terça-feira, 2 de abril de 2024

STF rejeita tese do "poder moderador" militar: Vitória contra a ameaça à democracia.



Dag Vulpi 02 de abril de 2024 - O Supremo Tribunal Federal (STF) tomou uma decisão crucial ao formar maioria contra a polêmica tese do "poder moderador" das Forças Armadas, uma proposta alimentada por extremistas de direita com o objetivo de justificar uma possível intervenção militar no Brasil. Esta rejeição representa uma forte defesa da democracia e dos princípios constitucionais, em um momento em que a ameaça autoritária paira sobre o país.

Autor do texto: Marco Antonio Do Nascimento Pereira ("pescado" no Facebook no Grupo Consciência Política Razão Social)

"NÃO À DITADURA!!"

"STF forma maioria contra "poder moderador" das Forças Armadas, tese cunhada por extremistas de direita para objetivar intervenção militar no Brasil.

O Supremo Tribunal Federal (STF) é previsto na Constituição Federal de 1988 como um dos órgãos do Poder Judiciário, responsável pela interpretação da Lei Maior do País, a Constituição Federal de 1988, de onde deriva toda a lei em vigor no Brasil.

O artigo 102 da Constituição Federal diz que: "Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição". E, de acordo com o então senador Rui Barbosa, em 29 de dezembro de 1914, "Em todas as organizações, políticas ou judiciais, há sempre uma autoridade extrema para errar em último lugar. O Supremo Tribunal Federal, não sendo infalível, pode errar. Mas a alguém deve ficar o direito de errar por último, a alguém deve ficar o direito de decidir por último, de dizer alguma coisa que deva ser considerada como erro ou como verdade".

O ministro Flávio Dino, no detalhamento do seu voto, afirmou que não existe no país um “poder militar".

Pelo texto constitucional, os militares estão sob autoridade do Presidente da República e se destinam à defesa da pátria e à garantia dos poderes constitucionais, não podendo ser utilizados contra eles.

A tese do “poder moderador” foi enfatizada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para justificar eventuais medidas contra outros poderes durante o seu governo, com uma interpretação distorcida do artigo 142 da Carta da República de 1988."

quarta-feira, 27 de março de 2024

Você sabe o que significa a sigla P/VP nos Fundos de Investimentos Imobiliários?


Dag Vulpi - 27 de março de 2024

P/VP, ou Preço sobre Valor Patrimonial, é uma métrica utilizada para avaliar investimentos em fundos imobiliários (FIIs). Essa medida compara o preço atual da cota de um FII com seu valor patrimonial por cota. A fórmula básica para calcular o P/VP é:

P/VP = Preço da Cota
Valor Patrimonial por Cota

Onde:
• Preço da Cota: Representa o preço atual de mercado de uma única cota do FII, que pode variar de acordo com a demanda e a oferta no mercado.
• Valor Patrimonial por Cota: Refere-se ao valor patrimonial líquido total do fundo dividido pelo número total de cotas em circulação. Esse valor é calculado com base nos ativos do fundo, subtraindo-se suas obrigações e dívidas, e pode ser ajustado para refletir o valor justo de mercado dos ativos do fundo.

O P/VP é uma medida importante para avaliar se uma cota de FII está sendo negociada a um preço justo em relação ao seu valor patrimonial. Um P/VP abaixo de 1 indica que o preço de mercado da cota está abaixo do seu valor patrimonial, sugerindo que a cota pode estar subvalorizada. Por outro lado, um P/VP acima de 1 indica que o preço de mercado da cota está acima do seu valor patrimonial, o que pode indicar que a cota está sobrevalorizada.

No entanto, é importante considerar que o P/VP não deve ser usado isoladamente para tomar decisões de investimento. Outros fatores, como a qualidade dos ativos do fundo, a gestão, a perspectiva do mercado imobiliário e as condições econômicas gerais, também devem ser considerados ao avaliar um FII.

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1 .  Você sabe o que é "Cap Rate"- (taxa de capitalização) nos Fundos de Investimentos Imobiliários?

Você sabe o que é "Cap Rate"- (taxa de capitalização) nos Fundos de Investimentos Imobiliários?


Dag Vulpi de março de 2024

O "Cap Rate" (taxa de capitalização) é uma métrica fundamental no mercado imobiliário e é especialmente relevante para investidores em fundos imobiliários. Essa taxa é utilizada para avaliar o potencial de retorno de um investimento imobiliário com base na renda gerada pela propriedade.

