Um alienígena bastante curioso visita o planeta terra para checar o nosso progresso como espécie, e inicia uma conversa com a primeira pessoa que ele encontra. O alienígena descobre que nós vivemos sob o domínio de uma coisa chamada "governo", e quer entender mais sobre o que é o "governo", o que ele faz e porque ele existe.
domingo, 15 de abril de 2012
O golpe de 1964 e a instauraçao do regime militar - Simplificando o entendimento
Nos primeiros dias após o golpe, uma violenta repressão atingiu os setores politicamente mais mobilizados à esquerda no espectro político, como por exemplo o CGT, a União Nacional dos Estudantes (UNE), as Ligas Camponesas e grupos católicos como a Juventude Universitária Católica (JUC) e a Ação Popular (AP). Milhares de pessoas foram presas de modo irregular, e a ocorrência de casos de tortura foi comum, especialmente no Nordeste. O líder comunista Gregório Bezerra, por exemplo, foi amarrado e arrastado pelas ruas de Recife.
Os militares que assumiram o poder em 1964 acreditavam que o regime democrático que vigorara no Brasil desde o fim da Segunda Guerra Mundial havia se mostrado incapaz de deter a "ameaça comunista". Com o golpe, deu-se início à implantação de um regime político marcado pelo "autoritarismo", isto é, um regime político que privilegiava a autoridade do Estado em relação às liberdades individuais, e o Poder Executivo em detrimento dos poderes Legislativo e Judiciário.
Celso Castro
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Oito motivos pelos quais ninguém te segue de volta no Twitter
Quem nunca recebeu um tweet "Oi @fulano, estou te seguindo. Me segue de volta?". Pois é. E aposto que você já começou a seguir alguém no Twitter na esperança de que essa pessoa te seguisse de volta. Mas, sabemos muito bem que esses chamegos em 140 caracteres nem sempre são correspondidos. Por isso, o Mashable elaborou uma lista com oito motivos que fazem as pessoas não te seguirem de volta. Vamos a eles:
1) Você é um ovo
Nada acusa mais o fato de alguém ser novo no Twitter do que não usar uma foto no perfil. O melhor é sempre mostrar a cara. Caso você esteja à frente do Twitter de uma marca ou não queira revelar sua
identidade, dá para usar uma imagem.
2) Você não escreveu nada na sua bio
Ninguém consegue saber quem você é só com uma imagem. Você tem 160 caracteres à disposição, use-os para contar mais sobre você e dizer sobre que assuntos você pretende twittar.
3) Algo na sua bio pode afastar outros usuários
É claro que você pode defender ideias religiosas, políticas ou qualquer assunto controvertido na sua bio. No entanto, vale saber que isso pode afugentar possíveis seguidores. Por outro lado, pode atrair quem pensa parecido. Na dúvida, tente abrir o espectro da sua bio com um texto amigável e informativo ao mesmo tempo.
4) Seus tweets são bloqueados
Simples: se seus tweets são protegidos, dificilmente alguém se preocupará em pedir permissão para lê-los. As mensagens diretas estão aí para quem quer dizer algo de forma particular.
5) Você twitta muito pouco
Possíveis seguidores gostam de dar uma olhada na sua timeline para saber o que você anda falando e com que frequência. Se parece que você twitta uma vez por semana, às vezes menos, dá a impressão de que você não é muito fã de mensagens em 140 caracteres.
Pense: você acaba de seguir alguém e, de repente, sua timeline foi floodada por tweets dessa pessoa. Imagina fazer o mesmo com os outros? Unfollow na certa.
7) Fala demais, interage pouco
O Twitter não é um monólogo. Se alguém mencionou você, responda. Junte-se a conversas na timeline. Dê RTs no que achar interessante.
8) O problema não é com você, é comigo
Seu perfil está lindão: foto nos trinques, bio bem escrita. Você twitta diariamente, sem entupir a timeline dos seguidores. Mas nada do que você escreve atrai aquela pessoa que você gostaria que te seguisse. Não tem problema: se você fizer tudo direitinho, vários outros vão se interessar. =)
O que achou das dicas? Se você tiver outras, deixe nos comentários.
Fonte Mashable
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Políticos capixabas lotam Plenário da CCJ
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| Foto M.Rosetti/Ferraço mostra documento a Casagrande antes de entrega-lo |
Ele pede a rejeição do projeto PRS 72/10, relatado por seu filho, o senador Ricardo Ferraço, que reduz a alíquota do ICMS e acaba com o Fundap (Fundo de Desenvolvimento das Atividades Portuárias).
Theodorico Ferraço está acompanhado por mais seis deputados estaduais que falaram a Eunicio Oliveira da importância do Fundap para economia capixaba.
De acordo com o documento entregue ao senador, a extinção do Fundo provocará rombo inestimável ao estado, com perda de 7,10% do PIB estadual.
Os deputados pedem o arquivamento do projeto pela sua inconstitucionalidade, como defende o relator da proposta senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES).
