quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Abusada, Gata do Paulistão deixa seio a mostra em foto no Facebook

Nesta terça-feira, a bela Lorena Bueri resolveu agradar seus fãs do Facebook com uma foto bem ousada

A Gata do Paulista, Lorena Bueri, deu um bom dia agradável para os seus fãs. Em seu perfil no Facebook, a gata começou a terça-feira (13) com uma foto para aguçar a imaginação masculina. Na foto, a morena aparece vestida apenas com um roupão em frente a um espelho. O grande detalhe é que o roupão da gata aparece um pouco aberto deixando boa parte do seu seio esquerdo a mostra.



'Não preciso estudar', diz jovem suspeito de chefiar tráfico no ES


Adolescente foi apreendido em Jacaraípe, na Serra, na Grande Vitória.
Polícia diz que ele é apontado como gerente do tráfico de drogas.

Adolescente é apontado como gerente de 
uma  quadrilha, no Espírito Santo 
(Foto: Reprodução/  TV Gazeta)
Um adolescente de 17 anos foi apreendido e dois homens suspeitos de tráfico de drogas foram presos com crack, munições e uma arma, na noite desta terça-feira (13), em Jacaraípe, na Serra, município da Grande Vitória.

De acordo com a polícia, o grupo pertence a uma quadrilha de traficantes. O adolescente e os detidos foram levados para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ), do mesmo município.

O soldado Malta, da PM, disse que o grupo foi preso durante um patrulhamento no Bairro das Laranjeiras. Segundo o militar, o menor foi o primeiro a ser detido e, em seguida, levou a polícia aos outros dois homens. O soldado também disse que o menor era quem estava a frente do tráfico, na região.

Fora da escola, o adolescente disse que não pensa em sair do crime. "Não Preciso estudar não, porque, no tráfico eu ganho mais", disse o menor.

O soldado informou que um dos homens presos, que é subordinado ao adolescente, é suspeito de assassinar o filho de um sargento, mas, para a polícia, o preso negou qualquer envolvimento com o homicídio.

Além do crack, da arma e das munições, os policiais também apreenderam com eles um relógio banhado a ouro e um carregador de uma arma.

Via G1 ES


Aversão ao risco faz Bovespa voltar ao nível de setembro


O principal índice da Bolsa encerrou com declínio de 2,10%, aos 56.279,36 pontos - menor pontuação desde 4 de setembro
Pregão da Bovespa: o índice apagou os ganhos no mês e no ano, passando a registrar queda de 1,38% e 0,84%
São Paulo - Na véspera do feriado da Proclamação da República a aversão ao risco tomou conta dos negócios e levou a Bovespa a registrar uma nova queda e a perder um importante suporte, em torno dos 56.500 pontos. O cenário externo continua sendo o responsável pelo pessimismo. Logo cedo, o mercado recebeu notícias de greves em diversos países europeus contra a política fiscal adotada após a crise, queda na produção industrial da zona do euro, e recuo no PIB de Portugal e da Grécia no terceiro trimestre.

Além disso, a Espanha voltou ao foco de atenções após o comissário de Assuntos Econômicos e Monetários da União Europeia, Olli Rehn, ter sugerido no começo da tarde que está tudo bem com a Espanha. Nos EUA, os indicadores tiveram desempenhos mistos. Por aqui, o movimento levou os investidores a se desfazerem dos principais papéis que compõem o Ibovespa - Vale, Petrobras, siderúrgicas e bancos.

O principal índice da Bolsa encerrou com declínio de 2,10%, aos 56.279,36 pontos - menor pontuação desde 4 de setembro, quando fechou em 56.233,90 pontos. Com isso, o índice apagou os ganhos no mês e no ano, passando a registrar queda de 1,38% e 0,84%, respectivamente. Na mínima, o índice atingiu 56.038 pontos (-2,52%) e, na máxima 57.472 pontos (-0,02%).

Para o economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Newton Rosa, as incertezas sobre os Estados Unidos e a Europa - Grécia e Espanha - são grandes, mas, além disso, contribui o fato de hoje ser véspera de um feriado prolongado, em que os profissionais trabalharão em esquema de plantão. "Aqui tem a questão que ninguém fica comprado em feriado. Não é um ambiente propício para ativo de risco", ponderou, lembrando ainda que a União sindical na Europa é muito forte e que os sindicatos estão organizando um greve geral muito grande, "do tamanho de um país que tem um moeda única". O que pode trazer mais volatilidade os negócios.

Por aqui, os investidores estrangeiros resolveram vender os papéis de maior liquidez, o que levou a Petrobras e a Vale a amargarem forte queda. O papel ON da petroleira caiu 3,36% e o PN, -3,27%, em linha com o petróleo no mercado internacional. Já a ação ON da mineradora registrou declínio de 1,80% e a PNA, -1,85%.

