sexta-feira, 26 de julho de 2013

Para especialistas, Cabral vive crise por falta de diálogo

Cabral detonou as pontes de diálogo com a sociedade civil, diz cientista política

Por  no GGN
O descontentamento popular que eclodiu na capital carioca nas últimas semanas ganhou projeção mundial, não só pelo clamor popular, mas também pelo fato de a cidade ter sido palco de grandes eventos, como a Copa das Confederações e a Jornada Mundial da Juventude, esta última responsável pela primeira viagem do papa à América Latina – megaeventos que atraíram os olhos do mundo para cá. É o que afirma Silvia Ramos, cientista social e coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro.

Só quatro governadores têm aprovação superior à de Dilma

Eduardo Campos, Beto Richa, Cid Gomes e Antonio Anastasia superam a avaliação do governo federal
por Redação da Carta Capital
A pesquisa CNI-Ibope que mostrou um tombo na aprovação pessoal da presidenta Dilma Rousseff e também na avaliação de seu governo revelou que apenas quatro governadores têm mandatos melhor avaliados que a presidenta.
O governador com a melhor avaliação é o presidenciável Eduardo Campos (PSB), governador de Pernambuco. Segundo o levantamento, 58% dos pernambucanos avaliam seu governo como bom ou ótimo. Em seguida aparecem Beto Richa (PSDB), governador do Paraná, com 41% de aprovação; Cid Gomes (PSB), governador do Ceará, com 40%; e Antonio Anastasia (PSDB), de Minas Gerais, com 36%.
A quantidade de eleitores que avaliam o governo federal como bom ou ótimo foi de 31% (em junho, eram 55%). O pior governador avaliado foi Sergio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, com apenas 12% de avaliações "bom e ótimo". O Ibope não listou os 27 governadores pois em alguns Estados a margem de erro é superior a quatro pontos porcentuais.

O Brasil precisa se defender

Amazônia, pré-sal, água potável e, agora, os dados eletrônicos: o país deve implantar uma estratégia de defesa para garantir sua soberania
por Roberto Amaral no site Carta Capital
Política externa e política de defesa (ou de segurança nacional) são dois elementos básicos de um projeto de nação, de civilização, de país, de Estado. A Estratégia Nacional de Defesa(dez.,2008) produto do governo Lula, diz que “a base da defesa nacional é a identificação da nação com as Forças Armadas e das Forças Armadas com a Nação”.
Essa aliança, nas nossas circunstâncias, depende do processo histórico, que demanda tempo. Sem adversários a dar combate imediato (aparentemente), sem invasores nos ares ou nas praias, é preciso, entretanto, que a sociedade compreenda a urgência de investir no reequipamento de suas forças armadas, enquanto sobrevive a memória recente da história pós 1964.

Papa diz que, na cruz, Jesus se une a jovens que perderam a confiança em suas instituições políticas

Em um discurso que misturou o português e o espanhol e se seguiu à Via Sacra, na Praia de Copacabana, o papa Francisco disse que, na cruz, Jesus se une às mais diversas vítimas de violência, intolerância e desigualdade. "Jesus se une a quem é perseguido por sua religião, por suas ideias ou simplesmente por sua cor da pele. Jesus se une aos jovens que perderam a confiança em suas instituições políticas por causa da corrupção e do egoísmo".

União apresenta primeira defesa judicial do Programa Mais Médicos

Agência Brasil - A Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou hoje (26) a primeira defesa judicial da medida provisória que instituiu o Programa Mais Médicos. O documento foi protocolado na Justiça Federal no Distrito Federal, e se refere à ação civil pública apresentada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) na última sexta-feira (19).
De acordo com a AGU, os intercambistas que chegarem ao país por meio do Mais Médicos só poderão atuar nas atividades do programa, e qualquer outra atribuição exigirá a revalidação do diploma. O órgão ainda informa que será feito "um intenso processo de avaliação" desses médicos pelas instituições de ensino superior participantes do projeto.

Revolução cubana continuará “jovem”, enquanto transferir poder às novas gerações, diz Raúl Castro

Agência Brasil/EBC - Ao comemorar os 60 anos da tomada do quartel-general de Moncada, em Santiago de Cuba, ação liderada por Fidel Castro, que marcou o início da revolução cubana, o presidente Raul Castro disse que a revolução continuará jovem e que segue em “marcha” o processo que passará o poder a outra geração. “Esta revolução continuará sendo a revolução socialista dos humildes, pelos humildes e para os humildes”, disse ao participar de um ato comemorativo em Santiago de Cuba.
Na cerimônia, acompanhada por vários governantes latino-americanos e caribenhos (Nicolás Maduro, da Venezuela; Daniel Ortega, da Nicaraguá; Evo Morales, da Bolívia; e José Mujica, do Uruguai), Castro, ressaltou que na ilha está em processo a “transferência paulatina e ordenada às novas gerações” do governo iniciado em 1959, anos depois do início do movimento revolucionário iniciado em Moncada.

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