terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Salário mínimo de São Paulo subirá para R$ 755


Aumento de 9,4% é equivalente à soma das variações da inflação e do Produto Interno Bruto paulista no último ano; reajuste vale a partir de fevereiro

O governo de São Paulo anunciou o aumento do salário mínimo do Estado de R$ 690 para R$ 755 - um reajuste de 9,4%, equivalente à soma das variações da inflação e do Produto Interno Bruto paulista no último ano. Serão beneficiados os trabalhadores da iniciativa privada em setores que não são regidos por acordos sindicais, como empregados domésticos, serventes, mensageiros e motoboys.

Também foram elevados os pisos de outras duas faixas salariais. Trabalhadores como cabeleireiros, telefonistas e operadores de telemarketing de São Paulo terão aumento de R$ 700 para R$ 765. Chefes de serviços de transporte, supervisores de compras e operadores de estações de rádio terão reajuste de R$ 710 para R$ 775.

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) aproveitou o anúncio para comparar o novo piso do Estado com o salário mínimo nacional, estabelecido pelo governo federal, que passou para R$ 678 este ano.

"Você tem um salário mínimo para o Brasil inteiro, mas Estados que têm uma economia mais forte podem estabelecer um piso mais elevado", disse Alckmin. "Isso não impede que os sindicatos trabalhem para ter um valor mais alto, mas esse é o piso do Estado. Fortalece o mercado interno, melhora a questão social e melhora a questão econômica."

Os reajustes passam a valer em 1.º de fevereiro e, segundo o governo, beneficiam 8 milhões de trabalhadores. O aumento deve injetar R$ 264 milhões por mês no mercado consumidor paulista, segundo previsão da Secretaria de Emprego e Relações de Trabalho paulista.

Funcionalismo. Alckmin também anunciou o aumento do piso do funcionalismo público estadual, de R$ 720 para R$ 785. O reajuste incide sobre 61 mil servidores ativos, aposentados e pensionistas do Estado. O impacto na folha de pagamento será de R$ 32,6 milhões ao ano.
O Estado de S.Paulo

Correligionários e aliados de Chávez organizam manifestação para o próximo dia 23


Em apoio ao presidente da Venezuela, Hugo Chávez, hospitalizado há mais de um mês em Cuba, correligionários dele convocaram uma manifestação para o próximo dia 23, em Caracas, capital venezuelana. A ideia é demonstrar publicamente que Chávez tem apoio para cumprir o quarto mandato presidencial, apesar de estar em estado grave de saúde e haver uma série de incertezas sobre o cenário político venezuelano.
Jorge Rodriguez, da Executiva Nacional do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), e os  governadores Aristóbulo Istúriz (do estado de Anzoátegui) e Arias Cárdenas Francisco (do estado de Zulia), comandam a manifestação do dia 23.
Rodriguez, Istúriz e Cárdenas disseram que as ruas principais de Caracas serão tomadas pelos manifestantes, que assistirão a comícios e apresentações. Para os organizadores da manifestação, será uma demonstração de que o “povo venezuelano não caiu nas provocações da direita”.
No domingo (13), o ministro da Comunicação e Informação, Ernesto Villegas, disse que Chávez está consciente e em comunicação com a família, os aliados políticos e a equipe médica que o atende. Segundo ele, o estado de saúde do presidente ainda inspira cuidados devido à insuficiência respiratória.
O presidente venezuelano está em tratamento para combater um câncer desde o começo de dezembro. Em 11 de dezembro, foi submetido a uma cirurgia para a retirada de um tumor maligno na região pélvica.
Há um mês, Chávez não é visto em público, o que fez surgir uma série de incertezas no cenário político venezuelano. A cerimônia de posse, marcada para o dia 10, foi adiada por tempo indeterminado à espera da recuperação do presidente reeleito para o quarto mandato. No poder desde 1999, Chávez dividiu a política na Venezuela entre aliados e oposicionistas. (Agência Brasil*)
*Com informações da agência pública de notícias da Venezuela, AVN.

Copom inicia primeira reunião do ano para avaliar condução da política monetária


Brasília – O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) inicia hoje (15) à tarde a primeira reunião de 2013 para avaliar o desempenho dos principais indicadores macroeconômicos desde a última reunião do colegiado, realizada no fim de novembro do ano passado.
A avaliação do Copom, feita em duas etapas, hoje e amanhã (16), pode determinar uma correção de rumo na taxa básica de juros (Selic), que está em 7,25% ao ano – o nível mais baixo da história do comitê, criado em junho de 1996. Mas, de acordo com as expectativas dos analistas financeiros da iniciativa privada, manifestadas no boletim Focus, divulgado ontem (14) pelo BC, a taxa deve permanecer igual.
É a perspectiva, por exemplo, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). O relatório semanal da entidade que congrega os bancos privados, também divulgado ontem, destaca que o recuo nas estimativas de crescimento do país neste ano até poderia autorizar novo corte na Selic, mas a expectativa de elevação da inflação, distanciando-se do centro da meta de 4,5%, “recomenda um comportamento cauteloso” da autoridade monetária.
A Febraban entende, portanto, que há pouco espaço para surpresas no âmbito da condução da política monetária neste início de ano. Por isso, a atenção dos analistas estará concentrada no comunicado que será liberado amanhã à noite, quando terminar a segunda etapa da reunião, e, principalmente, para a ata da reunião do Copom, a ser divulgada na quinta-feira da semana que vem, dia 24. (Agência Brasil)

