sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Projeto isenta pensões do Imposto de Renda

A Câmara analisa o Projeto de Lei 2402/11, do deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES), que isenta as pessoas físicas do pagamento de Imposto de Renda sobre os rendimentos recebidos em dinheiro a título de alimentos e pensões. A proposta altera a Lei 7.713/88, que regulamenta o Imposto de Renda. Pela norma atual, o imposto incide, sem qualquer dedução, sobre os alimentos e pensões percebidos em dinheiro.

De acordo com o projeto, alimentos e pensões deixam de ser considerados parte do rendimento bruto do contribuinte. O Poder Executivo deverá estimar o montante da renúncia fiscal decorrente da implementação da medida e o incluirá no projeto de lei orçamentária.
O autor argumenta que a incidência do Imposto de Renda sobre esses rendimentos é inconstitucional, uma vez que viola os princípios constitucionais da capacidade contributiva, especialmente, o princípio da dignidade da pessoa humana. “Trata-se de rendimentos essenciais e indispensáveis para garantir a sobrevivência. De forma que não me parece justa a incidência do Imposto de Renda em casos assim, por ofensa ainda aos princípios da razoabilidade e da proporcionalidade”, afirmou Coimbra.
Tramitação
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

BBB-12: a lista do bacanal do Bial

Big Brother Brasil. Nenhum programa é tão criticado e tão assistido pela população brasileira. Com algumas das cotas de patrocínio mais caras do Brasil, vendidas com meses de antecedência, o BBB, franquia adquirida pela Globo da Endemol, tem o dom de transformar anônimos em celebridades da noite para o dia. Da casa que Pedro Bial define como “nave louca”, já saíram várias capas da Playboy, a apresentadora Sabrina Sato, que hoje está no Pânico da Rede TV e até um deputado que vem se destacando no Congresso Nacional por suas posições contra a homofobia, que é Jean Wyllys. Nesta quarta-feira, a Globo divulgou a lista dos nomes que participarão da 12ª edição do programa, que premiará o vencedor com R$ 1,5 milhão.

Nesta nova edição, que começa na próxima terça-feira, a Globo divulgou a participação de uma produtora de filmes pornôs, de um ex-Mister Brasil e de uma quase vencedora do concurso de bumbum mais bonito do Brasil. É a garantia de sexo ao vivo para a família brasileira.

A cada ano, o BBB amplia suas fronteiras e reflete um novo momento da sociedade brasileira. O programa já foi vencido pelo “estrategista”, pela “empregada doméstica”, pelo “homossexual” e até pela “garota de programa”. E como os limites da casa de tolerância mais espiada do Brasil são sempre estendidos. Bem-vindos ao que um de nossos colunistas, Marcos Lucena, definiu como o “Bacanal do Bial”.

Leia, abaixo, o artigo de Lucena:

Belo Bacanal do Bial

Marcos Lucena

Durante a programação da Rede Globo, já é possível assistir chamadas para a próxima edição do programa Big Brother Brasil. Um animado apresentador Pedro Bial nos convida a viajar nessa “nave louca”. Louca mesmo. Quem diria que um jornalista com uma respeitável biografia fosse “coroar” sua carreira vibrando com fofoquinhas do tipo “quem pegou quem debaixo do edredom” em rede nacional.

Na Roma antiga havia os rituais em homenagem ao Deus Baco, os chamados bacanais, festas luxuriosas que hoje emprestam seu nome para orgias ou outras atividades semelhantes.

O termo 'Big Brother' foi inspirado no livro '1984', escrito por Eric Arthur Blair sob o pseudônimo de George Orwell, publicado em 1949, e se passava no "futuro" ano de 1984. Nele, havia um governante autoritário, o Big Brother, que comandava todo o ocidente e vigiava a todos por câmeras (chamadas teletelas). Com base no que via, manipulava a forma de pensar dos habitantes. É mais ou menos o que nos incutem na cabeça como a definição de Deus. Um velhinho invisível que fica no céu olhando todos os nossos passos, e com base no que vê, prescreve castigos ou recompensas, decidindo ao fim de nossas vidas se nos manda pro céu ou pro inferno. Vai entender essa diversão divina!

