sábado, 14 de novembro de 2015

Atentados em Paris têm mais de 128 mortos e 300 feridos

Fontes policiais francesas afirmaram hoje (14) que os atentados terroristas dessa sexta-feira (13) à noite, em Paris, causaram pelo menos 128 mortos. Há 300 feridos, 80 dos quais em estado crítico.

Os hospitais públicos de Paris também receberam 177 casos de "emergência relativa". Esse balanço inclui 43 "testemunhas ou familiares" que precisaram de assistência, de acordo com a Assistência Pública-Hospitais de Paris, que coordena o conjunto dos estabelecimentos hospitalares.

Pelo menos 53 pessoas tinham recebido alta ao início da tarde de hoje.

Oito terroristas, todos com coletes de explosivos, atacaram sete locais, entre eles uma sala de espetáculos e o estádio nacional, onde ocorria um jogo de futebol entre as seleções de França e da Alemanha. Segundo a polícia, os oito terroristas foram mortos em operações de segurança.

A França decretou o estado de emergência e fechou as fronteiras para controlar a saída de entrada de pessoas. O presidente François Hollande classificou os acontecimentos dessa sexta como “ataques terroristas sem precedentes no país”.

Estes foram os atentados mais sangrentos na Europa desde os ataques em Madrid, em 2004. Oficialmente, os atentados ainda não foram reivindicados. "Esta terrível provação (...) sabemos de onde vem, quem são estes criminosos, quem são estes terroristas", afirmou Hollande.

O ministério do Interior francês pediu, em comunicado aos parisienses, que se mantenham em casa, e divulgou um número de informações ao público. "As pessoas que se encontrem em casa, em casa de amigos, ou em instalações de trabalho na região parisiense, devem evitar sair, salvo em caso de necessidade absoluta", de acordo com a página do ministério na internet.

A prefeitura de Paris já havia feito essa mesma recomendação ainda na noite de ontem, tendo cancelado também várias linhas de metrô, trem e ônibus que levam aos locais que foram foco dos atentados.

As autoridades criaram uma plataforma online para reunir testemunhos que possam ajudar nas investigações.

Estado Islâmico reivindica ataques a Paris, diz portal que monitora jihadistas


O portal “Site”, que monitora as atividades dos jihadistas na internet, disse que o grupo terrorista Estado Islâmico assumiu a autoria dos ataques na noite desta terça-feira (13) em Paris. Até agora, a polícia contabiliza mais de 100 mortos em sete ataques na capital francesa, a maioria na casa de espetáculos Bataclan.

Segundo a diretora do portal, Rita Katz, a revista do Estado Islâmico, a “Dabiq”, escreveu que a França “manda seus ataques aéreos para a Síria diariamente” e que essas ações “matam crianças e idosos”. “Hoje vocês estão bebendo do mesmo cálice”, escreveu a publicação.

Ela ainda informou, por meio de sua conta no Twitter, que há simpatizantes do grupo terrorista “celebrando” a série de ataques. “Fãs do Estado Islâmico celebram os ataques na França com um aviso: 'isso é só o começo … Aguarde até os istishhadis [suicidas] chegarem com seus carros”, postou a diretora do maior portal de monitoramento das atividades jihadistas. Segundo ela, os simpatizantes afirmam: “Lembrem, lembrem esta data, #Paris. Eles nunca vão esquecer este dia, como os americanos não esquecem do 11 de setembro”.

Hollande fecha fronteiras depois de atentado

O presidente da França, François Hollande, determinou ontem (13) o fechamento das fronteiras do país após os vários tiroteios registrados em Paris na noite desta sexta-feira.

“Ninguém ponderá entrar para cometer qualquer ato contra a França”, disse Hollande. O objetivo, explicou, é também impedir que os autores dos crimes saiam do território. “É uma provação terrível que nos acomete. Sabemos de onde vêm, quem são esses terroristas, esses criminosos.”

Hollande expressou sua compaixão às famílias das vítimas que morreram e dos feridos. Ele ressaltou, ainda, que este é o momento da França mostrar “unidade e sangue frio frente o terror”.

“A França deve ser forte, deve ser grande. E as autoridades devem ser duras. E seremos”, garantiu.


Mostrando firmeza diante de todo o medo que se instalou na França nesta sexta-feira, o presidente francês disse estar ciente que esse foi um ato terrorista e que os terroristas querem provocar o medo, querem deixar o país apavorado. “Mas, diante do pavor, há uma nação que sabe se defender, sabe mobilizar suas forças e que, uma vez mais, saberá vencer os terroristas”, afirmou.

