sábado, 4 de fevereiro de 2012

'Modelo cubano não funciona mais nem mesmo para nós', diz Fidel

Ex-presidente admitiu que o modelo não tem apelo para ser exportado.
Especialista diz que declaração deve abrir espaço para reformas em Cuba.

O ex-presidente cubano Fidel Castro admitiu que o "modelo cubano" não tem mais apelo para ser exportado para outros países. A declaração faz parte de uma longa entrevista que concedeu à revista americana "The Atlantic Monthly", cuja segunda parte foi publicada nesta quarta-feira (8). Questionado pelo o jornalista Jeffrey Goldberg se achava que o modelo cubano ainda poderia ser exportado para algum lugar, Fidel respondeu: "O modelo cubano não funciona mais nem mesmo para nós".
Segundo Julia Sweig, diretora de pesquisas sobre a América Latina no Council of Foreign Relations, que acompanhou o jornalista em sua viagem a Cuba, "ele não rejeitou as ideias da revolução", mas apenas admitiu que sob o "modelo cubano" o Estado tem um papel grande demais na vida econômica do país. Segundo ela, trata-se de uma forma de abrir espaço para que Raúl Castro, irmão de Fidel que está no poder desde que ele saiu da Presidência, faça as reformas necessárias para abrir a economia do país.

Na mesma entrevista, o ex-ditador cubano criticou a retórica antissemita usada pelo presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad. "Não acredito que alguém tenha sido mais difamado que os judeus. Diria que muito mais do que os muçulmanos. Foram mais difamados que os muçulmanos porque são acusados e caluniados por tudo. Ninguém culpa os muçulmanos de nada", estimou Fidel.
"Digo isso para que você possa dizer a ele", respondeu Fidel, indagado pelo correspondente Jeffrey Goldberg se tem a intenção de compartilhar com Ahmadinejad seu ponto de vista.
Goldberg foi convidado pelo próprio Fidel, que se interessou por um artigo seu sobre as tensões entre Irã e Israel. "Os judeus tiveram uma vida muito mais dura do que a nossa. Não há nada que se compare ao Holocausto", afirmou Fidel Castro, que foi entrevistado pelo jornalista em Havana durante três dias.
Fidel Castro, que voltou a aparecer em público e escrever com frequência nas últimas semanas, criticou Ahmadinejad por negar o Holocausto, e afirmou que o governo iraniano contribuiria para a paz se tentasse entender porque os israelenses temem por sua existência, escreveu Goldberg.

Via http://www.theatlantic.com/international/archive/2010/09/fidel-cuban-model-doesnt-even-work-for-us-anymore/62602/

A ex-Panicat Juju e sua receita de pão de queijo



Numa de minhas idas e vindas nos aeroportos deste Brasil afora, enquanto eu aguardava o check-in no balcão da TAM em Congonhas, reparei que no balcão da concorrente Gol, alguém despertava a atenção e causava um pequeno burburinho mesmo dos sisudos executivos que aguardavam na fila.



Sustentada sobre uma bota de salto 12, erguia-se dali em diante um monumento do sexo feminino. Suas pernas grossas e bem torneadas caprichosamente bem servidas de pelinhos loiros que contrastavam com a cor da pele dourada bronzeada, estendiam-se até o início do shortinho jeans de bainha esfarrapada e provocantemente colado as suas perfeitas formas. Dali para cima apenas o piercing acusava que aquele abdômen pertencia a um ser terreno e não a uma deusa do Olimpo. Uma mini blusa branca e de agradável decote transportava dois volumes que mesmo talvez não sendo totalmente naturais ainda assim, foram muito bem construídos! E aí ao término da inspeção visual não havia como não parar em seu rosto e no cabelo loiro preso num coque atrás e com franjinha a frente. A boca escondia um sorriso encantador e o seu pequeno e arrebitado nariz dava base a um óculos escuro imenso, violeta e branco. De repente ela não estava mais lá, havia sumido, o que me levou até mesmo a pensar que fosse uma alucinação.





Pois bem, de volta ao mundo real fui até a uma delicatessen buscar uma água para reavivar a saliva da minha boca seca. Na fila do caixa, recebo um toque no braço e uma voz feminina atrás de mim pergunta-me: “será que o pão de queijo daqui é bom? É que eu ADORO pão de queijo...”. Quem estava me questionando e fazendo link com um pobre mortal? Sim, ela mesma, a deusa do Olimpo e do check-in da Gol! “Casualmente eu vou pegar pão de queijo e se estiver bom te falo”, comentei atônito. “A minha avó faz um maravilhoso”, continuou a moça estampando um sorriso maroto nos lábios. “E além de pão de queijo, do que mais tu gostas de comer?”, perguntei! “Um monte de coisas!!!” veio respondido junto com uma gargalhada inebriante.





