sábado, 8 de fevereiro de 2014

Merval sobre Azeredo: não foi caixa dois, foi peculato


Colunista do Globo, Merval Pereira diz que tese de que foi apenas caixa dois eleitoral não vingará; "De qualquer forma, no julgamento do mensalão o STF fixou uma premissa que impossibilita a alegação de simples crime eleitoral: não há Caixa 2 quando se trata de dinheiro público. Nesses casos, o que existe mesmo é peculato, desvio de dinheiro público, que merece todo o repúdio da sociedade", diz ele

Caixa 2 em xeque - MERVAL PEREIRA

O financiamento de campanhas eleitorais voltará à ordem do dia quando o Supremo tribunal Federal (STF) retomar, nos próximos meses, o julgamento, que já conta com 5 votos favoráveis, da proibição de financiamentos por empresas privadas de campanhas eleitorais.

Reinaldo Azevedo sobre Azeredo: Não houve mensalão, mas sim caixa dois de campanha


Blogueiro de Veja.com afirma que, em Minas, não houve "mensalão" nem compra de deputados, mas sim caixa dois de campanha; diz que ainda que provas contra o ex-governador mineiro Eduardo Azeredo, que pode passar o resto dos dias atrás das grades e também foi ex-presidente do PSDB, foram fraudadas; por fim, avisa: "vão patrulhar a vovozinha!"

Janot pede 22 anos de prisão para Azeredo por crimes do mensalão mineiro

Deputado tucano é réu no STF pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro em esquema de desvio de dinheiro para campanha de reeleição ao governo de Minas em 1998

Agência Senado
O deputado Eduardo Azeredo, réu no STF pelo mensalão mineiro
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, recomendou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação do deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG) pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro. Os crimes teriam sido cometidos no mensalão mineiro, esquema de desvio de dinheiro público durante a campanha de Azeredo à reeleição como governador de Minas Gerais, em 1998.
Janot recomenda a pena de 22 anos de reclusão e 623 dias-multa, no valor unitário de cinco salários mínimos, por haver provas suficientes de que Azeredo “participou decisivamente da operação que culminou no desvio de R$ 3,5 milhões, aproximadamente, R$ 9,3 milhões em valores atuais.”

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Custo de vida no Brasil assusta médicos cubanos, mas salário ainda é atrativo

Apesar de diferenças salariais entre médicos cubanos e de outras nacionalidades, poupança feita em Cuba é atrativo. 

Nesta semana, cubana deixou o Mais Médicos com críticas


O susto dos cubanos participantes do programa Mais Médicos se concentrou no custo de vida brasileiro. Antes de embarcarem para o Brasil, as informações eram escassas e desencontradas, segundo relatos dos profissionais ouvidos pelo iG. Houve quem não recebesse nenhuma informação sobre preços de itens básicos, como comida, roupas e móveis no País e quem ouvisse que, com R$ 50, seria possível se alimentar durante um mês inteiro.

O contrato de trabalho foi assinado pelos cubanos pouco antes da viagem para o Brasil. A primeira leva de médicos chegou à Brasília em agosto. Com isso, muitos dos profissionais que vieram depois - como a cubana Ramona Matos Rodriguez, que desistiu de continuar atendendo no posto de saúde de Pacajá, no Pará, e fugiu para Brasília no último fim de semana - já sabiam das condições de vida no Brasil. “Nós mandávamos e-mails para os colegas”, diz um médico.

Após ser preso, João Paulo Cunha renuncia ao mandato de deputado

Agência Câmara - João Paulo Cunha entrou carta de renúncia na Câmara dos Deputados

Condenado no escândalo do mensalão, o petista está preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília

O deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), condenado na ação penal do mensalão, renunciou na noite desta sexta-feira (7) ao mandato. A carta de renúncia foi protocolada na Câmara dos Deputados por volta das 20h20. No texto, o petista afirma que desiste de manter o cargo "com consciência do dever cumprido e baseado nos preceitos da Constituição Federal”.

Mensalão tucano vira valerioduto mineiro em Veja


No final da tarde desta sexta-feira (7) ao noticiar o pedido da PGR de 22 anos de prisão para o deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG) por peculato e lavagem de dinheiro no esquema conhecido como "mensalão tucano", a revista preferiu denominar o esquema como "valerioduto mineiro"; a expressão utilizada por Veja remete ao principal operador do esquema, o publicitário Marcos Valério, que teria desenvolvido ação semelhante no caso do mensalão petista; mas para a Veja, mesmo com personagens em comum, casos são tratados de forma bem diferente; ao tratar do PSDB, revista suaviza ao extremo

Sobre o Blog

Bem‑vindo ao Blog Dag Vulpi!

Um espaço democrático e apartidário, onde você encontra literatura, política, cultura, humor, boas histórias e reflexões do cotidiano. Sem depender de visões partidárias — aqui prevalecem ideias, conteúdos e narrativas com profundidade e propósito.

Visite o Blog Dag Vulpi