terça-feira, 4 de setembro de 2012

BALANCE CAPIXABA 04/09/2012


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Ministério Público do ES divulga salários. Maior valor pago foi de R$ 75 mil a procurador
Como parte da Lei de Acesso à Informação, o Ministério Público do Espírito Santo divulgou, no Portal da Transparência, na noite de segunda (03), os nomes dos 1.404 servidores (efetivos e comissionados) e seus respectivos vencimentos. O maior salário é o do procurador de Justiça, Sergio Dario Machado, que recebeu em agosto o total de R$ 75.379,37, incluindo o salário bruto de R$ 30.674,81, mais R$ 1.662,34 em indenizações e R$ 43.042,22 referente a “outras remunerações retroativas/ temporárias”.

O candidato do PRTB à Prefeitura de Vitória, Montalvani Lima, fez novas menções a seus adversários em programas veiculados na televisão e no rádio, ontem. Dessa vez, Montalvani falou que há uma concentração de receitas entre empresas de fora do Estado, as quais vencem as licitações e são contratadas para executar serviços da prefeitura.
Os alvos de Montalvani foram o ex-prefeito Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB), o deputado Luciano Rezende (PPS) e a deputada federal Iriny Lopes (PT).
Segundo o candidato do PRTB, 30% do total de gastos ficam com empresas capixabas.
“Isso vem desde o tempo do Luiz Paulo prefeito, Luciano vereador e dona Iriny, hein, que já era deputada, nunca reclamou desta concentração de renda”, disse o narrador do programa.

Insatisfeito com trecho do programa de seu adversário Max Filho (PSDB), o prefeito de Vila Velha e candidato à reeleição, Neucimar Fraga (PR), entrou com nova ação na 57ª Zona Eleitoral do município. Dessa vez, a equipe jurídica de Neucimar pediu a suspensão do programa de Max, no qual o tucano diz que “22 não vale nada”. Como o número de urna do prefeito republicano é 22, ele entendeu que houve uma tentativa de atingi-lo.
Max e a sua coligação serão intimados para se manifestar. Segundo o advogado do tucano, Altamiro
Thadeu Sobreiro, a juíza indeferiu a liminar de Neucimar ontem à noite. “Para me pronunciar sobre o
assunto, prefiro aguardar a notificação da juíza”, disse Altamiro.
Como a análise da magistrada é preliminar, há ainda a possibilidade de a situação se reverter em favor do prefeito.

Uma dúvida bastante comum entre os eleitores brasileiros é se existe ou não diferença entre votar em branco ou votar nulo nas eleições. Alguns eleitores acreditam que o voto em branco vai para o candidato que está ganhando e o nulo não vai para ninguém.
No entanto, de acordo com a legislação eleitoral, tanto os votos em branco quanto os votos nulos não são considerados válidos, são excluídos de qualquer contagem e não são contabilizados para qualquer candidato.
Os votos em branco são assinalados através de uma tecla específica existente nas urnas eletrônicas. Já o voto nulo acontece quando o eleitor digita um número que não é correspondente a nenhum candidato ou partido oficialmente registrado e confirma a combinação digitada.

Os honorários de R$ 4.953,00 passariam para R$ 7.400,00. 
Dos 10 vereadores de Viana, sete são candidatos a reeleição.
A votação para aprovar o aumento dos próprios salários acabou em bate-boca e troca de acusações entre os vereadores de Viana, município da Grande Vitória, na noite de segunda-feira (3). Durante a sessão, os ânimos se excederam após alguns políticos votarem contra o projeto, indo na contramão do acordo realizado verbalmente entre os vereadores para que a aprovação fosse unânime, segundo confessaram os políticos durante a briga no plenário. Dos 10 vereadores de Viana, sete são candidatos à reeleição.
Moradores compareceram na Câmara Municipal para acompanhar a sessão de votação de um aumento de 40% nos salários dos vereadores, ou seja, os honorários de R$ 4.953,00 passariam para R$ 7.400,00. Faixas demonstrando a insatisfação da população de Viana em relação ao projeto foram colocadas das do lado de fora do prédio.

