segunda-feira, 18 de junho de 2012

Governo do Estado encerra relação com acusada de fraudes em Presidente Kennedy


Na véspera de completar dois meses da deflagração da “Operação Lee Oswald”, o governo do Estado decretou um ponto final na relação com a empresa Pulizie Itália Serviços Gerais Ltda, uma das acusadas de participação nas fraudes em licitações em Presidente Kennedy. Foi publicada nesta segunda-feira (18) a oficialização da rescisão de dois acordos que a empresa mantinha na Secretaria de Planejamento. Os atos são assinados pelo titular da pasta, Guilherme Henrique Pereira, e valem desde o início do mês.

Logo depois de figurar nas investigações de fraudes, o governo agiu rápido para acabar com qualquer tipo de relação com a empresa – registrada em nome de laranjas do empresário Cláudio Ribeiro Barros, dono da Master Petro, de acordo com as investigações da Polícia Federal. Ao contrário da “empresa matriz”, que mantém contratos vultosos desde o governo passado, a Pulizie ficava com os contratos nanicos.

No caso do contrato com a Secretaria de Planejamento, a empresa havia sido contratada para o fornecimento de copeira e garçons ao custo de R$ 363 mil, pelo prazo de 36 meses. Antes desta rescisão, a Agência de Serviços de Energia do Estado (Aspe) também havia rompido com a empresa. O contrato, também de fornecimento de mão de obra, era estimado em pouco mais de R$ 18 mil, valor ainda mais ínfimo se comparado ao montante envolvido nas suspeitas em Kennedy.

No município, a Pulizie Itália havia sido escolhida para comandar a terceirização no município ao custo de R$ 18,23 milhões. De acordo com as investigações da Polícia Federal, todo o processo licitatório foi direcionado para a vitória da empresa. Nos autos do inquérito da “Lee Oswald”, o nome de Cláudio Barros é associado ao prefeito afastado do município, Reginaldo Quinta, preso desde o dia 19 de abril. O empresário é membro da comissão provisória do PTB estadual, mesmo partido de Quinta.

Interceptações telefônicas feitas durante as investigações também relacionam Cláudio Barros ao conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), José Antônio de Almeida Pimentel. O empresário teria se colocado como intermediário de encontros entre o prefeito e o conselheiro, que relata a maior parte das denúncias contra a prefeitura de Presidente Kennedy. Em carta divulgada à imprensa, o conselheiro negou conhecer e ter qualquer tipo de relação com o empresário.

É idoso? Não queremos, dizem planos de saúde


Operadoras fazem de tudo para não ficar com o cliente
foto: Bernardo Coutinho / GZ

"A gente tem pouca opção de planos, por causa do preço. 
Se não fosse o plano que conseguimos no ano passado, 
não ia ter outro" - Maria da Conceição Vieira e Tranquilino
Vieira 66 anos, aposentados
As operadoras de planos de saúde estão dificultando a vida de quem tem mais de 59 anos e deseja contratar um plano pela primeira vez. Preços altos, exigências absurdas e até "enrolação" são algumas das estratégias utilizadas para fazer os clientes idosos desistirem de fechar contratos, revelam corretores de planos da Grande Vitória. Desde 2004, o reajuste dos planos por faixa etária, após os 59 anos, é proibido, o que parece ter tornado esses contratos desinteressantes para as operadoras.

Simulando o interesse na contratação de cobertura para um idoso, um jornalista conversou com três corretores, de empresas diferentes e que comercializam todos os tipos de planos. Todos fazem questão de dizer que as principais operadoras do mercado – Unimed, São Bernardo, PHS, SM Saúde e Golden Cross são citadas – evitam esses clientes. "Eles não querem pessoas acima de 59 anos. Vou logo abrir o jogo para você", diz um deles.

Como recusar o cliente é proibido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), as operadoras lançam mão de outros artifícios, como oferecer planos extremamente caros: alguns chegam a custar mais de R$ 3 mil ao mês. "Eles já botam esse preço para não vender, porque a tabela é livre", diz outro consultor.

Entrevista
Quase todos os planos também exigem a realização de uma "entrevista qualificada" antes de fechar o contrato. A entrevista é permitida pela ANS e funciona como uma consulta médica, em que a operadora confere doenças preexistentes do paciente. O tratamento dessas doenças pode não ser coberto por um determinado período, caso o cliente decida contratar o plano.