Hollande também informou que, neste momento, as forças de segurança estão atacando, agindo em um local não divulgado em Paris. “Eu peço agora que vocês mantenham a confiança em tudo o que podemos fazer com as forças de segurança para preservar a nação dos atos terroristas. Viva a República, Viva a França!”.

Terroristas dispararam por 10 a 15 minutos com rifles AK-47, diz testemunha


Os terroristas que atacaram na noite de ontem (13) a sala de espetáculos parisiense Bataclan dispararam com o rosto descoberto durante vários minutos contra o público que assistia a um concerto, tendo inclusive recarregado as armas, relatou um jornalista que estava no local.

O diário francês Libération reproduziu no seusite na internet o testemunho de Julien Pearce, jornalista da Europe 1, que estava no Bataclan quando começou o tiroteio.

“Vários indivíduos armados entraram no concerto e dois ou três de rosto descoberto começaram a disparar com armas automáticas de tipo Kalachnikov [rifle de assalto semi ou totalmente automático de fabricação russa conhecido como AK-47] ao acaso sobre a multidão”, relatou.

Julien Pearce estima que o ataque tenha durado "entre 10 e 15 minutos”, destacando que “foi extremamente violento e houve pânico”. Ele detalhou ainda que “os terroristas tiveram tempo de recarregar as armas pelo menos por três vezes”, que “não estavam mascarados, estavam senhores de si e eram muito jovens”.

Explosões e ataque com arma automática em Paris


Várias explosões foram registradas hoje (13) perto do Estádio de França, em Paris, e um homem disparou uma arma automática num restaurante da capital francesa, segundo a imprensa local.

Segundo a imprensa, há vários mortos e feridos.

A imprensa noticia também que a polícia já está no local e que foram estabelecidos cordões de segurança. No momento, ocorre um jogo de futebol entre as seleções francesa e alemã no Estádio de França.

Polícia fala em pelo menos 18 mortos nos ataques em Paris

Os ataques com arma de fogo ocorridos esta noite em Paris já causaram pelo menos 18 mortos e vários feridos, segundo fontes policiais, e o presidente François Hollande está no Ministério do Interior.
Hollande estava no Estádio da França, nos arredores de Paris, a assistir ao jogo amistoso entre as seleções de futebol da França e da Alemanha, onde também se registaram pelo menos duas explosões e há relatos de um ferido.
A polícia francesa avançou que há reféns na sala de espetáculos Bataclan, no XI bairro de Paris, na avenida Voltaire (A capital francesa está dividida em 20 bairros.

Tiroteios matam pelo menos 40 pessoas em Paris

Paris está novamente sob ataque. Cerca de dez meses depois do atentado à redação do jornal satírico Charlie Hebdo, pelo menos três tiroteios foram registrados em vários locais da capital francesa. Até o momento, o balanço da polícia contabiliza até agora pelo menos 40 mortes.

Além disso, uma explosão atingiu um bar perto do Stade de France, onde ocorria um amistoso entre a seleção da França e da Alemanha. As primeiras informações dão conta que o presidente François Hollande estava no estádio e precisou deixar o local. No primeiro tiroteio, um homem abriu fogo com um fuzil kalashnikov em um restaurante no 10º Arrondissement e, de acordo com a emissora BFM-TV, matou "várias pessoas".

Logo em seguida, ao menos 50 disparos foram ouvidos na célebre casa de espetáculos Bataclan, perto da redação do Charlie Hebdo. Ainda há reféns no local. Pouco depois, o palco de tiroteios foi o 11º arrondissement, onde 12 pessoas estão caídas no chão. Após os ataques, Hollande iniciou uma reunião de emergência no Ministério do Interior.

Os tiroteios reacendem o clima de terror instaurado na cidade em janeiro passado, quando dois homens armados invadiram a sede do Charlie Hebdo e mataram 12 pessoas. Dois dias depois, outro jihadista sequestrou um mercado kosher em Paris e deixou quatro mortos. Antes disso, ele já havia matado uma policial durante uma troca de tiros.

Tiroteios matam pelo menos 40 pessoas em Paris

Paris está novamente sob ataque. Cerca de dez meses depois do atentado à redação do jornal satírico Charlie Hebdo, pelo menos três tiroteios foram registrados em vários locais da capital francesa. Até o momento, o balanço da polícia contabiliza até agora pelo menos 40 mortes.