Em 1999, o holandês John de Moll, sócio da empresa Endemol, criou um Reality Show com pessoas comuns, onde estas conviveriam juntas numa casa e seriam vigiadas full-time. O nome do programa foi inspirado no livro de George Orwell.

Do livro 1984, que é de 1949, aos dias de hoje, sessenta e poucos anos depois, muita água já rolou, e as edições que se passam hoje do Reality Show em praticamente nada conservam a ideia original. O critério de seleção dos participantes hoje é ter corpo sarado e quociente intelectual baixo (já foi provada e comprovada a garantia de audiência dessa formula), associados à vontade de aparecer a qualquer custo, buscando um trampolim para o sucesso na TV ou nas revistas de nudismo. Lógico que pra não ficar tão flagrante a intenção de formar um bacanal, convidam-se duas ou três pessoas fora desses padrões.

A história tem seus ciclos. Temos um novo Deus Baco no século XXI. O Deus que olha tudo o que se passa pelas câmeras chama-se Pedro Bial. As festas em sua homenagem são feitas na “nave louca”. E acompanhadas em rede nacional. Inclusive por muitos puritanos que são totalmente avessos a orgias, pelo menos no discurso.

Em minha modesta opinião, o programa que estreia em breve nada tem a acrescentar aos espectadores. Quem optar por não assistir, se prepare para ser excluído(a) das rodas de conversa nos próximos três meses. Mas pensando bem, não conversar sobre isso até que é lucro! Sobra tempo para se pensar em algo útil!

Como sugestão, durante o horário do programa, leia um livro, seja ele qual for. O livro 1984, de George Orwell, é uma boa dica.

... E também o perfil dos participantes:

- Fernanda Girão, de 29 anos, empresária carioca. Conhecida por ser "rata de academia", ela é ex-namorada da cantora Nise Palhares, que participou do reality musical "Ídolos".

- Jakeline Leal Lucena, de 22 anos, que mora em Feira de Santana (BA) e estuda zootecnia. Fã de Guns N' Roses e Nando Reis, tem Jesus Cristo como inspiração.

- João Carvalho, de 46 anos, é representante comercial em Minas Gerais. Formado em direito, o flamenguista de braços tutuados e alargadores na orelha diz se interessar por "homens e mulheres".

- João Mauricio Dantas Leite, de 34 anos, ele é flamenguista, pecuarista e mora em Goiânia, mas nasceu no Rio de Janeiro.

- Jonas Sulzbach, de 25 anos, é modelo e Mister Brasil 2010. Torcedor do Grêmio, ele nasceu em Lajeado, no Rio Grande do Sul.

- Kelly Medeiros, de 28 anos, é assistente comercial e já foi dançarina do grupo Aviões do Forró. Nascida em Minas Gerais, ela é frequentadora assídua de academia.

- Laisa Portela, de 25 anos, é estudante de medicina no Rio Grande do Sul e foi uma das finalistas do concurso "Preferência Nacional", realizado pela revista "Playboy" para escolher o bumbum mais bonito do Brasil.

- Mayara Medeiros, de 23 anos, é produtora de vídeos pornôs alternativos. Ela, que mora em São Paulo, também revelou gostar de meninas.

- Netinho, 28 anos, advogado, de Minas Gerais.

- Rafa, 35 anos, projetista de iluminação, do Rio de Janeiro.

- Renata Dávila, de 21 anos, é estudante de psicologia em Minas Gerais e terminou seu namoro com o músico Filipe Soldati antes de entrar no reality show.

- Yuri Fernandes, de 26 anos, é professor de muay thay em Goiânia e personal da musa do Brasileirão Lucilene Caetano.

Via: Brasil 247

Fundação Roberto Marinho investigada

Por José Augusto, no blog Os amigos do presidente Lula:

A batata da ONG da Rede Globo está assando.

Uma solicitação de informações ao TCU (Tribunal de Contas da União) mostra que o Ministério Público Federal está investigando as relações da Fundação Roberto Marinho com os desvios de dinheiro público no Ministério Turismo, desbaratados na operação Voucher da Polícia Federal.

A operação Voucher, em agosto de 2011, prendeu diversos funcionários do Ministério do Turismo, acusados de participarem de um esquema de fraudes envolvendo ONG's.

