terça-feira, 10 de abril de 2012

Influência da web nas eleições regionalizadas

No Brasil o uso da internet foi autorizado pela lei eleitoral e passou a valer nas últimas eleições.
Minha pergunta é: o nosso país já assimilou esse recurso? Vocês acham que candidatos e eleitores sabem utilizar bem a web? Precisamos pensar um pouco sobre Marketing Político.
Para responder os questionamentos, partiremos dos seguintes dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgados pelo IBGE, relata que 67,9 milhões de pessoas declararam ter usado a internet.
Diversas pesquisas comprovam que mais de 80% dos usuários que acessam a internet no Brasil fazem parte de alguma rede de relacionamento tendo acesso em casa, no trabalho, em lan-houses.
Os brasileiros já estão sabendo lidar com a web, sendo o Brasil ocupa as primeiras posições de mais tempo conectado nas mídias sociais.
Nas últimas eleições, o assunto que predominou nas mídias sociais era relacionado à disputa para presidência da república. Os participantes das mídias sociais não se envolveram nas disputas regionalizadas como se previa antecipadamente.
Na atualidade são raros os políticos eleitos que conseguem utilizar as ferramentas da web com sucesso. Uma grande dificuldade é tempo disponível para isso. Outro ponto destacável, que no mercado do marketing político há uma carência de profissionais com características voltadas para promoção do político pós-eleição. As ações desenvolvidas pelo político precisam ser divulgadas para seu eleitorado de uma forma que tenham a certeza que seu representante está executando sua missão.
Os eleitores muitas vezes não têm hábito de acompanhar a política de perto como deveria ser. Por isso quando estão navegando, acabam se afastando da política na web. 

Os segredos do microblog Twitter

Rosana Herman cita o criador do Twitter em palestra: “Uma pessoa pode mudar o mundo em 140 caracteres”

“As informações não têm mais controle de gestão”, foi assim que Rosana Herman, jornalista, blogueira do R7, e fascinada por Twitter, começou a palestra no Intermídias. Junto a ela estava o professor da Faculdade de Comunicação e Biblioteconomia da Universidade Federal de Goiás, Magno Medeiros.

O tema dela foi rede social com destaque para o microblog Twitter. A jornalista do R7 disse que ele é algo genial, e guiou toda a palestra baseada nessa rede. Ela comentou a democracia que ele promove. “O presidente Obama tem Twitter e nós aqui também podemos ter, e sem grandes diferenças; isso é uma das coisas mais interessantes dessa rede”, destacou.
O segredo do microblog, segundo Rosana, é que ele torna possível a vontade das pessoas: os usuários podem ser vistos por todos, podem ter suas próprias emissoras e podem ver a ‘vida’ dos outros. Essa abertura faz com que cuidados devam ser tomados, lembrou Rosana. A blogueira deu alguns exemplos de pessoas que não se deram bem devido a manifestações no Twitter. “Uma editora da CNN foi demitida por lamentar, na rede, a morte de um manifestante do Hezbollah”, comenta.
Hoje, depois de cinco anos de sua criação, o Twitter vale entre 8 e 10 bilhões de dólares. Ele pode ser comparado a grandes empresas com histórico consolidado, como a Apple. Rosana citou, ainda, uma fala de Jack Dorsei, o criador dessa rede social: “Uma pessoa pode mudar o mundo com 140 caracteres”. Ela agradeceu a todos e ainda tirou fotos com alguns fãs.

Via http://www.jairheuert.com/

Fonte: Intermídias.

Twitter e o Marketing Político

Nenhum político estranharia se visse em sua agenda eleitoral tempo reservado para o chamado “corpo-a-corpo eleitoral”, ou seja, para andar por um bairro e escutar o que os cidadãos têm a dizer os elogios e as críticas e responder mostrando o que pensa sobre cada assunto levantado.
No campo da disputa política por cargos eletivos, o Twitter é a versão online desse corpo-a-corpo. Neste contexto o atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, usou com habilidade essa ferramenta durante sua campanha em 2008, aproveitando o canal direto com os cidadãos para avisar sua agenda e compartilhar suas perspectivas sobre assuntos sendo debatidos durante a eleição. Depois de eleito, apesar de ter reduzido o ritmo de uso do Twitter, ele continua aproveitando o serviço para prestar contas à sociedade e divulgando ações do governo federal. (Talk, 2009).
Fonte: http://www.jairheuert.com/

O que é Twitter?