O problema, segundo os corretores, é que as operadoras abusam dessa prerrogativa e consideram como doença preexistente até mesmo um aumento de pressão, tornando o contrato desinteressante. Em outros casos, dizem que vão retornar depois da entrevista, mas "enrolam" o paciente.

Mudança
Os corretores alertam que quem tem plano está saindo para outros mais baratos, por cauda do mau atendimento. Algo que o casal de aposentados Tranquilino Pereira Vieira, 66 anos, e Maria da Conceição Silva Vieira, 66, conhece bem.

Depois de passarem anos como clientes de uma operadora que faliu, eles escolheram outra, mas tiveram que trocar de novo. "O plano antigo ligava desmarcando a consulta no dia marcado. Passamos muita raiva. A gente não tem muita opção no mercado. Tudo é muito caro. Hoje, estamos satisfeitos, mas é difícil encontrar um plano bom para a nossa idade", diz Maria.

Diálogos gravados com três empresas que vendem planos

Simulação de contratação para uma pessoa de 43 anos e outra de 79

Repórter: Na entrevista qualificada há o risco do cliente não ser aceito?

- Corretor: Tem. (...)

E depois da entrevista demora quanto tempo para ter a resposta?

- Eles não querem pessoas acima de 59 anos. Vou logo abrir o jogo pra você. Essa pessoa de 43 é uma maravilha. 
Mas a de 79 anos...
- Não, muito obrigado. Eles não querem. (...) Dizem que vão chamar o paciente e depois fechar o contrato e nunca chamam. Já vou te adiantar que é assim que funciona.

Mas por que isso? Fica a critério deles?

- É, entendeu como é que é?

E se ele já teve alguma doença, algum problema de saúde, dificulta né?

- Dificulta sim.

Simulação de contratação de um plano para uma pessoa de 76 anos

Repórter: Quero saber o valor dos planos mais conhecidos...

- Corretor: Eles não tão querendo pessoas idosas não. Coisa incrível! Sabe o que eles estão fazendo? Eles estão aumentando demais, aí as pessoas estão saindo.

Aumentando o que?

- O valor. Quem tá lá dentro, tá saindo, e quem tá querendo entrar, não entra. É muito caro!

Mas mesmo que seja caro, tem como entrar?

-(...) Tem. Mas o problema é que tem que passar pela entrevista qualificada. Aí, dependendo, se passar, entra. Se der algum problema, não entra não.

O que é essa entrevista?

- Ah, eles vão marcar a entrevista, fazer exames, um monte de coisas. Se tiver algum problema...

Alguma doença?

- É. E mesmo se conseguir entrar, você termina saindo. Não compensa não, eu vou falar a verdade.

Simulação de contratação de um plano para uma pessoa de 76 anos

Repórter: Os planos estão muito caros...

- Eles já botam esse preço para não vender, porque a tabela é livre. Eles botam o preço que querem, porque depois que a pessoa faz não pode ter aumento mais, de acordo com a ANS. (...)
(O corretor indica um plano de saúde e continua a explicar)
- Olha, eu trabalho com mais de 20 planos de saúde, mas todos os outros estão com problema para pegar pessoas acima de 59 anos.

É mesmo?

- É, eles estão muito burocráticos. Eles pegam, mas dão muita preexistência.

Como assim?

- Eles chamam (para a entrevista qualificada), mas qualquer problema que o cliente tem, como uma pressão alta, eles lançam preexistência.

E o que tem isso?

-Isso quer dizer que a pessoa vai ter que esperar um tempo maior para ter direito a um atendimento, um tratamento.