Uma das maiores ONG's que receberam dinheiro do Ministério do Turismo foi a Fundação Roberto Marinho, a ONG ligada às Organizações Globo. Houve falta  de transparência da ONG na prestação de contas públicas sobre R$ 17 milhões extraídos dos cofres públicos.

O noticiário da TV Globo (e da chamada grande imprensa) sobre a "faxina" no Ministério do Turismo, varreu para debaixo do tapete o nome da Fundação dos donos da Globo.

Relatório do TCU indica superfaturamento de R$ 13,86 milhões pela ONG da Globo junto ao Ministério do Turismo.

Um relatório TCU constatou que o contrato tinha como meta treinar 80 mil profissionais ligados ao turismo. Porém, até a data analisada, apenas cerca de 19.751 pessoas eram alunos de verdade (mesmo assim nada diz sobre quais completaram de fato o curso).

O número de alunos ativos corresponde a apenas 25% da meta.

E aponta para um possível superfaturamento de 75% embolsado indevidamente pela ONG da Globo.

Em valores financeiros, esse superfaturamento corresponde a um rombo de R$ 13,86 milhões nos cofres públicos, já que o custo por aluno era de R$ 176,65.
 A operação Voucher, em agosto de 2011, prendeu diversos funcionários do Ministério do Turismo, acusados de participarem de um esquema de fraudes envolvendo ONGs.

O blog Amigos do Presidente Lula mostrou na época que uma das maiores ONGs que receberam dinheiro do Ministério do Turismo foi a Fundação Roberto Marinho, a ONG ligada às Organizações Globo. E houve incômodo com o cinismo da falta de transparência da ONG na prestação de contas públicas sobre R$ 17 milhões extraídos dos cofres públicos.

 O noticiário da TV Globo (e da chamada grande imprensa) sobre a "faxina" no Ministério do Turismo varreu para debaixo do tapete o nome da Fundação dos donos da Globo.

Relatório do TCU indica superfaturamento de R$ 13,86 milhões pela ONG da Globo junto ao Ministério do Turismo.

Um relatório TCU constatou que o contrato tinha como meta treinar 80 mil profissionais ligados ao turismo. Porém, até a data analisada, apenas cerca de 19.751 pessoas eram alunos de verdade (mesmo assim nada diz sobre quais completaram de fato o curso).


quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Computação em nuvem e backups no Android com o Titanium Media Sync [Dica]

Aproveitando que segurança é o assunto mais em voga quando se trata de smartphones e Android, vai a dica para um sistema de backup infalível que está ao alcance de qualquer usuário intermediário. A principal ferramenta aqui é o Titanium Media Sync. Os interessados podem instalar o aplicativo, o melhor da categoria, agora mesmo. O texto tratará das possibilidades oferecidas por esse app ou pela combinação dele com alguns outros.

A situação

Muito do seu Android já fica salvo na nuvem através da sua Google Account e pronto para ser recuperado após um Factory Reset ou até mesmo depois da aquisição de um novo Android. Seus contatos, seus e-mails, seus apps em utilização, gratuitos ou pagos. Tudo isso irá povoar um Android “zerado” tão logo você configure a Google Account.
Sempre há aqueles dados que você gostaria de poder restaurar mas que não vão para a nuvem da Google, não estão replicados na internet ou em qualquer dispositivo. A verdade é que realização de backups manuais é hábito de pouquíssima gente e se você perder seu smartphone, muita coisa, sobretudo os dados carregados no SD Card, perder-se-ão juntos com ele.

A solução

O funcionamento do Titanium Media Sync é muito interessante e permite que você faça uso da ferramenta conforme suas prioridades. O que ele faz é manter em sincronia uma cópia de cada pasta selecionada pelo usuário em um armazenamento remoto. É possível, para o armazenamento online, escolher contas do Dropbox ou de servidores FTP, SFTP, ou FTPS (FTP over TLS/SSL).
Uma vez adicionada as contas, a interface do app mostra seus arquivos locais à esquerda e o servidor remoto à direta. Basta por o dedo sobre um arquivo local e arrastar para o servidor remoto para criar um “espelho” online daquela pasta, com todo o seu conteúdo.