Implantação da Lei Maria da Penha em todo o país será um desafio enorme, diz ministra


São Paulo - Até o final do governo da presidenta da República Dilma Rousseff, a Secretaria de Políticas para as Mulheres espera implantar com sucesso a Lei Maria da Penha em todo o país. Isso é o que disse na noite de hoje (14) a ministra Eleonora Menicucci, após participar de um evento na prefeitura de São Paulo.
“Seria uma irresponsabilidade dar uma data, mas quero que, no término da gestão da presidenta Dilma, a Lei Maria da Penha esteja implantada em todos os municípios desse país. E, para isso, não estamos medindo esforços: estamos fazendo as repactuações dos pactos de enfrentamento que agora tem diretrizes nacionais e com cobranças, ou seja, se não implementou, não recebe o recurso”, disse a ministra. 
Segundo ela, a implantação da Lei Maria da Penha, que cria mecanismos para coibir a violência contra as mulheres e aumentou o rigor das punições das agressões contra a mulher quando ocorridas no âmbito doméstico ou familiar, é um grande desafio para o atual governo. “A implantação da Lei Maria da Penha implica na criação de uma rede forte de atendimento às mulheres. [Hoje] são apenas cinco casas-abrigo [para mulheres] na cidade de São Paulo. No mínimo [deveria] ter uma para cada subdistrito de prefeitura”, disse a ministra.
As dificuldades na implantação da lei, de acordo com a ministra, também envolvem melhor qualificação dos profissionais que vão atender às ocorrências de violência contra a mulher e uma mudança de mentalidade da sociedade que, segundo ela, já vem ocorrendo no país.
“Precisamos, no enfrentamento à violência, do treinamento de todos os profissionais da área de saúde e da segurança pública para atender às mulheres. Hoje não acho que se fale que a mulher provoque a violência. Houve uma mudança de mentalidade, tanto é que quando propusemos uma punição maior para agressores e estupradores, a sociedade aceitou”, disse. Outro desafio que o governo federal pretende enfrentar, disse a ministra, é fazer com que os equipamentos de saúde voltados para as mulheres estejam abertos todos os dia, durante 24 horas. 
Sobre a violência contra as mulheres, a ministra disse é uma questão que ocorre em todo o mundo e citou dois casos recentes de estupros ocorridos dentro de um ônibus, na Índia. “Não é o fato de que é na Índia. Se pegarmos São Paulo, outro dia me deparei com a notícia de uma menina de 12 anos, confinada em uma casa no Morumbi para ser explorada sexualmente e ela fugiu. E ela estava toda machucada. Qual a diferença disso para [o que ocorreu na] a Índia?”, questionou a ministra.
Segundo Eleonora, o governo brasileiro tem manifestado sua solidariedade às famílias e às vítimas das violências ocorridas na Índia, mas não de maneira formal. “Não existe formalidade. A formalidade só existiria em um termo em torno de um sistema uno. E o sistema uno não se posicionou ainda, embora na fala do secretário-geral Ban Ki-moon [da Organização das Nações Unidas], ele tem prestado toda a solidariedade. Eu mesma e o governo federal temos prestado solidariedade às mulheres indianas e à família das vítimas".
Na tarde de hoje (14), em São Paulo, a ministra participou de um evento promovido pela Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres de São Paulo e que propôs um primeiro diálogo da nova gestão com os movimentos sociais. Durante o evento, várias lideranças femininas elogiaram a nomeação de Denise Dau para ocupar a nova secretaria, que foi criada este ano e precisa ser aprovada pela Câmara Municipal. As lideranças propuseram algumas sugestões e ideias que devem ser trabalhadas no âmbito municipal com relação aos direitos e políticas públicas voltadas para as mulheres.
“Eu fui mais do que entusiasta. Fui a promotora da criação dessa secretaria. Não tenho a menor vergonha de dizer isso. Antes só tinha coordenadoria. E qual a diferença? Coordenadoria não tem recursos próprios, nem humanos, nem financeiros. E a secretaria tem recursos próprios e cargos. E discute de igual para igual com todos os secretários”, disse a ministra. ( Agência Brasil)

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

A inconseqüência das tatuagens


A juventude geralmente assume comportamentos inconseqüentes, pois tem o olhar centrado muito mais no presente do que no futuro.  Muito embora já se possa votar aos 16 anos e dirigir aos 18, ela não procura assumir posturas muito responsáveis e um exemplo disso são modismos como as tatuagens.  Entre estas, cumpre destacar especialmente as tatuagens que buscam imortalizar relacionamentos, grafitando-se o nome do parceiro ou namorado, que seria quase que eternizado mediante afirmações indeléveis no corpo, embora um tanto quanto fúteis e até efêmeras.

