sexta-feira, 22 de abril de 2011

Plano Nuclear do Brasil - Especialista da USP faz duras criticas.

 Postagem Dag Vulpi 22/04/2011 16:32
 O Brasil possui duas usinas nucleares em operação, Angra 1 e Angra 2, ambas no município fluminense de angra dos Reis. Foto: AFP Atualmente o País possui duas usinas nucleares em operação, ambas localizadas em Angra dos Reis (RJ) - Foto: AFP

Angela Joenck
A polêmica sobre usinas nucleares que se instalou mundialmente após os incidentes que provocaram vazamento radiativo em Fukushima, no Japão, também atingiu o programa nuclear brasileiro. Enquanto o presidente da Associação Brasileira de Energia Nuclear (Aben), Edson Kuramoto, defende a manutenção dos planos de expansão, grupos ambientais, como o Greenpeace, e especialistas na área criticam duramente o projeto.

Em entrevista exclusiva ao Terra, o professor Ildo Luís Sauer, doutor em engenharia nuclear pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Energia da Universidade de São Paulo (USP), vai além do discurso imediato dos riscos de acidente. O especialista aponta problemas que considera "heranças difíceis" caso o País leve adiante a ideia de construir mais quatro usinas até 2030 - além de Angra 3, no Rio de Janeiro, que está sendo terminada.

"O Brasil tem recursos naturais que interferem menos com a biosfera. São do ciclo hidrológico e do ciclo eólico, da própria biomassa, que deixam menos impactos que qualquer um dos outros. A energia nuclear deixa dentro da terra, em algum lugar, um material perigoso, que sujeito a outras atividades naturais, como terremotos, tsunamis e mudanças no equilíbrio geológico, exige cuidados de 300 a 2.000 mil anos. São heranças difíceis", diz Sauer.

O pesquisador concluiu a pouco um estudo em que tenta provar que o País é capaz de atender à demanda futura sem a necessidade das novas usinas nucleares. "A população brasileira, segundo o IBGE, vai se estabilizar em 2043, chegando próximo aos 220 milhões de habitantes. Se nós formos dobrar o consumo per capita de energia de hoje, de 2,5 mil quilowatts/hora por ano, para 5 mil, nós podemos produzir toda a demanda de energia combinando a apropriação de 50% do potencial eólico hoje existente no Brasil e 70% do potencial hidráulico, com alguma complementação térmica nos períodos hidrológicos críticos, para diminuir o custo. Então o Brasil tem essa capacidade", afirma.

Segundo ele, a queda de custos também seria expressiva - uma economia de metade do capital. "Nosso estudo mostra que o custo da energia eólica já é competitivo com o da nuclear e tende a cair à medida que a escala aumenta. Eu proponho a retirada das quatro usinas nucleares previstas, além de Angra 3. Elas vão custar R$ 40 bilhões só de capital direto, mais o custo do combustível, o custo da operação, de cuidar delas no futuro, daqui uns 30 ou 40 anos, além de cuidar dos dejetos por 300 anos com muita cautela e por mais 2.000 anos com  cuidados menores. Nós temos contas mostrando que essa mesma energia de Angra 3, mais os quatro novos reatores, podem ser produzidas custando apenas R$ 20 bilhões de capital, em uma combinação de recursos", diz o professor. 

Reatores úteis 
Mesmo com críticas ao programa nuclear brasileiro, Sauer aponta que este tipo de investimento seria útil à população, contanto que seja repensado. Ele defende a construção do reator previsto para a cidade de Iperó (SP), se este for utilizado para pesquisas, e mais um para atender a necessidade de radiodiagnóstico da população.

"Eu proponho montar o reator que está projetado para Iperó, e que ele seja operado experimentalmente, para consolidar tecnologia nuclear segura com resfriamento do reator, sem bombas, só com confecção natural, e que outro reator de alto fluxo seja feito e dedicado para produzir condições de pesquisa de novos materiais, pesquisa na biologia, agricultura e, acima de tudo, produzir radioisótopos para diagnóstico, que hoje são importados e acessíveis só à elite brasileira. Dá pra popularizar isso e atender todo o SUS com apenas um reator de pesquisa. Se a gente quiser mudar a estratégia, vamos poupar R$ 20 bilhões, produzir a mesma energia e não teremos como herança aquela carga de material radioativo a exigir cuidados por séculos e até milênios", alerta o pesquisador, que acredita que o reator custaria menos de R$ 1 bilhão de reais.