Além disso, uma explosão atingiu um bar perto do Stade de France, onde ocorria um amistoso entre a seleção da França e da Alemanha. As primeiras informações dão conta que o presidente François Hollande estava no estádio e precisou deixar o local. No primeiro tiroteio, um homem abriu fogo com um fuzil kalashnikov em um restaurante no 10º Arrondissement e, de acordo com a emissora BFM-TV, matou "várias pessoas".

Logo em seguida, ao menos 50 disparos foram ouvidos na célebre casa de espetáculos Bataclan, perto da redação do Charlie Hebdo. Ainda há reféns no local. Pouco depois, o palco de tiroteios foi o 11º arrondissement, onde 12 pessoas estão caídas no chão. Após os ataques, Hollande iniciou uma reunião de emergência no Ministério do Interior.

Os tiroteios reacendem o clima de terror instaurado na cidade em janeiro passado, quando dois homens armados invadiram a sede do Charlie Hebdo e mataram 12 pessoas. Dois dias depois, outro jihadista sequestrou um mercado kosher em Paris e deixou quatro mortos. Antes disso, ele já havia matado uma policial durante uma troca de tiros.

BNDES tem lucro de R$ 3,124 bilhões no terceiro trimestre de 2015

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou no terceiro trimestre do ano, lucro líquido de R$ 3,124 bilhões. O valor é 62% maior que o alcançado no mesmo período do ano passado, quando ficou em R$ 1,928 bilhão. De acordo com a instituição, o resultado reflete a melhora do resultado de intermediação financeira.

No acumulado entre janeiro e setembro, o BNDES teve lucro líquido de R$ 6,639 bilhões, resultado que significa queda de 10,3% na comparação aos nove meses de 2014, quando o lucro atingiu R$ 7,399 bilhões. Segundo o banco, a contração foi influenciada pelo resultado com participações societárias, após retração de R$ 5,4 bilhões se comparados os períodos, em razão, especialmente, da depreciação do mercado de capitais, classificada como forte pelo banco.

Em 30 de setembro, a rentabilidade sobre o patrimônio chegou a 15,45%. Na avaliação do BNDES, a qualidade da carteira de crédito precisa ser garantida, porque além de ser um banco público, o retorno das operações compõe o principal fundo para a concessão de novos financiamentos a projetos de investimentos.
Segundo o banco, o patrimônio líquido do Sistema BNDES em setembro de 2015 alcançou R$ 33,8 bilhões. Em dezembro de 2014 era R$ 30,7 bilhões. “O aumento do patrimônio líquido foi influenciado pelo resultado do período de R$ 6,6 bilhões, compensado pela perda no valor de mercado de participações societárias em empresas não coligadas [R$ 5,4 bilhões]”, explicou.

O retorno das operações do banco nos primeiros nove meses do ano representaram 95,8% dos recursos desembolsados no período. “O percentual de créditos renegociados foi apenas 1,88% da carteira total em 30 de setembro de 2015”, completou o BNDES.

O banco informou ainda que a redução expressiva do volume de dividendos pagos pelas empresas da carteira de participações societárias (R$ 2,347 bilhões) e o aumento na constituição de provisão para perdas no valor de R$ 2,794 bilhões, incluindo a queda do índice da Bolsa de Valores, contribuíram para o recuo do resultado com participações societárias, que atingiu R$ 5,450 bilhões. O BNDES acrescentou que o desempenho foi impactado por fatores alheios à gestão da instituição.

O banco destacou ainda o baixo percentual de inadimplência (0,02%). “Bem abaixo da média do Sistema Financeiro Nacional [SFN], de 3,1%, no período e que reflete a alta qualidade da carteira de crédito do banco”, indicou.

Na BNDES Participações (BNDESpar), o lucro no terceiro trimestre ficou em R$ 1,314 bilhão, bem acima do registrado no mesmo período no ano anterior, quando foi R$ 467,986 milhões. De janeiro a setembro, o resultado foi negativo em R$ 96 milhões, mas ainda assim, significou recuperação em relação ao prejuízo de R$ 1,410 bilhão dos primeiros seis meses do ano. Em 2014, nos primeiros nove meses do ano, a BNDESPar obteve lucro de R$ 2,616 bilhões.

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