terça-feira, 3 de julho de 2012

Babá compara ‘rasteira’ dada em Hércules ao golpe paraguaio contra Fernando Lugo

O candidato do PT a prefeito de Vila Velha, o vereador João Batista Babá, demonstrou no Twitter que está indignado com a decisão do PMDB que barrou a candidatura do deputado estadual Hércules Silveira para apoiar o também deputado Rodney Miranda (DEM), que disputa a eleição a prefeito. Babá comparou a manobra dos peemedebistas contra o amigo doutor ao impeachment que destituiu Fernando Lugo da Presidência do Paraguai. “O golpe dado no Hércules, de tão tosco, lembrou-me o golpe paraguaio contra Lugo. Não se dignaram em chamá-lo para uma reunião. Que política é essa?”, questionou o vereador. 

Mesmo isolado e com poucas possibilidades de alianças, Babá nega que esteja sob pressão do próprio PT para retirar sua candidatura. “Temos chapa completa de vereadores e podemos viabilizar uma coligação com afinidade trabalhista”, postou nesta terça-feira (3), no Twitter. 
Embora o PMDB e PSB estejam, respectivamente, com Rodney e com o prefeito Neucimar Fraga (PR) – que tenta a reeleição -, Babá ainda aposta nos apoios “avulsos” de Hércules Silveira (PMDB) e do ex-prefeito Vasco Alves (PSB).

O presidente do diretório do PT de Vila Velha, Paulo Coutinho, também acredita nos apoios de Hércules e Vasco. Até agora, porém, nem o peemedebista nem o socialista deram qualquer sinal que vão apoiar Babá, o que faz crescer o fantasma do isolamento do PT em Vila Velha. O mesmo que aterrorizou a candidatura do deputado estadual Cláudio Vereza na disputa à prefeitura em 2008, quando também ficou isolado. 
Possibilidades à parte, Coutinho admitiu que, até o momento, nenhum partido está com o PT. “Vamos ter uma reunião ainda nesta terça (3) com as lideranças do PTB e PTdoB. A aliança está praticamente fechada. Só falta mesmo bater o martelo”, afirmou.

Coutinho nega que exista uma pressão interna do PT para a retirada da candidatura de Babá. “o que existe é conversa. Temos conversado sobre possibilidades. Mas não há pressão alguma nesse sentido”, garantiu. 
O presidente do diretório municipal também admitiu que Max Filho o procurou para conversar sobre alianças. Ele lembrou, no entanto, que a orientação nacional do PT impede a aproximação com o PSDB em municípios com mais de 150 mil eleitores. Via SD | José Rabelo 

Na reta final, acordo entre PSB e PT inclui ‘troca de vices’ na Serra e em Cariacica


As lideranças do PSB e PT fecharam mais um acordo na reta final das articulações partidárias para as eleições deste ano. O arranjo prevê que o candidato a prefeito da Serra, o deputado federal Audifax Barcelos (PSB), entregue a vaga de vice a um petista. Em contrapartida, a deputada estadual Lúcia Dornellas, candidata do PT à prefeitura de Cariacica, puxa a chapa com um socialista na vice.

Os nomes dos vices de Audifax e Lúcia ainda não foram definidos. Lideranças dos dois partidos se reúnem ainda nesta terça-feira (3) para fechar as chapas. Em Cariacica, o nome mais provável é do presidente do diretório municipal do PSB cariaciquense, César Wantuill de Castro. Se não for Wantuill, qualquer outro nome indicado pelo PSB não terá grandes problemas para ser aceito por Lúcia.
De outro lado, na Serra, a definição do vice está mais complicada. Algumas lideranças petistas insistem no nome de Roberto Carlos, mas o próprio deputado já vem demonstrando desinteresse em sair como vice de Audifax. O petista tem dito que prefere continuar com seu mandato na Assembleia, uma vez que seu desejo mesmo era a candidatura própria do PT.

Por trás da justificativa de Roberto Carlos, no entanto, está o outro nome do PT cotado para a vice, o da vereadora Lourência Riani. Na verdade, a petista teria o diretório da Serra na mão e se fosse disputar com Roberto, provavelmente, levaria a melhor, deixando o deputado numa posição incômoda. 
Pesa também para Roberto Carlos o fato de uma dobradinha com Audifax significar guerra declarada ao prefeito e candidato à reeleição Sérgio Vidigal (PDT), com quem o petista tem uma excelente relação. 