Candidato a prefeito pretende administrar trechos da BR-101 e ES-010
O deputado federal Audifax Barcelos (PSB), de 48 anos, que concorre pela coligação 'A Serra em primeiro lugar' com os partidos PSB, PP, PT, PTN, PR, PTC, PV, PRP, PSD, PPL e PHS concedeu entrevista a um canal de TV do ES, Durante a entrevista, o candidato propôs municipalizar rodovias estaduais e federais que passam pela cidade, para tentar melhorar as condições do trânsito.
O candidato, que já foi prefeito da cidade, disse que pretende voltar à gestão municipal para investir na área de saúde. "Em um mandato não dá para concluir todas as suas tarefas. Entendemos também que precisamos de mais, a cidade precisa avançar mais, e no nosso entender e acompanhando a população nas ruas, ouvindo a população de uma forma muito direta, é que a saúde é a prioridade. Quero voltar a ser prefeito para concluir as nossas tarefas no campo da saúde", explicou o candidato.

Sistema vai passar por vias beneficiadas pelos corredores exclusivos para ônibus
O governo do Estado anunciou nesta terça-feira (4) que vai criar uma rede de ciclovias para interligar os municípios da Grande Vitória. A rede será desenvolvida dentro do Programa de Mobilidade Metropolitana (PMM) e vai passar pelas vias beneficiadas pelo BRT – o novo sistema de transporte coletivo que contará com corredores exclusivos para ônibus. A expectativa é de que a construção de toda a rede seja concluída junto das obras previstas pelo PMM, em 2016.
Algumas vias de acesso ao BRT também deverão contar com ciclovias. Nos locais onde elas já existem, serão feitas adequações para que atendam ao projeto do PMM. O anúncio foi feito ontem pelo governador Renato Casagrande e pelo secretário estadual de Transportes e Obras Públicas, Fábio Damasceno.

Somente um em cada quatro candidatos a prefeito ou vereador espalhados pelo país recebeu doações para tocar a campanha deste ano. É o que mostra levantamento feito pelo Correio com base na primeira prestação de contas entregue pelos candidatos à Justiça Eleitoral. 
Dos 437 mil candidatos aptos à disputa em 7 de outubro, somente 124 mil (28%) foram contemplados com doações de empresas, pessoas físicas ou dinheiro repassado por padrinhos políticos, partidos e comitês financeiros. O restante dos candidatos, pouco mais de 313 mil, não declarou qualquer receita na primeira parcial de contas para custear despesas com água, alimentação, combustível, comícios, páginas na internet e material gráfico, entre outras.
De acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os 124 mil candidatos receberam R$ 395,2 milhões para as campanhas. Muitos, inclusive, se bancaram.

O debate dos candidatos à prefeitura de SP aumentou a temperatura da disputa


Na noite passada (03/09), durante o segundo debate na televisão entre candidatos, assim como os números na pesquisa, a temperatura da disputa subiu. Embalada pela alta expressiva no prestígio do ex-ministro da Educação, as críticas suplantaram a apresentação das propostas de cada candidato. O debate ocorreu na Rede TV!, Em parceria com o diário conservador paulistano Folha de S. Paulo. Os ataques mais incisivos foram voltados ao tucano José Serra e ao petista Fernando Haddad. O candidato do PRB, Celso Russomanno, por sua vez, lidou com tentativas do petista de polarizar o debate em áreas como os transportes. Além disso, empenhou-se em se afastar do elo direto que o liga à igreja evangélica.

Participaram do encontro oito candidatos – além de Russomanno, Serra e Haddad, estiveram presentes também Gabriel Chalita (PMDB), Paulinho da Força (PDT), Soninha Francine (PPS), Levy Fidelix (PRTB) e Carlos Gianazzi (PSOL).

No primeiro bloco, passados alguns minutos, Chalita abriu fogo contra Serra. Adversário ferrenho do ex-prefeito desde os tempos em que integrava o governo estadual do PSDB em São Paulo, Chalita atacou o fechamento de escolas na administração do tucano, que respondeu:
– Eu fico espantado com a facilidade com que o candidato falta com a verdade.
Chalita ainda resgatou denúncias da campanha presidencial de 2010.
– Eu não tenho histórico de mentiroso. Não fui eu que disse que não conhecia Paulo Preto – disse, em referência à relação entre o tucano e Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, suspeito de ter fugido com R$ 4 milhões em recursos da campanha tucana.