Também registraram queda Gerdau PN (-2,60%), Gerdau Metalúrgica PN (-2,36%), Usiminas PNA (-0,09%) e Siderúrgica Nacional ON (-3,98%).
Entre as instituições financeiras, o Bradesco caiu 0,80%, Itaú Unibanco (-1,38%), o Banco do Brasil ON (-0,14%) e as units do Santander (-2,59%).

 Por Alessandra Taraborelli - Via Exame

Dilma decide enfrentar setor de energia


Presidente não estaria disposta a ceder às pressões para modificar a medida provisória que renova as concessões das empresas

A presidente Dilma Rousseff não vai ceder às pressões das empresas que estão contra as normas de renovação das concessões do setor elétrico. "A presidente mandou uma medida provisória para o Congresso e é esse texto que ela quer ver aprovado", afirmou um assessor do Palácio, ao acrescentar que o governo vai mesmo "peitar" as concessionárias.

Nas contas do governo, a decisão da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) de não pedir a renovação de três de suas usinas hidrelétricas, aliada à recomendação feita pelo Conselho de Administração da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP) aos acionistas da empresa para rejeitarem a renovação dos contratos terá pouco impacto sobre o objetivo principal do governo, que é reduzir a conta de luz a partir do ano que vem.

Pelas contas apresentadas para a presidente, essas duas ações vão tirar só 1 ponto porcentual da taxa média de redução da conta de luz. Em termos práticos, isso significa que o corte previsto passaria para 19%. A concentração de contratos da Eletrobrás no bloco de concessões que poderão ser renovadas antecipadamente é outro fator que fortalece a decisão do Planalto de comprar a briga com as elétricas.

O grupo detém 67,26% das usinas com concessões vencendo entre 2015 e 2017. Uma posição favorável da Eletrobrás - controlada pela União - à proposta do Planalto garantirá boa parte da redução da conta de luz desejada por Dilma.

O mercado, porém, tem outra interpretação. Para os analistas Gabriel Salas e Pedro Manfredini, do JP Morgan, a decisão do Conselho de Administração da CTEEP de não renovar a concessão dos ativos de transmissão põe em risco a meta do governo de cortar a conta de luz em 20% em 2013. "Nós pensamos que a MP está em risco de falhar em prover o esperado impulso de curto prazo para a economia", escreveram os dois analistas.

Para eles, os termos da MP 579 não oferecem nenhum incentivo para que as elétricas aceitem a renovação dos seus contratos de concessão. "Como resultado, nós esperamos que apenas a Eletrobrás será incentivada a aceitar a MP, porque nós acreditamos que a empresa, controlada pelo governo federal, tem um papel de instrumento de política que supera a busca pelo lucro."

O professor da UFRJ, Nivalde Castro, também entende que a meta da presidente de redução das tarifas pode já estar comprometida. "Na medida em que outras empresas também decidam não renovar, esse comprometimento tende a ficar maior." Na opinião dele, nas condições atuais, a melhor opção é manter a concessão até o fim. Ontem, depois do anúncio da CTEEP, as ações preferenciais da empresa subiram 9,93%.

Mas, para um auxiliar da presidente, a pressão das empresas não surtirá efeito. Segundo ele, se as concessionárias não quiserem renovar os contratos, elas terão que devolver as concessões e explicar para a população e para o Congresso por que querem manter as altas tarifas. "As empresas estavam ganhando demais."

Prazo. Relator da MP 579 no Congresso, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) afirmou que não há como alterar os prazos para manifestar interesse em renovar as concessões e assinar os contratos com as novas tarifas, receitas e indenizações devidas às empresas. "Não temos como fazê-lo", afirmou, ressaltando que a MP, mesmo que ainda não tenha sido aprovada, tem força de lei. Apesar das reclamações das concessionárias e dos governadores, Calheiros mantém a intenção de votar a MP 579 até o fim de novembro na comissão especial e tentar aprová-la no Congresso antes do recesso parlamentar, em meados de dezembro.

Por Tânia Monteiro, Anne Warth / Brasília - O Estado de S.Paulo
/ colaboraram Ricardo Brito, Renée Pereira e Wellington Bahnemann


Cédula sem 'Deus' vale até R$ 2.800

MP quer tirar a frase 'Deus seja louvado' das cédulas; Sarney mandou colocá-la

O real nasceu ateu. As primeiras séries da nova moeda antes mesmo de sua circulação, iniciada em 1 de julho de 1994, saíram sem a frase “Deus seja louvado”, impressas no anverso. Agora a Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão entrou com ação para que ela seja definitivamente retirada alegando que a expressão fere os princípios de laicidade do Estado e é ilegal.