Se o PT confirmar Lourência, o que é mais provável, o cenário reservado para Vidigal não será nada pacífico, pois a vereadora, a exemplo de Audifax, é desafeta declarada do prefeito. Inclusive, a iminente candidatura de Lourência na Serra sempre dificultou o diálogo entre PT e PDT. Via SD | José Rabelo 


Os nomes dos vices de Audifax e Lúcia ainda não foram definidos. Lideranças dos dois partidos se reúnem ainda nesta terça-feira (3) para fechar as chapas. Em Cariacica, o nome mais provável é do presidente do diretório municipal do PSB cariaciquense, César Wantuill de Castro. Se não for Wantuill, qualquer outro nome indicado pelo PSB não terá grandes problemas para ser aceito por Lúcia.
De outro lado, na Serra, a definição do vice está mais complicada. Algumas lideranças petistas insistem no nome de Roberto Carlos, mas o próprio deputado já vem demonstrando desinteresse em sair como vice de Audifax. O petista tem dito que prefere continuar com seu mandato na Assembleia, uma vez que seu desejo mesmo era a candidatura própria do PT.

Por trás da justificativa de Roberto Carlos, no entanto, está o outro nome do PT cotado para a vice, o da vereadora Lourência Riani. Na verdade, a petista teria o diretório da Serra na mão e se fosse disputar com Roberto, provavelmente, levaria a melhor, deixando o deputado numa posição incômoda. 
Pesa também para Roberto Carlos o fato de uma dobradinha com Audifax significar guerra declarada ao prefeito e candidato à reeleição Sérgio Vidigal (PDT), com quem o petista tem uma excelente relação. 

Se o PT confirmar Lourência, o que é mais provável, o cenário reservado para Vidigal não será nada pacífico, pois a vereadora, a exemplo de Audifax, é desafeta declarada do prefeito. Inclusive, a iminente candidatura de Lourência na Serra sempre dificultou o diálogo entre PT e PDT. Via SD | José Rabelo 

Coligações para disputa na Câmara de Vitória será ‘casamento na delegacia’


A entrada do PMDB na chapa de Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB) está causando mal-estar não só com lideranças do PSD na majoritária, mas mudou todo o cenário das articulações para a disputa proporcional em Vitória.

Isso porque a chapa ficou muito pesada, o que jogará o cociente eleitoral para um nível muito alto. A mudança na complicada matemática da proporcional complicou a vida não só de quem está na chapa do PSDB e PMDB, como também dos demais partidos. 
O PMDB tem dois vereadores, Zezito Maio e Dermival Galvão, assim como PSDB, que tem Neuzinha Oliveira e Aloízio Varejão. O PSD que também está na chapa é representado pelo vereador Max Da Mata. 

Por isso, os momentos que antecedem o fim do prazo para a homologação das chapas, que termina nesta quinta-feira (5), são de muita conversa e pouco entendimento. O objetivo agora é tentar dentro de um cenário bastante restritivo buscar um posicionamento que alivie a vida dos candidatos a vereador. 
A expectativa é de que em algumas chapas um vereador se eleja com menos de dois mil votos, enquanto outros que ultrapassem os cinco mil votos fiquem fora da Câmara com base na fórmula que define o cociente eleitoral. 

Na Câmara, o sentimento é de que costuras visando apenas o interesse dos candidatos a prefeito prejudicaram muito os candidatos a vereador, que não foram ouvidos nessas articulações. Por isso, as conversas entre os partidos para as proporcionais têm sido chamadas de “casamento na delegacia”.

Vila Velha

Se em Vitória a movimentação do PMDB trouxe muitos problemas, em Vila Velha, o partido, embora tenha tomado uma decisão incompreensível retirando um dos favoritos da eleição para prefeito, o deputado estadual Hércules Silveira, na proporcional os candidatos a vereador estão felizes com a possibilidade de ocuparem mais cadeiras no legislativo municipal.
O partido que hoje tem apenas um representante na Câmara, o vereador Andinho, vê amplas chances de conquistar mais espaço. A expectativa dos candidatos é de que o partido consiga três cadeiras na Casa. Via SD | Renata Oliveira 

Homenagem a Casagrande reúne tucanos e petistas


Uma homenagem hoje no Senado, ao ex-senador Renato Casagrande - atual governador o ES - lotou o plenário da comissão e reuniu petistas e tucanos. 

