Taro Aso disse que recusaria
qualquer tratamento médico para prolongar sua vida em caso de doença terminal
Comentários foram feitos em
discussão sobre diminuição de gastos públicos
O novo Gabinete de governo do Japão completou um mês há poucos dias e já volta
às manchetes envolvido em polêmicas. No fim da segunda-feira, foi a vez do
ministro das Finanças, Taro Aso, protagonizar uma declaração imprópria, após
dizer que os idosos em estado terminal deviam “se apressar e morrer” para poupar
gastos do governo com a saúde pública. O político, de 72 anos, também disse que
recusaria qualquer tipo de tratamento médico para prolongar sua vida.
- Deus me livre de ser forçado a viver se quisesse morrer. Eu acordaria me sentindo cada vez mais pior sabendo que (o tratamento) foi todo pago pelo governo - disse ele, durante uma reunião do Conselho Nacional de Reformas da Segurança Social. - O problema não será resolvido, a não ser que você deixe que eles se apressem e morram.
Aso também afirmou que escreveu uma
carta a sua família na qual rejeita...

