Os líderes
partidários da Câmara definiram hoje (10) que as novas regras da Casa para o
rito das medidas provisórias (MPs) já valerão a partir da MP 621, que criou o
Programa Mais Médico, e cujo prazo de votação é 5 de novembro próximo, quando perde
a eficácia e não pode mais ser transformada em lei.
Ontem (9), o
presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), estabeleceu
que a Casa só analisará as MPs que chegarem ao plenário com
prazo mínimo de 15 dias úteis para a perda de
validade e que não contenham os chamados penduricalhos. "Queremos agora
corrigir o erro", resumiu Alves.