terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Copom inicia primeira reunião do ano para avaliar condução da política monetária


Brasília – O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) inicia hoje (15) à tarde a primeira reunião de 2013 para avaliar o desempenho dos principais indicadores macroeconômicos desde a última reunião do colegiado, realizada no fim de novembro do ano passado.
A avaliação do Copom, feita em duas etapas, hoje e amanhã (16), pode determinar uma correção de rumo na taxa básica de juros (Selic), que está em 7,25% ao ano – o nível mais baixo da história do comitê, criado em junho de 1996. Mas, de acordo com as expectativas dos analistas financeiros da iniciativa privada, manifestadas no boletim Focus, divulgado ontem (14) pelo BC, a taxa deve permanecer igual.
É a perspectiva, por exemplo, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). O relatório semanal da entidade que congrega os bancos privados, também divulgado ontem, destaca que o recuo nas estimativas de crescimento do país neste ano até poderia autorizar novo corte na Selic, mas a expectativa de elevação da inflação, distanciando-se do centro da meta de 4,5%, “recomenda um comportamento cauteloso” da autoridade monetária.
A Febraban entende, portanto, que há pouco espaço para surpresas no âmbito da condução da política monetária neste início de ano. Por isso, a atenção dos analistas estará concentrada no comunicado que será liberado amanhã à noite, quando terminar a segunda etapa da reunião, e, principalmente, para a ata da reunião do Copom, a ser divulgada na quinta-feira da semana que vem, dia 24. (Agência Brasil)

Implantação da Lei Maria da Penha em todo o país será um desafio enorme, diz ministra


São Paulo - Até o final do governo da presidenta da República Dilma Rousseff, a Secretaria de Políticas para as Mulheres espera implantar com sucesso a Lei Maria da Penha em todo o país. Isso é o que disse na noite de hoje (14) a ministra Eleonora Menicucci, após participar de um evento na prefeitura de São Paulo.
“Seria uma irresponsabilidade dar uma data, mas quero que, no término da gestão da presidenta Dilma, a Lei Maria da Penha esteja implantada em todos os municípios desse país. E, para isso, não estamos medindo esforços: estamos fazendo as repactuações dos pactos de enfrentamento que agora tem diretrizes nacionais e com cobranças, ou seja, se não implementou, não recebe o recurso”, disse a ministra. 
Segundo ela, a implantação da Lei Maria da Penha, que cria mecanismos para coibir a violência contra as mulheres e aumentou o rigor das punições das agressões contra a mulher quando ocorridas no âmbito doméstico ou familiar, é um grande desafio para o atual governo. “A implantação da Lei Maria da Penha implica na criação de uma rede forte de atendimento às mulheres. [Hoje] são apenas cinco casas-abrigo [para mulheres] na cidade de São Paulo. No mínimo [deveria] ter uma para cada subdistrito de prefeitura”, disse a ministra.
As dificuldades na implantação da lei, de acordo com a ministra, também envolvem melhor qualificação dos profissionais que vão atender às ocorrências de violência contra a mulher e uma mudança de mentalidade da sociedade que, segundo ela, já vem ocorrendo no país.
“Precisamos, no enfrentamento à violência, do treinamento de todos os profissionais da área de saúde e da segurança pública para atender às mulheres. Hoje não acho que se fale que a mulher provoque a violência. Houve uma mudança de mentalidade, tanto é que quando propusemos uma punição maior para agressores e estupradores, a sociedade aceitou”, disse. Outro desafio que o governo federal pretende enfrentar, disse a ministra, é fazer com que os equipamentos de saúde voltados para as mulheres estejam abertos todos os dia, durante 24 horas. 
Sobre a violência contra as mulheres, a ministra disse é uma questão que ocorre em todo o mundo e citou dois casos recentes de estupros ocorridos dentro de um ônibus, na Índia. “Não é o fato de que é na Índia. Se pegarmos São Paulo, outro dia me deparei com a notícia de uma menina de 12 anos, confinada em uma casa no Morumbi para ser explorada sexualmente e ela fugiu. E ela estava toda machucada. Qual a diferença disso para [o que ocorreu na] a Índia?”, questionou a ministra.
Segundo Eleonora, o governo brasileiro tem manifestado sua solidariedade às famílias e às vítimas das violências ocorridas na Índia, mas não de maneira formal. “Não existe formalidade. A formalidade só existiria em um termo em torno de um sistema uno. E o sistema uno não se posicionou ainda, embora na fala do secretário-geral Ban Ki-moon [da Organização das Nações Unidas], ele tem prestado toda a solidariedade. Eu mesma e o governo federal temos prestado solidariedade às mulheres indianas e à família das vítimas".
Na tarde de hoje (14), em São Paulo, a ministra participou de um evento promovido pela Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres de São Paulo e que propôs um primeiro diálogo da nova gestão com os movimentos sociais. Durante o evento, várias lideranças femininas elogiaram a nomeação de Denise Dau para ocupar a nova secretaria, que foi criada este ano e precisa ser aprovada pela Câmara Municipal. As lideranças propuseram algumas sugestões e ideias que devem ser trabalhadas no âmbito municipal com relação aos direitos e políticas públicas voltadas para as mulheres.
“Eu fui mais do que entusiasta. Fui a promotora da criação dessa secretaria. Não tenho a menor vergonha de dizer isso. Antes só tinha coordenadoria. E qual a diferença? Coordenadoria não tem recursos próprios, nem humanos, nem financeiros. E a secretaria tem recursos próprios e cargos. E discute de igual para igual com todos os secretários”, disse a ministra. ( Agência Brasil)