Mineradora investirá R$ 1,7 bilhão em novo porto em Linhares


Serão gerados 1.200 empregos durante as obras e mais 320 vagas diretas e 850 indiretas na operação dos terminais, a partir de 2016
O grupo Manabi, do setor de mineração e logística, vai construir o Porto Norte Capixaba, no município de Linhares. O protocolo de intenções entre a empresa, Estado e município foi assinado nesta segunda-feira (18), no Palácio Anchieta.
O investimento para construção do Porto Norte Capixaba será de aproximadamente R$ 1,75 bilhão, com geração de 1.200 empregos durante as obras e mais 320 vagas diretas e 850 indiretas na operação dos terminais, que deve ser iniciada em 2016.
foto: Ed. Arte - Genildo 

Para o governador Renato Casagrande, o projeto está em sintonia com o plano de desenvolvimento proposto pelo Governo para o Estado. “A vinda do empreendimento para Linhares nos auxilia na consolidação do município como polo irradiador de renda, oportunidades e serviços, em sintonia também com a nossa proposta de transformar o Espírito Santo num grande centro de comércio internacional. O Governo do Estado trabalha para garantir os investimentos de responsabilidade da União, mas, ao mesmo tempo, realizamos também um grande volume de obras com recursos próprios e atuamos na atração de investimentos privados, para fazer chegar o desenvolvimento a todas as regiões”.
O diretor presidente do Grupo Manabi, Ricardo Antunes Carneiro Neto, falou da vocação logística do Estado e das pretensões da empresa em seu projeto para o Espírito Santo. “Para a Manabi, o negócio logístico é tão importante quanto a mineração. Queremos ser uma empresa de mineração e logística reconhecida como referência, construindo um empreendimento economicamente rentável e socioambientalmente seguro. Vamos aplicar as melhores tecnologias e implantar um processo permanente de diálogo com todas as partes interessadas, de forma que nosso projeto seja altamente sustentável”, disse.
O empreendimento será dividido em fases. O objetivo é movimentar, armazenar e exportar minério de ferro, transportando-o do Estado de Minas Gerais até o terminal por meio de ferrovia ou mineroduto, possibilitar a movimentação de outras cargas em granéis na primeira fase e implantar infraestrutura portuária para outras cargas na segunda fase.
A intenção é que o complexo tenha capacidade para armazenar até 2,5 milhões de toneladas de minério, 300 mil toneladas de carvão, 240 mil toneladas de grãos, 180 mil toneladas de fertilizantes e 480 mil metros cúbicos de líquidos.

Não é possível enganar o povo todo o tempo...


"É possível enganar parte do povo, todo tempo; é possível enganar parte do tempo, todo povo; jamais se enganará todo povo, todo tempo."

Abraham Lincoln, presidente dos Estados Unidos no fim do Século XIX, mandou um recado aos políticos de sua época, e do futuro, alertando sobre os seus atos que visavam enganar o povo.
Mas, parece que a classe, cada vez mais desgastada, não entendeu o sentido da frase e continuam acreditando que enganar o povo ainda é a melhor alternativa para se perpetuar no poder.

A epidemia da corrupção começa com os altos escalões dos governos centrais e, como uma célula maligna, avança e toma conta de toda máquina pública. Como imã de força magnética invertida, onde opostos não se atraem, a máquina faz convergir para o seu centro de comando tudo aquilo que é inútil para o bem coletivo.

Indivíduos sem escrúpulos morais e éticos têm uma atração fatal para o comando. E, nele “rolam e se lambuzam” no mel como formigas invasoras de uma colméia de abelhas indefesas.
O povo, na sua maioria, descrente de tudo opta pelo que lhes parecem “menos ruins”, como se isso fosse possível. Esquece o cidadão comum, que como não existem os “meio-bonzinhos” não existe os “meio-maus”. Ou se é uma coisa ou se é outra.

Em política, principalmente, é preciso que se preste atenção no caráter deste e ou daquele candidato. A história de sua cidade, do seu Estado e do seu país depende do que eles serão baseados no que eles são.
Procure conhecer a sua vida, sua história, sua família e até, se possível, a sua genética política. E, por que não até a sua genética biológica. Uma pessoa com histórico de loucura, safadeza, falta de moral e ética, não será diferente num cargo público.

Se já foi titular de um cargo público, como se comportou? Quais os seus assessores, e igualmente a genética geral (biológica, ética e moral) de todos eles.
Se você não for atento, encherá os órgãos públicos de “chupa-cabras”, “vampiros”, fantasmas e outros tantos seres alienígenas. No fim, você pagará de uma maneira ou de outra pela sua ação e omissão.

