segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Comissão da Verdade ou da Internacional Socialista?


Em evento oficial da Comissão da Verdade no Rio, com agentes públicos e a presença da ministra Maria do Rosário, ao invés de tocarem o hino do Brasil, coral de jovens cantam com o punho direito estendido a “Internacional Socialista” o hino comunista .

Trata-se do hino oficial dos comunistas, que chegou a ser adotado pela antiga União Soviética. A URSS, para quem não lembra, tem em seu currículo mais de 20 milhões de mortos inocentes. Lênin, Stalin, Pol-Pot e Mao Tse-Tung fazem Hitler parecer um mero aprendiz de carniceiro.

Confira no vídeo abaixo que foi extraído do UOL Mais.



Educação é o caminho para transformação do país, defende Dilma


Ao participar, hoje (17), de cerimônia de formatura do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), em Governador Valadares (MG), a presidenta Dilma Rousseff disse que é preciso garantir igualdade de oportunidades de formação aos cidadãos e destacou a educação como o caminho para a transformação do país. A cerimônia oficializou a capacitação de 1.254 alunos de baixa renda.

Líder da oposição venezuelana se apresentará à Justiça


O líder do partido de direita Vontade Popular, Leopoldo López, anunciou que se apresentará à Justiça venezuelana amanhã (18), após realizar nova marcha contra o governo de Nicolás Maduro. Em vídeo divulgado ontem (16), no Twitter, López disse não ter cometido crime algum, mas que - mesmo assim -  se apresentará à Justiça do país.

Black bloc de SP vai radicalizar na Copa


Por Fabiana Cambricoli, do 
Mesmo após o uso de um rojão causar a morte do cinegrafista Santiago Andrade em um protesto no Rio, os adeptos da tática black bloc, em São Paulo, prometem radicalizar durante as manifestações contra a Copa do Mundo e não descartam nem mesmo ataques contra delegações de times estrangeiros.

"Nossa tática nunca foi ferir civis, mas, se não formos ouvidos, a gente vai dar susto em gringo. Não queremos machucar, mas se for preciso 'tacar' (coquetel) molotov em ônibus de delegação ou em hotel em que as seleções vão ficar, a gente vai fazer", disse, em entrevista ao Estado, o estudante Pedro (nome fictício), adepto da tática em São Paulo.

O movimento ‘Não Vai Ter Copa’ promete ser um fiasco de autenticidade

A Sociedade brasileira aprova e participa de manifestos legítimos e pacíficos, mas é terminantemente contrária a manifestações com viés político e com atos de vandalismo. Blog Dag Vulpi
Por Dag Vulpi

O movimento contrário à realização da copa que vem sendo orquestrado nas redes sociais poderá até acontecer, porém, caso ele ocorra, será um manifesto com conotação exclusivamente política, e que certamente não contará com a participação e apoio da sociedade. O tempo e as decepções ensinaram ao cidadão brasileiro a fazer suas reivindicações, e melhor, com a legitimidade de não serem induzidos pelos interesses desta ou daquela corrente política. 

Basta retrocedermos alguns meses e recordarmos de quando o povão semipolitizado que deu origem, força e legitimidade aos manifestos de junho passado, deixaram bem claro seu repudio e não aceitaram que partidos políticos se infiltrassem no manifesto, pois, sabiamente entendiam que a população em geral passaria a enxerga-los não como legítimos representantes do interesse de todo o povo brasileiro, mas sim, numa passeata de um grupo de simpatizantes de determinada ideologia, com objetivos exclusivamente políticos, mesmo por que, se existe algo que os políticos fazem muito bem é contribuir para que os eleitores, “brandindo o gládio e erguendo as hastas” destruam a imagem de seus próprios sonhos e neles desacreditem para sempre. 

Depois da eclosão do movimento, começaram as trocas de acusações entre políticos, gente que queria apadrinhar-se do fato e ficou exposta a falta de tato das autoridades e das polícias para se lidar com manifestações populares. A polícia dividia-se em dois extremos – ou descia o cacete indiscriminadamente ou ficava passiva diante dos atos de vandalismo -, enquanto os políticos assumiam que era preciso ouvir a voz das ruas e pregavam mudanças. O problema é que, na opinião do povo, quem deve mudar são eles, os políticos. 