Para aquele que ainda não sabe segue a dica.



"O Twitter é uma rede de informações em tempo real onde pessoas ao redor do mundo compartilham e descobrem o que está acontecendo neste momento". 

O sistema pergunta "O que está acontecendo?" e faz com que as respostas atravessem o globo. Suas respostas repercutem para milhões de pessoas, imediatamente". Essa é uma tradução livre da página inicial do site de microblogs Twitter. A ferramenta da internet permite que seus usuários transmitam ideias com até 140 caracteres. Por ser totalmente livre e gratuito, o uso do site pode ser o mais diverso possível.

É permitido falar desde o que acontece na vizinhança até anunciar as mais recentes descobertas científicas.

Fonte http://www.jairheuert.com/

Um Duro Golpe na Industria Religiosa


Por que despertamos o ódio de tanta gente quando expomos a Verdade em contraposição dos métodos e estratégias usadas pela igreja atual? Basta um artigo sobre assuntos polêmicos como o G12, a Teologia da Prosperidade, e outros, para que o ânimo de alguns que se dizem irmãos se altere. Quando comentam em nossos artigos, em vez de exporem seus pensamentos com base nas Escrituras, preferem os ataques pessoais, tentando minar nossa credibilidade e pôr em xeque nossas motivações.

Por incrível que pareça, este não é um fenômeno recente. A igreja primitiva teve que lidar com as mesmas reações, ora por parte dos judeus, ora por parte dos gentios.

Um episódio que pode atestar o que estamos afirmando é o que lemos em Atos 19, e que nos mostra o efeito causado pela atuação do ministério de Paulo em Éfeso. À medida que as pessoas iam se convertendo à Fé, elas abandonavam suas superstições e crendices. O texto diz que “muitos dos que tinham praticado artes mágicas trouxeram os seus livros, e os queimaram na presença de todos” (v.19). Até aí, tudo bem. Cada um faz o que quer com o que é seu. Quer rasgar, queimar, quebrar, dar fim, o problema é dele. Mas alguém que assistia resolveu calcular o prejuízo: “Feita a conta do seu preço, acharam que montava a cinqüenta mil moedas de prata”. Uau! Se Judas traiu Jesus por trinta moedas de prata, e isso já era uma quanta considerável, imagine o que representava uma quantia tão vultuosa: cinqüenta mil moedas de prata!
Pra se ter uma idéia do montante, as trinta moedas recebidas por Judas foram suficientes para adquirir um campo. Isso significa que as 50 mil moedas de prata daria pra comprar cerca de 1666 campos! Tudo isso em livros. O mercado editorial de Éfeso entrou em colapso. Aquelas pessoas que dispuseram seus livros para a fogueira, jamais voltariam a consumir tal literatura.

Devemos estar cientes que a pregação do genuíno Evangelho sempre fere interesses. Alguém vai ter que arcar com o prejuízo.

Não bastasse a quebra do mercado editorial, sobrou também para a indústria religiosa. O texto diz que “por esse tempo houve um não pequeno alvoroço acerca do Caminho. Certo ourives, por nome Demétrio, que fazia de prata miniaturas do templo de Diana, dava não pouco lucro aos artífices. Ele os ajuntou, bem como os oficiais de obras semelhantes, e disse: Senhores, vós bem sabeis que desta indústria vem a nossa prosperidade. E bem vedes e ouvis que não só em Éfeso, mas até quase em toda a Ásia, este Paulo tem convencido e afastado uma grande multidão, dizendo que não são deuses os que se fazem com as mãos. Não somente há perigo de que a nossa profissão caia em descrédito, mas também que o próprio templo da grande deusa Diana seja estimado em nada, vindo a ser destruída a majestade daquela que toda a Ásia e o mundo veneram” (At.19:23-27).