Segundo o especialista, tais reatores seriam pequenos e não representariam risco significativo, comparado com os que estão nos projetos do governo federal. "Esses reatores menores trazem benefícios, os outros só trazem problemas: custos incrementais e heranças a deixar para as próximas gerações, de forma que o governo brasileiro foi, no mundo, um daqueles que menos se dispôs a rever os planos futuros, ainda mais agora, frente ao caso de Fukushima". 

Segurança 
Após o acidente acontecido no Japão, a Eletronuclear - estatal responsável pelas operações de Angra 1 e 2 - anunciou que estuda construir uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH) nas imediações das usinas. A PCH tem como objetivo manter o sistema de refrigeração das centrais nucleares em caso de acidente e poderá ter no máximo 30 megawatts (MW). Duas opções de local são consideradas para a construção da usina: o rio de Mambucaba e o rio Bracuhy.

Durante a audiência pública sobre a segurança das usinas de Angra dos Reis, o presidente da Aben ressaltou a importância da energia nuclear para o desenvolvimento do Brasil e afirmou que a opção de energia hidráulica é limitada e que estará esgotada a partir de 2025. Disse ainda que as usinas nucleares deveriam ser tratadas como alternativas estratégicas. As afirmações foram recebidas com questionamentos da comunidade científica.

"O governo Lula ficou anos e anos na dúvida sobre isso, e no seu acaso, resolveu anunciar esses cinco projetos nucleares, ressuscitando um contrato de construção de uma usina da década de 70, ao invés de fazer uma nova licitação, por exemplo. Isso foi só para atender à pressão e ao interesse da construtora que ganhou aquele contrato que estava inteiramente superado. O projeto tem que ser alterado", diz o professor da USP. O especialista ainda afirma que, no caso brasileiro, praticamente um terço das usinas nucleares ¿não podem nem devem ser feitas, por razões de custos, por razões sociais e por razões ambientais".

"Hoje nós conhecemos 143 mil megawatts de energia eólica por fazer e 150 mil de hidráulica. Nem todas serão feitas, e as eólicas são muito pouco estudadas no País. Aqui no Brasil, o custo no último leilão, em 2009, foi muito baixo, o que permitiria dizer que a energia eólica é mais barata que a nuclear e que coloca ainda mais na berlinda a decisão de fazer Angra 3 e mais quatro usinas. Isso deixou insustentável o discurso dos dois ministros responsáveis pelo assunto. Estamos às raias da inconsequência", completou.

Procurado pela reportagem do Terra, o Ministério das Minas e Energia não respondeu às perguntas feitas, alegando estar sem porta-voz. 

