quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Família brasileira achada morta nos EUA enfrentava problemas financeiros

Aluguel do imóvel luxuoso em Orlando estava três meses atrasado, disse proprietário à publicação americana. Brasileiro era piloto da TAM, mas estava desempregado


A família brasileira encontrada morta na própria casa em Lake Nona, em Orlando (EUA), enfrentava problemas financeiros. A informação é de Gerald Mastro, proprietário do imóvel de luxo alugado desde 2009 aos brasileiros, ao jornal americano Orlando Sentinel. Mastro teria ido cobrar o valor de aluguéis atrasados e, ao tocar a campainha, reparou um cheiro forte que vinha de dentro da residência.

Aécio Neves caminha para montar chapa pura para disputa presidencial

Em meio às tensões com José Serra, senador discute alocar aliado do ex-governador paulista na vice em vez de ceder a vaga a um partido aliado.


Por Luciana Lima - iG Brasília
Blog Dag Vulpi - Mesmo diante da necessidade de segurar partidos como o DEM e o Solidariedade (SDD) na coligação para a candidatura do senador Aécio Neves (PSDB-MG) à Presidência, o PSDB decidiu priorizar a montagem de uma chapa pura para a corrida eleitoral do ano que vem. Por enquanto, as negociações caminham internamente para usar a vaga de vice para apaziguar a relação com o ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB), que resiste em apoiar o mineiro no projeto nacional.


De acordo com dirigentes do PSDB, a solução mais provável para a vice de Aécio será caseira. Os tucanos falam em lançar o senador Aloysio Nunes Ferreira, aliado de primeira hora de Serra, que já se incorporou à pré-campanha de Aécio. Ferreira desconversa, mas não nega a combinação. “Ainda está muito cedo para falar sobre isso”, disse o senador.

Flamengo se diz tranquilo a respeito do caso André Santos

Clube vê como 'desserviço ao futebol' e 'afronta ao torcedor' a possibilidade de o time perder quatro pontos por supostamente ter escalado irregularmente o lateral-esquerdo


O Flamengo divulgou na tarde desta quarta-feira uma nota oficial sobre o caso André Santos. O clube corre o risco de perder quatro pontos no Campeonato Brasileiro por supostamente ter escalado irregularmente o lateral-esquerdo na última rodada da competição. Suspenso, o jogador teria de ficar fora da partida.

Em seu comunicado, o Flamengo se diz tranquilo a respeito do caso e vê toda a situação como uma tentativa de sobrepor os resultados de campo com ações na Justiça. O clube trata ainda o caso como um "desserviço ao futebol".

Eis a íntegra da nota:
"Tendo em vista as notícias publicadas pela imprensa a respeito da escalação do nosso atleta André Santos no jogo contra o Cruzeiro, o Clube de Regatas do Flamengo manifesta sua absoluta tranquilidade em relação ao caso, respaldando sua posição nos diversos artigos que  regem a lei esportiva e nas resoluções da Confederação Brasileira de Futebol".

"Caso o Flamengo venha a ser instado a apresentar sua defesa, assim o fará, de forma embasada, clara e totalmente transparente".

"Na realidade, a única preocupação que temos quanto a esta notícia é o fato de vermos a tentativa de se usar ações na Justiça para se sobrepor aos resultados esportivos conseguidos nos gramados". 

"O campeonato brasileiro de 2013 foi composto por 760 jogos (nota da redação: foram 380 jogos). Cada time esteve em campo 38 vezes, disputando partidas de muita emoção".

"A classificação final de cada agremiação foi conseguida por seus méritos e problemas. Mudar esta realidade será um desserviço ao futebol e uma afronta ao torcedor brasileiro".

 Do G1.com

"Quando não se resolve o passado, estamos condenados a repeti-lo"

Para Baltasar Garzón, juiz que decretou prisão de Pinochet, decisão do STF de não revisar a Lei de Anistia é um erro
Blog Dag Vulpi - Conhecido mundialmente como responsável pelo mandado de prisão contra o general chileno Augusto Pinochet, o juiz espanhol Baltasar Garzón criticou, nesta quarta-feira 11, a decisão do Brasil de não levar seus agentes repressores ao banco dos réus. Em passagem por Brasília, onde participou do debate Direito à Memória, Verdade e Justiça, do Fórum Mundial de Direitos Humanos, em Brasília, Garzón afirmou que falta ao País avançar no que diz respeito à justiça de transição.
“Creio que falta dar um passo definitivo, que é esse da ação da justiça”, explicou.
Segundo o juiz espanhol, a sociedade civil avançou, com iniciativas como a Comissão Nacional da Verdade, as comissões estaduais e a Comissão de Anistia, mas falta os cidadãos perceberem que a justiça como meio de amparar o direito de proteção às vítimas da ditadura civil-militar. Por isso, ele ressaltou, a decisão de não acatar a sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) de novembro de 2010 sobre a condenação dos agentes que lutaram contra guerrilheiros no Araguaia é um erro.

Problema do governo Maduro é o tipo de liderança de Chávez

Por ArthurTaguti - Comentário ao post "Venezuela: ausência de modelo viável de desenvolvimento"
 
O problema do governo Maduro reside justamente no tipo de liderança que Chávez forjou ao longo dos tempos.
 
Eu sou um grande admirador de Chávez, mas vamos combinar que o seu sucesso se creditou ao tom caudilhesco, quase messiânico de sua liderança. Ele se via imbuído de uma missão, cheia de simbolismos, cheia de retóricas grandiosas, e colocou-se acima das instituições venezuelanas. 
 
Verifique-se que eu não estou me referindo pejorativamente ao "colocou-se acima das instituições venezuelanas". Na Venezuela, tanto quanto no Brasil, as instituições democráticas são um tanto antidemocráticas. Só ver o que aconteceu com o PT aqui, que tentou seguir direitinho as regras do jogo e parte cada vez mais para a centro-direita.

Começa hoje julgamento de doações privadas para campanhas no STF

Sugerido por Assis Ribeiro
Da Agência Brasil
Brasília - O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar hoje (11) a ação direta de inconstitucionalidade da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) contra as doações de empresas privadas a candidatos e a partidos políticos. A OAB contesta os artigos da Lei dos Partidos Políticos e da Lei das Eleições, que autorizam a doação de recursos de pessoas físicas e jurídicas para campanhas eleitorais de partidos e candidatos.
A ação direta de inconstitucionalidade sobre o tema chegou ao STF em 2011. A entidade questiona a Lei dos Partidos Políticos, de 1995, e a Lei das Eleições, de 1997, argumentando que o modelo atual resulta em influência “excessiva e deletéria” do poder econômico.  “Prejudicados, por óbvio, são os candidatos mais pobres e os que não desfrutam da mesma intimidade com as elites econômicas ou não têm identidade com os seus interesses e bandeiras, e que acabam sem o mesmo acesso aos recursos de campanha, o que compromete gravemente a igualdade de oportunidades na competição eleitoral. Sem falar daqueles que, pelas mesmas razões, desistem de se candidatar, pela absoluta falta de condições financeiras para competir no pleito eleitoral”, argumenta a OAB.

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