Em outras palavras, a mensagem pregada por Paulo doía no bolso e ainda maculava a reputação deles, colocando-os em descrédito perante a opinião popular. Portanto era uma questão que envolvia dinheiro e reputação, avareza e vaidade. Para disfarçar, eles alegavam que Diana, sua deusa, estava sendo ultrajada, dando assim um ar de piedade religiosa às suas reivindicações. Foi o suficiente para que houvesse uma manifestação popular. – Grande é Diana dos Efésios! Bradava a turba.

No fundo, no fundo, o que os incomodava não era o culto à deusa. Se o templo de Diana fosse reputado em nada, o que fariam os que viviam da venda de miniaturas dele? Imagine se convencêssemos as pessoas que a Arca da Aliança (tão em voga no meio evangélico hoje em dia) não passava de uma figura de Cristo, e que já não serve pra nada. O que fariam os pastores que distribuem miniaturas da Arca por uma oferta módica de 100 reais?

O que seria daquela cidade se o culto a Diana foi exterminado? E os milhares de romeiros que vinham de todas as partes do mundo para ver de perto da imagem que, segundo o dogma, havia caído de Júpiter?
A pregação do Evangelho causou tamanho impacto que bagunçou o coreto daquela sociedade. Todos os esquemas foram desarmados. Era como se a correia dentada do motor que a mantinha em movimento se arrebentasse. De repente, todas as engrenagens pararam.

Alguma providência tinha que ser tomada! Tomaram dois dos companheiros de Paulo e os levaram ao teatro para apresentá-los à turba enfurecida.Paulo quis se apresentar, mas foi dissuadido por algumas autoridades que lhe eram simpáticas. No meio do tumulto, “uns clamavam de uma maneira, outros de outra, porque o ajuntamento era confuso. A maioria não sabia por que se tinha reunido”(v.32). Eis o retrato fiel de um povo “Maria-vai-com-as-outras”, que só serve de massa de manobra nas mãos dos poderosos. A maioria sequer sabia o que estava acontecendo. Mas não hesitavam em unir suas vozes aos demais em protesto gratuito e desprovido de sentido.

Quando Alexandre se apresentou diante do povo, acenando com a mão como quem queria apresentar uma defesa, “todos unanimemente levantaram a voz, clamando por quase duas horas: Grande é a Diana dos Efésios!” (v.34). Repare nisso: Diana era considerada deusa em todo o império romano. Mas em Éfeso, seu culto tomou um vulto inédito. Ela não era apenas “Diana”, e sim “Diana dos Efésios”. Algo parecido com o apego que muita gente tem à sua denominação. Cristo deixa de ser Cristo, para ser o “Cristo dos Batistas”, o “Cristo dos Presbiterianos”, o “Cristo dos Pentecostais”, o "Cristo dos Católicos", e assim por diante.

Finalmente, o escrivão da cidade (provavelmente um figurão da sociedade efésia), conseguiu apaziguar a multidão, dizendo: “Efésios, quem é que não sabe que a cidade dos efésios é a guardadora do templo da grande deusa Diana, e da imagem que caiu de Júpiter? Ora, não podendo isto ser contraditado, convém que vos aquieteis e nada façais precipitadamente” (vv.35-36).

Para tentar controlar o manifesto, o tal escrivão apelou ao dogma religioso. Dogma é aquilo que não se pode contestar. É tabu. Está acima do bem e do mal. Por isso, não se discute. É isso e tá acabado. A igreja evangélica também tem seus dogmas. Ninguém se dá o trabalho bereiano de averiguar se o que está sendo pregado bate ou não com as Escrituras. Se o líder falou, está dito. E se alguém se atreve a questionar, é logo taxado de herege, e acusado de estar tocando no ungido do Senhor.

Alguém viu quando a estátua caiu de Júpiter? De onde provinha tal certeza? Quem anunciou o fato Provavelmente foram os sacerdotes do templo de Júpiter, que queriam atrair o público de volta ao templo a qualquer custo.
Há uma indústria religiosa que se alimenta de mentiras, de dogmas inquestionáveis, e de superstições baratas.
É esta indústria que corre o risco de quebrar se a verdade do Evangelho for anunciada, e suas mentiras desmascaradas.