PT supera PSDB em briga pela nova classe média

IHU - Instituto Humanista Unisinos 22/4/2011
Postagem Dag Vulpi 22/04/2011 14:44


 PT supera PSDB em briga pela nova classe média

O PT largou na frente do PSDB na disputa pelos votos da chamada nova classe média, faixa que reúne as famílias com renda mensal entre três e dez salários mínimos. Dados da última pesquisa Datafolha mostram que os eleitores deste segmento social, também conhecido como classe C, são os que mais dizem preferir o PT entre todos os partidos políticos. O PSDB tem o melhor desempenho entre os brasileiros mais ricos, com renda familiar acima de dez salários.
A reportagem é de Bernardo Mello Franco e publicado pelo jornal Folha de S.Paulo, 22-04-2011.
A nova classe média virou sonho de consumo das duas legendas, que se revezam no poder desde 1995. Nas últimas semanas, os ex-presidentes Lula (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB) a descreveram como o principal alvo a ser perseguido por seus partidos.
Proporcionalmente, os eleitores que formam a base da classe C são os que mais dizem preferir o PT. A sigla é citada como a mais admirada por 32% dos entrevistados com renda de três a cinco salários mínimos (entre R$ 1.636 e R$ 2.725).
Para o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino, o resultado reflete a "gratidão" de brasileiros recém-saídos da pobreza, que ascenderam socialmente nos anos Lula. "São eleitores que acabaram de ganhar acesso aos bens de consumo e creditam sua ascensão social nos últimos anos a Lula e ao PT."
Os petistas alcançam seu segundo melhor resultado (29%) entre os eleitores com renda familiar de cinco a dez salários (R$ 2.726 a R$ 5.450). Na fatia mais pobre, com orçamento até dois salários (R$ 1.090), a sigla tem 23%. Esta é a faixa mais alheia ao jogo partidário: 58% não têm uma legenda favorita.
O menor índice do PT é justamente entre os mais ricos, com rendimento acima de dez salários (R$ 5.450). Nesta faixa, que compõe as chamadas classes A e B, o partido é citado como o mais admirado por apenas 16%. Isso inclui a elite econômica e a classe média tradicional.
O PSDB alcança seu melhor índice (10%) entre os eleitores da classe B, com renda entre dez e vinte salários (R$ 5.451 a R$ 10.900). O pior resultado dos tucanos aparece entre os mais pobres. O partido é citado como o favorito por apenas 4% dos brasileiros das classes D e E. Na classe C, as citações oscilam entre 6% e 8%, conforme a faixa salarial.
Em artigo recente, o ex-presidente FHC disse que o PSDB "falará sozinho" se tentar disputar o "povão" com o PT e deve se concentrar na nova classe média. "É um desafio grande", diz Paulino. "O PSDB terá que encontrar um discurso para esses eleitores, que querem garantias de que continuarão a melhorar de vida."
Pouco mais da maioria dos entrevistados (54%) diz não preferir nenhuma legenda. Estes eleitores tendem a escolher os candidatos sem considerar seus partidos. O PT aparece à frente das outras siglas em todas as faixas de renda. No total, registra 26% de preferência, contra 6% do PMDB (sem candidato à Presidência desde 1994) e 5% do PSDB.
No debate da reforma política, o PT defende a adoção da lista fechada, em que o eleitor só pode votar na sigla em eleições parlamentares. Nas condições atuais, isso daria mais vagas a petistas

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Brasileiros temem surgimento de problema nuclear, segundo pesquisa

Postagem Dag Vulpi 21/04/2011 16:55
Flavia Bernardes

O Ibope constatou que mais da metade dos brasileiros mudou a sua opinião sobre o uso da energia nuclear no País e no mundo, após o terremoto e do tsunami que assolaram o Japão. Segundo o instituto de pesquisa, o vazamento nuclear em Fukushima, gerado pelas catástrofes naturais, criaram um sentimento global de insegurança.

Para chegar a esta conclusão, o Ibope fez pesquisas em 47 países com a ajuda da  Worldwide Independent Network of Market Research (WIN). Perguntados se temiam a ocorrência de um incidente nuclear no Brasil,  57% dos brasileiros afirmaram estar muito preocupados ou preocupados.

Com o resultado, o Brasil figura como o 13º país mais preocupado, em um ranking liderado por Marrocos (82%), China (81%), Geórgia (77%), Territórios Palestinos (73%) e Quênia (72%). A média global dos preocupados é de 49%.

A informação é que 27% dos brasileiros afirmaram estar muito preocupados, 30% preocupados; 13% mais ou menos preocupados; 15% nada preocupados e 2% não responderam que não sabiam dizer como se sentiam.

Ainda segundo o estudo, 54% dos brasileiros são contra o uso de energia nuclear, como uma das formas de gerar eletricidade para o mundo. Antes do terremoto do Japão, 49% eram contra.

Mundialmente, 43% dos entrevistados são hoje contrários ao uso da energia nuclear.

Espírito Santo
Após o acidente nuclear no Japão, outro ponto também foi discutido no País. O vazamento radioativo em Fukushima, no Japão,  trouxe à tona o debate sobre a instalação de uma usina no Espírito Santo.

Discutida desde 1979, a construção de uma usina no Estado foi reforçada em meados de 2010, com a retirada do Estado de São Paulo da disputa pelo empreendimento, mas aqui, dizem os ambientalistas, a usina não é bem- vinda.