Em suas configurações padrão, o app irá realizar a sincronização toda vez que o dispositivo estiver conectado ao carregador e conectado a uma rede WiFi. Essas configurações evitam que você consuma demasiadamente a carga da bateria os a sua cota do plano de dados.
Voce pode manter, em sincronia com um servidor de FTP que roda no NAS, suas pastas de fotos e vídeos produzidos com a câmera do smartphone, além da pasta de downloads e as pastas de backup, tanto do Titanium Backup quando uma efetiva cópia da memória NAND, gerada com o ClockworkMod Recovery.

Opções para usuários avançados

Além de ser bastante fácil de usar e acessível para o usuário comum, o Titanium Media Sync se faz uma poderosa ferramenta na mão de um usuário avançado. No exemplo dado acima, por exemplo, ao manter um backup da memória NAND do aparelho sincronizado com o FTP de casa, na verdade voce tem, em termos de software, o seu Galaxy S II inteiramente replicado, sem que qualquer detalhe deoce poderle se perca diante de uma necessidade de restauração.
Digamos que esse smartphone seja completamente destruído. Com a cópia da memória NAND, voce poderá replicá-lo inteiramente, sem que qualquer mínimo detalhe ou aspecto de configuração seja alterado, num outro Galaxy S II.  Isso é segurança.

Suposto Nexus Tablet poderá ser concorrente do Kindle Fire


Baseada inicialmente em rumores, depois fortalecida por declarações de Eric Schmidt, a ideia de que a Google planeja fabricar sua própria linha de tablets se torna cada vez mais concreta. Inicialmente especulado como um modelo hi-end, a se posicionar lado a lado ou acima de um Asus Transformer Prime, novas informações sugerem um Nexus Tablet barato para bater de frente com o Kindle Fire.

Que a Google pretenda concorrer efetivamente com o Kindle Fire é mais do que esperado. Conforme cheguei a argumentar num artigo, escrito logo após o lançamento do Fire, o tablet da Amazon se apresenta como um concorrente interno para o Android. Trata-se de um tablet baseado no código fonte do Android, mas inteiramente reformulado para utilizar exclusivamente o ecossistema de apps e de conteúdo da Amazon. Ou seja, o tablet usa o Android e acaba se tornando um concorrente da própria Google, uma vez que nem os GApps podem ser instalados no aparelho, a não ser mediante hacks.

A nova informação parte do Digi Times, que alega ter acesso a fontes segundo as quais o tablet oficial da Google terá uma tela de 7 polegadas e deverá custar menos que US$ 200,00, tendo como alvo principal o Kindle Fire, e não o iPad. O tablet virá com o Android 4.0 (Ice Cream Sandwich) e deverá ser lançado em março ou abril.

Embora se tratem de rumores em cima de rumores, os novos dados fazem sentido. Os planos da Google para o Android não incluem lucrar como vendedora de hardware, mas é preciso zelar pela integridade do ecossistema de apps e pelo uso do mecanismo de buscas. De certa forma, o surgimento de um amplo leque de opções em tablets com Android e o aumento da oferta de bons apps para o formado cuidarão de amadurecer a plataforma, capacitando-a para competir com o hegemônico iPad. Dessa maneira, é mais preocupante a presença da Amazon como um inimigo interno do que a concorrência da própria Apple.

Os melhores jogos para Android de 2011 [Seleção especial 1]

 

Nossa seleção semanal de melhores aplicativos para Android ganha ares natalinos e traz pra você, no saco do bom velhinho, alguns dos melhores jogos para Android lançados em 2011, incluindo alguns jogos em alta definição especialmente para aparelhos como o Galaxy S II, o Atrix e outros modelos de hardware mais robusto. Muita coisa interessante, tendo em vista que, durante esse ano, a plataforma passou por um salto em poder de processamento e os bons jogos começaram, finalmente, a aparecer.

Como a lista deve prestigiar jogos de qualidade, é claro que não podemos deixar de lado alguns que são pagos. É bom que vocês se conformem, o tempo dos jogos gratuitos para Android está acabando. Com o avanço do hardware dos dispositivos e com a sofisticação dos títulos, será cada vez mais comum pagar por jogos no Android Market. Não há nada de mal nisso. O desenvolvedor precisa ser pago e os preços são pra lá de camaradas.
Para quebrar o galho de vocês, vou começar com os gratuitos, “mais adiante a gente pensa em grana”.

