sexta-feira, 22 de março de 2024
O Grande Desafio da Conscientizão é Enfrentar a Ignorância e as Fake News
terça-feira, 12 de março de 2024
ÍNDICES ECONÔMICOS 3º MANDATO LULA - DESEMPREGO
No segundo trimestre de 2023, a taxa de desemprego registrou uma queda para 8%, encerrando o ano com um promissor 7,4% no quarto trimestre. Esta marca representa a menor taxa desde 2014, indicando uma tendência positiva no cenário do emprego.
Variações Trimestrais:
2021:
1º Trimestre: 14,9%
2º Trimestre: 14,2%
3º Trimestre: 12,6%
4º Trimestre: 11,1%
2022:
1º Trimestre: 11,1%
2º Trimestre: 9,9%
3º Trimestre: 8,7%
4º Trimestre: 7,9%
2023
1º Trimestre: 8,8%
2º Trimestre: 8,0%
3º Trimestre: 7,7%
4º Trimestre: 7,4%
CNN Brasil - 28 de jul. de 2023
IBGE: A taxa de desocupação no Brasil atingiu 8,0% no trimestre encerrado em junho, o menor resultado para o período desde 2014. É uma redução de 0,8 ponto percentual (p.p.) frente ao trimestre anterior (8,8%), de janeiro a março.
https://www.cnnbrasil.com.br
Agência Brasil - 31 de ago. de 2023
https://agenciabrasil.ebc.com.br
A taxa de desocupação no trimestre encerrado em julho de 2023 ficou em 7,9%. É o menor resultado para o período desde 2014, quando foi de 6,7%. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (31) pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
g1 — Rio de Janeiro - 31/10/2023
O mercado de trabalho no Brasil registra recorde histórico de trabalhadores ocupados e, consequentemente, o patamar mais baixo de desemprego em quase uma década. É o que apontam os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta terça-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Desemprego cai a 7,7% em setembro, com recorde de trabalhadores ocupados no país, diz IBGE
Com 8,3 milhões de desempregados, taxa de desemprego é a menor registrada no país desde fevereiro de 2015. Emprego com carteira assinada foi o que mais cresceu este ano.
https://g1.globo.com/economia/noticia/2023/10/31/desemprego-fica-em-77percent-no-trimestre-terminado-em-setembro-aponta-ibge.ghtml
Brasil de Fato | Curitiba (PR) | 31 de janeiro de 2024
Desemprego fecha 2023 em 7,4% e tem menor média anual desde 2014
Taxa média de desocupação ficou em 7,8% no ano passado, contra 9,6% em 2022.
O percentual de trabalhadores brasileiros desempregados encerrou o ano de 2023 em 7,4%. Com isso, a taxa média de desocupação no país durante o primeiro ano do novo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ficou em 7,8%, 1,8 ponto percentual a menos do que os 9,6% registrados em 2022. O desemprego médio em 2023 foi o menor já registrado desde o ano de 2014.
Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Fazem parte da última edição da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua).
https://www.brasildefato.com.br/2024/01/31/desemprego-fecha-2023-em-7-4-e-tem-menor-media-anual-desde-2014
quarta-feira, 6 de março de 2024
Consciência Política: Espalhar boatos ou notícias falsas é crime
"É bom tomar mais cuidado com aquela foto estranha que você repassa no WhatsApp, ou com aquele vídeo falso que você pública no Face. Ou com aquele meme engraçadinho que você posta no Twitter. E isso tanto para se proteger quanto para respeitar os outros, quanto para valorizar e fortalecer nossa democracia – e não o contrário."
Dag Vulpi - 06 de Março de 2024
Neste cenário digital atual, tanto a informação quanto a desinformação fluem rapidamente. É fácil, inadvertidamente ou não, contribuir para a propagação de desinformação nas redes sociais. A conscientização sobre as consequências legais desse comportamento é essencial. No Brasil, a produção e disseminação de notícias falsas e boatos não são apenas prejudiciais à sociedade, mas também configuram crimes passíveis de penalidades consideráveis.
