Companheira de Henrique Pizzolato se irrita ao ser questionada por jornalista da Globo e afirma que os recursos da Visanet foram aplicados em diversos veículos de comunicação, inclusive a Globo; além disso, ela questionou a acusação de sonegação fiscal que pesa contra a emissora dos Marinho: "ele está preso e vocês da Globo estão devendo dinheiro público, isso é uma vergonha, mais de R$ 700 milhões"; empresa dos Marinho foi autuada pela Receita em R$ 713 milhões
domingo, 9 de fevereiro de 2014
Irã: navios de guerra seguem para os EUA
"A frota militar do Irã está se aproximando das fronteiras marítimas dos Estados Unidos, e essa medida tem uma mensagem", disse o almirante Afshin Rezayee Haddad segundo a agência; o plano faz parte da "resposta do Irã à presença naval reforçada de Washington no Golfo Pérsico"
Marco Aurélio lança Barbosa à presidência
Em entrevista, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, faz uma "inconfidência"; diz que seu colega Joaquim Barbosa lhe abriu um segredo: o de que estaria prestes a deixar o STF; "por aqui se ventila muito que ele esteja para sair para se candidatar", afirma; "que seja feliz na nova seara"; Mello também aponta um "desgaste institucional" nos doze anos do PT no poder e se defende da decisão mais polêmica de sua carreira, que foi o habeas corpus que permitiu a fuga de Salvatore Cacciola; "tomaria a mesma decisão novamente"; Barbosa também consultou o STF sobre os benefícios a que teria direito em caso de aposentadoria precoce
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Merval sobre Azeredo: não foi caixa dois, foi peculato
Colunista do
Globo, Merval Pereira diz que tese de que foi apenas caixa dois eleitoral não
vingará; "De qualquer forma, no julgamento do mensalão
o STF fixou uma premissa que impossibilita a alegação de simples
crime eleitoral: não há Caixa 2 quando se trata de dinheiro público. Nesses
casos, o que existe mesmo é peculato, desvio de dinheiro público, que merece
todo o repúdio da sociedade", diz ele
Caixa
2 em xeque - MERVAL PEREIRA
O
financiamento de campanhas eleitorais voltará à ordem do dia quando
o Supremo tribunal Federal (STF) retomar, nos próximos meses, o
julgamento, que já conta com 5 votos favoráveis, da proibição de financiamentos
por empresas privadas de campanhas eleitorais.
Reinaldo Azevedo sobre Azeredo: Não houve mensalão, mas sim caixa dois de campanha
Blogueiro de
Veja.com afirma que, em Minas, não houve "mensalão" nem compra de
deputados, mas sim caixa dois de campanha; diz que ainda que provas contra o
ex-governador mineiro Eduardo Azeredo, que pode passar o resto dos dias atrás
das grades e também foi ex-presidente do PSDB, foram fraudadas; por fim, avisa:
"vão patrulhar a vovozinha!"
Janot pede 22 anos de prisão para Azeredo por crimes do mensalão mineiro
Deputado tucano é réu no STF pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro em esquema de desvio de dinheiro para campanha de reeleição ao governo de Minas em 1998
O deputado Eduardo Azeredo, réu no STF pelo mensalão mineiro
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, recomendou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação do deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG) pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro. Os crimes teriam sido cometidos no mensalão mineiro, esquema de desvio de dinheiro público durante a campanha de Azeredo à reeleição como governador de Minas Gerais, em 1998.
Janot recomenda a pena de 22 anos de reclusão e 623 dias-multa, no valor unitário de cinco salários mínimos, por haver provas suficientes de que Azeredo “participou decisivamente da operação que culminou no desvio de R$ 3,5 milhões, aproximadamente, R$ 9,3 milhões em valores atuais.”
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