sábado, 22 de setembro de 2012

Judiciário está julgando amigos de Haddad

Serra tornou a associar o nome de Haddad ao do ex-ministro José Dirceu. O tucano também criticou a gestão de Haddad no Ministério da Educação



O candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, atacou na tarde deste sábado (22) seu adversário na disputa eleitoral o petista Fernando Haddad. Em resposta ao candidato do PT, que afirmou em entrevista à Rede Globo que o Poder Judiciário deveria julgar não só o Mensalão do PT, mas também o do PSDB, praticado em Minas Gerais em 1998, Serra aproveitou para voltar a associar o nome de Haddad ao do ex-ministro José Dirceu. "O Judiciário deve julgar todos os partidos políticos, mas neste momento está julgando os amigos dele (Haddad), os companheiros e dirigentes dele". E continuou: "O Zé Dirceu é o guru dele. Não sei por que ele tem vergonha, acha degradante. Assume isso".

Ele insistiu na ligação entre os dois políticos. "Zé Dirceu dá orientação à campanha de Haddad. Acabou de dar uma agora. Qual é o problema? Assume suas ligações", afirmou.

Serra também criticou a gestão de Haddad no Ministério da Educação durante as aplicações das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nos últimos anos, que tiveram denúncias de fraudes e vazamentos. "Ele está querendo limpar a barra do Enem, que foi um desastre. O Enem estava fadado a dar errado, pois não tinha um estoque de provas, um acervo de provas para substituir caso desse errado". Sobre o fato de Haddad na mesma entrevista ter lembrado do caso do acidente do Metrô em Pinheiros em 2007, Serra contra-atacou: "Ele se atropelou para fazer o Enem e está buscando pelo em casca de ovo. O assunto Metrô está mais do que esclarecido", disse.

Meio ambiente e acessibilidade
O candidato do PSDB aproveitou o Dia Mundial sem Carro para fazer uma caminhada pela avenida Paulista que durou cerca de uma hora. Ele chegou ao local usando o metrô, desceu na estação Trianon-Masp e caminhou até o edifício Conjunto Nacional, onde tomou um café com simpatizantes.

Durante a caminhada, que também foi de apoio à inclusão das pessoas portadoras de necessidades especiais, ele se encontrou com um grupo de cadeirantes e falou de suas propostas para esse segmento da população. Serra prometeu elevar para 100% a frota de ônibus da cidade com acessibilidade, consertar 3 mil quilômetros de calçadas e reforçar o Programa Inclui nas escolas para atender crianças com deficiência, fazendo uma maior articulação com a área da saúde.
Agência Estado

Serra abandonou sonho de ser presidente, diz Kassab


Para coordenadores de sua campanha, esse é um dos fatores que prejudicaram o desempenho do candidato nas pesquisas este ano e alimentaram sua rejeição

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), disse neste sábado (22) que o ex-governador José Serra (PSDB) está no fim de sua trajetória político-eleitoral e já deixou o sonho de ser presidente da República. Em visita ao Nordeste para participar da campanha de aliados, o prefeito afirmou que a dúvida dos paulistanos sobre a presença do tucano na prefeitura durante os quatro anos de mandato, caso seja eleito, está se esvaindo, o que justifica a vantagem nas pesquisas em relação ao terceiro colocado, Fernando Haddad (PT).

Serra deixou a prefeitura em 2006 para concorrer ao governo paulista, embora tenha afirmado e assinado documento, dois anos antes, comprometendo-se a permanecer até o final do mandato. Para coordenadores de sua campanha, esse é um dos fatores que prejudicaram o desempenho do candidato nas pesquisas este ano e alimentaram sua rejeição. "(O Serra) está praticamente encerrando a carreira dele. Vai se dedicar nos próximos quatro anos à prefeitura e já abandonou o sonho de ser presidente", disse. "Todos têm sonhos na vida que realizam e não realizam. Ele não será presidente da República."