Dungeon Defenders: Second Wave

Dungeon Defenders foi lançado no começo do ano quando quase ninguém possuía um Android capaz de rodá-lo a contento. O jogo era o que havia de melhor para mostrar o poderio dos primeiros dispositivos equipados com nVidia Tegra 2, com seus incríveis gráficos propiciados pelo uso da Unreal Engine, a mesma máquina gráfica usada em quase todos os grandes títulos lançados para o PS3 e para o Xbox 360.
Além de apresentar ótimos gráficos, o jogo em si é excelente, combinando elementos de “tower defense” com Action RPG. No modo single player, você terá de montar suas estruturas de defesa no intervalo entre as invasões inimigas, onde é preciso defender um cristal que fica ao centro do cenário.
Depois de posicionar o armamento fixo, basta ir até o cristal e dar início àquela wave. A partir de então a sua estratégia de posicionamento das armas será posta à prova, pois sem ela é impossível deter a horda de orcs e outros bichos feios no corpo a corpo.
Além disso, o jogo conta com um excelente modo multiplayer. Tudo isso gratuitamente, o que me deixa profundamente irritado, pois em janeiro ele era pago e eu adquiri logo no lançamento.
Para quem possui o XPeria Play, há uma versão especial, que vem com os controles adaptados para fazer uso do gamepad e deve vir mais leve, otimizada para o hardware do dispositivo, tendo em vista que a versão normal praticamente exige processamento dual core e uma GPU mais potente para rodar a contento.
guerrilla bob

Guerrilla Bob

Guerrilla Bob é outro game pelo qual meti a mão no bolso e não me arrependo. É mais um título com gráficos muito bem trabalhados, boa jogabilidade, com um tema divertido, personagens carismáticos e muita ação.
Comentado aqui em março, logo quando foi lançado, Guerrilla Bob fez bastante sucesso no iPhone antes de aportar no Android Market. O game combina ótimos elementos de clássicos do arcade, parecendo uma mistura de Icari Warriors com Metal Slug, mas com gráficos bem trabalhados em 3D.
Ele custa baratinho, tem versão especial THD, para quem usa dispositivos baseados em hardware da nVidia, outra para o Xperia Play  e tem até uma versão Lite que você pode experimentar gratuitamente antes de pagar pela completa.
samurai ii vengeance

Samurai II Vengeance

Samurai II Vengeance é outro game de ação que fez sucesso primeiro no iPhone e depois aportou no Android Market. O título surgiu primeiramente como uma exclusividade para dispositivos com Tegra 2, em fevereiro, mas logo em seguida ganhou uma versão compatível com os demais modelos de celulares e tablets com Android, contato que capazes de rodar seus belos gráficos, dando conta da ação frenética.
No game de gráficos cartunizados você controla um samurai que deve enfrentar intensas lutas de espada em cenários 3D onde o número de inimigos, por vezes, eleva bastante o desafio. Com alguma “licença poética” pode-se dizer que parece um Ninja Gaiden de bolso com ótimos gráficos, muita ação e bastante desafio.
cut the rope

Cut the Rope

Cut the Rope é um jogo baratinho, custa menos de R$ 2,00 e é uma aquisição obrigatória para todos os que curtem quebra-cabeças envolvendo física. Embora seja bem diferente de Angry Birds, os elementos responsáveis pelo sucesso dos passarinhos estão aqui: trata-se de um puzzle envolvendo física com um ótimo clima de bom-humor, graças à trilha sonora, aos efeitos e sonoplastia e ao próprio personagem que aqui é um só.
No jogo há um doce pendurado em várias cordas e, ao cortar uma delas, você fará com que esse doce caia e faça movimentos de pêndulo. O objetivo é cortar as cordas na sequência o no momento certo para que o doce faça sua trajetória até a boca desse bichinho verde, que espera ansioso fazendo uns barulhos engraçados a cada esperança de abocanhar a bala.
Com o avanço nos níveis, outros elementos vão sendo adicionados para aumentar a complexidade, como cordas que se comportam como elásticos e até bolhas que podem fazer o doce flutuar. A questão aqui é que não basta resolver o quebra-cabeça. Muitas vezes, iniciada a fase, você tem pouco mais de um segundo para tomar a decisão de que corda cortar. Excelente game, clássico do gênero.
burn the rope