O primeiro obstáculo a ser enfrentado pelo empreendimento, segundo a Associação Capixaba de Proteção ao Meio Ambiente, é a indisponibilidade hídrica, considerado fator fundamental para manter os reatores constantemente resfriados.

Enquanto São Paulo saiu do páreo devido ao risco de contaminação do Aquífero Guarani, o Estado se mantém na disputa mesmo diante da indisponibilidade hídrica, já atestada pelo governo do Estado. Segundo os estudos da Eletro nuclear, especificamente os estados do Espírito Santo e de Minas Gerais estão entre as possibilidades para a construção de uma das usinas previstas pelo Projeto Nuclear Brasileiro para serem construídas até 2030 no Brasil.

No Espírito Santo, o sul do Estado está entre as áreas analisadas, mas, conforme já foi anunciado pelo governo do Estado, não há água suficiente na região para abastecer grandes empreendimentos. E, de acordo com informe do governo federal, em 2007, quando a construção das usinas nucleares voltou a ser debatida, para resfriar os reatores de uma das usinas de Angra dos Reis, é preciso “água, água e água”. E isso o Estado não tem, alertaram os ambientalistas.

Segundo o Greenpeace, o risco de a população aceitar uma usina nuclear implica impactos de liberação de radiação ao meio ambiente que não afeta apenas a população diretamente atingida na área. “A radioatividade perdura por várias gerações, tanto em organismos humanos quanto em terras que deixam de produzir alimentos ou servir de moradia a populações, como foi o caso em Chernobyl", disse o responsável pela campanha de energia do Greenpeace Brasil, Ricardo Baitelo, no site da ONG.

No Brasil, há atualmente duas usinas nucleares, um número irrisório se comparado ao Japão, que possui 55 plantas. Mas a informação é que o governo brasileiro planeja construir oito novas usinas nos próximos 20 anos. E, segundo o Greenpeace, um estudo com 40 locais que poderiam receber plantas nucleares  também vem sendo realizado pelo governo federal.

A informação é que, diante do grande potencial eólico do País, independentemente de qualquer ponto de vista – elétrico, econômico ou ambiental –, o Brasil não precisa de energia nuclear. Além de consumir muito dinheiro público e caminhar totalmente na contramão dos debates realizados em todo o mundo sobre as mudanças climáticas, tem o agravamento do problema do lixo radioativo, cuja produção é o principal impacto ambiental da energia nuclear, e que continua sem solução, em todo o mundo.

Lula "O PT NO PODER POR 20 ANOS"

Dag Vulpi 21/04/2011 11:44
Agora depois de o representante maior afirmar que o PT ficará no poder durante 20 anos, justificasse o comportamento e algumas atitudes do PT nos últimos tempos.


O ex-presidente afirmou que PSDB passa por “crise de identidade" e que petistas vão vencer as eleições presidenciais de 2014 e de 2018.

Essa sensação, por um lado é boa, pois o otimismo é um sentimento inerente aos vitoriosos, porém, ele não poderá andar de mãos dadas com a soberba, pois esta é parente próximo da arrogância que é uma péssima conselheira.  

Para que a previsão se confirme, a sigla teria de vencer as disputas presidenciais de 2014 e 2018, acumulando cinco vitórias seguidas desde a sua eleição em 2002.

A afirmação foi feita em entrevista à TVT (TV do Trabalhador), que pertence ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.

"Quando o Fernando Henrique (Cardoso) ganhou as eleições em 1994, eles projetaram 20 anos de governança do PSDB, e o que vai acontecer é que teremos 20 anos de governança do PT", disse.

E emendou: "Eles não se conformam é que o PT vai ter o tempo necessário para mudar definitivamente a cara do Brasil".

Lula ironizou a profecia do tucano Sérgio Motta, ministro das Comunicações de FHC, que disse em1995 que o PSDB tinha "um projeto de poder para 20 anos".

O ex-presidente disse que o PSDB sofre de "fragilidade ideológica" e não tem "perfil ideológico definido". Para ele, "disputas internas" entre o ex-governador José Serra, o senador Aécio Neves (MG) e o governador Geraldo Alckmin (SP) agravam o quadro.

