segunda-feira, 30 de julho de 2012

Andressa Mendonça terá de pagar um valor de R$ 100 mil e está proibida de visitar o marido


Ela é suspeita de tentar chantagear o juiz federal Alderico Rocha, em GO.
PF diz que ela tentava beneficiar o marido no processo da Monte Carlo.

Andressa Mendonça terá de pagar um valor de R$ 100 mil e está proibida de visitar o marido, o contraventor Carlinhos Cachoeira, preso em fevereiro deste ano na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal. A informação foi dada pelo delegado da PF de Goiás Sandro Paes Sandre, em entrevista coletiva no fim da manhã desta segunda-feira (30).

Ela foi levada para a sede da Polícia Federal, em Goiânia, nesta manhã, suspeita de tentar chantagear o juiz federal Alderico Rocha. O objetivo dela, segundo a PF, era obter uma decisão favorável ao marido na ação penal referente à Monte Carlo, que investiga o esquema de jogos de azar no estado.

“Caso essas medidas não sejam atendidas, Andressa terá a prisão preventiva decretada e ficará presa na PF”, afirma o delegado. O pagamento da fiança no valor de R$ 100 mil, segundo Sandre, deve ser feito imediatamente. O valor deverá ir para a conta do juiz e ficar anexado ao inquérito.

“Se for comprovada a oferta, ela pode pegar de 2 a 12 anos de reclusão pelo crime de corrupção ativa e ficará presa na PF”, esclarece o delegado.
De acordo com ele, a corrupção ativa aconteceu na quinta-feira (26), no gabinete de Alderico Rocha, em Goiânia.

O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara da Justiça Federal de Goiânia, foi quem conduziu a audiência, na semana passada, do processo referente à Operação Monte Carlo. O contraventor e mais sete são réus na ação penal. Todos ficaram em silêncio na audiência. Em entrevista ao G1, Santos afirmou que Andressa o chantageou, pedindo a soltura do marido em troca da não publicação de um dossiê contra ele em uma revista semanal de circulação nacional.

Inadimplência das empresas aumenta 16,5% no primeiro semestre


A inadimplência das pessoas jurídicas cresceu 16,5% no primeiro semestre de 2012 em comparação com igual período do ano anterior, segundo dados divulgados hoje (30) pela empresa de consultoria Serasa Experian. É a maior alta para os seis primeiros meses do ano desde 2009, quando houve elevação de 35,8%, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Inadimplência das Empresas.

“A economia está praticamente parada e fica uma situação mais difícil para as empresas até quando [elas conseguirem] vender [seus produtos], e pagar seus compromissos. [É] uma situação complicada que deve se reverter, sobretudo, no fim do terceiro e início do quarto trimestre”, disse o economista da Serasa, Carlos Henrique de Almeida.

As dívidas não pagas aos bancos foram as que mais aumentaram no primeiro semestre de 2012: 23,9% comparadas ao resultado do mesmo período de 2011. Os protestos e as dívidas não bancárias também tiveram forte crescimento: 19% e de 18,9%, respectivamente, ante os primeiros seis meses de 2011. Já o volume de cheques devolvidos por falta de fundos aumentou 3,7% no primeiro semestre de 2012.

De acordo com o economista da Serasa, o resultado das empresas, além do baixo crescimento da atividade econômica no país, pode ser explicado pela inadimplência das pessoas físicas, que afeta as contas a receber, e pelo aumento do dólar.
“A atividade econômica está baixa e o crédito mais seletivo por causa da sensação de maior risco na economia. Tivemos ainda uma desvalorização do real com o intuito de estimular a indústria. Várias empresas tomaram crédito no exterior e agora suas obrigações financeiras estão mais altas. Isso vai ser problemático se as empresas não gerarem receita em um horizonte mais curto”, destacou Almeida.

As dívidas não bancárias (com fornecedores, cartões de crédito, financeiras, e prestadoras de serviços como telefonia, energia elétrica e água) tiveram valor médio de R$ 775,08, 4,3% a mais do que o resultado de igual período de 2011. As dívidas com os bancos tiveram, de janeiro a junho, valor médio de R$ 5.293,25,13, montante 5,5% acima do registrado em igual período de 2011.

O valor médio dos títulos protestados no primeiro semestre foi R$ 1.932,23, elevação de 10,9% sobre o do período de janeiro a junho do ano anterior. Os cheques sem fundos tiveram valor médio de R$ 2.203,03, aumento de 6,7% quando comparado ao do acumulado dos primeiros seis meses de 2011.

A inadimplência das empresas também apresentou elevação na relação entre junho de 2012 e igual mês de 2011. Houve crescimento de 11,4%. Já na comparação de junho com maio de 2012, a inadimplência das empresas recuou 5,7%.