Mais debate
Com Russomano à frente nas pesquisas, Haddad tentou, durante o debate, polarizar com o adversário do PRB sobre seus planos para o transporte público, citando um dos carros chefes da campanha petista – o Bilhete Único mensal. Russomanno devolveu a pergunta e aproveitou a oportunidade para ironizar a ideia de Haddad.
– Eu não sou contra a proposta (do bilhete mensal), desde que ela fosse viável. Eu não consegui entender quem vai pagar essa conta, o consumidor ou o poder público – rebateu.

Tradicional aliada de Serra, a candidata do PPS, Soninha Francine – sem chance alguma de seguir ao segundo turno, de acordo com as últimas pesquisas – transformou-se em braço auxiliar do ex-chefe tucano e dirigiu suas críticas a Haddad:
– E o Maluf, Haddad? – alfinetou, em referência à polêmica aliança entre o ex-ministro e o ex-prefeito pepista.
– Eu não sei se você tem encontrado com ele – devolveu Haddad, irônico, ao responder à adversária.
– Eu faço aliança com partidos políticos e disse desde o começo que vou fazer aliança com todos os partidos da base da presidenta Dilma – completou o petista.

Logo em seguida, foi a fez de Giannazi distribuir suas críticas a Serra, desta vez ao falar sobre o modelo de organizações sociais na gestão da saúde.
– É acabar com a privataria tucana na saúde, com a privatização tucana da saúde – disse.

Já o candidato Levy Fidelix aproveitou sua oportunidade para questionar as pesquisas e chegou a citar um estudo interno de seu partido, o PRTB, com a assinatura do instituto New Sense, em que ele apareceria com 5,7% das intenções de voto. Negou, ainda, que faça algum tipo de “dobradinha” com outro candidato.
– Não sou de fazer qualquer tipo de acordo. Meu acordo é com o povo de São Paulo – disse.

Gianazzi, por sua vez, citou o julgamento do ‘mensalão’ pelo Supremo Tribunal Federal (STF), alfinetando o PT de Haddad, e também o que qualificou como incoerências de Serra.
– Conheço todas as contradições do Serra. Sei o que ele fez no último verão e vou colocar isso no debate. E vamos falar de corrupção também, de ‘mensalão’ – avisou.

Paulinho também alfinetou os adversários e chegou a dizer que pediria mais explicações de Haddad sobre a proposta do Bilhete Único mensal.
– Ele tem que explicar melhor isso. Não ficou claro quanto é, se é de graça – disse.

Até o primeiro turno das eleições, dia 7 de outubro, os candidatos ainda irão se enfrentar em mais quatro oportunidades pela televisão. O próximo será no dia 17, promovido pela TV Cultura em parceria com o jornal O Estado de S. Paulo e o Youtube. Em seguida, a TV Gazeta, no dia 24, a TV Record, no dia 1º, e a TV Globo, no dia 4, realizarão os debates eleitorais.

Medo do Mensalão e da CPI do Cachoeira afastam doações


Somente um em cada quatro candidatos a prefeito ou vereador espalhados pelo país recebeu doações para tocar a campanha deste ano.
É o que mostra levantamento feito pelo Correio com base na primeira prestação de contas entregue pelos candidatos à Justiça Eleitoral. 

Dos 437 mil candidatos aptos à disputa em 7 de outubro, somente 124 mil (28%) foram contemplados com doações de empresas, pessoas físicas ou dinheiro repassado por padrinhos políticos, partidos e comitês financeiros.

O restante dos candidatos, pouco mais de 313 mil, não declarou qualquer receita na primeira parcial de contas para custear despesas com água, alimentação, combustível, comícios, páginas na internet e material gráfico, entre outras.
De acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os 124 mil candidatos receberam R$ 395,2 milhões para as campanhas. Muitos, inclusive, se bancaram.