O prefeito disse estar confiante na ida do tucano para o segundo turno. Segundo ele, ao passo que a desconfiança sobre o cumprimento dos quatro anos de mandato diminui, o candidato melhora seu desempenho. A última pesquisa Datafolha, divulgada na quinta-feira, mostra que Serra abriu seis pontos de vantagem sobre Haddad, ainda na margem de erro. Ele tem 21%, contra 15% do petista. 

"À medida que a dúvida está deixando de existir, a cidade está voltando os olhos para a candidatura dele. O Serra é um candidato que tem musculatura. Não é qualquer candidato, que cai fácil", avaliou.

Questionado, Kassab negou que a má avaliação de sua administração tenha prejudicado a campanha de Serra. "Não tem atrapalhado. As pessoas conhecem o Serra, a sua formação. E a avaliação verdadeira, numa cidade como São Paulo, vem com o tempo", alegou.

Para o prefeito, o forte apoio do eleitorado a Celso Russomano (PRB), líder nas pesquisas, decorre de sua forte exposição na mídia, por conta de seu programa de TV, e de os novos candidatos não terem empatia com o eleitorado. Segundo o Datafolha, Russomano tem 35%. 

Perguntado sobre seu futuro político, Kassab disse estar disposto a disputar o governo de São Paulo, mas ponderou que sua candidatura em 2014 dependerá dos acertos políticos. "Tenho vontade de ser governador. Mas é preciso ver as circunstâncias. Nosso partido apoia a gestão de (Geraldo) Alckmin e seria natural caminhar com ele", comentou.

O prefeito fez campanha em Petrolina para o deputado Fernando Filho (PSB), ao lado do ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho (PSB), pai do candidato à prefeitura, e do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). Chegou no meio da manhã num jatinho fretado e participou de comício do candidato. 

No início da tarde, após almoço com o ministro e o governador, seguiu para Natal (RN), onde participaria de evento de apoio ao candidato a prefeito Carlos Eduardo (PDT). Segundo ele, embora São Paulo seja sua prioridade, uma vez por mês, aos sábados, ele viaja pelo País pedindo votos para aliados.
Fonte: Agência Estado 

Kassab acusa PT de 'explorar tragédia' em favela

Ação do partido é uma "tentativa de tumultuar", disse atual prefeito de São Paulo

Um dia após o confronto entre a Guarda Civil Metropolitana (GCM) e moradores da Favela do Moinho, o prefeito Gilberto Kassab (PSD) acusou o PT de "explorar eleitoralmente a tragédia" e disse que a ação do partido é uma "tentativa de tumultuar". O prefeito também negou que a GCM tenha sido truculenta. O conflito deixou nove pessoas feridas: três guardas e seis moradores, um deles baleado na perna. 


"Estão usando as pessoas simples, com dificuldades na vida, para que com essa utilização haja exploração eleitoral. O PT à frente", disse Kassab, durante evento no Anhembi. O prefeito afirmou ainda que o tráfico e o PT impedem a ação do poder público na favela. E criticou a atuação do senador Eduardo Suplicy (PT), que foi ao local anteontem. "No primeiro incêndio (em dezembro), ele fez de tudo para que os moradores continuassem debaixo do viaduto, todos sabem, tanto é que continuaram."

Kassab ressaltou ter distribuído bolsa-aluguel para os desabrigados da favela e defendeu a ação da Guarda Civil Metropolitana. "A GCM não atira com bala de borracha", disse, questionado os relatos de moradores que dizem ter sido agredidos. 


Os moradores do Moinho negam o viés político e dizem que não foram atendidos pela Prefeitura. "Em nove meses (desde o primeiro incêndio), eles (os agentes públicos) não fizeram nada, tanto que tem gente que mora em barraca improvisada", afirmou a líder comunitária Alessandra Moja Cunha, de 28 anos. 


Procurado, o senador Suplicy disse que foi ao local em dezembro e voltou anteontem a convite dos moradores. E diz ter visto pelo menos sete atingidos por balas de borracha. "Tentar me transformar em responsável pelos abusos das autoridades é virar coisas de cabeça para baixo."