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

A inconseqüência das tatuagens


A juventude geralmente assume comportamentos inconseqüentes, pois tem o olhar centrado muito mais no presente do que no futuro.  Muito embora já se possa votar aos 16 anos e dirigir aos 18, ela não procura assumir posturas muito responsáveis e um exemplo disso são modismos como as tatuagens.  Entre estas, cumpre destacar especialmente as tatuagens que buscam imortalizar relacionamentos, grafitando-se o nome do parceiro ou namorado, que seria quase que eternizado mediante afirmações indeléveis no corpo, embora um tanto quanto fúteis e até efêmeras.

Muitas são as celebridades que adotaram este comportamento, mas que, por absoluta imprudência, tiveram que voltar atrás.

Viviane Araújo, por exemplo, tatuou o nome do ex-namorado Belo no braço. 
Há anos que a dançarina faz sessões a laser, mas nada dela sumir.

'Desde agosto de 2007 que estou pagando esse carma', declarou. Os colegas de um reality show ficaram espantados com a paciência de Viviane e, principalmente, com o fato dela nunca ter coberto a cicatriz com outro desenho."

Viviane exibe hoje uma marca horrorosa no braço, cheia de ferimentos deixados pelas sessões de laser (foto abaixo).


"A dermatologista Jucirema Perrony, médica responsável pela clínica W Laser, especializada em remoções com laser, afirma que Vivi não está enrolando e que o processo é, sim, muito lento e dolorido.

— A Viviane não está exagerando no tempo. Ainda mais no caso dela que fez uma tatuagem grande e desenhada com traços espessos. Além disso, o procedimento dói muito, o que acaba fazendo com que muitas pessoas demorem mais de 45 dias para retornar à clínica em uma nova sessão.

Se você está tentando imaginar a dor que Viviane vem sentindo há cinco anos, a Dra. Jucirema dá um exemplo.

— No caso do tratamento a laser, a dor, segundo alguns pacientes, se assemelha a uma queimadura. O processo ocorre da seguinte forma: o laser atinge o pigmento da tatuagem e o fragmenta. Esses fragmentos vão sendo, aos poucos, eliminados pelo próprio organismo do paciente."

Portanto, além do alto custo financeiro, o tatuado terá que sofrer muito com as dores no tratamento. 

Outra conhecida celebridade a tatuar o nome do namorado e se arrepender foi Joana Machado, que grafitou o nome do jogador Adriano, ex-noivo.


A personal trainer está decidida a eliminar os vestígios da tatuagem, e contou:
"Ele (Adriano) vai fazer sempre parte da minha vida, não tem jeito. Mas é uma coisa que incomoda meu namorado (o policial Juninho), também me incomodaria se ele tivesse o nome da ex. Então, por ele, como para mim não faz diferença, decidi tirar".

A lista de tatuados e tatuadas arrependidos é de perder de vista.  Mas o caso mais emblemático talvez seja o de Nicole Bahls.

Com apenas 30 dias de relacionamento, a modelo e o jogador Victor Ramos decidiram trocar tatuagens com os nomes de cada um.


O relacionamento, que deveria ser eterno, não durou mais que 6 meses, após o que a modelo já estava fazendo sessões de laser para eliminar a tatuagem.

Enfim, que seja eterno enquanto dure, e que dure... 6 meses(!)

Para terminar, um homem de Indiana (na realidade um doido!) resolveu tatuar em seu rosto o "R" da campanha presidencial de Mitt Romney em troca de uma oferta de 15 mil dólares no site eBay.  O homem, que se declara como um republicano convicto, disse à reportagem que é filiado ao Partido Republicano e não se importou em fazer a tatuagem porque poderia conviver permanentemente com a marca indelével.  A reportagem conta ainda, que o homem de 30 anos e lutador profissional, que se julga conservador, ainda leiloará sua testa em troca de uma tatuagem com uma oferta mínima de 5 mil dólares.


Não é hora de tratar de aliança entre PT e PSB para 2014, diz Eduardo Campos após reunião com Dilma


Após mais de duas horas de reunião com a presidenta Dilma Rousseff, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), disse hoje (14) que os dois conversaram sobre parcerias entre os governos federal e estadual, investimentos em obras e sobre a situação da estiagem no estado. A presidenta e o governador também trataram de questões políticas, mas Campos evitou comentar a continuidade da aliança entre o PT e o PSB para as eleições de 2014 e disse que seu partido não quer “eleitoralizar” o debate político brasileiro nesse momento.

