
Por Marco Lisboa
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Agora que está
se prenunciando uma revoada de médicos cubanos, é bom alertar para um aspecto
da vinda deles que significa perda da soberania brasileira.
Os médicos cubanos, teoricamente, estão aqui fazendo uma bolsa, portanto necessitam de um preceptor. Eles não estão aqui em missão humanitária, embora seja esse o modelo que Cuba adota em outros países. Recebem uma bolsa, que é repassada para a OPAS, que repassa para uma Sociedade Mercantil, que repassa um quinto para os médicos. Esta irregularidade já foi muito explorada, pois se trata de fato de um contrato trabalhista, com condições que se assemelham ao trabalho escravo. Mas quero falar de outro aspecto.