Em termos simples, o Cap Rate é a taxa de retorno esperada de um investimento imobiliário, expressa como a relação entre a renda operacional líquida (NOI - Net Operating Income) de uma propriedade e o seu valor de mercado atual. O NOI é a receita total gerada pela propriedade após a dedução de todas as despesas operacionais, mas antes do pagamento de juros e impostos.

A fórmula básica para calcular o Cap Rate é:

Cap Rate = Renda Operacional Líquida (NOI) x 100%
Valor de Mercado

O Cap Rate é importante para os investidores em fundos imobiliários por várias razões:
1. Avaliação de Investimentos: O Cap Rate é uma ferramenta essencial para avaliar o potencial de retorno de um investimento imobiliário. Ele fornece uma maneira rápida de comparar diferentes oportunidades de investimento e determinar sua atratividade com base em sua taxa de retorno.
2. Comparação de Propriedades: O Cap Rate permite que os investidores comparem facilmente o potencial de retorno de diferentes propriedades, independentemente de seu preço ou localização.
3. Indicação de Risco e Valorização: Um Cap Rate mais alto geralmente indica uma propriedade de maior risco ou uma maior taxa de retorno potencial, enquanto um Cap Rate mais baixo pode indicar uma propriedade mais segura, mas com um retorno potencialmente menor.
4. Tomada de Decisão de Investimento: O Cap Rate é uma ferramenta valiosa para os investidores em fundos imobiliários ao tomar decisões de investimento. Eles podem usar o Cap Rate para determinar se um investimento em potencial oferece um retorno atraente em comparação com outras oportunidades de investimento disponíveis.

É importante notar que o Cap Rate tem suas limitações e deve ser usado em conjunto com outras métricas e análises para avaliar completamente um investimento imobiliário. Além disso, fatores como localização, condição da propriedade e perspectivas econômicas também devem ser considerados ao avaliar um investimento em fundos imobiliários.

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Você sabe o que "Dividend Yield" nos investimentos financeiros?


Dag Vulpi 27 de março de 2024

Dividend Yield

Dividend Yield é um termo utilizado em investimentos para descrever a relação entre o dividendo pago por uma ação e o preço atual dessa ação. Em outras palavras, o dividend yield é uma medida que expressa a porcentagem do preço de uma ação que é pago aos acionistas como dividendos.

A fórmula básica para calcular o dividend yield é:

Dividend Yield = Dividendo por Ação x 100%
Preço por Ação
Onde:
• Dividendo por Ação é o valor total dos dividendos pagos por uma empresa durante um período específico, dividido pelo número total de ações em circulação.
• Preço por Ação é o preço atual de uma única ação da empresa.

Obs. No caso dos FIIs (Fundos de Investimento Imobiliários), substitui-se: preço por Ação por preço por Cota.

O dividend yield é uma métrica importante para os investidores por várias razões:

1. Renda Passiva: Para investidores que buscam uma fonte de renda passiva, o dividend yield é uma medida importante, pois indica a proporção do investimento que pode ser recebida de volta em forma de dividendos.
2. Comparação de Investimentos: O dividend yield permite que os investidores comparem o retorno de dividendos entre diferentes ações ou entre ações e outros tipos de investimentos, como títulos ou fundos mútuos.
3. Estabilidade Financeira: Empresas que pagam dividendos consistentes e têm um alto dividend yield muitas vezes são vistas como financeiramente estáveis e maduras. Isso pode ser atraente para investidores que procuram estabilidade e previsibilidade em seus investimentos.
4. Sinal de Saúde Financeira: Um dividend yield saudável pode indicar que a empresa está gerando lucros sólidos e tem confiança em sua capacidade de continuar pagando dividendos no futuro.

No entanto, é importante notar que um dividend yield alto nem sempre é um sinal positivo. Às vezes, um alto dividend yield pode ser resultado de uma queda no preço das ações, o que pode indicar problemas financeiros ou instabilidade na empresa. Portanto, os investidores devem considerar o dividend yield em conjunto com outras métricas e análises antes de tomar decisões de investimento.

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sexta-feira, 22 de março de 2024

O Grande Desafio da Conscientizão é Enfrentar a Ignorância e as Fake News


Dag Vulpi, 22 de março de 2024.