A decadência e o progresso de uma cidade estão adstritos a sua ação na hora do voto.
Depois, não ponha a culpa na “praga do padre”!..

domingo, 17 de junho de 2012

Juninho: “disputa em Cariacica vai ser desafiadora”


Geraldo Luzia de Oliveira Junior, o Juninho. Vice-prefeito de Cariacica, é o indicado pelo Partido Popular Socialista (PPS) para concorrer a vaga de prefeito. Nesta entrevista ele fala de um novo momento para a política da cidade de Cariacica, como o partido chegou ao seu nome para o concurso eleitoral e as estratégias de campanha.

Professor de Educação Física, ex-jogador de futebol profissional, futsal e futebol de areia. Juninho já possui histórico na executiva cariaciquense, pois já ocupou as cadeiras de Secretário Municipal de Cultura, Esporte e Lazer e acompanhou o último mandato do atual prefeito Helder Salomão (PT) como vice, com quem rompeu há dois anos.

Para Juninho, Cariacica precisa de reforma tributária e política, urgentes. Ele ressalta, ainda, a necessidade de atrair novos investimentos empresariais para criar vagas de emprego e também novas formas de criação de receita para o município.
Quando questionado sobre a antiga aliança entre o PPS e o PT, o vice-prefeito diz que há muito respeito entre as duas siglas e que a disputa ao Executivo municipal será desafiador, mas que não será impossível vencer esta batalha.

“O PT também já apresentou um nome para o concurso municipal e toda candidatura será respeitada”, completou. A convenção do PPS de Cariacica está marcada para o dia 29 – o prazo limite para a apresentação das convenções para o pleito de 2012 termina dia 30.

Por que ser prefeito de Cariacica?
Juninho: É um conjunto de fatores. Primeiro foi à indicação popular na eleição passada quando me candidatei a deputado federal. O único deputado federal que Cariacica elegeu foi Aloisio Santos e nem ele teve a mesma quantidade de votos que eu tive, proporcional na época, isso foi muito simbólico para a minha decisão. Segundo foi a manifestação do partido. Quando une a vontade partidária com a vontade da comunidade, nós temos que fazer as análises. Então eu entendi que perante os projetos que o partido tem é excelente e agora é o momento. Sempre brinquei com a situação política de Cariacica, mas o debate da candidatura de fato, se deu após observarmos nos últimos anos a evolução da região da Grande Vitória e de Cariacica. O fato de eu ter acompanhado o mandato de Helder Salomão (PT) me fez entender quer eu estava preparado para assumir a prefeitura e fazer aquilo que nós, como cidadãos, entendemos quais são as maiores necessidades do município. Eu cresci junto com a cidade e agora tendo a chance de assumir a administração, eu me sinto muito preparado.

Como está sendo trabalhada a candidatura no PPS?
No mês passado tivemos a visita do presidente da executiva nacional do partido, Roberto Freire, que lançou a minha pré-candidatura e a pré-candidatura de Luciano Rezende, na capital. Para Cariacica é um momento ímpar, vivemos um momento histórico na política, pois uma figura respeitada como Roberto Freire vir pela segunda vez a nossa cidade, foi o reconhecimento do trabalho de um grupo e de um movimento político que está dando resultado para o partido. Hoje o PPS é oposição ao PT em nível nacional, consequentemente, quando Cariacica entra nesse cenário, aumenta mais ainda o interesse da nacional de que façamos o prefeito da cidade. Além disso, temos a projeção de eleger dois vereadores. Prefeito sozinho não chega a lugar nenhum.

Hoje, qual a atual situação entre PPS e PT?
Todas as candidaturas são legítimas. É muito justo que a atual administração tenha o interesse em ter um candidato à sucessão da atual administração que é petista. Acho justo. Nós teremos uma disputa desafiadora na cidade, mas encaramos isso de uma maneira muito natural com os adversários que se apresentaram. A atual administração teve oito anos para sinalizar a oportunidade de crescimento de outras siglas, não serão em três meses do processo eleitoral que fará novos aliados. Se não conseguiu nesse prazo dos mandatos, não será agora este momento.