E aquela portentosa loira de metro e oitenta desenrolou uma boa conversa naqueles minutos de fila, até que fora questionada por mim sobre a sua identidade. Calmamente ela retirou o óculos, fitou-me e respondeu “ Sou Juliana Salimeni, a Juju do Pânico na TV!”. Gelei! A mulher eleita a mais sexy do mundo pela Revista VIP de 2010 e uma das capas de Playboy mais vendidas da história, estava ali, flertando comigo. Ela sorriu e enquanto mordiscava com seus lábios voluptuosos o pão de queijo complementou: “como eu adoro bater um bom papo com alguém interessante e que não está comigo só por causa de minha fama e do meu corpo”!

Em seguida puxou sua bolsa ao ombro, recolocou os óculos de sol, despediu-se com um estimulante “tchau, fofo!” e foi-se feliz e sorridente imaginando que este homem que escreve não aproximou-se dela somente pelo seu corpo escultural... Preferi deixá-la a pensar assim, afinal de contas, não tem como sermos sinceros sempre!




A seguir a receita do Pão de Queijo da Juju:
  
Ingredientes:
500g de polvilho doce
300ml de leite
150ml de óleo de canola ou girassol
2 ovos
400g de queijo minas meia cura ralado
óleo para untar
sal a gosto

Preparo:
Coloque o polvilho em uma tigela e à parte, aquecer o leite e o óleo de canola. Assim que ferver, escaldar o polvilho com essa mistura, mexendo bem para desfazer as bolinhas. Deixe esfriar. Acrescente os ovos um a um, alternando com o queijo e sovando bem após cada junção. Unte as mãos com óleo, se for preciso. Preparar bolinhos de cerca de 2cm e colocá-los em uma assadeira untada. Levar ao forno pré-aquecido a 180º C. Assar até ficarem douradinhos e servir morno.

Receita e postagem pescada no excelente blog do Gourmet:  EMERSON HAAS  

Cuba - Uma visita impecável


A presidente Dilma Rousseff completou uma viagem de 48 horas a Cuba, comportando-se como verdadeira estadista, reforçando as relações entre os dois países e evitando os ardis plantados para que agisse como porta-voz dos Estados Unidos, reproduzindo as ladainhas provenientes de Miami e da Casa Branca. Dilma foi a Cuba em visita oficial para estreitar os laços com um país que precisa de mais investimento e de mais produtividade para avançar economicamente e manter suas conquistas sociais.
Assim como aconteceu com Lula, foi cobrado de Dilma que se manifestasse sobre a situação dos direitos humanos em Cuba. O que os responsáveis pelas cobranças desejavam, no fundo, era que ela sequer fosse lá, como todos os presidentes brasileiros desde a revolução de 1959 até Lula. Mas já que Dilma, assim como Lula, não se rende à agenda ditada de Washington, que se manifestasse publicamente contra as restrições políticas na ilha.
É curioso como a questão dos direitos humanos em Cuba “sensibiliza” tanto certas pessoas. Não se vê a mesma indignação em relação a qualquer outro país. Ninguém pediria que Dilma, em viagem aos Estados Unidos, se posicionasse publicamente pelo fechamento de Guantánamo, em pleno território cubano, mesmo com a cobrança recente feita pela alta-comissária para os Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas, Navi Pillay, que apontou a base como local de constante violação destes direitos.
Dilma se recusou a tratar a questão dos direitos humanos como arma de combate político ideológico, e frisou que desrespeitos acontecem em todos os países, inclusive no Brasil. Não seria nada agradável para nós recebermos a visita de um chefe de Estado estrangeiro e ouvir comentários sobre a violência da ação de despejo dos moradores do Pinheirinho ou sobre a desumanidade da maior parte dos nossos presídios.
O Brasil é um país que aposta nas relações multilaterais como forma de pressão e de resolução de conflitos. Ele não vai fazer o papel de juiz do mundo e sair por aí condenando outros países, até porque tem suas próprias mazelas. Isso não significa omissão, pois o Brasil ganhou recente relevância no cenário internacional justamente por sua ação diplomática independente e soberana, que o leva a ser convocado a atuar nas mais complexas questões mundiais. Temas delicados, como direitos humanos, não se tratam com bravatas unilaterais, principalmente quando envolvem nações em situações extraordinárias, como a cubana, vítima de um bloqueio implacável há meio século.
Diria que a visita da presidente do Brasil a Cuba transcorreu de forma impecável e com acentuado caráter político. No trabalho prévio às 48 horas que ela passou na ilha, o chanceler brasileiro Antonio Patriota conversou com autoridades cubanas sobre questões relativas aos direitos humanos, e o Brasil concedeu visto de turista à blogueira Yoani Sánchez, que deseja vir ao país. Ao mesmo tempo, Patriota não aceitou o discurso fácil da condenação e, assim como Dilma faria em solo cubano, ressaltou que uma questão mais urgente e multilateral seria o fim da base de Guantánamo.
Com o crescimento de sua economia e a capacidade financeira de que dispõe atualmente, o Brasil tem muito mais a contribuir com Cuba ajudando no seu desenvolvimento, com implicação direta no bem estar das pessoas. As relações comerciais cresceram 31% de 2010 para 2011, e o Brasil é o segundo parceiro comercial de Cuba na América Latina, depois da Venezuela. Existem oportunidades para empresas brasileiras em Cuba, como provam as obras de ampliação e modernização do porto de Mariel, com a participação da Odebrecht.
Cuba precisa melhorar sua agricultura e recuperar seu parque produtivo, e o Brasil pretende participar deste esforço com a tecnologia e os processos desenvolvidos pela Embrapa, e, sobretudo, com um olhar mais solidário em relação aos vizinhos latino-americanos. Sentimento este, por sinal, muito inspirado por Cuba e seu internacionalismo, sempre manifestado pela presença de médicos e professores, onde for necessário, e não pelas armas ou posturas imperialistas.