Urariano Mota 
escreveu na época dos manifestos "O protesto virou um happening. É a maior festa do Face. Um evento de sucesso. Mas a “juventude indignada” é mais que um movimento nascido no Facebook. Além de ser o que dele falam alguns sociólogos, quando o veem como resultado das condições sociais e econômicas do Brasil, os protestos nas ruas parecem ser, de imediato, um acúmulo da doutrinação da mídia que, à semelhança de música do hit parade, martelou denúncias diárias e frequentes do mensalão, na fúria contra os governos Lula e Dilma. Ele, o espantalho Lula/Dilma, com as suas bolsa família, perdão, Bolsa esmola e prounis, ameaçou diminuir o poder secular da elite brasileira. Mas como pode um protesto de jovens ser conservador, pois tudo que é jovem é novo e belo, pois não? Como poderia um protesto contra o mundo  se voltar contra governos à esquerda?" Escreveu ele. 

A infeliz ocorrência nos manifestos deste ano que resultou na morte do cinegrafista da Band foi mais um motivador para afastar de vez os cidadãos comuns deste tipo truculento de manifesto. E fez com que, ao Invés do apoio, estes grupos tivessem a desaprovação da sociedade, voltando-se de vez contra este tipo de manifestos liderados por estes grupos que se autodenominam black blocs.

A partir do momento em que os manifestos passaram a valer-se de táticas baseadas no vandalismo os cidadãos de bem não se sentiram mais seguros para manifestarem-se, e optaram por se afastar das ruas, pois não pactuavam com aquela forma de fazer reivindicações, voltando-se contra o manifesto que eles deram inicio e apoiavam incondicionalmente. 

Ficou mais que evidente que a sociedade jamais participará ou apoiará manifestos dos quais ela não compactua, e a participação de partidos políticos e a infiltração de grupos que fazem uso de força excessiva são razões evidentes para sua desaprovação.

De sua opinião deixando um comentário  

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Joaquim Barbosa confirma saída do STF, mas nega ser presidenciável


O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, divulgou nota neste sábado para comentar a reportagem da revista Veja que lhe atribui a frase "acho que já é hora de sair". Na nota, ele confirmou a intenção de deixar a suprema corte antes da aposentadoria compulsória aos 70 anos, mas diz que não será candidato a presidência da República em 2014. No entanto, a nota não deixa claro se Barbosa disputará outro cargo público ou não. Ele já recebeu um convite do PSB para disputar uma vaga ao Senado pelo Rio de Janeiro e especula-se, também, que ele poderá tentar o governo do Distrito Federal.

Eis a íntegra da nota, divulgada por sua assessoria:

1) O Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministro Joaquim Barbosa, ratifica que não é candidato a presidente nas eleições de 2014.

2) Com relação a uma possível renúncia ao cargo que hoje ocupa, o Ministro já manifestou diversas vezes seu desejo de não permanecer no Supremo até a idade de 70 anos, quando teria que se aposentar compulsoriamente. No entanto, não existe nenhuma definição em relação ao momento de sua saída. Ele não fez consulta alguma ao setor de recursos humanos do STF sobre benefícios de aposentadoria.

3) No que se refere ao seu futuro após deixar o Tribunal, o Ministro reserva-se o direito de tomar as decisões que julgar mais adequadas para a sua vida na ocasião oportuna. Entende que após deixar a condição de servidor público, suas decisões passam a ser de caráter privado.

4) O Ministro Joaquim Barbosa não faz juízo de valor sobre nenhum dos partidos políticos brasileiros, individualmente. A respeito do quadro partidário, já expressou sua opinião no sentido da realização de uma ampla reforma política que aprimore o atual sistema. Apesar de já ter tornado público o seu voto nas últimas três eleições presidenciais, o Presidente do STF, Tribunal que é o guardião da Constituição, ratifica seu respeito por todas as agremiações partidárias, seus filiados e eleitores.

SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO DO STF

Sobre o Blog

Bem‑vindo ao Blog Dag Vulpi!

Um espaço democrático e apartidário, onde você encontra literatura, política, cultura, humor, boas histórias e reflexões do cotidiano. Sem depender de visões partidárias — aqui prevalecem ideias, conteúdos e narrativas com profundidade e propósito.

Visite o Blog Dag Vulpi