terça-feira, 11 de junho de 2013

Atividade industrial registra o maior crescimento em três anos, revela CNI

Depois de um início de ano fraco, a atividade industrial registrou o maior crescimento em três anos, informou hoje (11) a Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com os Indicadores Industriais, pesquisa mensal sobre o desempenho do setor, o número de horas trabalhadas (que mede a produção industrial) aumentou 2,9% em abril na comparação com março. A expansão é a maior de um mês para o outro desde março de 2010, quando o indicador tinha avançado 3%.

Líderes fecham acordo para Câmara votar hoje MP que desonera cesta básica

Os líderes partidários da Câmara dos Deputados fecharam um acordo para votar hoje (11) a Medida Provisória (MP) 609, que desonera itens da cesta básica e incorpora o texto de outra MP, a 605, que trata do subsídio para redução da conta de luz, que perdeu a validade.

A oposição ameaçava obstruir a votação por discordar da inclusão do texto da MP 605. No entanto, devido à importância dos temas tratados, os oposicionistas aceitaram votar a medida provisória. “Não vamos obstruir, mas, evidentemente, somos contra o procedimento. Uma medida provisória que perdeu sua eficácia em razão do decurso de prazo ou do mérito, não pode ser incorporada por outra, porque se desnatura o instituto das medidas provisórias”, disse o líder do PSDB, Carlos Sampaio (SP).

TV analógica começara a sair do ar em 2015 e terminar em 2018

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse hoje (11) que o governo antecipará para 2015 o desligamento do sinal analógico de televisão nas grandes cidades. Além disso, prorrogará para 2018 o final do desligamento nos municípios do interior. O cronograma anterior previa que o desligamento total da TV analógica, que será substituída pela digital, seria concluído em 2016. Segundo o ministro, a presidenta Dilma Rousseff já autorizou a mudança, e um decreto será publicado nos próximos dias oficializando a alteração no calendário.  

Desembargador diz que existe um clamor público pela redução da maioridade penal

Comissão de Constituição e Justiça do Senado realizou segunda das três audiências públicas que debatem aumento da criminalidade e redução da maioridade penal. Brasil tem 500 mil presos'

Opiniões divergentes sobre a redução da maioridade penal predominaram na segunda audiência pública realizada ontem pela CCJ do Senado (Comissão de Constituição e Justiça). Mais uma audiência será realizada na próxima segunda-feira (17). 

Quatro desembargadores foram ouvidos, Nelson Calandra, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros; Marco Antônio Marques da Silva, do Tribunal de Justiça de São Paulo; João Kopytowski, desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Paraná; e José Muiños Piñeiro Filho do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. 

Kopytowski, rejeitou a alegação de que se trata de cláusula pétrea e defendeu a redução da maioridade para 15 ou 16 anos. Ele lembrou que existe um “clamor público” pela redução. 

Já o desembargador Nelson Calandra destacou a falência do sistema prisional brasileiro, com mais de 500 mil presos, além de 160 mil mandados de prisão a cumprir. “Não é possível tomar uma medida, como a redução da maioridade para botar mais gente dentro desse sistema”. 

Após os três encontros será colocado em votação relatório do senador Ricardo Ferrraço (PMDB), sobre projeto do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), que defende a redução em casos específicos. O paulista é autor de uma proposta de emenda à Constituição (PEC 33/2012) que prevê a imputabilidade penal de maiores de 16 anos e menores de 18 anos. 

Para Aloysio Nunes, sua proposta é um “caminho do meio”. Um juiz fará a avaliação, mediante exames criteriosos e laudos técnicos de especialistas, se a pessoa que cometeu o ato infracional tinha pleno discernimento para julgar o caráter criminoso do que fez. 

Para Ferraço, o problema é complexo. E o que mais atormenta a sociedade é a impunidade: "O certo é que as coisas não podem ficar como estão", disse.

Maioridade penal no mundo 




7anos - Austrália, Kuwait, Bangladesh, Índia, África do Sul, Paquistão,
Myanmar (ex-Birmânia), Tailândia, Nigéria, Sudão, Tanzânia, Suíça e Trinidad e Tobago;

8 anos - Líbia, Quênia, Indonésia e Escócia. 

9 anos- Iraque, Etiópia e Filipinas No Irã, 9 anos para mulheres e 15 anos para homens. 

10 anos- Inglaterra e País de Gales, Malásia, Nepal e Ucrânia. 

11 anos - Turquia. 

12 anos - Equador, Uganda, Israel, Marrocos, Coreia do Sul, Líbano, Grécia, Canadá e Holanda.

13 anos - Israel, Nova Zelândia, Uzbequistão, Argélia, Espanha, França e Polônia.

14 anos - Áustria, Rússia, Alemanha, China, Japão, Vietnã, Itália e Armênia.

15 anos - Dinamarca, Noruega, Egito, Suécia e Finlândia (Nesses países, adolescentes entre 15 e 18 anos estão sujeitos a um sistema judicial voltado para os serviços sociais, sendo a pr isão o último recurso).

16 anos - Argentina, Chile, Cuba e Portugal, a maioridade.

17 anos - Polônia

18 anos - Brasil, Colômbia, Peru e Luxemburgo

6 e 12 anos - Estados Unidos, varia de acordo com a legislação vigente em cada estado.

6 e 12 anos - México, mesma situação, conforme o estado. 

Agencia Congresso 

Se eleições fossem hoje, Dilma venceria no primeiro turno


Se as eleições ocorressem hoje, a presidenta Dilma Rousseff teria 52,8% dos votos e venceria no primeiro turno, mostra pesquisa feita pelo Instituto MDA e divulgada hoje (11) pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT).

Na disputa presidencial, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) aparece com 17% dos votos, seguido pela ex-ministra Marina Silva e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, com 12,5% e 3,7%, da preferência da população, respectivamente.

Governo Dilma tem 54,2% de aprovação, mostra pesquisa


O governo da presidenta Dilma Rousseff teve aprovação de 54,2% da população, aponta pesquisa feita pelo Instituto MDA e divulgada hoje (11) pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT). O número é inferior aos 56,6% registrados no último levantamento, em agosto de 2012.

Além disso, o levantamento mostra que 73,7% dos entrevistados avaliam como positivo o desempenho pessoal da presidenta. O percentual é inferior aos 75,7% registrados na última pesquisa. No total, 20,4% desaprovam a gestão de Dilma.

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