Lula disse que "está chegando o momento" de o PT vencer na capital paulista.

"Precisamos apenas montar a chapa perfeita" Ele defendeu a escolha de um vice à sua direita, com perfil mais conservador. "O PT vai ganhar em São Paulo quando encontrar seu José Alencar. O que ele significou para mim em termos de composição política foi extraordinário: "O vice tem que ser um representante de setores médios da sociedade, pequeno empresariado, profissionais liberais e aquelas pessoas que ainda têm um pouco de cisma do PT", afirmou.

Não estaria o PT com estas declarações cometendo o mesmo erro já cometido pelo PSDB?
Convoco a todos os petistas para uma analise do posicionamento do PT em relação à Reforma Política.

O PT preocupa-se com o fortalecimento intra-partidário com a proposta de aprovação do sistema de voto por "LISTA FECHADA", só com o fortalecimento do comando do partido, deveria continuar pensando também na sua força maior, que aquela que carrega as bandeiras e que formam esta legenda, diga-se de passagem, a força do PT sempre esteve na força do povo que o apóia, e é desnecessário correr o risco de perder o apoio desta força, tentando aprovar esta proposta antidemocrática, onde o eleitor NÃO PODERÁ ESCOLHER DE FORMA DIRETA O SEU REPRESENTANTE.

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DEBATE BATE PAPO FACE
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Paulo Oisiovici Resta saber qual ou quais os objetivos do PT. O poder pelo poder? Considerando-se que o PT é um partido que não pretende a derrubada do capitalismo, mas apenas reformá-lo (fala de se atingir o socialismo,mas mantem o latifúndio intocável), cabe perguntarmo-nos a quem servirá os 20 anos do PT no poder?
Paulo Oisiovici (Tentei postar mais não publicam)
José Roberto Bonifácio Entrevista exclusiva para o "Seu Jornal" com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, presidente de honra do PT <http://www.tvt.org.br/portal/watch.php?id=4666&category=198>.
Claudio Roberto Angelotti Bastos Falando na entrevista assistam...
Carlos Dorsch li. é forma de motivação para as eleições próximas. no passado, outro partido que aparentemente dominava a situação disse a mesma coisa. mas respeito a posição desse líder que desmistificou a política de distribuição de riquezas no país. an...tigamente, era preciso fazerrescer o bolo para distribuir. nessesúltimos anos, a distribuição fez crecer o bolo. pena que já se começa a alterar aquele projeto. crédito já começa a ficar mais longe dos tomadores menores. inflação começa a incomodar. são frutos dessa nova política que começa a me preocupar. abraços. dorsch.<br /><br /><br /> <hr style="border-top: 1px solid #ccc;" />
José Roberto Bonifácio Nem tudo o que e bom pode durar pra sempre... do mesmo modo que nao ha mal que jamais acabe...

Fernanda Tardin Zé, sobre este comentario: "Datafolha: PT supera PSDB em briga pela nova classe média
José Roberto Bonifácio EU ja tinha postado isto agora estou localizando a pesquisa propriamente dita, que e o que realmente interessa. Ha contraevidencias a estas conclusoes em pesquisas do IBOPE divulgadas pelo Estadao ha uns seis meses atras..
Dagmar Vulpi Nanda e demais, levantou-se uma dúvida em debates anteriores sobre o posicionamento do ex-presidente Lula em relação à sua preferência ao sistema de voto, se por lista aberta ou fechada. O PT defende o sistema por lista fechada, por entende...r que este sistema fortaleceria os partidos, porém, conforme o comentário da Nanda em outra publicação, levanta duvidas quanto o consenso entre ele e o PT. Disse ela: “eu entendi o vídeo (e divulguei) de outra forma: 1 Lula no Vídeo não fala em Lista Fechada (em seu mandato a tal foi REPROVADA 3 VEZES isto mostra que Lula nunca quis a lista fechada, pois é publico e consenso: Quando se faz qq alteração em alguma lei e é de interesse de um governo, o governo banca esta votação- existem emendas- parlamentares, de bancada, de saúde...) pra que? Rsrsrs”. 