A empreitada pela conscientização enfrenta uma batalha quase impossível. Comprometida principalmente por séculos de educação deficiente e, sobretudo, pela ascensão do poder da ignorância, que se fortaleceu através da disseminação de notícias falsas, alimentando essa massa desinformada.

Na perspectiva contemporânea, a batalha pela conscientização emerge como um campo de luta árduo e complexo. Enquanto os esforços para educar e informar se intensificam, encontram-se diante de desafios sinistros, cravados na história e no tecido social.

Séculos de uma educação deficiente têm deixado marcas profundas, minando a capacidade da sociedade de discernir entre o que é verdadeiro e o que é manipulado. Essa deficiência educacional tem sido alicerçada, ainda mais, pela proliferação de notícias falsas, que encontram terreno fértil em uma população carente de habilidades críticas.

A ascensão do poder da ignorância, portanto, não é uma mera coincidência, mas sim o resultado de um sistema que negligenciou a educação como uma prioridade. A disseminação deliberada de desinformação, sistemática, com motivações políticas ou econômicas, tem minado os esforços para promover uma sociedade mais esclarecida e justa.

Nesse cenário desafiador, a tarefa de conscientização se torna quase impossível. É necessário um esforço conjunto e coordenado, que abranja não apenas instituições educacionais, mas também meios de comunicação, governos e a sociedade civil como um todo. Somente através de uma abordagem holística e comprometida será possível superar os obstáculos e cultivar uma cultura de pensamento crítico e informação responsável.

terça-feira, 12 de março de 2024

ÍNDICES ECONÔMICOS 3º MANDATO LULA - DESEMPREGO


Dag Vulpi - 12 de março de 2024

No segundo trimestre de 2023, a taxa de desemprego registrou uma queda para 8%, encerrando o ano com um promissor 7,4% no quarto trimestre. Esta marca representa a menor taxa desde 2014, indicando uma tendência positiva no cenário do emprego.

Variações Trimestrais:

2021:
1º Trimestre: 14,9%
2º Trimestre: 14,2%
3º Trimestre: 12,6%
4º Trimestre: 11,1%

2022:
1º Trimestre: 11,1%
2º Trimestre: 9,9%
3º Trimestre: 8,7%
4º Trimestre: 7,9%

2023
1º Trimestre: 8,8%
2º Trimestre: 8,0%
3º Trimestre: 7,7%
4º Trimestre: 7,4%

CNN Brasil - 28 de jul. de 2023

IBGE: A taxa de desocupação no Brasil atingiu 8,0% no trimestre encerrado em junho, o menor resultado para o período desde 2014. É uma redução de 0,8 ponto percentual (p.p.) frente ao trimestre anterior (8,8%), de janeiro a março.
https://www.cnnbrasil.com.br

Agência Brasil - 31 de ago. de 2023
https://agenciabrasil.ebc.com.br
A taxa de desocupação no trimestre encerrado em julho de 2023 ficou em 7,9%. É o menor resultado para o período desde 2014, quando foi de 6,7%. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (31) pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

g1 — Rio de Janeiro - 31/10/2023

O mercado de trabalho no Brasil registra recorde histórico de trabalhadores ocupados e, consequentemente, o patamar mais baixo de desemprego em quase uma década. É o que apontam os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta terça-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Desemprego cai a 7,7% em setembro, com recorde de trabalhadores ocupados no país, diz IBGE
Com 8,3 milhões de desempregados, taxa de desemprego é a menor registrada no país desde fevereiro de 2015. Emprego com carteira assinada foi o que mais cresceu este ano.
https://g1.globo.com/economia/noticia/2023/10/31/desemprego-fica-em-77percent-no-trimestre-terminado-em-setembro-aponta-ibge.ghtml

Brasil de Fato | Curitiba (PR) | 31 de janeiro de 2024

Desemprego fecha 2023 em 7,4% e tem menor média anual desde 2014
Taxa média de desocupação ficou em 7,8% no ano passado, contra 9,6% em 2022.

O percentual de trabalhadores brasileiros desempregados encerrou o ano de 2023 em 7,4%. Com isso, a taxa média de desocupação no país durante o primeiro ano do novo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ficou em 7,8%, 1,8 ponto percentual a menos do que os 9,6% registrados em 2022. O desemprego médio em 2023 foi o menor já registrado desde o ano de 2014.

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Fazem parte da última edição da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua).

https://www.brasildefato.com.br/2024/01/31/desemprego-fecha-2023-em-7-4-e-tem-menor-media-anual-desde-2014

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