sábado, 27 de julho de 2013

Pesquisa CNI/Ibope – governo e oposição sem motivos para comemorar

Popularidade de Dilma cai, mas PSDB sofre também em seu principal estado, São Paulo. Eleições de 2014 podem ser a grande chance das “terceiras vias”
(Antonio Cruz/ABr)
Por Glauco Faria no site da revista Forum.
A pesquisa CNI/Ibope divulgada hoje consolida a impressão de que toda a classe política foi atingida pela eclosão das manifestações de junho. A queda de aprovação da presidenta Dilma Rousseff chama mais a atenção, ainda mais depois de poucos meses em que sua popularidade atingiu um nível recorde na série histórica do levantamento, mas o abalo é geral.
Um exemplo disso é verificar como os entrevistados avaliaram a resposta dada pelos representantes do poder público aos protestos. De zero a dez, ninguém atingiu média cinco. Dilma recebeu nota 4; governadores, 3,6; prefeitos, 3,7, enquanto o Senado ficou com 3 e a Câmara dos Deputados com 2,8. Ou seja, o caldo de insatisfação continua e, ainda que não tenham se repetido em manifestações recentes a adesão em massa ocorrida nas do mês passado, a reivindicação por direitos e melhoria dos serviços públicos vai seguir na ordem do dia.

Os horrores do “tratamento da cura gay” no Equador

Agressões físicas, uso de água gelada, dopagem e outros tipos de tortura e violações de direitos humanos são parte de um “tratamento” clandestino para “desintoxicar e curar” pessoas homossexuais no Equador. A existência de uma rede destes centros de reabilitação foi confirmada anteontem (24) pela ministra de Saúde do país, Carina Vance (foto).
Ministra de Saúde do país, Carina Vance, confirmou a existência de uma rede ilegal de “cura gay”
Por Adital, no site da revista Forum
Uma série de denúncias indicou ao governo a existência de 18 centros, dos quais 15 praticam essas agressões e três apresentaram más condições sanitárias. Em virtude disso, há cerca de oito meses, foi criada uma Comissão Nacional Interinstitucional encarregada de detectar as clínicas clandestinas que confirmou a violação dos “pacientes”. Segundo as informações da ministra, os centros estão “localizados nas províncias Tungurahua, Guayas, Manabí, Azuay, Pichincha, Santo Domingo de los Tsáchilas e Cotopaxi”, e a situação é “absolutamente crítica”.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Para especialistas, Cabral vive crise por falta de diálogo

Cabral detonou as pontes de diálogo com a sociedade civil, diz cientista política

Por  no GGN
O descontentamento popular que eclodiu na capital carioca nas últimas semanas ganhou projeção mundial, não só pelo clamor popular, mas também pelo fato de a cidade ter sido palco de grandes eventos, como a Copa das Confederações e a Jornada Mundial da Juventude, esta última responsável pela primeira viagem do papa à América Latina – megaeventos que atraíram os olhos do mundo para cá. É o que afirma Silvia Ramos, cientista social e coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro.

Só quatro governadores têm aprovação superior à de Dilma

Eduardo Campos, Beto Richa, Cid Gomes e Antonio Anastasia superam a avaliação do governo federal
por Redação da Carta Capital
A pesquisa CNI-Ibope que mostrou um tombo na aprovação pessoal da presidenta Dilma Rousseff e também na avaliação de seu governo revelou que apenas quatro governadores têm mandatos melhor avaliados que a presidenta.
O governador com a melhor avaliação é o presidenciável Eduardo Campos (PSB), governador de Pernambuco. Segundo o levantamento, 58% dos pernambucanos avaliam seu governo como bom ou ótimo. Em seguida aparecem Beto Richa (PSDB), governador do Paraná, com 41% de aprovação; Cid Gomes (PSB), governador do Ceará, com 40%; e Antonio Anastasia (PSDB), de Minas Gerais, com 36%.
A quantidade de eleitores que avaliam o governo federal como bom ou ótimo foi de 31% (em junho, eram 55%). O pior governador avaliado foi Sergio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, com apenas 12% de avaliações "bom e ótimo". O Ibope não listou os 27 governadores pois em alguns Estados a margem de erro é superior a quatro pontos porcentuais.

O Brasil precisa se defender

Amazônia, pré-sal, água potável e, agora, os dados eletrônicos: o país deve implantar uma estratégia de defesa para garantir sua soberania
por Roberto Amaral no site Carta Capital
Política externa e política de defesa (ou de segurança nacional) são dois elementos básicos de um projeto de nação, de civilização, de país, de Estado. A Estratégia Nacional de Defesa(dez.,2008) produto do governo Lula, diz que “a base da defesa nacional é a identificação da nação com as Forças Armadas e das Forças Armadas com a Nação”.
Essa aliança, nas nossas circunstâncias, depende do processo histórico, que demanda tempo. Sem adversários a dar combate imediato (aparentemente), sem invasores nos ares ou nas praias, é preciso, entretanto, que a sociedade compreenda a urgência de investir no reequipamento de suas forças armadas, enquanto sobrevive a memória recente da história pós 1964.

Papa diz que, na cruz, Jesus se une a jovens que perderam a confiança em suas instituições políticas

Em um discurso que misturou o português e o espanhol e se seguiu à Via Sacra, na Praia de Copacabana, o papa Francisco disse que, na cruz, Jesus se une às mais diversas vítimas de violência, intolerância e desigualdade. "Jesus se une a quem é perseguido por sua religião, por suas ideias ou simplesmente por sua cor da pele. Jesus se une aos jovens que perderam a confiança em suas instituições políticas por causa da corrupção e do egoísmo".

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