“Não posso dizer que essa queda da inadimplência em junho já seja um processo de redução de inadimplência das empresas, um processo consistente. Acredito que nós vamos agora ter alguma sazonalidade, empresas com inadimplência subindo, caindo. Mas, efetivamente, uma condição melhor para empresas e consumidores deve ocorrer no último trimestre do ano”, disse o economista Carlos Henrique de Almeida.

Reajuste de contratos de aluguel tem alta de 6,67% em 12 meses até julho


O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) teve variação de 1,34%, em julho, acima da taxa apurada em junho (0,66%) e bem superior à registrada em igual período do ano passado (-0,12%). No acumulado dos últimos 12 meses, o índice, usado como base de cálculo para a renovação da maioria dos contratos de aluguel, atinge 6,67%. Desde janeiro, o IGP-M já subiu 4,57%.

O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV), mostra que o índice foi influenciado, principalmente, por altas de preços das commodities (produtos primários com cotação internacional). Entre os itens que mais subiram estão a soja em grão (de 4,3% para 14,89%), o milho em grão (de -3,95% para 6,74%) e o café em grão (de -2% para 2,36%).

O Índice de preços ao Produtor Amplo (IPA), um dos três componentes do IGP-M, aumentou de 0,74% para 1,81%. Também houve elevação do Índice de Preços ao Consumidor (de 0,17% para 0,25%), com a pressão exercida pelo grupo alimentação (de 0,61% para 1,06%). Entre os produtos do comércio varejista que ficaram mais caros no período estão as hortaliças e os legumes (de 7,53% para 15,39%).

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que também entra no cálculo do IGP-M, apresentou uma leve redução no ritmo de alta (de 1,31% para 0,85%). O resultado refletiu uma velocidade menor de correções no custo da mão de obra (de 2,28% para 1,05%).

Os cinco itens que mais pressionaram a taxa são: soja em grão (de 4,3% para 14,89%), farelo de soja (de 8,63% para 15,36%), óleo diesel (de 0% para 5,96%), milho em grão (de -3,95% para 6,74%) e tomate (de 10,38% para 93,12%).

Analistas esperam inflação mais elevada este ano e PIB menor em 2013


A projeção de analistas de instituições financeiras para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em 2012, subiu pela terceira semana seguida. Desta vez, passou de 4,92% para 4,98%, segundo o boletim Focus, publicação semanal elaborada pelo Banco Central (BC), com base nas estimativas do mercado financeiro. Para o próximo ano, a estimativa para o IPCA permanece em 5,5%, há cinco semanas consecutivas.

As previsões estão acima do centro da meta de 4,5%, mas abaixo do limite superior de 6,5%. Cabe ao BC manter a inflação sob controle. Um dos instrumentos que a instituição usa para controlar a inflação e o nível de atividade é a taxa básica de juros, a Selic.

Como considera que os riscos para a inflação são reduzidos e o ritmo da atividade econômica está mais lento, o BC tem cortado a taxa Selic desde agosto do ano passado. Por isso, os analistas mantêm a expectativa de que em agosto, quando ocorrerá a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, a Selic seja reduzida dos atuais 8% para 7,5% ao ano. Para 2013, quando a economia estará em ritmo mais forte, a expectativa é que a Selic suba e chegue ao final do período em 8,5% ao ano. Com a economia mais aquecida no próximo ano, os analistas acreditam que será necessário subir a Selic para que a inflação não saia do controle.
A projeção do mercado financeiro para o crescimento da economia – Produto Interno Bruto (PIB) – este ano foi mantida em 1,9%. Para 2013, houve redução de 4,1% para 4,05%.

A estimativa para a produção industrial este ano está em queda há nove semanas. A projeção de retração passou de 0,04 para 0,44%. Para 2013, a expectativa é que haja recuperação, com expansão de 4,3%.

