suposto superfaturamento na realização do Carnaval do município em 2010, alvo de uma Comissão Processante da Câmara de Vereadores. Na época, a coordenação do Carnaval foi do vice-prefeito Pedro Chaves de Oliveira Júnior, que ocupava a Secretaria de Desenvolvimento e acusou o prefeito de ter feito as contratações superfaturadas.
O processo nº 0900977-51.2012.8.08.000, do agravo de instrumento do prefeito contra a decisão da juíza, teve relatoria do desembargador Willian Silva, cujo voto por “negar provimentos” foi seguido à unanimidade dos demais desembargadores da 3ª Câmara Civil. Silva acolheu o entendimento do Ministério Público de suspeita de que o prefeito ocultou documentos que comprovariam  as irregularidades na realização de eventos durante o carnaval de Bom Jesus em 2010, dificultando, assim, a coleta de provas de improbidade administrativa.
O Ministério Público Estadual aponta a dispensa de licitação para a contratação de empresa que organizou o evento, além da suspeita de superfaturamento nos valores dos cachês artísticos das atrações do carnaval.
O vice-prefeito Pedro Chaves de Oliveira Júnior, que assumiu o cargo de prefeito após a decisão em primeira instância, também tem um agravo de instrumento, de nº0901018-18.2012.8.08.0000, interposto pelo Ministério Público Estadual pedindo também o seu afastamento do vice. O processo tramita no Tribunal de Justiça também com a relatoria do desembargador Willian Silva.

Santa Leopoldina: prefeito afastado é alvo de nova ação


O juiz Carlos Ernesto Campostrini Machado, da Comarca de Santa Leopoldina, acolheu nesta terça-feira (12) petição inicial ajuizada pelo Ministério Público Estadual contra o prefeito afastado do município, Ronaldo Martins Prudêncio, e seu ex-secretário de Obras Ramilson Coutinho Ramos.
Em Ação Civil Pública, o MP atribui aos dois a prática de atos de improbidade administrativa, dentro do inquérito que investigou uma série de irregularidades que ficou conhecida como “Moeda de Troca”.
Segundo denúncia do Ministério Público, aceita pelo juiz Carlos Ernesto, Ronaldo Prudêncio e Ramilson Ramos teriam forjado uma situação de emergência no município para contratar a execução de obras sem licitação no valor superior a R$ 2,1 milhões.
O Ministério Público pediu ainda a indisponibilidade de bens para garantia de eventual condenação dos acusados e afastamento cautelar de Ronaldo Prudêncio. Entretanto, esses dois pedidos já haviam sido deferidos pelo magistrado Carlos Ernesto em outra ação cível, além do fato de o então prefeito permanecer afastado desde 2010, quando estourou a “Operação Moeda de Troca”.
De acordo com a decisão do juiz Carlos Ernesto no acolhimento da ação, o Ministério Público sustenta que Ronaldo Prudêncio, na condição de prefeito e ordenador de despesas, “firmou contratos administrativos, mediante dispensa indevida de licitação, de obras e serviços de engenharia, cujo valor global alcançou a monta de R$ 2.114.135,48, pagos a Decottignies & Moraes Engenharia LTDA.”
O contrato destinava-se à “execução dos serviços de obra e engenharia de contenção de encosta”, nas ruas Funil e Reginaldo Terra, na sede de Santa Leopoldina. O Ministério Público afirma ainda em sua denúncia que as contratações foram feitas mediante dispensa de licitação ilegítimas, “mormente porque houve, por parte de Ramilson Coutinho Ramos, então secretário Municipal de Obras e Serviços Públicos, em conjunto com Ronaldo Martins Prudêncio, forjamento de situação de emergência, com prorrogações intencionais da vigência do Decreto Municipal n. 294/2008, por duas vezes, até que firmado o primeiro contrato questionado.”
Informa, ainda, que, passada a situação emergencial em que o município se encontrava em razão da enchente de 2008, por solicitação do então secretário Ramilson Ramos, Ronaldo Prudêncio firmou o segundo contrato administrativo, já no ano de 2010, mediante nova dispensa de licitação, com objeto idêntico à primeira contratação, o que caracterizaria mais uma burla à licitação e fracionamento de execução de obra pública.
Bens indisponibilizados – O juiz Carlos Ernesto Campostrini Machado, determinou a indisponibilidade dos bens de Ronaldo Martins Prudêncio, e de mais seis  pessoas e de quatro empresas acusadas de participação nas fraudes em licitações desvendadas na “Operação Moeda de Troca”. Em sua decisão, o juiz limita o bloqueio em até R$ 80 mil.
Além do prefeito afastado, tiveram seus bens tornado indisponíveis os empresários Jefferson Rodrigues, Paulo César Santana Andrade, Ozelia Barbosa Oliveira da Silva, Valdeir Nunes dos Santos, Andréia Inácio Rosa e Robson de Souza Colombo, além das empresas  Antônio Carlos Sena Filho-ME, Patrícia Pereira Ornelas Andrade ME (Vip Produções e Eventos, nome fantasia), Adailton Pereira dos Santos ME (Styllus Produções e Eventos) e a Associação Montanhas Capixabas Turismo.
A decisão do magistrado atende a um pedido do Ministério Público Estadual, que denunciou o grupo por improbidade administrativa. De acordo com a decisão do juiz Carlos Ernesto, em sua denúncia o MP sustentam que o então prefeito Ronaldo Prudêncio e o então secretário Municipal de Turismo, “em ofensa aos princípios da Administração Pública, firmou convênio com uma das empresas citadas no processo num valor global de R$ 120 mil para organização e execução de ações destinadas à realização do Carnaval Leopoldinense de 2010.
Ainda segundo a denúncia, “o dito convênio foi firmado com o fito de satisfazer interesses pessoais” das pessoas denunciadas.

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