“Não chegou a hora de tratar de 2014. Estamos tratando de ajudar a presidenta a vencer o ano de 2013. A disposição do PSB é dar a contribuição do partido para que possamos retomar o crescimento econômico, para que possamos tratar da pauta efetiva do país”, disse. Segundo Campos, é preciso priorizar a “pauta real” do país e ajudar o governo a enfrentar as dificuldades do cenário econômico mundial, além de facilitar o diálogo em temas como o Fundo de Participação dos Estados e a distribuição de royalties do petróleo.

“O bom aliado é aquele que, em uma hora como essa, em vez de discutir o eleitoral, discute o político, o que interessa ao país. O que interessa ao país, neste momento, não é criar dificuldade para a presidenta Dilma, é ajudá-la a vencer as dificuldades que uma conjuntura internacional adversa impõe ao mundo e que ela com muita coragem tem enfrentado”, disse. Dilma deve ir a Pernambuco no dia 18 de fevereiro, segundo Campos. “Uma parte da agenda tem a ver com a questão da estiagem”.  (Agência Brasil)

Guinness Book: maior crocodilo do mundo - Capturado nas Filipinas



De acordo com o The Huffington Post, um crocodilo gigante, medindo pouco mais de 6 metros de comprimento e pesando mais de 1 tonelada, foi capturado por habitantes de um vilarejo das Filipinas, entrando para o livro dos recordes como o maior animal desse tipo a ser mantido em cativeiro.
Conhecido como Lolong, o crocodilo foi capturado em Bunawan por um grupo de mais de 100 pessoas, que o tiraram de um rio depois de três semanas de cerco. Acredita-se que Lolong seria o responsável pela morte de uma criança e pelo desaparecimento de um pescador da região.

O animal acabou se transformando na atração especial de um parque de ecoturismo e pesquisas construído após a sua captura, atraindo milhares de turistas — e divisas — para a região. O recordista anterior era um crocodilo de pouco mais de 5 metros capturado na Austrália.

Via Você Realmente Sabia?


SDH abre consulta pública para plano de combate à violência sexual contra crianças e adolescentes


Brasília – Mais de uma década depois do lançamento do primeiro Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, a plataforma do novo plano está em consulta pública até o próximo dia 25. Instituições e organizações dos setores público e privado e pessoas físicas podem propor ações e indicadores de monitoramento pela internet. A expectativa é que o novo texto seja lançado oficialmente no dia 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
De acordo com o coordenador-geral do Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, da Secretaria de Direitos Humanos, Joseleno Vieira, a plataforma em consulta é resultado dos debates entre o governo e organizações ligadas ao tema ao longo dos últimos anos, durante o processo de revisão do documento. Ele destacou que o primeiro plano trazia diretrizes para o enfrentamento à questão, mas ressaltou que era preciso direcionar melhor as ações práticas e específicas em uma nova versão.
“O primeiro plano foi uma grande carta de intenções. À época, tínhamos clareza de que era fundamental construir políticas públicas em várias áreas, como saúde, justiça, assistência social, segurança pública, mas não tínhamos a mesma clareza em relação às ações que deveriam ser implementadas”, disse. Segundo ele, de lá para cá, as políticas públicas avançaram e era preciso que uma nova versão do plano trouxesse esse nível de especificidade, com programas e projetos definidos”.
Vieira ressaltou que o combate à impunidade continua sendo um dos principais desafios do enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes. Ele enfatizou que a legislação brasileira vem sofrendo “alterações significativas” com o objetivo de endurecer as punições, mas lamentou que uma pequena parte dos envolvidos com esse crime sejam, de fato, penalizada.
“Hoje, o Código Penal tem um novo capítulo que trata especificamente do assunto de forma mais coerente com a realidade atual, mas não basta termos uma legislação atualizada, com definição de penas, se os autores não são levados a julgamento e punidos por terem cometido o crime”, disse.
No fim do ano passado, a Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) tornando hediondos os crimes relacionados à pedofilia. Pelo texto aprovado, estará sujeito a pena de três a oito anos de prisão e multa quem cometer conjunção carnal ou ato libidinoso com adolescente, em situação de exploração sexual, prostituição ou abandono.
O projeto também estabelece que quem aliciar, agenciar, atrair ou induzir criança ou adolescente à exploração sexual ou prostituição estará sujeito a pena de reclusão de cinco a 12 anos e multa. Também sofre a mesma pena quem, de qualquer forma, facilitar a exploração sexual ou prostituição de menores. A pena será aumentada se o crime for com emprego de violência ou grave ameaça. O projeto volta ao Senado para nova apreciação, já que foi modificado pelos deputados.
Agência Brasil

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