No total, esses aspirantes a cargos eletivos nas cidades tiraram do próprio bolso pelo menos R$ 164 milhões, o que representa 42% do total arrecadado por eles.
Antes de fechar a primeira parcial de contas, o presidente do PT de São Paulo, deputado estadual Edinho Silva, admitiu que o partido — o segundo que mais recebeu doações este ano, atrás apenas do PMDB — estava com dificuldades para arrecadar fundos.

Ele atribuiu a fraca arrecadação ao ambiente negativo do julgamento do mensalão, no Supremo Tribunal Federal (STF), e à CPI do Cachoeira, no Congresso Nacional.
Para o cientista político Cristiano Noronha, da consultoria Arko Advice, o julgamento no Supremo pode ter afastado os doadores de campanha.

Mas ele não acredita que esse seja o principal motivo da falta de dinheiro este ano.
"O Brasil não vive um bom momento econômico. A disponibilidade de caixa das empresas para financiar campanhas eleitorais vai para uma prioridade baixa”, explicou.

E ele também dá como exemplo o fato de que muitos dos que disputam uma cadeira para as câmaras municipais são novatos ou aventureiros.
“Sem projeção e sem nomes expressivos, não há interesse das empresas em financiar. As campanhas a vereador não atraem o grande empresariado, ao contrário das de pessoas expressivas”.

Segundo o cientista político, nas eleições municipais, as doações são destinadas majoritariamente aos candidatos a prefeito.
“Não havendo interesse em financiar vereador, a sua campanha acaba sendo feita com muita ajuda de cabos eleitorais e de amigos, que acabam se mobilizando. Por isso, há chances de haver recursos não contabilizados (na prestação de contas). Boa parte dessas doações não é oficial”, esclareceu.

A tese de que os mais conhecidos atraem a atenção dos doadores pode ser observada em casos como o dos candidatos a vereador em São Paulo Aguinaldo Timotheo (PR), que declarou ter recebido R$ 13,4 mil — sendo R$ 8,4 mil do próprio bolso.

E do ex-ministro do Esporte Orlando Silva (PCdoB), que também disputa uma vaga para a Câmara Municipal. O comunista acusou o recebimento de R$ 16 mil, sendo R$ 11 mil depositados pelo próprio partido.
Há exceções. O candidato a vereador em Recife pelo PPS Raul Jungmann, por exemplo, que já foi ministro de Estado no governo Fernando Henrique Cardoso e deputado federal, não recebeu nenhum centavo para tocar a sua campanha.

Segundo Jungmann, isso se deve ao atraso em definir a sua candidatura a vereador.
“Como eu era candidato a prefeito, na última hora não continuei e mudei para vereador. A campanha já tinha efetivamente começado. Tive de renegociar todo os apoios. Isso fez com que eu só colocasse a campanha na rua recentemente. Para isso, fiz um empréstimo de R$ 50 mil. Na segunda prestação de contas terão as doações, que já começaram a pingar”, esclareceu.

Pobreza 
Para o coordenador do Núcleo de Estudos em Gestão Pública da Universidade de Brasília, João Paulo Machado Peixoto, a falta de recursos para a maioria dos candidatos espalhados pelo Brasil é, de certa forma, natural.
A maioria dos municípios brasileiros é pobre. Porém, segundo o professor, é curioso que os partidos ainda não tenham contribuído para impulsionar a campanha de seus candidatos.

“Vemos que os candidatos são deles próprios. Não têm capacidade de organizar comitê financeiro, como em São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, entre outras cidades grandes. Por isso, deveriam ser alimentados pelos partidos, por menos que seja a quantia".

A divulgação do nome dos doadores e das quantias doadas ainda com a campanha em andamento — fato inédito na história eleitoral do país — só foi possível graças à Lei de Acesso à Informação.
Baseada na lei, regulamentada em maio, a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, determinou que a divulgação dos doadores ocorra já nas primeiras prestações de contas parciais.
Pela Lei Eleitoral, os candidatos são obrigados a indicar os nomes dos doadores e os respectivos valores doados somente na prestação final de contas, prevista para ocorrer depois do pleito.