Burn the Rope

Torci o nariz para Burn the Rope por muito tempo por imaginar que pudesse ser apenas um plágio safado de Cut the Rope, mas o sucesso do título no Android Market me fez afastar o preconceito e testá-lo. O título na verdade não tem nada a ver com Cut the Rope além do fato de ambos envolverem cordas. O game é um dos melhores puzzles casuais já surgidos no Android Market.
A cada fase, você tem um “arranjo” de cordas que deve ser inteiramente queimado, sem que qualquer pedaço sobre na tela. Para isso, você deve dar início à queima num determinado ponto e então começar a posicionar o seu Android de maneira que favoreça a combustão. Com o avanço, novos recursos e elementos de dificuldade são aparecendo, deixando a piromania ainda mais divertida. Vale muito a pena!
blood and glory

Blood and Glory

Blood and Glory é uma verdadeira revelação surgida no Android Market nos últimos dias. O game  é gratuito, com aqueles esquemas de compras internas de armas e recursos, bem ao estilo dos demais títulos da Glu Mobile. Lançado há poucos dias, 16 de novembro, já passou dos 10 mil downloads. Sucesso merecido.
O título é ambientado nas arenas da Roma antiga, prato cheio para os fãs de filmes como Gladiator, de séries como Spartacus, Blood and Sand e Gods of the Arena. Os gráficos são muito bons, bem acima da média, mas nada incríveis como em Shadowgun.
A jogabilidade é simples e bem adaptada às plataformas mobile, para operação via touch screen abandonando por completo a estratégia de imitar um gamepad na tela. Posicionado frente ao adversário, o que você precisa fazer é controlar a esquiva, o bloqueio de golpes e deferir seus próprios ataques, tudo com gestos de swipe.
Shadowgun

Shadowgun

Shadowgun já foi comentado na nossa seleção passada de melhores apps e jogos para Android, mas não pode faltar numa lista que se proponha a destacar os melhores títulos de 2011. Trata-se do mais sofisticado game já surgido para Android até hoje, sem qualquer concorrente à altura.
O título da Madfinger é um primor na parte gráfica, não deixando nada a desejar perante títulos para plataformas pesadas de vídeo games, como o Xbox 360 ou o Playstation 3.
Além dos excelentes gráficos, Shadowgun conta também com uma jogabilidade bem adaptada ao ambiente mobile. Não podemos dizer que é perfeito, mas acredito seja é a melhor adaptação de controles possível para um game de tiro em primeira pessoa para Android.
A ação se desenvolve de maneira muito semelhante ao que temos na série Gears of War, do Xbox 360. Durante as batalhas, é fundamental que você saiba usar o cenário para obter cobertura em vez de simplesmente partir para a troca de tiros de peito aberto. Isso, de certa forma, favorece também a adaptação para o smartphone, tendo em vista que os controles na tela requerem um pouco mais de tempo para acertar a mira do que um joypad físico. Esse tempo extra pode ser ganho usando a estratégia de cobertura.
O ponto baixo do game é que, originalmente, ele é exclusivo para dispositivos equipados com Tegra 2 ou com o vindouro Tegra 3, da nVidia. Se você tem um Galaxy S II, o seu aparelho é capaz de rodar o título com absoluta perfeição, mas a princípio ele é incompatível. Muito em breve publicarei aqui um tutorial ensinando detalhadamente como contornar esse pequeno problema.

Continua no próximo capítulo

Confesso que comecei a trabalhar nessa lista pensando em esgotá-la em um só artigo, mas não dá. É impossível fazer algo assim falando de forma adequada sobre cada título e evitando ser injusto com bons lançamentos surgidos em 2011.
Dessa forma, aproveitando esse clima de época natalina, as listas com os melhores jogos para Android de 2011 terão continuidade por aqui. Quem quiser fazer suas recomendações, basta deixá-las nos comentários. Use os botões de compartilhamento para “presentear” seus amigos com as dicas de games nas redes sociais.

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