Muitas são as celebridades que adotaram este comportamento, mas que, por absoluta imprudência, tiveram que voltar atrás.

Viviane Araújo, por exemplo, tatuou o nome do ex-namorado Belo no braço. 
Há anos que a dançarina faz sessões a laser, mas nada dela sumir.

'Desde agosto de 2007 que estou pagando esse carma', declarou. Os colegas de um reality show ficaram espantados com a paciência de Viviane e, principalmente, com o fato dela nunca ter coberto a cicatriz com outro desenho."

Viviane exibe hoje uma marca horrorosa no braço, cheia de ferimentos deixados pelas sessões de laser (foto abaixo).


"A dermatologista Jucirema Perrony, médica responsável pela clínica W Laser, especializada em remoções com laser, afirma que Vivi não está enrolando e que o processo é, sim, muito lento e dolorido.

— A Viviane não está exagerando no tempo. Ainda mais no caso dela que fez uma tatuagem grande e desenhada com traços espessos. Além disso, o procedimento dói muito, o que acaba fazendo com que muitas pessoas demorem mais de 45 dias para retornar à clínica em uma nova sessão.

Se você está tentando imaginar a dor que Viviane vem sentindo há cinco anos, a Dra. Jucirema dá um exemplo.

— No caso do tratamento a laser, a dor, segundo alguns pacientes, se assemelha a uma queimadura. O processo ocorre da seguinte forma: o laser atinge o pigmento da tatuagem e o fragmenta. Esses fragmentos vão sendo, aos poucos, eliminados pelo próprio organismo do paciente."

Portanto, além do alto custo financeiro, o tatuado terá que sofrer muito com as dores no tratamento. 

Outra conhecida celebridade a tatuar o nome do namorado e se arrepender foi Joana Machado, que grafitou o nome do jogador Adriano, ex-noivo.


A personal trainer está decidida a eliminar os vestígios da tatuagem, e contou:
"Ele (Adriano) vai fazer sempre parte da minha vida, não tem jeito. Mas é uma coisa que incomoda meu namorado (o policial Juninho), também me incomodaria se ele tivesse o nome da ex. Então, por ele, como para mim não faz diferença, decidi tirar".

A lista de tatuados e tatuadas arrependidos é de perder de vista.  Mas o caso mais emblemático talvez seja o de Nicole Bahls.

Com apenas 30 dias de relacionamento, a modelo e o jogador Victor Ramos decidiram trocar tatuagens com os nomes de cada um.


O relacionamento, que deveria ser eterno, não durou mais que 6 meses, após o que a modelo já estava fazendo sessões de laser para eliminar a tatuagem.

Enfim, que seja eterno enquanto dure, e que dure... 6 meses(!)

Para terminar, um homem de Indiana (na realidade um doido!) resolveu tatuar em seu rosto o "R" da campanha presidencial de Mitt Romney em troca de uma oferta de 15 mil dólares no site eBay.  O homem, que se declara como um republicano convicto, disse à reportagem que é filiado ao Partido Republicano e não se importou em fazer a tatuagem porque poderia conviver permanentemente com a marca indelével.  A reportagem conta ainda, que o homem de 30 anos e lutador profissional, que se julga conservador, ainda leiloará sua testa em troca de uma tatuagem com uma oferta mínima de 5 mil dólares.


Não é hora de tratar de aliança entre PT e PSB para 2014, diz Eduardo Campos após reunião com Dilma


Após mais de duas horas de reunião com a presidenta Dilma Rousseff, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), disse hoje (14) que os dois conversaram sobre parcerias entre os governos federal e estadual, investimentos em obras e sobre a situação da estiagem no estado. A presidenta e o governador também trataram de questões políticas, mas Campos evitou comentar a continuidade da aliança entre o PT e o PSB para as eleições de 2014 e disse que seu partido não quer “eleitoralizar” o debate político brasileiro nesse momento.

“Não chegou a hora de tratar de 2014. Estamos tratando de ajudar a presidenta a vencer o ano de 2013. A disposição do PSB é dar a contribuição do partido para que possamos retomar o crescimento econômico, para que possamos tratar da pauta efetiva do país”, disse. Segundo Campos, é preciso priorizar a “pauta real” do país e ajudar o governo a enfrentar as dificuldades do cenário econômico mundial, além de facilitar o diálogo em temas como o Fundo de Participação dos Estados e a distribuição de royalties do petróleo.

“O bom aliado é aquele que, em uma hora como essa, em vez de discutir o eleitoral, discute o político, o que interessa ao país. O que interessa ao país, neste momento, não é criar dificuldade para a presidenta Dilma, é ajudá-la a vencer as dificuldades que uma conjuntura internacional adversa impõe ao mundo e que ela com muita coragem tem enfrentado”, disse. Dilma deve ir a Pernambuco no dia 18 de fevereiro, segundo Campos. “Uma parte da agenda tem a ver com a questão da estiagem”.  (Agência Brasil)

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