Parte da bancada do ES da Câmara, lideranças capixabas e senadores do estado acompanham a votação da proposta na CCJ.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Vereadores da Serra ignoram pressão popular e mantêm aumento dos salários
Vaias e gritos não
comoveram os vereadores da Serra, que derrubaram o veto do prefeito
Vidigal
As
vaias e os gritos de reprovação das cerca de 50 pessoas que acompanharam a
sessão na Câmara de Vereadores da Serra, nesta segunda-feira (09), não foram
suficientes para fazer com que os parlamentares desistissem do reajuste de 61%
nos próprios salários. Por 10 votos a seis, eles derrubaram o veto do prefeito
Sérgio Vidigal (PDT) ao projeto de lei que aumenta os subsídios dos vereadores
de R$ 5,7 mil para R$ 9,2 mil a partir de 2013. Eles, porém, mantiveram por
unanimidade o veto do prefeito ao reajuste nos salários do Executivo municipal.
Os
parlamentares se reuniram por cerca de uma hora antes da sessão para discutir
se a apreciação do veto entraria ou não na pauta desta segunda-feira. Por isso,
a sessão começou com um atraso de vinte minutos. Os vereadores João Luiz
Teixeira (PDT), Guto Lorenzoni (PP) e Jamir Malini (PTN) mudaram o
posicionamento sobre o reajuste e votaram pela manutenção do veto. Além deles,
mantiveram o veto os vereadores Bruno Lamas (PSB), Sandra Gomes (PSDC) e
Lourência Riani (PT), que já haviam se posicionado contra o reajuste na
primeira votação.
(foto: Gabriel Lordêllo - GZ)
O
vereador Aloísio Santana (PSDC), que chegou a dizer que a população que critica
o aumento é a mesma que vende o voto, estava ansioso para a apreciação do veto
e pediu regime de urgência na votação, sob protesto da população que
acompanhava a sessão da galeria. Irônico, ele chegou a ameaçar a apresentação
de um projeto de lei que acabava com a remuneração dos vereadores caso o
assunto não entrasse na pauta desta segunda.
"Eu
quero requerer regime de urgência especial para esta votação. A população está
muito ansiosa para análise desse veto do prefeito. Portanto, gostaria que o
veto do fosse votado nesta noite", disse o vereador.
Irônico,
Aloísio Santana chegou a ameaçar a apresentação de um projeto que acabava com a
remuneração dos vereadores.
Alguns
dos vereadores deixaram rapidamente o Plenário da Casa após a votação, sem
falar com a imprensa. Nenhum dos que mudaram o voto admitiram o medo de
desgaste em ano eleitoral. Após votar pelo aumento, o vereador Guto Lorenzoni
decidiu pela manutenção do veto do prefeito, segundo ele, em virtude do
pronunciamento do Executivo municipal sobre as ameaças econômicas na Serra.
Contudo, Lorenzoni prometeu que vai devolver aos cofres públicos a diferença
salarial obtida com o reajuste.
"Vou
protocolar nessa Casa de Leis um documento de que estarei devolvendo a
diferença salarial entre aquilo que foi votado e aquilo que é o salário do
vereador hoje", prometeu.
Populares malharam um boneco representando os vereadores da Serra (foto: Gabriel Lordêllo - GZ)
A
servidora pública Marly Carmelini acompanhou a sessão no Plenário e foi uma das
que mais manifestaram repúdio ao posicionamento dos vereadores. Ela ficou
extremamente desapontada com o reajuste de 61% dos parlamentares. "Para
mim é tudo uma palhaçada! Eu não acredito em nada! Nem em vereador, nem em
prefeito. Continua para mim a palhaçada, a mesma palhaçada", gritou.
Ao
final da sessão, populares e membro do Sindicato dos Trabalhadores em Educação
Pública do Estado (Sindiupes) malharam um boneco que representava os vereadores
da Serra. Eles protestaram gritando palavras de indignação com um carro de som
estacionado em frente à Câmara.
O
prefeito Sérgio Vidigal se posicionou, por meio da assessoria, sobre a decisão
dos vereadores. Vidigal lamentou que o seu veto tenha sido derrubado porque o
reajuste "não está em conformidade com as expectativas da sociedade".
Também se disse tranquilizado com a manutenção do veto ao projeto de lei que
aumentaria salário de prefeito, vice e secretários porque o cenário de
dificuldades econômicas no município não condiz com o aumento.
| foto: Vinícius Valfré | CBN Vitória (93,5 FM) |
Aldair Xavier (PTB); Bruno Lamas (PSB);
Aloísio Santana (PSDC); Lourencia Riani (PT);
Antônio Boy do INSS (PSB); Sandra Gomes (PSDC);
Ceí de Tropical (PTdoB); Guto Lorenzoni (PP);
David Duarte Fernando (PDT); Jamir Malini (PTN);
Dório Pantanal (PMDB); João Luiz Teixeira (PDT).