Porém nesta entrevista concedida à TVT o ex-presidente usa a seguinte expressão “... Cabe aos partidos fazer com que a lista a ser votada seja escolhida democraticamente DENTRO DOS PARTIDOS...”. Eu entendo este “ESCOLHIDA DEMOCRATICAMENTE DENTRO DOS PARTIDOS”, como LISTA PRÉ-DEFINIDA, indicando sua aprovação ao sistema de votos por lista fechada. Estarei eu equivocado ou ele mudou de opinião?
José Roberto BonifácioSe tiver mudado de ideia nao sera a primeira vez nem a ultima... Vejo isto como uma maneira do Sapo Barbudo reposicionar-se junto ao mediano da opiniao publica e o eleitorado sem "trair" muito descaradamente aquelas suas declaracoes anterio...res, mas priorizando ganhar adeptos junto aqueles que tem preferencias contrarias ao processo interno de oligarquizacao dos partidos o que e adverso aos direitos do eleitorado sobre a representacao politica, de acordo com certos diagnosticos influentes e difundidos (talvez um pouco incosistente e acriticamente...) neste momento.
Árley Batista Paim Na verdade nós eleitores não podemos deixar que os dirigentes partidários escolham nosso deputado ou vereador. Quem vai legislar e se dizer representante do povo tem que ter o voto desse povo enão ser escolhido ou ungido ao cargo por ser amigo do dono do partido.
Fernanda Tardin O Voto em Lista Fechada NAO é acordo do PT . o Voto é uma deliberação da executiva Nacional, sem consulta as bases. O fato de Lula optar por lista aberta pra mim é claro. O Andre Pereira, prsente na lista , na palestra que deu na UFES ( sa...lvou o 'debate') foi taxativo e certeiro: quando um gov. quer mudanças o governo banca a lei. E a lista fechada no governo de Lula nem coadjuvante foi, pois perdeu as 3 vezes que foi votada no Congresso. è que a nacional do PT tá cheia de NERO, imperadores e muitos piulatos que lavam as mãos ( ou as colocam no bolso). FAVOR NAO CONFUNDIR MILITANCIACOM EXECUTIVA IMPOSITORA nacional.rsrsrsrs se eu falar mais serei EX PETISTA, rsrsrsrsr me poupem, please. rsrsrs
Árley Batista Paim Fernanda vale lembrar tambem que o Lula defendo que o PT fosse a favor do parlamentarismo, quando houve aquele plebicito, foi colocado em discussão dentro do PT e a propósta do Lula foi rejeitada em assembléia do PT. Lembra??
Dagmar Vulpi Nanda, mas e a fala do Lula no vídeo, onde ele se diz: " Cabe aos partidos fazer com que a lista a ser votada seja escolhida democraticamente DENTRO DOS PARTIDOS...”. Você não entende essa afirmação como uma aprovação à LF? Sinceramente quero que a minha interpretação esteja iquivocada. Bjao
José Roberto Bonifácio Lula não foi preparado nem para conquistar o poder nem para exercê-lo. Quem montou a operação de conquista do poder foi o grupo de José Dirceu, já desde o começo dos anos 90. Lula foi utilizado como um ícone ou um totem. Bastava içá-lo, par...a que todos os que acalentavam a esperança de uma regeneração da vida política se entusiasmassem diante do ídolo. Bem examinadas as coisas depois que aconteceram, nunca, ninguém, fora do círculo íntimo de Lula, soube bem o que ele pensava do Brasil e do mundo... (Fábio Konder Comparato)http://www.brasiliaemdia.com.br/ApresentaSite.asp?o=100&t=1092
Árley Batista Paim Discordo de vc, josé.
José Roberto Bonifácio Bem examinadas as coisas depois que aconteceram, nunca, ninguém, fora do círculo íntimo de Lula, soube bem o que ele pensava do Brasil e do mundo... (Fábio Konder Comparato)
Árley Batista Paim Lula sabe muito bem o que pensa do Brasil e do mundo, ele pode não revelar para muitos, mas que sabe isso ele sabe.
José Roberto Bonifácio Entao ta! Contudo o Vulpi e outros continuam atonitos com o que ele diz a cada dia...
José Roberto Bonifácio Essa turma oriunda de movimentos sindicais, estudantis etc. é muito boa, verdadeiramente excelente, na hora de defender idéias que são amplamente consensuais, praticamente enraizadas no senso comum. Mas quando o "Bicho Pega", as opiniões po...larizam, os campos se dividem, ou seja, no momento da suprema adversidade em que fica (ou deve ficar) claro, cristalino, transparente... quem tem convicção ou crenças autenticas, quem tem personalidade e caráter (no sentido de identidade, não necessariamente no de índole, moralidade...) aí a história é radicalmente outra, muito pelo contrário. Boa Pascoa a Todos!!!
Fernanda Tardin Da eu não sei como é a convenção em partidos , sei como é a do PT, inclusive participei da ultima como pre candidata. É assim: Coloca-se nomes de pre candidatos e na convenção se estabelece em votação quais os pre que serao aprovados. Entã...o criterios do partido escolher a lista democraticamente, o que acontece no PT. Eu fui aprovada na convenção, mas por motivos que já expliquei no fim da convenção renunciei. DEMOCRACIA HOUVE no criterio de escolha dos candidatos doPT. Isto é o que Lula falou. quanto aos demais partidos, não sei te explicar, não fiz questão de estar em outras convenções partidarias. bja
Fernanda Tardin Zé , levando em conta que Lula recebeu varias menções honrosas e o titulo na universidade europeia de Doutor Honoris... comparato mesmo que um intelectual errou ao se expressar sobre Lula e o 'circulo externo'. Ou então, o circulo externo de Lula é muito mais amplo que 'nossa vã filosofia possa imaginar', rsrs bj 
Fernanda Tardin e aproveito as citações diarias de Lula para destacar uma (duas): A Mídia que dá azia.... SIFU. rsrs bj
Árley Batista Paim Fernanda dentro do PT eu tambem sei que à democracia, o grande problema são os outros partidos, ainda que aprovamos em congresso só 3 mandatos para os cargos de legislativo dentro do PT.
Fernanda Tardin pq Zé? vamos debater, o fato de ter explicado o que rola dentro de convenção e colocar meu pv, não significa ter que parar o debate. Avante Hermano...... ao debate, ao menos isto é livre. Bjao
Dagmar Vulpi José, ainda não vejo motivo para encerrar o debate, muito ainda pode ser dito e, considero que o nível está dentro do esperado para pessoas capazes como vocês. Sou a favor de em se mantendo o nível, e é certo que será mantido, que o debate aprofunde um pouco mais. Abraço a todos e viva a democracia, viva as pessoas que se expressam. 

