| procurador José de Lima Ramos Pereira/ google |
Após abrir os
editais para os interessados no programa de fixação de médicos em regiões do
país com carência de profissionais e do fechamento do primeiro acordo com Cuba
para a vinda de quatro mil profissionais apenas 10,5% das vagas, para atender a
uma demanda de 15.460 médicos, o MPT irá interferir no contrato de trabalho
imposto. Em entrevista à Folha de S.Paulo desta sexta-feira (23), o procurador
José de Lima Ramos Pereira, da Coordenadoria Nacional de Combate às Fraudes nas
Relações de Trabalho, “o MPT vai ter que interferir, abrir inquérito e
chamar o governo para negociar”, devido à forma de contratação adotado pelo
governo Dilma Rousseff, que feriu a legislação trabalhista e a Constituição.