Como andam as conversas de aliança do PPS de Cariacica?
No caso do PPS com o Juninho, não estamos discutindo um grupo, estamos trabalhando uma composição em prol da cidade, que vem pra renovar não só a administração de Cariacica, mas também a política da cidade, que precisa de oxigênio e de um grupo que seja respeitado a nível estadual. Hoje faltam atores políticos na cidade, por isso estamos conversando com outras lideranças para discutirmos isso. Atualmente o partido tem realizado várias conversas, estamos em fase de noivado. Posso adiantar que partiremos da base de aliança nacional, que o DEM e o PSDB, para depois avançarmos com os partidos locais.

Já existe algum projeto de administração para a cidade?
Nós temos muitos desafios na cidade que precisam ser encarados com muita técnica, de forma política, mas também com a experiência de vida que nós temos na cidade. Hoje a questão da saúde na cidade se encontra em uma situação muito delicado e a gestão precisa atender os níveis de necessidade da população. Investimentos em segurança pública, pois é inadmissível o Governo Estadual e Federal oferecerem equipamentos de vídeo monitoramento e esbarrar na lentidão da administração municipal, sabemos que não resolverá o problema de segurança em Cariacica, mas irão auxiliar não só com a segurança pública, mas também no monitoramento do transito local, também iremos trabalhar com políticas preventivas nas polícias civil e militar. Outra questão é a educação municipal, temos projetos para implantar escola em tempo integral e se isso não for possível no inicio do nosso mandato iremos montar atividades de contra turno, onde as crianças ficarão sob orientação de profissionais. Além disso, temos um projeto de reavaliação do IPTU cobrado da população cariaciquense, onde o morador que não possuir infraestrutura de ruas pavimentadas, não pagará o mesmo valor das regiões que disponibilizam este serviço para a comunidade.

Quais serão os impactos da extinção do Fundap para Cariacica?
O reflexo de redução na receita para 2013 vai chegar um pouco tímido. O maior impacto para Cariacica acontecerá entre 2014 e 2015, porque será uma perda enorme para a cidade, é um desafio ainda maior para administrar, mas iremos usar a criatividade e buscar outros meios de captar recursos. Vejo que uma das alternativas para a situação, é a criação de um polo industrial, um espaço digno para receber as empresas, por isso a necessidade da reforma tributária. Os impostos para o setor privado precisam ser mais atrativos, para que possa gerar empregos e que essas vagas possam ser preenchidas pela população local. Hoje Cariacica gera emprego, mas as vagas nem sempre são ocupadas pelo cidadão cariaciquense. Por isso, tenho um projeto de educação continuada, para dar condições de gerar mais renda a comunidade e movimentar a economia da nossa cidade.


Com informações do ESHOJE


Recieta de Bacalhau a Gomes de Sá

Bacalhau a Gomes e Sá


INGREDIENTES

·         500 g de bacalhau
·         500 g de batatas
·         2 cebolas
·         1 dente de alho
·         1 folha de louro
·         2 ovos cozidos
·         1/5 de azeite
·         Azeitonas pretas
·         Salsa
·         Sal
·         Pimenta

MODO DE PREPARO

1.       Demolhe o bacalhau, coloque-o num tacho e escalde-o com água a ferver
2.      Tape e abafe o recipiente com um cobertor e deixe ficar assim durante 20 minutos
3.      Escorra o bacalhau, retire-lhe as peles e as espinhas e desfaça-o em lascas
4.      Ponha estas num recipiente fundo, cubra-as com leite bem quente e deixe ficar de infusão durante 1 hora e meia a 3 horas
5.       Entretanto, corte as cebolas e o dente de alho ás rodelas e leve a alourar ligeiramente com um pouco de azeite
6.      Junte as batatas, que foram cozidas com a pele, e depois peladas e cortadas às rodelas
7.       Junte o bacalhau escorrido
8.      Mexa tudo ligeiramente, mas sem deixar refogar
9.      Tempere com sal e pimenta
10.   Deite imediatamente num tabuleiro de barro e leve a forno bem quente durante 10 minutos
11.    Sirva no prato em que foi ao forno, polvilhado com salsa picada e enfeitado com rodelas de ovo cozido e azeitonas pretas
12.   Nota: Esta é a verdadeira receita de bacalhau à gomes de sá , tal como a criou o seu inventor, que foi comerciante de bacalhau no porto
13.   Aconselho a que prepare de véspera a operação de infusão do bacalhau em leite quente, para que se torne mais rápida a preparação deste prato

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