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Partidos políticos são ou não importantes para o funcionamento do sistema político em uma democracia?



Partidos políticos são ou não importantes para o funcionamento do sistema político em uma democracia?

Em uma sociedade em que os partidos políticos sejam meramente rótulos formais para o ajuntamento de chefes políticos o poder dos grandes grupos econômicos é maior ou menor na definição dos negócios públicos e, portanto, no direcionamento do dinheiro dos orçamentos públicos de prefeituras, estados e da União?

No Brasil os partidos políticos são representativos de posições e visões políticas da nossa população?

Bem, estas são questões importantes para a orientação do nosso posicionamento acerca da reforma política.

Na lista fechada os filiados, por eleição direta, elegem os nomes e a ordem da composição da lista, a ênfase esta no coletivo e não no individuo. Na lista aberta, como é hoje, a ênfase reside na pessoa, os partidos são fracos.

Na história recente do Brasil o povo escolheu um presidente que antes de eleito durante várias eleições já era o eleito de um partido. Claro, estou falando de Lula e do PT. Foi feliz. Algumas eleições antes o povo votou na pessoa, num indivíduo, sem partido de peso. Estou me referindo a Collor, que fez campanha se proclamando caçador de marajás.
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Debate Bate Papo no Facebook
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Edson Parisotto Acredito que o fortalecimento dos partidos seja um avanço democrático. Propostas políticas devem ser feitas por partidos. Devemos votar em partidos, não em pessoas. Sou pela lista fechada.
Mobilização Brasil Acredito também no fortalecimento dos partidos, assim fica muito mais fácil reconhecer ideologias, que são acima de um indivíduo apenas.
Dagmar Vulpi Sou contrário ao sistema de voto em lista fechada, ao menos enquanto não haver uma prévia reforma que obrigue a existência da democracia real dentro dos partidos. O desejável numa democracia é a existência de partidos fortes, com linhas programáticas bem definidas e claras para os cidadãos.

