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Imagem importada do Facebook
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Com novas
manifestações marcadas para este sábado (22) na Venezuela, os protestos no país
chegam a 22 dias. As manifestações começaram no dia 4 deste mês com estudantes
protestando contra a insegurança nas universidades, após uma jovem ter sofrido
tentativa de estupro e roubo no dia anterior na Universidade de Los Andes, San
Cristóban, em Táchira.
Dois dias
depois, centenas de estudantes se mobilizaram e um grupo atacou o governador do
estado, José Vielma Cristóbal – cinco jovens foram detidos. Depois disso,
começaram os protestos no estado vizinho, Mérida. No fim de semana (8 e 9),
houve caminhadas em mais estados, culminando com a grande marcha, realizada no
último dia 12, em que três pessoas morreram.
Até então, os
movimentos não registravam atos de vandalismo em grande escala. No último dia
12, que houve confrontos entre simpatizantes do presidente Nicolás Maduro e
opositores. Também foi o marco da ação de motoqueiros armados que dispararam
contra os manifestantes e do uso de barricadas e bloqueios nas ruas, além do
uso de coquetéis molotovs por alguns manifestantes.