Os fiéis não passam de papagaios de pirata, repetindo o que ouvem sem ao menos refletir. Se dissermos que não há mais maldição a ser quebrada, o que será daqueles cuja prosperidade advém desta mentira? Como poderão cobrar para que as pessoas participem de um Encontro num sítio, a fim de que vejam a Deus cara a cara, e assim, sejam libertas de suas maldições?

Veja: compromissos são feitos em cima desses argumentos chulos. A prestação da propriedade adquirida pela igreja. O programa de rádio. O material de propaganda. O salário do pastor. Tudo isso tem que ser garantido pelo esquema montado. É um ciclo retro-alimentado. Se alguém chega pregando algo que contrarie o esquema, é logo taxado de herege, falso profeta, etc., pois interrompe o ciclo, produzindo um colapso na estrutura.

É isto que o Evangelho faz! Todas as estruturas injustas entram em colapso, para que um novo sistema, com engrenagens justas, se erga, tendo como centro o Trono da Graça de Deus.

Acorde, povo de Deus! Voltemos para as Escrituras! Abandonemos a mentira, o argumento falso, o estelionato, e voltemos à prática do primeiro amor. Caso contrário, Deus nos julgará, e reduzirá nossa indústria religiosa (que chamamos carinhosamente de “igreja”) aos escombros.

Não ficará pedra sobre pedra!

segunda-feira, 9 de abril de 2012

A coragem do ex-demo Demóstenes Torres

Por Altamiro Borges

 O senador Demóstenes Torres – que deixou o DEM para evitar a expulsão da sigla, mas que, na prática, tenta abafar o escândalo da sua ligação com a máfia de Carlinhos Cachoeira – voltou a se pronunciar. Em artigo publicado originalmente no blog de Ricardo Noblat, hospedado no sítio da Globo, ele criticou o pacote anunciado nesta semana pelo governo Dilma de estimulo à economia.
O artigo revela todo o cinismo do ex-líder dos demos e do ex-herói da mídia. O próprio Estadão, que tinha o político como fonte privilegiada, ironizou a caradura do senador, que postou um texto “dezessete dias depois de ter se recolhido ao silêncio diante das suspeitas cada vez mais graves de ligação com o empresário de jogos de azar Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira”.

A torcida da mídia

No texto, que também foi publicado em seu blog, “Demóstenes não faz nenhuma menção às suspeitas das ligações com Cachoeira nem sobre seu incerto futuro. Já sem partido (desfiliou-se do DEM para fugir à expulsão no mesmo dia 3 do pacote de Dilma), ele responderá a processo de cassação no Conselho de Ética do Senado”. O Estadão torce para que ele seja cassado rapidamente, sem maiores traumas.

O artigo, porém, revela que o senador está confiante na sua absolvição. Ele sabe que as denúncias contra ele podem respingar em políticos de vários partidos – principalmente no governador tucano Marconi Perillo, de Goiás. Além disso, ela ainda conta com as justificativas patéticas de alguns “calunistas” da mídia, que sempre nutriram um familiar relacionamento com o falso moralista.

Arquivo vivo e perigoso

Demóstenes Torres é um arquivo vivo. Diante do risco da cassação do seu mandato e mesmo da prisão, ele pode revelar os crimes cometidos pela direita nativa nos últimos tempos. DEM, PSDB e PPS talvez não resistissem às suas revelações. Já os veículos da mídia, em especial a revista Veja, poderiam ser levados ao banco de reús – como ocorre atualmente com o império midiático de Rupert Murdoch.

Daí a sua coragem, que beira o cinismo, em criticar o “pacote de bondades” da presidenta Dilma. Ele conhece bem seus cúmplices. Ele conversou, por telefone ou em jantares, com vários diretores, editores e "calunistas" da mídia demotucana. Ele ajudou a irrigar várias campanhas eleitorais da direita nativa.

Fonte 

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