A grande maioria dos atuais partidos políticos do nosso país está sem crédito, motivado por alianças espúrias e por negociatas envolvendo cargos públicos. 
São os partidos que representam as demandas e reivindicações coletivas numa sociedade democrática. Os próprios agentes políticos, porém, têm contribuído para desmoralizar suas siglas, valendo-se de qualquer pretexto para trocar de bandeira. 
Victor Prs A lista fechada favorece o mesmo e impede a renovação do partido por gente nova, com idéias novas. 

Dagmar Vulpi A reforma política necessária precisará garantir a ampliação do protagonismo popular. 
As propostas programáticas apresentadas e a democracia intra-partidária que tornarão o partido forte ou fraco independente do sistema, seja ele em voto por lista aberta ou fechada.
Dagmar Vulpi O avanço e a consolidação da democracia depende de uma reforma política democrática que assegure, fortaleça e amplie a participação popular nas decisões. O resto são velharias já experimentadas e condenadas que os conservadores, saudosistas de um passado de mando quase ilimitado, teimam em defender com argumentos surrados e falsos. 
Jose Paulo Eu tenho uma posição de até agora não aceitar a lista fechada, por ver argumentos soltos e que não convencem nem os dirigentes partidários , claro que queremos partidos fortalecidos, mais a lista fechada não seria o mecanismo ideal, aprimorar regimentos e regras internas , participação efetiva de filiados nas decisões , não apenas em consultas , eu conheço dirigente que esta com sua mesa a muito tempo nas direções e nunca saem só mudam de lugar, isso ao meu ver não é renovar é perpetuar , imaginem com lista fechada ai que nunca serão trocados mesmo, eu falo de partido progressista, de vanguarda, não de conservadores, essa é a realidade pessoal vamos abrir debates francos , pontuar coisas reais, sem corporativismo partidário, muitas falhas existem e a lista fechada só vai agrava-las. 

Educação fará seminários sobre PNE no Ceará e na Bahia

Postagem Dag Vulpi 20/04/2011 14:11
Leonardo Prado 20/04/2011 13:44
Dep. Waldenor Pereira (PT-BA)
Waldenor Pereira: debates vão estimular a elaboração de planos de educação municipais.
A Comissão de Educação e Cultura realizará seminários para debater o projeto que cria o novo Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/10) em Fortaleza, Quixadá, Sobral e Juazeiro do Norte, todos no Ceará, e Vitória da Conquista e Salvador, na Bahia. As datas dos seminários ainda não foram definidas.
Segundo um dos autores dos requerimentos, deputado Waldenor Pereira (PT-BA), os debates vão estimular e subsidiar a elaboração de planos de educação municipais.
Os encontros nos municípios cearenses serão feitos a pedido do deputado Artur Bruno (PT-CE), em conjunto com a Assembleia Legislativa e com parceria da Universidade Federal do Ceará.
Voto contrário
O presidente da comissão especial destinada a analisar o projeto que cria o novo PNE, deputado Gastão Vieira (PMDB-MA), votou contra os requerimentos. Segundo ele, as propostas de seminários e audiências devem ser apresentadas na comissão especial, “criada especificamente para analisar o plano”.
O parlamentar disse que não aceitará subordinação da comissão especial à Comissão de Educação e Cultura. A presidente da Comissão de Educação, deputada Fátima Bezerra (PT-RN), disse não ver problemas na apresentação dos requerimentos e que o trabalho será feito em parceria com a comissão especial.
Vieira afirmou que a Comissão de Educação tem assuntos mais urgentes para tratar, como denúncias de desvios de verbas no Fundo de Manutenção e Valorização da Educação Básica (Fundeb) e a chacina ocorrida na escola Tasso da Silveira, no Rio de Janeiro, onde 12 alunos morreram baleados.
Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli

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