quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Dilma: Brasil tem "bala na agulha" para enfrentar processo de desvalorização cambial

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (28) que o Brasil, com uma das maiores reservas de dólar do mundo, tem “bala na agulha” para enfrentar o processo de desvalorização cambial que está em curso. Segundo ela, a alta da moeda norte-americana independe da política monetária do país e é fruto da “globalização financeira”.
“Estamos dentro dos seis países com maior volume de reservas do mundo. É como se tivéssemos um colchão. Temos US$ 372 bilhões de dólares de reserva”. disse Dilma nesta manhã a rádios de Belo Horizonte, onde esteve ontem (27). “Temos bala na agulha para encarar esse processo que ocorre internacionalmente, que independe das decisões de política econômica, e é fruto dessa globalização financeira que impera do mundo.”

Dilma critica preconceito contra cubanos

A presidenta Dilma Rousseff criticou hoje (28) os que têm preconceito contra a presença dos médicos cubanos no Brasil. Em entrevista a rádios de Minas Gerais, ela ressaltou que há também médicos de outros países, além de Cuba. A presidenta reiterou que os estrangeiros estão no Brasil para desempenhar o trabalho que os médicos brasileiros não querem fazer.     

"É um imenso preconceito sendo externado contra os cubanos. É importante dizer que os médicos estrangeiros, não só cubanos, vêm ao Brasil para trabalhar onde médicos brasileiros formados aqui não querem trabalhar”, disse ela.

Brasileia recebe recursos para compensar sobrecarga com atendimento a haitianos

O Ministério da Saúde destinou R$ 56 mil ao município de Brasileia (AC), por meio do Piso de Atenção Básica, para compensar a sobrecarga no atendimento de saúde em função do grande fluxo migratório de haitianos no município. A portaria que define os recursos está publicada na edição de hoje (28) do Diário Oficial da União.

Arqueólogos descobrem no Peru peças do período pré-inca

Da Agência Brasil – Uma equipe de pesquisadores descobriu um complexo arqueológico em Chavín de Huántar, no Norte do Peru. No local, foram encontradas peças esculpidas em forma de cabeças, feitas em pedra, do período-pré-inca. A estimativa é que as obras de arte tenham mais de 2 mil anos.
O chefe do grupo de pesquisadores, o arqueólogo norte-americano, John Rick, destacou que as peças têm formato humano, mas são semelhantes também a alguns animais.
As peças em pedra foram localizadas quando os pesquisadores faziam escavações na região. As cabeças esculpidas têm 39 centímetros de largura e 43 de altura e pesam, em média, 250 quilos. Rick disse que pela expressão nas esculturas, as faces parecem estar soprando ou assobiando.
Segundo o arqueólogo, as cabeças em pedra eram colocadas em cima das fachadas, em locais elevados. De acordo com ele, havia centenas dessas peças. Pelos estudos do período pré-inca, havia crenças na evolução do animal para o homem, daí a avaliação do pesquisador de que há traços de animais mesclados com humanos.

“Existem também escravos brancos, não apenas pretos”

Presidente do Sindicato dos Médicos do Ceará, José Maria Pontes, nega que ato realizado em Fortaleza fosse racista ou direcionado aos cubanos
por Redação, no site da Carta Capital
O presidente do Sindicato dos Médicos do Ceará, José Maria Pontes, negou nesta terça-feira 27 que o protesto realizado por médicos na segunda-feira 26, em Fortaleza, tivesse conotação racista ou mesmo que fosse direcionado aos médicos cubanos que vão participar do programa federal Mais Médicos.
Em entrevista ao site do jornal Zero Hora, Pontes afirmou que “em nenhum momento” a manifestação foi contra os médicos cubanos. De acordo com Pontes, o alvo eram os gestores responsáveis pelo Mais Médicos, considerado por ele uma “palhaçada”.

Apostas de alto risco

Atrair um médico estrangeiro ao Brasil sem validar seu diploma não é importá-lo, é contrabandeá-lo

Ajudar quem precisa é a razão da profissão médica. O salário conta, mas não é tudo. Desconsiderando a situação de emergência, na qual vale tudo para salvar uma vida, nenhum médico em sã consciência trabalharia a rotina em um local sem condições de exercer uma boa medicina.

Não se opera sem centro cirúrgico, não se medica sem remédios, não se faz curativo sem gaze e esparadrapo. Infelizmente, os poucos lugares no Brasil onde há tudo isso e nunca falta estrutura ou materiais são as instituições privadas. A regra nos postos de atendimento público é funcionar como um inferno à brasileira: um dia acaba a lenha, em outro falta o diabo e, no terceiro, esquecem-se de acender o fogo.

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