As primeiras séries do real rodadas sem a frase. Ricupero era o ministro da Fazenda
A frase só voltou a ser impressa na gestão de Rubens Ricupero na pasta da Fazenda. Ele assumiu em 30 de março de 1994. A maioria das cédulas sem a expressão carrega assinatura de seu antecessor Fernando Henrique Cardoso e Pedro Malan, presidente do Banco Central. O restante é assinada por ele, substituto de Cardoso e Malan, presidente do Banco Central. 

E aí que os colecionadores ficam atiçados, explica o numimatista e autor do livro "Cédulas do Brasil". Claudio Amato. A pouca quantidade de notas de R$ 100,00 sem a expressão e com assinatura de Ricupero mexe com o mercado numismático. Uma dessas notas em perfeito estado, sem dobras e marcas de uso, chega a valer até R$ 2.800, segundo Amato. O valor se explica também pela pouca quantidade de séries impressas com assinatura de Ricupero, foram apenas 3, ante 1.198 por Fernando Henrique. Cada série é composta por 100 mil notas.

Cédula de R$ 100,00 sem 'Deus seja louvado' pode valer R$ 2.800,00 Imagem: Claudio Amato/Acervo Pessoal
 Com Deus. Foi desde o cruzado, em 1986, que a frase passou a ser impressa nas cédulas. Não existe nenhuma lei que obrigue o Banco Central ou a Casa da Moeda de incluí-la. Esse é um dos argumentos da Procuradoria, além do aspecto da laicidade. Se qualquer presidente desejar colocar outra frase nas notas, não há nada que o impeça, argumenta procurador regional dos Direitos do Cidadão, Jefferson Aparecido Dias. Na caminho inverso, basta uma ordem do ministro da Fazenda ou do presidente da República para que a expressão saia. Segundo o Banco Central, foi do então presidente José Sarney a ordem para incluí-la. 

No governo Itamar Franco, quando o real surgiu não havia nenhuma ordem expressa da presidência para que a expressão voltasse. É o que noticiou o Estadão em 17 de maio de 1994. O então presidente interino e diretor de Produção da Casa da Moeda, Tarcísio Caldas Pereira, afirmou não ter recebido nenhuma determinação do Banco Central para incluir a expressão. Mas o Banco Central informa que o pedido partiu do ex-ministro Fernando Henrique Cardoso através de 'aviso do Ministério da Fazenda' do dia 30 de março de 1994, último dia de Cardoso no cargo. 

Por Carlos Eduardo Entini - Via Estadão

Em despedida, Ayres Britto diz que STF muda cultura do País


Ministro disse que chegou ao fim de seu mandato 'com saúde, alegria e entusiasmo'

BRASÍLIA - A sessão do julgamento do mensalão desta quarta-feira, 14, começou com uma homenagem de mais de 40 minutos ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto. Esta será a última sessão dele em plenário devido a sua aposentadoria compulsória no próximo domingo, quando completa 70 anos. Emocionado, Britto afirmou que o Supremo está mudando a cultura do País.

O primeiro a homenageá-lo foi o ministro Celso de Mello, decano da corte. Ele falou sobre a exigência constitucional de aposentadoria aos 70 anos e adiantou que não pretende esperar este prazo, que no seu caso expira em 2015. Celso referiu-se a Britto como um dos grandes juízes a passar pelo tribunal. "Ministro cujos julgamentos luminosos tiveram impacto decisivo na vida dos cidadãos dessa República e na vida das instituições democraticas deste país".

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, e o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante fizeram também pronunciamentos com elogios a Britto.

Na sequência, o presidente do tribunal agradeceu as homenagens, o apoio das esposas e de seus cinco filhos. Aproveitou ainda para agradecer ao ex-ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, por sua indicação e lembrou ter atuado com Bastos e o advogado Marcelo Leonardo quando era conselheiro da OAB. Bastos e Marcelo Leonardo são advogados de José Roberto Salgado, ex-vice-presidente do Banco Rural, e do empresário Marcos Valério, ambos condenados no mensalão.

Britto aproveitou para falar ainda sobre a atuação do tribunal. "O Supremo Tribunal Federal está mudando a cultura do país a partir dessa Constituição que quer essa mudança para melhor", afirmou o presidente. Ressaltou ainda considerar-se uma pessoa feliz. "Eu sou um homem feliz, mas muito feliz porque estou chegando ao fim do meu mandato e de meu período no Supremo com saúde, com ânimo, com alegria e com entusiasmo". 
Via Estadão


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