Caixa de campanha
Recursos recebidos Recursos gastos
Candidatos R$ 395,2 milhões R$ 189,4 milhões
Partidos R$ 53,4 milhões R$ 36,1 milhões
Comitês R$ 51,6 milhões R$ 40,8 milhões

Quem mais arrecadou
Eduardo Paes (PMDB, Rio de Janeiro) R$ 2,88 milhões
Luciano Ducci (PSB, Curitiba) R$ 2,45 milhões
Edson Girotto (PMDB, Campo Grande) R$ 1,83 milhão
Geraldo Julio (PSB, Recife) R$ 1,58 milhão
José Serra (PSDB, São Paulo) R$ 1,54 milhão
Fernando Haddad (PT, São Paulo) R$ 1,46 milhão
Lacimar Campos (DEM, Várzea Grande-MT) R$ 1,11 milhão

Recursos de Campanha
Pela Lei da Ficha Limpa, o candidato que for condenado por abuso do poder econômico, doação, captação ou gastos ilícitos de recursos de campanha nas eleições de 2012, além da cassação do registro ou diploma, ficará inelegível para as eleições que se realizarem nos oito anos seguintes. A pessoa física e os dirigentes de pessoas jurídicas responsáveis por doações eleitorais consideradas ilegais por decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado da Justiça Eleitoral ficam inelegíveis pelo prazo de oito anos após a decisão. 
Fonte: primeira prestação de contas divulgada pelo TSE 

Musa do time de futebol americano do Santos faz ensaio apenas de calcinha

Representante do Santos no concurso Gata do Paulistão e Musas do Brasileirão em 2010, Myriã Pedron trocou de esporte, mas não de time. A gata agora é a musa do Santos Tsunami, equipe de futebol americano do clube do litoral paulista.

E para a alegria dos santistas, e dos torcedores rivais também, a loira tirou a roupa. Isso mesmo, em novo ensaio sensual, Myriã aparece apenas em trajes íntimos. Nas mais ousadas dela, a gata está apenas de calcinha fio dental.

A expectativa agora é que a loira faça um ensaio sensual no campo em que o time do Santos Tsunami atua.














 

Rede de ciclovias vai interligar Grande Vitória

Sistema vai passar por vias beneficiadas pelos corredores exclusivos para ônibus

O governo do Estado anunciou nesta terça-feira (4) que vai criar uma rede de ciclovias para interligar os municípios da Grande Vitória. A rede será desenvolvida dentro do Programa de Mobilidade Metropolitana (PMM) e vai passar pelas vias beneficiadas pelo BRT – o novo sistema de transporte coletivo que contará com corredores exclusivos para ônibus. A expectativa é de que a construção de toda a rede seja concluída junto das obras previstas pelo PMM, em 2016.

 Algumas vias de acesso ao BRT também deverão contar com ciclovias. Nos locais onde elas já existem, serão feitas adequações para que atendam ao projeto do PMM. O anúncio foi feito ontem pelo governador Renato Casagrande e pelo secretário estadual de Transportes e Obras Públicas, Fábio Damasceno.

O mapa com a extensão das ciclovias já está em fase de elaboração e deverá ser divulgado até o final do ano. A expectativa é que as novas obras sejam iniciadas já em 2013.

Audifax Barcelos (PSB) propõe municipalizar rodovias na Serra


Candidato a prefeito pretende administrar trechos da BR-101 e ES-010

O deputado federal Audifax Barcelos (PSB), de 48 anos, que concorre pela coligação 'A Serra em primeiro lugar' com os partidos PSB, PP, PT, PTN, PR, PTC, PV, PRP, PSD, PPL e PHS concedeu entrevista a um canal de TV do ES, Durante a entrevista, o candidato propôs municipalizar rodovias estaduais e federais que passam pela cidade, para tentar melhorar as condições do trânsito.

O candidato, que já foi prefeito da cidade, disse que pretende voltar à gestão municipal para investir na área de saúde. "Em um mandato não dá para concluir todas as suas tarefas. Entendemos também que precisamos de mais, a cidade precisa avançar mais, e no nosso entender e acompanhando a população nas ruas, ouvindo a população de uma forma muito direta, é que a saúde é a prioridade. Quero voltar a ser prefeito para concluir as nossas tarefas no campo da saúde", explicou o candidato.