Aumentam lesões decorrentes de acidentes com moto


O número de lesões graves envolvendo motociclistas no estado do Rio de Janeiro  é preocupante, na avaliação do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), referência nesse tipo de atendimento. Dados divulgados pelo órgão essa semana revelam que quase metade (40%) das 452 cirurgias de trauma na unidade em 2012 são de vítimas de motocicletas.
A clássica mistura entre bebida alcoólica, alta velocidade e ausência do capacete é responsável por boa parte das lesões, segundo o Ministério da Saúde. Esses acidentes têm pesado no orçamento da pasta. Os gastos com internação e tratamento de motociclistas quase dobraram em quatros anos. Entre 2008 e 2011, acompanhando a evolução da taxa de mortalidade, o  valor subiu 113%.
O vice-diretor do Into, João Matheus Guimarães, explica que, ao contrário dos acidentes envolvendo motoristas de carros, os acidentes com motociclistas expõem a vida do piloto, já que absorve todo o impacto da batida ou da queda. Em conseqüência, ocorrem lesões graves nos membros, como esmagamento, fraturas expostas e até amputações. Segundo o médico, as pernas,  tanto do condutor quanto a do carona, sofrem.
"Ficam vulneráveis porque não tem a proteção metálica que o carro tem. O parachoque da motocicleta é a canela do motociclista. Vai tudo direto nela", disse Guimarães.
O impacto de lesões  na cabeça também costuma ser grave e pode deixar a pessoa debilitada por toda a vida, alerta o Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial. Para lembrar que lugar do capacete "é na cabeça, não no cotovelo, a entidade  lança uma campanha em setembro. Para se proteger, o ideal é o capacete conhecido como "full face", que protege todo o rosto.
"Quando o motociclistas bate o crânio, a face ou a cabeça no chão, pela falta do uso ou pelo mal uso do capacete isso traz consequências severas. Sejam sequela estéticas ou funcionais. O paciente pode ainda ter um trauma craniano que evolua para um óbito", afirmou o diretor, Luciano Del Santo. Para ele, os traumas psicológicos de fraturas no rosto também são difíceis de lidar.
Acidentes aumentam no interior
A maioria dos casos que chegam ao Into são da capital, geralmente de mototáxis, usados para subir morros. Porém, começa a preocupar o número de acidentados do interior. Com incentivos ao setor, as motocicletas de baixas cilindradas, mais baratas, caíram no gosto popular. "É mais barato hoje ter uma moto que um cavalo", disse o diretor do instituto. O problema é a falta de capacitação.
"Apesar dessas motos não serem motos potentes, as pessoas não estão preparadas para utilizá-las. A imensa maioria não tem sequer carteira de motoristas", acrescentou Luciano Del Santo. Segundo o médico, no interior do país condutores também costumam abrir mão do capacete e, muitas vezes, pilotam embriagados. "É um série de fatores que contribui, em muito, para os acidentes".


domingo, 29 de julho de 2012

Futura divulga resultado de pesquisa eleitoral em Vila Velha, ES

Neucimar Fraga (PR) tem 31,3%, Max Filho (PSDB) está com 29,2%.
Instituto Futura entrevistou 600 moradores na terça-feira (24).

O Instituto Futura divulgou o resultado de uma pesquisa eleitoral no município de Vila Velha, na região Metropolitana do Espírito Santo. O instituto entrevistou 600 moradores na última terça-feira (24) e a margem de erro é de 4,0 pontos percentuais, para mais ou para menos. Na pesquisa estimulada, quando as opções são mostradas aos entrevistados, Neucimar Fraga, do Partido da República (PR), aparece com 31,3%; Max Filho, do Partido Social Democracia Brasileira (PSDB), tem 29,2%; Rodney Miranda, do Democratas (DEM), tem 19,3%; João Batista Babá, do Partido Trabalhista (PT), tem 1,5%; Alan Cláudio Melo, do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), tem 0,5%



Os que responderam votar Nulo, Branco ou em ninguém somam 10,5%. Não sabem, não responderam e indecisos são 7,7%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com o número ES-00023/2012. A pesquisa completa estará disponível no Jornal A Gazeta deste domingo (29) e no portal G1 a partir das 12h também deste domingo.

Conheça os candidatos em Vila Velha

Alan Claudio Melo de Almeida – PSOL
O candidato do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) não foi localizado pelo G1até às 11h desta terça-feira (10). De acordo com André Pereira, esse candidato registrou a campanha em cima da hora. “É mais um do partido de esquerda querendo aparecer. Totalmente desconhecido no meio político, ao contrário dos seus colegas do PSOL, que já são conhecidos pelo eleitorado”, disse o cientista político.

Alan Claudio Melo de Almeida não declarou seus bens no site do Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo (TRE-ES). O limite de gastos da campanha é de R$ 200 mil.


João Batista Babá – PT
O cirurgião dentista João Batista Babá, do Partido dos Trabalhadores (PT), tem formação na igreja católica e faz parte do sindicato dos dentistas. Ele já foi vereador em 2008. De acordo com André Pereira, o candidato corria o risco de perder a vaga devido às pressões do PT estadual. “O partido, em Vila Velha, abandonou a linha combativa que teve nos anos 1980 e 1990 em favor de uma política de alianças que o descaracterizou. De forma oportunista, a legenda rompeu com o governo do atual prefeito para se lançar neste pleito. Porém, fez uma avaliação incorreta da reação da sociedade canela verde com relação ao projeto de Plano Diretor Municipal (PDM)”, explicou Pereira.
Babá disse ao G1 que seu partido fez parte da gestão do prefeito, mas ao longo da administração começou a questionar algumas ações. “A prefeitura não cuidava de alguns pontos do PDM que eram indispensáveis e por isso começamos a não concordar com as tomadas de decisões. Rompemos e viemos trabalhando para novos projetos democráticos e sustentáveis”, disse.