Propaganda
O candidato do PT à Prefeitura, Fernando Haddad, gravou cenas para a propaganda eleitoral de TV na Favela do Moinho, que foram exibidas na sexta-feira. A campanha de Haddad diz que ele esteve na favela, na quarta de manhã, para prestar solidariedade às famílias. "A gravação foi feita porque a Favela do Moinho é um exemplo da ausência de política habitacional do prefeito Gilberto Kassab", disse o vereador José Américo Dias, coordenador de Comunicação de Haddad. "A política habitacional da Prefeitura, hoje, é o bolsa-aluguel."


Dias rebateu Kassab e ressaltou que ele "fala absurdos" quando sustenta que o PT quer fazer uso político da tragédia. "O problema do Kassab é a resistência que ele tem ao programa Minha Casa, Minha Vida para até 3 salários." O presidente do PT municipal, Antonio Donato, afirmou, em nota, que ao acusar o partido de exploração política, Kassab tenta "encobrir a maneira covarde como sua guarda vem tratando a população mais pobre".

Revisor e relator divergem em temas centrais do mensalão como o conceito de lavagem de dinheiro

Um dos pontos de divergência é sobre o crime de lavagem de dinheiro, questão central por envolver os 13 réus cujas condutas são analisadas agora pelo STF

Supremo Tribunal Federal (STF) entra no vigésimo sétimo dia de julgamento da Ação Penal 470 na próxima segunda-feira (24), com a continuação do voto do revisor, Ricardo Lewandowski, sobre os pagamentos a parlamentares entre 2003 e 2004.

Embora seu voto ainda esteja no começo, Lewandowski, na sessão de quinta-feira (20), já mostrou discordar da versão apresentada pelo relator Joaquim Barbosa, que condenou 12 réus desta etapa, entre eles sete parlamentares. Um dos pontos de divergência é sobre o crime de lavagem de dinheiro, questão central por envolver os 13 réus cujas condutas são analisadas agora pelo STF.

Enquanto o relator defende que os parlamentares lavaram dinheiro ao receber em espécie ou ao mandar terceiros sacarem na boca do caixa, Lewandowski acredita que a dissimulação faz parte do próprio ato de corrupção. Para o revisor, se o parlamentar não sabia do caminho sujo do dinheiro até chegar a suas mãos, ele não pode ser condenado por lavagem.

Outro ponto de discordância é o motivo do recebimento da verba pelos parlamentares. Enquanto Joaquim Barbosa corrobora a tese do Ministério Público, afirmando que o pagamento era para compra de apoio político para o governo, Lewandowski disse, na última sessão, que o dinheiro se destinava ao pagamento de dívidas de campanha, aproximando-se da tese dos advogados.

“Houve um acordo entre partidos para financiamento de campanhas, os representantes dos diversos partidos telefonaram para o partido que financiava essas campanhas e disseram ‘Olha, vai e recebe dinheiro no banco tal’, e essas pessoas mandam um intermediário que assina um recibo e a pessoa, em princípio, não sabe se o dinheiro veio da SMP&B [empresa de Marcos Valério], do próprio banco ou de uma empresa qualquer”, disse Lewandowski.

Logo após a sessão, ao falar com jornalistas, o revisor deu uma nova versão sobre o destino dos recursos e disse que não vai detalhar em seu voto qual o objetivo do pagamento a parlamentares porque “não há necessidade de entrar nesse tipo de elocubração”. Para Lewandowski, a corrupção já fica configurada se o político aceitar receber vantagem, independentemente do motivo que levou o corruptor a oferecer dinheiro.

Até agora, Lewandowski absolveu o deputado federal Pedro Henry (PP-MT) de todos os crimes e o ex-deputado federal e ex-presidente do PP Pedro Corrêa, do crime de lavagem de dinheiro. Ele continuará seu voto nesta segunda analisando as acusações sobre o réu João Cláudio Genu, assessor do PP na época dos fatos, e os réus Breno Fischberg e Enivaldo Quadrado, da corretora Bônus Banval. Em seguida, falará sobre os réus do PL (atual PR), PTB e PMDB.