Saúde
Sobre a área da saúde, o candidato foi questionado sobre como poderia reverter o quadro na Serra, avaliado como uma das piores do país em atendimento público, segundo dados do SUS. "Infelizmente, essa é uma notícia que, apesar de não ser o prefeito, mas como morador da cidade, liderança da cidade, a cidade foi avaliada nesse ano com uma das dez piores saúdes do Brasil, isso me impactou como serrano. Percebo que nós não precisamos de grandes policlínicas, são necessárias são, mas não é essa a grande demanda da cidade. Precisamos de hospital sim, o governo do estado está nos ajudando, fazendo o novo Dório Silva, isso é fundamental para a cidade. Mas qual o grande problema da população da Serra? O que ela vem a mim de forma diária? Tenho sempre observado isso. Nunca vou esquecer uma cena em Feu Rosa na semana passada, uma criança com duas receitas, pedindo remédio, uma receita simples. Então hoje, a população da Serra pede, a demanda dela é atendimento", afirmou.

O candidato aproveitou para criticar medidas da atual administração sobre a logística do atendimento de saúde. "Não entendi a filosofia da atual gestão quando pega o morador de Boa Vista, quem mora em Boa Vista e Jardim Carapina, é muito perto um bairro do outro, quem está em Boa Vista não pode ser atendido em Jardim Carapina, se falta médico aqui não pode ir lá buscar um médico. Atendimento, médico, exame, remédio, coisas básicas, é isso que a população mais clama na cidade da Serra", explicou.

Gestão
Por já ter sido prefeito da Serra durante um mandato, entre 2004 e 2008, Audifax foi questionado sobre o que deixou de fazer naquela ocasião e que poderia fazer agora. "Em um mandato não dá para concluir todas as suas tarefas. É por isso que existe no país e em alguns lugares do mundo o processo de reeleição. E algumas tarefas não tivemos o tempo suficiente para concluí-las. Algumas nos dizem respeito a investimentos, como o investimento da estrada Serra-Jacaraípe, como o investimento do parque da cidade, uma obra muito bonita, como o Jardim Botânico, a orla de Jacaraípe. Mas entendemos também que precisamos de mais, no nosso entender e acompanhando a população nas ruas, ouvindo a população de uma forma muito direta, é que a saúde é a prioridade. Quero voltar a ser prefeito para concluir as nossas tarefas no campo da saúde", disse Audifax.

Esporte
Sobre a área de esportes e lazer, o candidato enalteceu medidas tomadas em sua administração e afirmou que pretende incluir a terceira idade como público alvo das atividades esportivas na Serra. "Quando fui prefeito fizemos 20 ginásios na nossa cidade. Vários campos de futebol belíssimos com arquibancada e até vestiário para juiz, como por exemplo o de Novo Horizonte. Campos com estrutura, com drenagem, coisa que na Grande Vitória nenhum campo municipal tem. O esporte é fundamental para tirar a juventude das drogas, do crack, tem que dar ocupação aos jovens. Vamos continuar com essa proposta de construir ginásios, campos de futebol, de dar até para as pessoas da terceira idade essa ocupação no que diz respeito a atividade esportiva. Tenho como meta, como proposta nossa, uma parceria também junto a iniciativa privada para estar qualificando e dando oportunidade a essa juventude, mas vou ampliar. A demanda da terceira idade também é para área de esporte", propôs Audifax.

Segurança
Audifax falou que a educação e o emprego são medidas necessárias no combate à violência. "O município da Serra foi o primeiro município a colocar as câmeras, hoje está espalhado pela Grande Vitória, mas começou na Serra, na nossa gestão, vamos estar ampliando isso. Entendemos que o trabalho de prevenção é fundamental. Vamos voltar com o projeto adolescente cidadão, vamos voltar com ele, mas com foco agora no crack. Vamos fazer todo um trabalho de oferecer aos jovens ocupação. No lugar do jovem, ele ir atrás de educação, saúde, emprego, esporte, cultura, tudo isso vai ao encontro dele, ou seja, nós vamos oferecer, vamos entregar, vamos no bairro dele, para ele ter ocupação. E vamos implantar na Serra o que algumas prefeituras do PSB implantaram no Nordeste, centros vocacionais do trabalho, vamos dar aos adolescentes, jovens e adultos oportunidades de se profissionalizarem. Mas também é preciso um trabalho para a diminuição de impunidade", frisou o candidato.