Infelizmente, a disseminação de notícias duvidosas nas redes sociais tornou-se uma realidade comum, sendo banalizada por muitos, encoberta e até defendida por tantos outros, dependendo do teor do conteúdo, o viés de confirmação e a quem aquele conteúdo ajuda ou prejudica. O que muitos não percebem é que, ao compartilhar conteúdo não verificado, estão se tornando parte desse desmedido problema. É crucial ter em mente que, no Brasil, a produção e o compartilhamento de notícias falsas e boatos, além de demonstrar falha de caráter, também são tipificados como crimes estabelecidos pelo Código Penal e pelo Código Eleitoral.
Esses crimes, de natureza séria, podem acarretar penas que alcançam quase três anos de prisão. Ao entender as implicações legais envolvidas, cada indivíduo se torna responsável por contribuir para um ambiente digital mais ético e confiável. A disseminação consciente de informações verificadas não apenas fortalece a integridade da sociedade, mas também evita as consequências legais associadas à propagação de notícias falsas.
O Artigo 138 do Código Penal, define que: “Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime” pode levar a uma pena de “detenção, de seis meses a dois anos”, além de multa. E que, na “mesma pena incorre quem, sabendo falsa a imputação, a propala ou divulga”.
Portanto, uma orientação valiosa para evitar a propagação de notícias falsas é adotar o hábito de dar uma pausa e ponderar antes de compartilhar qualquer informação. É crucial analisar quem está por trás do conteúdo e confirmar sua veracidade.
Como realizar essa verificação? Investigue a informação na Internet, verifique se não há indícios de ser uma falsificação, procure desmentidos relacionados ou até mesmo questione diretamente a pessoa que compartilhou o conteúdo. Pergunte se a informação é verdadeira, se foi verificada antes de ser repassada para o grupo. Muitas vezes, seus colegas ou amigos podem não ter feito essa checagem. Ao adotar essa prática, você não apenas auxilia a pessoa envolvida, mas também contribui para aprimorar as práticas e a integridade da rede social compartilhada por todos.
Abaixo, destaco sites em que você pode verificar as informações e combater as Fake News:
https://projetocomprova.com.br
https://g1.globo.com/fato-ou-fake
terça-feira, 5 de março de 2024
Dilma, Lula, Fernando Henrique e Bolsonaro carregando suas cruzes a caminho do céu ou do inferno
sábado, 2 de março de 2024
A crueldade do algoz foi além do genocídio dos judeus; ela deu origem a um sucessor
Dag Vulpi - 02/03/2024
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024
Entendendo as nuances legais: Golpe de Estado versus Tentativa de Golpe no Brasil
Dag Vulpi - 28/02/2024
No cenário político brasileiro, é crucial compreender a distinção entre um golpe de Estado consumado e uma tentativa frustrada, ambos considerados crimes pela Constituição. Enquanto os golpistas bem-sucedidos escapam da punição, aqueles envolvidos em tentativas malsucedidas enfrentam a justiça e podem ser julgados e condenados pelos seus atos.
A Constituição brasileira estabelece claramente que tanto o golpe de Estado quanto a tentativa de golpe são crimes graves, atentando contra a ordem democrática. No entanto, a aplicação da lei diverge notavelmente entre essas duas situações.
Quando um golpe de Estado é efetivado com sucesso, os perpetradores assumem o controle do governo, tornando-se, na prática, intocáveis. Isso cria um desafio legal, uma vez que o sucesso do golpe pode resultar na impunidade dos responsáveis, uma vez que detêm o poder e podem manipular as instituições judiciais a seu favor.
Por outro lado, no caso de uma tentativa de golpe de Estado, a narrativa legal muda substancialmente. A Constituição brasileira estabelece que qualquer ação destinada a subverter a ordem constitucional é passível de punição [LEI No 1.802]. Assim, os envolvidos em uma tentativa frustrada de golpe são sujeitos à investigação, julgamento e, se considerados culpados, enfrentam as devidas consequências legais.
A distinção entre golpe consumado e tentativa frustrada destaca a complexidade do sistema jurídico brasileiro diante de ameaças à democracia. Enquanto a nação busca manter a estabilidade política, a necessidade de reformas legais que garantam a responsabilização dos golpistas, mesmo após o sucesso do golpe, é uma questão que deveria permanecer em debate constante.
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