sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Filho de Eduardo Campos, João é apontado como seu herdeiro político

Jovem de 20 anos cogitou se lançar candidato a deputado federal nas eleições deste ano, mas foi convencido pelo pai a terminar os estudos
 
João Campos, filho do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, é visto na entrada da casa da família em Recife ( Clélio Thomaz/LeiaJáImagens /VEJA)
João Campos, de 20 anos, é apontado por pessoas próximas à família e amigos de Eduardo Campos como herdeiro político do ex-governador de Pernambuco, morto nesta quarta-feira em um acidente aéreo em Santos. A informação é do jornal O Estado de S.Paulo desta sexta-feira.

O jovem João Campos, segundo dos cinco filhos de Campos, já é filiado ao PSB e teria cogitado, de acordo com o jornal, lançar-se como candidato a deputado federal já nas eleições deste ano, mas foi convencido por seu pai a primeiro terminar os estudos.

FAB alertou para área reservada a drones próxima a Santos

O aviso sobre os drones foi emitido para o período entre os dias 11 e 31 de agostoArte Agência Brasil
A Força Aérea Brasileira (FAB) emitiu recentemente um aviso sobre a existência de uma área reservada para o voo de drones(aviões não tripulados), próxima a Santos (SP), onde aconteceu o acidente com o avião em que viajava a comitiva do candidato à Presidência Eduardo Campos. No entanto, a FAB explicou que esse alerta não diz que haveria um veículo aéreo não tripulado voando no momento do acidente.

Ao fazer o plano de voo, antes de decolar, todos os pilotos recebem um aviso dos aeronavegantes, chamado de Notan, que diz quais são as restrições no espaço aéreo de sua rota. Segundo a FAB, o aviso sobre os drones foi emitido para o período entre os dias 11 e 31 de agosto e a área ativada fica a cerca de 20 quilômetros da pista de pouso do aeródromo de Guarujá, “bem distante da possível trajetória percorrida pelo PR-AFA no dia 13 de agosto”, disse a FAB, em nota.

A equipe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) prossegue na investigação do acidente. A gravação da conversa entre os pilotos ainda não tem prazo para ser concluída.

Da Agência Brasil



quinta-feira, 14 de agosto de 2014

O legado deixado por Rodney Miranda e as ações de Eduardo Campos para melhorar a segurança pública de Pernambuco


Por Elimar Côrtes
Quando assumiu o governo do Estado de Pernambuco em 1º de janeiro de 2007, Eduardo Campos encontrou um cenário desastroso na área de segurança pública – também pudera, até um dia antes de sua posse o secretário de Defesa Social pernambucano era o “nosso” Rodney Miranda, que assumira o cargo em janeiro de 2006, depois de ter sido exonerado no Espírito Santo pelo seu fiel escudeiro, o ex-governador Paulo Hartung, por ter mentido para Hartung no escândalo do grampo telefônico na Rede Gazeta.

Rodney Miranda deixou Pernambuco na segunda colocação no número de homicídios no País – como já fizera em solo capixaba. Eduardo Campos, entretanto, mudou o cenário. Levou para o Palácio dp Campo das Princesas cientistas sociais, recrutados da Universidade Federal de Pernambuco, que ajudaram seus principais assessores dentro das Polícias Militar e Civil a elaborar um programa de segurança pública.

“PSDB é quadrilha organizada para vender o País.Na Petrobrás, só não venderam o “mastro”


Jornalista Palmério Dória diz que ex-presidente tem sorte de não sofrer mesmo destino de Carlos Menem e Alberto Fujimori, ex-presidentes que hoje estão presos.

Do Poços 10 em 26/04/2014

“Mensalão é pouco perto da emenda da reeleição”

Vamos comparar o mensalão à emenda da reeleição. Houve blindagem da imprensa ao presidente Fernando Henrique Cardoso? O sr. acha que o caso da emenda mereceria tanta repercussão quanto o mensalão?