Mobilidade Urbana
Acerca das condições do trânsito no município, o candidato propõe que a prefeitura administre diretamente rodovias que hoje são estaduais e federais. "É fundamental que o prefeito possa estar administrando as rodovias. Por exemplo, a ES-010 que pega de Jardim Limoeiro até Nova Almeida, quem administra ela é o estado. Você pega a BR-101 quem administra, toma conta não é o prefeito. São duas grandes avenidas que cortam a cidade mas não é o prefeito, nem a equipe do prefeito, que define onde vai botar sinal onde não vai botar, onde pode botar quebra-mola, onde não pode. Tem que ser o prefeito que está ali no dia-a-dia, que está sentindo a necessidade da população. É muito mais fácil o morador ir ao prefeito do que ao governador, do que o presidente da república", falou.

Questionado se teria recursos para administrar as rodovias, o candidato respondeu de forma afirmativa. "Temos recursos para isso, hoje elas estão prontas, são pequenas itnervenções, muito mais fácil nós administrarmos do que outros órgãos. É importante colocar que, com isso, vamos tirar o trânsito, no caso da ES-010 onde está hoje, fazer um contorno de Jacaraípe, uma parceria que o governador Casagrande irá fazer conosco. Essa rodovia, esse contorno está há quatro anos parado, foi iniciado comigo no governo, mas só foi feita a metade e está há quatro anos parado. Outra obra importante é o contorno do Mestre Álvaro, como deputado federal estive duas vezes com a ministra Ideli, com Nelson Barbosa, no sentido de que essa obra saia, nosso governador também esteve, e há o compromisso de que a gente faça essa obra e aí sim melhorar muito o trânsito na BR-101", disse Audifax.

Educação
Em seu plano de governo apresentado ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) o candidato propôs ampliar a rede física escolar e construir novas escolas, o candidato foi questionado sobre os recursos disponíveis para isso.
"Esse é outro desafio que nós temos, um pouco mais fácil que as outras áreas, porque o recurso da educação é um recurso carimbado. E esse previlégio que tive nesse um ano e meio em Brasília, pude aprender o caminho das pedras para a gente chegar aonde precisa. Tive com o ministro da educação, conseguimos 19 creches para o Espírito Santo, entendemos que há a necessidade da Serra ter uma escola de tempo integral. Hoje a demanda principal, a prioridade nossa na educação é creche. Nós não temos creches, não atendemos a 100% das crianças, essa tem que ser nossa meta número um. A meta número dois, a medida do tempo, construirmos e implantarmos a creche em tempo integral. . E em seguida, as escolas de primeiro grau de tempo integral também", afirmou o candidato.

Meio Ambiente
O candidato também ressaltou que pretende tomar medidas que respeitem o meio ambiente se for eleito. Ele ressaltou que pretende fiscalizar empresas poluidoras que estão na Serra. "Fui o deputado federal que questionou algumas grandes empresas no que diz respeito à poluição na Grande Vitória. Agirei com muito mais firmeza no que diz respeito à prefeito, usando toda nossa equipe de meio ambiente. Vamos dar prioridade a esse tema, esse tema é o presente e o futuro da nossa cidade. É um compromisso que assumo aqui com você, internauta. Entendo que isso é qualidade de vida, não adianta crescer do ponto de vista econômico, mas a poluição entrando na nossa casa. Entendo que isso será prioridade e trabalharemos no que diz respeito a essa fiscalização. Mas não é só isso, ou seja, nós temos que construir e proporcionar à cidade, como fiz o parque da cidade, o Jardim Botânico, aproveitar nossas lagoas", concluiu Audifax.

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