quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Cartunista assassinado fez charge dizendo que atentado na França ocorreria em janeiro




Em uma de suas mais recentes criações, o cartunista e diretor de publicações do Charlie Hebdo, Stéphane Charbonnier, ou Charb, como era mais conhecido, publicou um desenho que o jornal francês Le Monde chamou de premonitório: um alerta sobre o perigo dos ataques terroristas ao país.

Na charge, publicada logo no início deste ano, a chamada em francês diz “A França segue sem sofrer atentados” acima da imagem de um suposto terrorista armado, que ameaça: “Atenção. Esperem até o final de janeiro para comemorar”.

Charb está entre os 12 mortos do ataque terrorista a sede do veículo, no coração de Paris, nesta quarta-feira (7).

A publicação era famosa por fazer duras críticas a religiões, incluindo o Islã. Por causa dessas sátiras, o diretor era escoltado por policiais desde 2011, quando um incêndio criminoso tomou a sede da revista após a publicação de caricaturas de Maomé.

Nascido em 21 de agosto de 1971 em Conflans-Sainte-Honorine, Charb havia mencionado em outra matéria do jornal francês que não tinha medo das represálias por causa de seu trabalho.

“Prefiro morrer de pé do que viver de joelhos”, disse ele em uma dessas ocasiões.

Além das 12 mortes, segundo o boletim divulgado mais recentemente, os terroristas deixaram 20 feridos, quatro deles em estado grave. Os homens estavam armados com um fuzil kalashnikov e um lança-foguete, disseram autoridades francesas.

Testemunhas contaram que, antes de deixarem o local, os homens teriam gritado “Vingamos o profeta!”, segundo o jornal Le Monde. Há ainda três feridos internados em estado grave.

Rocco Contento, porta-voz do sindicato dos policiais local, disse aos jornalistas que três suspeitos fugiram em um carro dirigido por um quarto homem. O veículo seguiu no sentido de Port de Pantin, onde o grupo teria roubado outro carro e fugido, de acordo com o jornal inglês The Guardian.

Do IG

Youssef afirma ter passado propina a Cunha




"É claramente uma tentativa política de atacar a minha candidatura, visando a criar constrangimentos para contrários se beneficiarem", escreveu deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no Twitter, sobre a divulgação de que deve ser alvo de inquérito da Procuradoria por suposta ligação com o esquema montado por Alberto Youssef; favorito na disputa pela presidência da Câmara, ele faz referência a Arlindo Chinaglia (PT-SP); doleiro afirma ter repassado verba em dinheiro ao parlamentar.

Mencionado por dois réus da operação Lava Jato, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) atribuiu a adversários políticos a divulgação de que ele deve ser alvo de inquérito da Procuradoria por suposta ligação com o esquema de corrupção montado pelo doleiro Alberto Youssef.

"É claramente uma tentativa política de atacar a minha candidatura, visando a criar constrangimentos para contrários se beneficiarem", escreveu Cunha no Twitter, favorito na disputa pela presidência da Câmara. Sem citar nomes, ele faz referência a Arlindo Chinaglia (PT-SP).

"É lamentável que oponentes usem desse expediente baixo tentando me desqualificar. Se a pólvora da bomba deles é dessa qualidade, será tiro de festim na água."

Cunha foi citado no depoimento de um policial federal preso como beneficiário de desvio de recursos da Petrobras. Foi também envolvido pelo próprio doleiro, que afirma ter pago o parlamentar com valores em espécie.  Segundo Youssef, a propina foi paga  “por intermédio de Fernando Baiano”. Ele foi apontado como lobista do PMDB, por sua proximidade com o ex-diretor Nestor Cerveró.

"Eu tenho absoluta certeza de que essa informação é falsa. A mesma certeza que eu tinha em relação à outra informação [a do policial], tenho em relação a essa. Não conheço esse senhor [Youssef]. Estou absolutamente tranquilo em relação a isso. É mais uma iniciativa política para me prejudicar", rebate Cunha.

Parlamentar defende na rede social a abertura de outra CPI sobre o caso.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Departamento Antidrogas americano investiga Aécio Neves por tráfico internacional de drogas




Depois das denúncias a respeito das irregularidades em relação ao aeroporto de Cláudio (MG) envolvendo a polêmica pista de pouso com o tráfico de drogas, a Drug Enforcement Administration (DEA) esteve no Brasil no mês de novembro.

(reprodução integral – PlantãoBrasil)

Depois da repercussão nacional e internacional envolvendo o nome do senador Aécio Neves (PSDB) com helicóptero pertencente, a Agropecuária Limeira, preenchido com 450 quilos de cocaína, no qual foi divulgado amplamente pelo canal Telesur e um dos sites mais famosos dos EUA, o TMZ. O juiz federal Marcus Vinícius Figueiredo de Oliveira Costa do Espirito Santo, recebeu em seu gabinete o agente da Polícia Federal Rafael Pacheco. Ele estava acompanhado de dois homens que falavam português com sotaque.

Apresentaram-se ao juiz como agentes da DEA – a agência antidrogas americana. Os investigadores estrangeiros queriam saber o local do pouso do helicóptero que trouxe de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, pelo menos 445 quilos de pasta base de cocaína. O local do pouso estava registrado no GPS da aeronave.

A conversa era informal e se alongou. Os agentes da DEA contaram ao juiz que, assim como o México é a rota da droga para os Estados Unidos, o Brasil se transformou no principal corredor da cocaína exportada para a Europa, e assim como no México o tráfico de drogas alimenta a política, no Brasil não seria diferente, e essa especulação que envolve o nome do Senador Aécio Neves, “os interessa e muito”!.

Telesur é um dos maiores canais de televisão da América Latina, já TMZ ganhou notoriedade quando o artista Michael Jackson faleceu. O TMZ foi a primeira mídia a divulgar sua morte superando grandes redes de notícias mundiais. 4 Horas mais tarde, a informação foi confirmada e o TMZ se tornou oficialmente uma referência de informações sobre celebridades.


Foco da investigação do DEA


A policia investiga se o aeroporto de Cláudio foi utilizado como rota para o tráfico de drogas, uma vez que já é pública a informação de que o helicóptero da empresa Limeira Agropecuária, da família do senador Zezé Perrela, apreendido no Espírito Santo transportando 445 quilos de cocaína em novembro passado, chegou a pousar antes em um ponto do povoado de Sabarazinho (apenas 14 km de distância do aeroporto mineiro de Cláudio), três horas antes de seguir viagem para um sítio na cidade capixaba de Afonso Cláudio. A PF chegou a tal confirmação baseando-se no rastreamento do GPS do helicóptero, assim como nas anotações do plano de voo dos pilotos. e apreendido pela Polícia Federal do Espírito Santo, no sudeste do país, no último ano.

▼ link do site americano ▼

http://www.telesurtv.net/english/news/The-Scandals-of-Brazilian-Candidate-Aecio-Neves-20141015-0004.html

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