Receita de Bacalhau no Forno


Receita de Bacalhau no Forno
Dificuldade: Fácil
Tempo de Preparo: 40 min

Ingredientes

1 kg de bacalhau
1 kg de batata
2 dentes de alho
5 tomates sem pele e sem sementes
2 cebolas
2 pimentões vermelhos sem sementes
2 colheres (sopa) de salsinha picada
12 azeitonas pretas
1 colher (sopa) de vinagre
1/2 copo de azeite de oliva

Modo de Preparo

Deixar o bacalhau de molho de um dia para outro trocando a água várias vezes. Retirar a pele e espinhas. Descascar as batatas e cortar em fatias. Picar o alho e o tomate. Cortar a cebola e o pimentão em rodelas. Arrumar num prato refratário camadas de batata, de bacalhau, de cebola, de tomate e de pimentão. Salpicar a salsinha, espalhar as azeitonas, o vinagre e o azeite. Se necessário, corrigir o sal. Cobrir com papel alumínio e levar ao forno médio durante 1 hora.

Receita de Salmão - Salmão com Gorgonzola


Receita extremamente simples e deliciosa que pode ser servida com massas, arroz ou até mesmo um simples purê de batatas (se for com wasabi melhor ainda).

Para essa receita você vai precisar:

- 5 Postas de Salmão com espessura de 2 dedos pelo menos;
- 250 gramas de queijo gorgonzola em pedaços;
- Alcaparras;
- Temperos (Sal e Pimenta do Reino);

O primeiro passo é cortar as postas de salmão, sem separar, criando um local para colocar o gorgonzola, como na foto abaixo:


Depois de cortados, você tempera com sal e pimenta do reino a gosto. Feito isso, recheie as postas com pedaços do queijo tendo cuidado para cobrir todas as partes:



Acrescente a alcaparra nas postas recheadas coloque-as em pedaços de papel alumínio fechando por completo sem apertar muito:


Leve ao forno a 180 graus por aproximadamente 15 minutos e sirva em seguida.


A combinação dos sabores do salmão e do gorgonzola contrastam muito bem e podem ser acompanhados por cervejas escuras ou do tipo ale.

Receita de salmão ao molho de maracujá

Divulgação  
  • Salmão ao molho de maracujá do restaurante Felix Bistrô

Salmão ao Molho de Maracujá
(Rendimento: 4 porções)

Ingredientes:
800g de filé de salmão
500ml de suco de maracujá
1 maracujá inteiro
2 dentes de alho picado
œ cebola
60g de gengibre
200ml de caldo de peixe
800g de legumes cortados à moda Julienne
50g de manteiga

Modo de Preparo:
Grelhar o Salmão com sal e pimenta a gosto.

Para o molho, refogue a cebola, o alho e o gengibre, picados. Doure-os, acrescente a polpa de 1 maracujá e refogue novamente. Inclua o suco de maracujá com o caldo de peixe até reduzir o volume em 50%. Adicione sal e pimenta a gosto.

Doure os legumes na frigideira com manteiga, sal e pimenta.

Montagem do prato:
Em um prato, disponha a cama de legumes e sobreponha o salmão. Acrescente o molho de maracujá.

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