Ericson Duarte (PDT); Auredir Pimentel (PDT) faltou à sessão.
Marcos Tongo (PTdoB);
Neidia Maura (PR);
Raul Cezar Nunes (PDT).
Jornalismo Político através das Redes Sociais

Projeto de pesquisa para curso de pós graduação de jornalismo político.
O crescimento exorbitante da internet e a popularidade das mídias sociais, a web tornou-se uma nova ferramenta de comunicação para as batalhas eleitorais.
As redes sociais estão presentes cada vez mais no nosso dia-dia e seus conteúdos contribuem para influenciar nossas decisões. Na política não é diferente.
As estratégias políticas e eleitorais tem se transformado depois que as pessoas começaram a utilizar seu tempo livre para opinar no espaço público virtual. Assim, a rede não apenas se firma como plataforma de mobilização social, como ainda se torna o lugar da própria produção da política.

Com o crescimento e a popularização das redes sociais na Internet, elas passam cada vez mais a ser objeto de matérias em jornais de referência. Ainda que muitas vezes a própria rede esteja em pauta, há vezes em que o conteúdo que circula nesses espaços se torna fonte para notícias.
O trabalho busca compreender como as redes sociais podem influenciar o jornalismo político com ênfase na ferramenta webjornalística: o Twitter. A abrangência do estudo é feita em torno da importância da utilização e bem como no processo de produção das notícias.
O tema foi escolhido a partir da observação sobre o crescimento do número de políticos, profissionais da comunicação ligada à área da política usam o twitter como um meio de propagação da notícia. Com a evolução da internet, há muitas dúvidas que precisam ser respondidas e como as redes sociais podem beneficiar a divulgação das atividades de um político.
Neste trabalho vamos abordar um pouco como utilizar o twitter no jornalismo político e como pulverização do nome do político ou candidato ou suas ações na rede social gerando acessos e multiplicação das propostas. O conteúdo é relativamente novo, portanto a pesquisa se baseia em artigos recentes publicados em congressos, livros atuais e em matérias jornalísticas sobre tema.
JustificativaDiante do grande crescimento da utilização da internet no dia-dia da sociedade, a opção foi estuda-la como é o novo comportamento do novo web jornalismo e sua interferência na política e como as redes sociais podem interferir o jornalismo político. Outro ponto a se observar é o uso do twitter como uma fonte de informação para pauta em jornal de grande circulação ou mesmo essa informação vai parar na radio ou televisão. Outra parte do trabalho será um aprofundamento do estudo, e a forma de usar a ferramenta do twitter para servir de uma comunicação rápida e eficiente.
Metodologia da pesquisa
A pesquisa se baseará na busca de literatura recente baseadas no estudo do microblogging chamado twitter, bem com estratégias jornalísticas usadas na política através da novas formas de comunicação.
Artigos publicados em congressos, seminários complementarão o trabalho, pois relatam o que é extremamente novo no assunto.
Os blogs servem de referencia de estudo e analise, pois relatam experiências práticas e significativas no assunto.
Desenvolvimento
O trabalho necessita de estudo da história da internet e o seu potencial de uso no Brasil. Outra parte que é preciso ser explicada é sobre as redes sociais, e o tempo que os usuários passam conectado nelas.
Diante dessas informações, chegamos ao ponto do estudo. Como as informações publicadas pelos políticos ou assessores chegam aos meios de comunicação de massa: jornal, radio e televisão. Parte elementar a ser estudado é sobre o jornalismo político digital e suas novas formas de comunicação e propagação da informação de conhecimento. Também será explicado o uso correto do twitter por políticos em campanhas eleitorais e como uma ferramenta de trabalho para divulgação da agenda de trabalho possibilitando o alcance de inúmeras pessoas.
Resultados Esperados
O resultado esperado é mostrar que o jornalismo político pode ser alimentado por fonte de informação originadas do twitter de políticos.
Mostrar de forma clara como utilizar twitter e a importância da ferramenta para divulgar as principais ações políticas. Explicar que a interação e o diálogo com eleitor é um ponto fundamental para trabalhar o Jornalismo Político Digital, é necessário contar com um conjunto de estratégias e uma equipe atualizada que tornarão a imagem do político na Internet relevante.
ReferênciasGRAEFF, Antonio. Eleições 2.0: a internet e as mídias sociais no processo eleitoral – São Paulo: Publifolha, 2009.
MARANGONI, Ricardo. PEREIRA, Luciano Iuri. SILVA, Rafael Rodrigues. Webjornalismo: Uma reportagem sobre a prática de Jornalismo Online. Indaiatuba: 2002. 2a. Edição. Fundação Biblioteca Nacional.
RECUERO, Raquel. Redes sociais na Internet. Porto Alegre: Editora Meridional, 2009.
TELLES, André. A revolução das mídias sociais. Cases, Conceitos, Dicas e Ferramentas. 2010 – São Paulo-SP. Editora M.Books
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