Confira placar parcial da primeira parte do Capítulo 6 – corrupção passiva, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro entre os partidos da base aliada do governo:
1) Núcleo PP

a) Pedro Corrêa
- corrupção passiva: 2 votos pela condenação
- lavagem de dinheiro: empate de 1 a 1
- formação de quadrilha: 1 voto pela condenação

b) Pedro Henry
- corrupção passiva: 1 voto a 1
- lavagem de dinheiro: 1 voto a 1
- formação de quadrilha: 1 voto a 1

c) João Cláudio Genu
- corrupção passiva: 1 voto pela condenação
- lavagem de dinheiro: 1 voto pela condenação
- formação de quadrilha: 1 voto pela condenação

d) Enivaldo Quadrado
- lavagem de dinheiro: 1 voto pela condenação
- formação de quadrilha: 1 voto pela condenação

e) Breno Fischberg
- lavagem de dinheiro: 1 voto pela condenação
- formação de quadrilha: 1 voto pela condenação
2) Núcleo PL (atual PR)

a) Valdemar Costa Neto
- corrupção passiva: 1 voto pela condenação
- lavagem de dinheiro: 1 voto pela condenação
- formação de quadrilha: 1 voto pela condenação

b) Jacinto Lamas
- corrupção passiva: 1 voto pela condenação
- lavagem de dinheiro: 1 voto pela condenação
- formação de quadrilha: 1 voto pela condenação

c) Antônio Lamas
- lavagem de dinheiro: 1 voto pela absolvição
- formação de quadrilha: 1 voto pela absolvição

d) Bispo Rodrigues
- corrupção passiva: 1 voto pela condenação
- lavagem de dinheiro: 1 voto pela condenação
3) Núcleo PTB

a) Roberto Jefferson
- corrupção passiva: 1 voto pela condenação
- lavagem de dinheiro: 1 voto pela condenação

b)Emerson Palmieri
- corrupção passiva: 1 voto pela condenação
- lavagem de dinheiro: 1 voto pela condenação

c) Romeu Queiroz
- corrupção passiva: 1 voto pela condenação
- lavagem de dinheiro: 1 voto pela condenação
4) Núcleo PMDB

a) José Rodrigues Borba
- corrupção passiva: 1 voto pela condenação
- lavagem de dinheiro: 1 voto pela condenação
Fonte: Agência Estado 

Haddad defende julgamento do 'mensalão do PSDB'


"O mensalão do PSDB é muito anterior, é de 1998", afirmou em entrevista ao jornal SPTV, da Rede Globo

O candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad, afirmou neste sábado (22) que o julgamento do Mensalão, que está ocorrendo no Supremo Tribunal Federal (STF), constrange a toda a classe política e que espera que aconteça punição a quem errou, mas que a Justiça deve ir até o fim em todos os casos e não apenas em relação ao PT. "O mensalão do PSDB é muito anterior, é de 1998", afirmou em entrevista ao jornal SPTV, da Rede Globo. Segundo Haddad, há um risco de prescrição desses crimes em função da data em que eles foram cometidos.


Para Haddad, "desde que todos sejam julgados, garantindo o amplo direito de defesa e punidos de acordo com o que fizeram", as instituições brasileiras sairão fortalecidas. "Agora, se a Justiça se fizer para uns e não para outros, penso que a democracia vai sair enfraquecida", afirmou. Haddad insistiu que o esquema operado pelo empresário Marcos Valério começou em Minas Gerais, durante a gestão tucana no governo daquele Estado, e que esse caso também deveria estar sendo julgado. "Nós não podemos seguir o princípio: aos inimigos, a lei, e aos amigos, tudo. Vamos colocar o País a limpo", afirmou.


O candidato também comentou declarações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que o Mensalão não existiu. "O presidente Lula está fazendo referência a um aspecto, que é a questão da coalização da base aliada. Na visão dele, não é razoável imaginar que um parlamentar do PT precisasse receber recursos para votar junto com o governo".