É exatamente o inverso. O caso do mensalão é café pequeno perto da questão da emenda da reeleição, se pegarmos o volume de gente envolvida, as filas de parlamentares se vendendo, segundo diz Pedro Simon [senador pelo PMDB-RS], por exemplo. O mensalão está sendo reavaliado. O próprio Elio Gaspari [jornalista], em sua coluna, disse que, perto da história do propinoduto, o mensalão é café pequeno. Os números começam a aparecer. Sempre digo que os tucanos roubaram em um padrão galáctico. Só computação quântica pode chegar perto dos valores que houve em São Paulo, na privatização — para comprar a reeleição de FHC, porque não dá para separar as coisas, é como suplemento de jornal, as coisas estão unidas e coesas.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Eduardo Campos morre em Santos após queda do avião em que viajava

Jato caiu sobre casas em um bairro residencial da cidade, no litoral paulista.
Presidenciável do PSB tinha viajado para cumprir agenda de campanha.


O candidato Eduardo Campos no estúdio do G1 durante entrevista na última segunda (11) (Foto: Caio Kenji/G1)
O candidato a presidente do PSB, o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, morreu na manhã desta quarta-feira (13) após a queda do jato particular em que viajava em um bairro residencial em Santos, no litoral paulista.

Campos tinha uma programação de campanha em Santos nesta quarta. De acordo com a assessoria do candidato, ele participaria às 8h, às 9h30 e às 14h30 de entrevistas a emissoras de televisão locais. Às 10h30, concederia uma entrevista coletiva às 12h30 participaria de um seminário sobre o Porto de Santos.
A bordo da aeronave, estavam sete pessoas, dos quais cinco passageiros (entre eles Campos) e dois tripulantes. Veja a lista dos mortos:
Onde caiu o avião com Campos
- Eduardo Campos, candidado à presidência
- Alexandre da Silva, fotógrafo
- Carlos Augusto Leal Filho (Percol), assessor
- Geraldo da Cunha, piloto
- Marcos Martins, piloto
- Pedro Valadares Neto
- Marcelo Lira
A Polícia Federal enviou seis peritos para Santos a fim de trabalhar na apuração da causa do acidente. O governador Geraldo Alckmin (PSDB) se deslocou para a cidade depois de tomar conhecimento da morte de Campos.
Os principais adversários de Campos na campanha eleitoral, Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB), cancelaram os compromissos de campanha. Todos os comitês de Dilma suspenderamas atividades após a confirmação da morte. "Estou absolutamente perplexo", afirmou Aécio Neves no Rio Grande do Norte.
Nove anos antes, em 2005, no mesmo dia (13 de agosto), morreu o avô do presidenciável, Miguel Arrais, de quem Campos era herdeiro político.
"Estamos muito chocados com tudo", afirmou o deputado federal Marcio França (PSB), presidente do diretório estadual do partido em São Paulo.
França afirmou que Campos estava acompanhado de integrantes da equipe da campanha, como jornalistas e fotógrafo. Ele relatou que a mulher de Campos e o filho não estavam no jato – eles voltaram para Pernambuco em um avião de carreira.

TRE-DF nega registro das candidaturas de Arruda e de Jaqueline Roriz

José Roberto Arruda (PR) poderá seguir em
 campanha até que o TSE decida a questão
em última instância.
Arquivo/Agência Brasil
O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) aprovou hoje (12) a impugnação e negou o registro da candidatura de José Roberto Arruda (PR) ao governo do Distrito Federal com base na Lei da Ficha Limpa. Na mesma sessão, o TRE-DF também impugnou o registro de Jaqueline Roriz (PMN) ao cargo de deputada federal.

O tribunal acatou o pedido feito pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), que entendeu que o ex-governador e Jacqueline Roriz não poderiam concorrer ao pleito por terem sido condenados em segunda instância por crime de improbidade administrativa.

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