O candidato declarou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-ES) que possui bens no total de R$187,260.16, entre casa, apartamento, poupança e veículos automotores. O limite de gastos de campanha é de R$ 3 milhões.

Max Filho – PSDB
O ex-prefeito de Vila Velha também está na disputa. Max Filho, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), é formado em direito, tem mestrado em políticas públicas e é servidor público federal. Max Filho já foi vereador, deputado estadual e prefeito de Vila Velha entre 2001 a 2008.

Para o cientista político, o candidato é o representante de uma linha social-democrata na administração pública. “Ele é lembrado pelas suas administrações, mas seu grupo político vem sofrendo derrotas por conta do enfrentamento contra o esquema de apoios montado pelo ex-governador Paulo Hartung. Max tem proximidade ideológica com Renato Casagrande, mas foi impedido de entrar no PSB no ano anterior. Ele precisa dar uma resposta adequada à acusação de ter 'isolado Vila Velha', o que teria sido resolvido se não tivesse a porta do partido fechada para ele, por conta das reações da base do governador Casagrande”, disse André Pereira.

Em resposta à análise do cientista político, Max Filho disse que mantém normalmente a amizade com o governador Renato Casagrande. “Ele age como magistrado e isso deve ser respeitado. Eu acredito na democracia e na decisão do povo”.

No TRE, consta na declaração de bens de Max Filho dois apartamentos, uma casa, ações de linhas telefônicas e um carro, no valor total de R$ 289.539,45. O limite de gastos de campanha é de R$ 3.500 milhões.

Neucimar Fraga – PR
O atual prefeito de Vila Velha, Neucimar Fraga, do Partido da República (PR), nasceu na Bahia, e, em 1980, ingressou no movimento comunitário. Em 2000, foi eleito vereador de Vila Velha e dois anos depois foi deputado federal, cargo que ocupou por dois mandatos.
André Pereira disse que Neucimar implantou um mandato de linha neoliberal em Vila Velha, ou seja, priorizando os benefícios para empresas e o crescimento urbano das áreas mais privilegiadas. “Ele usa, como todos os prefeitos da cidade, o drama da chuvas. Desenvolveu uma linha de combate à criminalidade com as câmeras 'falantes', é competente no uso da sua imagem e no discurso. Ele está com a máquina na mão, mas teve problemas para manter a unidade da sua coalizão de governo”, analisou.
Já Neucimar alegou que o seu mandato teve investimentos significativos nas áreas mais carentes. "Só na região de Terra Vermelha investimos mais de 300 milhões de reais. Todos os bairros periféricos têm sido urbanizados, com investimento maciço em todas as áreas carentes. A região da Grande Cobilândia, por exemplo, recebeu 100% de urbanização. E com esses investimentos, Vila Velha tem tido uma grande valorização, com o setor da construção civil investindo em todo o município", disse o candidato ao G1.
Ele declarou ao TRE possuir bens que chegam ao valor de R$ 1.245.406,81, entre 3 apartamentos, um terreno, carro e um terreno. O limite de gastos de campanha é de R$ 5 milhões.

Rodney Rocha Miranda – DEM
O licenciado delegado da Polícia Federal e atual deputado estadual Rodney Rocha Miranda, do partido dos Democratas (DEM), também está na disputa pela administração de Vila Velha. Rodney foi secretário estadual de Segurança Pública no Espírito Santo e em Pernambuco. Ele tem graduação em administração, pós-graduado em Carreiras Jurídicas, em Gestão em Segurança Pública.

Para o cientista político, André Pereira, Rodney Miranda seria o 'candidato de Hartung em Vila Velha'. “Se o ex-governador subir em seu palanque, terá um belo trunfo nas mãos. Porém, a princípio, isto não ocorrerá. Não tem muitos recursos de comunicação, contando apenas com a imagem de 'cana dura'. Isto já foi suficiente para ser deputado. Se crescer nas intenções de voto, deverá ser atacado pelos resultados concretos que obteve como secretário de segurança”, disse André.

Rodney declarou ao TRE-ES que possui apartamento, carro e dinheiro em espécie no valor total de R$ 1.054.438,03. O limite de gastos de campanha é de 8 milhões.

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