Apesar do quórum baixo das terças pela manhã, nove senadores foram ao ato, junto com oito deputados federais, além de servidores e jornalistas. 
Casagrande presidiu a Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle, na 53º legislatura (2009-2010). 

Como todo ex-presidente, ele tem o retrato posto na Galeria de ex-presidentes da Comissão.

"Casagrande construiu muitos amigos e admiradores nesta Casa, e num curto período de tempo", disse o atual presidente da comissão, senador Rodrigo Rolenberg (PSB-DF).
"Nesta comissão fizemos muitos debates, principalmente sobre as mudanças climáticas. Considero essa uma das mais importantes comuissôes da Casa", disse Casagrande, após agradecer a homenagem. 

Participaram os senadores Eduardo Suplicy, Flexa Ribeiro, Ricardo Ferraço, Ana Rita, Antonio Carlos Valadares, Lídice da Mata, João Capiberibe, Magno Malta E Rollemberg.
Da bancada do ES compareceram os deputados Paulo Foletto (PSB), César Colnago (PSDB), Jorge Silva (PDT), e Manato (PDT), além de deputados do PSB de outros estados.
Foto Floriano Rios

Registro de candidatos vai até quinta e propaganda começa sexta


Quinta-feira (05) é o último dia para que partidos políticos e coligações apresentem no cartório eleitoral, o requerimento de registro de candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador. 

A propaganda eleitoral estará liberada a partir da próxima sexta-feira (06), conforme o Calendário Eleitoral 2012, estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Mas não é ainda a propaganda eleitoral gratuita, que começa dia 21 de agosto. Usando horário dos partidos, os candidatos já podem pedir votos, pois seus nomes foram homologados pelas convenções. 

A data também marca a autorização para que partidos e coligações possam realizar comícios e utilizar aparelhagem de sonorização fixa, no horário entre 8h e 24 horas. 
Os carros de som e alto falantes também podem ser utilizados a partir dessa data. Também a propaganda via Internet fica liberada. 

Desde o domingo, as propagandas partidárias gratuitas e também as pagas estão proibidas, assim como transmitir, mesmo que em forma de entrevista jornalística, imagens de realização de pesquisa ou de qualquer outro tipo de consulta popular de natureza eleitoral. 

Os chamados tratamentos privilegiados a candidatos, partidos ou coligações também estão proibidos, assim como veicular ou divulgar filmes, novelas, minisséries ou qualquer outro programa com alusão ou crítica a candidato ou partido político, mesmo que dissimuladamente. Exceto programas jornalísticos ou debates políticos. 


Vitória é a capital mais bem avaliada pelos moradores ao lado de Curitiba

Curitiba e Vitória revezaram o posto de melhores cidades do Brasil para se morar, segundo uma pesquisa da Associação de Consumidores, realizada entre 21 capitais. 

Os moradores estão satisfeitos principalmente com segurança, saúde e transporte. Curitiba foi campeã em educação, mobilidade e emprego e Vitória foi melhor avaliada em habitação, saúde e segurança. 

Apesar de liderarem o valor do Produto Interno Bruto por município, São Paulo e Rio de Janeiro não foram bem avaliados em nenhuma categoria.

Em habitação ficaram com 52 e 53 pontos, respectivamente, e foram classificados como ruins. 

A mobilidade foi um dos aspectos mais criticados pelos participantes, apenas Curitiba, Vitória e Campo Grande obtiveram notas aceitáveis – embora baixas.
De acordo com os moradores de todas as capitais o transporte público é desconfortável.

O questionário para mais de 2 mil brasileiros de ambos os sexos, com idades entre 18 e 74 anos, concluiu que a cidade de Salvador ficou nas duas piores colocações do ranking em cinco das seis categorias avaliadas: habitação, saúde, mobilidade, emprego e segurança. 

Maceió amargou a última colocação nas categorias segurança e educação. Com exceção de Natal, grande parte dos moradores de outras 20 capitais brasileiras demonstrou vontade de viver em uma cidade menor ou rural. 

O estresse e má qualidade de vida são fatores que influenciam nesse desejo.A capital paulista também não é mais a terra das oportunidades. 

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