Mesmo ao responder sobre os problemas com as provas do Enem quando ele comandava a pasta da Educação, Haddad não deixou de provocar o PSDB e o candidato à Prefeitura José Serra. Ao lembrar que, no caso do vazamento da prova do Enem em 2009, o ministério da Educação foi vítima de um crime e que o criminoso foi identificado, julgado e punido com cinco anos de cadeia, ele provocou: "Eu gostaria que a oposição, ao invés de criticar, se solidarizasse comigo. Imagine, na cratera do Metrô, se fosse identificado um sabotador? Nós iríamos nos solidarizar com o José Serra, que era o governador à época", disse, lembrando do acidente que matou sete pessoas em 2007. "Mas que aconteceu lá foi um erro, foi homicídio culposo", disse Haddad.

Também ao falar sobre suas propostas para o transporte, sobraram farpas contra o candidato do PSDB. "A administração Serra/Kassab abandonou o transporte público e mesmo o Metrô está parado. Faz três anos que não tem um 'tatuzão' escavando o subsolo de São Paulo", disse o candidato do PT, completando que a linha 5 continua parada e que a linha 6 sequer foi licitada. "Eles (a campanha de Serra) ficam anunciando planos de papel que não saem e que não são entregues."

Haddad respondeu ainda a críticas de que a gestão de Marta Suplicy à frente da prefeitura - da qual foi secretário de Finanças e Desenvolvimento Econômico - não investiu um centavo em obras do Metrô. "Fomos ao governo do Estado e oferecemos recursos da Operação Faria Lima em troca de algumas estações. E o governo recusou a oferta. Não queremos repassar recursos para o Metrô para aplicar no mercado financeiro", criticou mais uma vez. Segundo Haddad, dinheiro novo precisa de um novo cronograma de obras. "Não dá para ter esse ritmo tucano de entregar obras", cutucou mais uma vez.
Fonte: Agência Estado

Petistas defendem ida de Mercadante para Casa Civil


Petistas próximos de Mercadante avaliam que ele não está tão satisfeito no MEC
Embora diga que ocupa o "ministério dos sonhos", o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, tem esperanças de ser deslocado para a Casa Civil após a eleição. Para isso, conta com apoio de correligionários do Paraná, que tentariam convencer a ministra Gleisi Hoffmann e a presidente Dilma Rousseff de que a troca seria boa para todos os envolvidos.

Petistas próximos de Mercadante avaliam que o ministro não está tão satisfeito quanto suas declarações públicas dão a entender. Na Casa Civil, dizem companheiros do ministro, a visibilidade é nacional. Antes de substituir Antonio Palocci, derrubado após denúncias de evolução patrimonial incompatível com seus rendimentos, Gleisi era uma novata no Senado. Hoje, tornou-se conhecida nacionalmente e comanda os principais projetos de infraestrutura do País.

A ida de Mercadante para a Casa Civil abriria uma vaga na Educação que vem a calhar se o ex-titular da pasta Fernando Haddad passar para o segundo turno da eleição paulistana. O deputado peemedebista Gabriel Chalita (SP) poderia ser indicado para o ministério como recompensa por um eventual apoio ao candidato petista. Em quarto lugar na disputa, com 6% da preferência dos eleitores, segundo o Ibope, Chalita já trocou acusações com o tucano José Serra e anteontem, em debate da Arquidiocese de São Paulo, criticou o líder das pesquisas, Celso Russomanno (PRB).

Retorno
Para convencer Gleisi e Dilma da viabilidade da operação, Mercadante conta principalmente com o PT paranaense. O objetivo é convencer a ministra e a presidente de que, para viabilizar a candidatura ao governo do Paraná em 2014, é melhor Gleisi voltar a exercer o mandato de senadora. Dessa forma, acreditam os defensores do plano, a petista teria maior presença em seu Estado e mais cacife para enfrentar o governador tucano Beto Richa. Tanto Gleisi quanto Mercadante, via respectivas assessorias, negam planos de deixar suas pastas.
Fonte: Agência Estado

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