sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Ignorância ateísta


A navegar na Internet deparei-me com um esquema à cerca de fé em Deus que me deixou aborrecido.  
Fiz este post, para que talvez aqueles que não têm tanto conhecimento e noção da verdade saibam que crer em Deus não é algo tão inútil  de se acreditar quanto os ateus mostram ser.

O esquema se baseia no "mal" para pôr em causa a existência de Deus.


Se Deus é autor de todas as coisas, também é autor do mal?

Deus criou todas as coisas por e através de Cristo.

Então e o mal?

O mal é ausência do bem, assim como o escuro é ausência de luz.

O mal não é uma obra assim como todas as coisas que de Deus provêm.

O mal é consequência de uma atitude. É um estado deparvado. Quando Lúcifer olhou para a sua perfeição e quis ser igual a Deus, ele, consequentemente partiu para um estado de "morte" na ausência de Deus. Um estado nunca antes visto.

O que não significa que algo foi criado na ausência de Deus. Mas que algo que estava na presença de Deus e se apartou de sua presença.

Então viu-se algo que nunca se tinha visto: O que era a criação na ausência do criador.

Esse estado não era suposto ser vivido por ninguém. A criação foi feita para estar na presença de Deus.

Mas certo dia achou-se o mal na existência de uma criatura cujos os passos eram rectos.

Pudemos olhar para a queda de Lúcifer e perceber que aconteceu a alteração de um estado de perfeição, sustentada e fundamentada na presença de Deus. A um estado de perversão e regressão pela força da própria criatura e na ausência de Deus.


E para onde Lúcifer foi?

Se Lúcifer foi para ausência de Deus é porque existia um lugar "dimensão" que não estava na presença de Deus! Certo?

Temos de ter em conta que a realidade espiritual, ou mundo espiritual não é sujeito ao espaço assim como o mundo físico. 

Nada foi criado na ausência de Deus.

por isso é que descrevi a queda de Lúcifer como uma regressão. Porque ele regrediu a um estado "dimensão" nunca antes vivida. A dimensão da criatura na ausência do criador.

Porque de Deus e por Deus, para Deus são todas as coisas.


Se bem que de pouco ou nada serve, vou responder a este esquema. E mostrar que ele só desarma pessoas desinformadas!


O mal existe?

Sim, é óbvio que sim.
Deus pode derrotar o mal?
Sim, pode! Ele é todo poderoso.
Deus sabe sobre o mal?
Sim, sabe!
Deus quer derrotar o mal?
Sim, quer!
Então porque é que o mal existe?
Porque a batalha contra o mal é como uma operação melindrosa, e é necessário passar por um processo afim de que nada que não tenha de ser destruído, seja, juntamente com o mal.
Deus poderia criar o universo sem o mal?
Deus criou o universo sem o mal!!!
A partir daqui vai se tirar várias conclusões e outras questões cujas algumas estão no esquema.

Se Deus criou o universo sem pecado, porque ele existe?

Porque é um estado consequente de uma atitude de Lúcifer.
Porque Deus deixou isso acontecer se sabia o que aconteceria?
Porque Deus não é um ser manipulador!
Livre arbítrio?
Sim!
Mas se Deus é todo poderoso porque não fez o livre arbítrio mas sem o mal?
Porque toda a escolha tem a sua consequência. Uma pessoa demonstra-se alguém sem senso se quiser fazer as coisas sem sofrer a consequência!
.......
Muitas perguntas poderiam surgir. Pôr todas as perguntas que me surgem aqui, deixaria um texto infinito.
E as respostas têm apenas sentido se tivermos a ideia que Deus existe, se não temos isso em mente então é quase sem sentido haver discussão.
Só escrevo à cerca disto porque os ateus acham que crer em Deus é algo sórdido. (Como é demonstrado nesse quadro).
Mas todos os ateus que tenho intimidade e não numa de contenda, mas de apenas conhecer aquilo em que acreditamos. Chego sempre a uma conclusão: Que todos acreditam em algo superior que controla o mundo físico.



Via andreboanova

Ateismo, orgulho e preconceito!!


Por Carlos Pompe*
O ateísmo tem andado em pauta. Brasileiros e brasileiras realizam, no próximo dia 12,domingo, o 1º Encontro Nacional de Ateus, em 25 cidades espalhadas por 23 unidades da federação. Na Europa, o filósofo e escritor suíço Alain de Botton propôs a construção de uma espécie de templo ateísta, com mais de 45 metros de altura, no coração financeiro de Londres.
A proposta foi criticada por Richard Dawkins, o mais conhecido ativista do materialismo na atualidade.

Os ateus brasileiros articularam as manifestações do dia 12 a partir das mídias sociais e,naturalmente, não sabem o resultado que terão. Também desconhecem se contarão com a repercussão da convocação e do evento na mídia monopolista, sempre pronta a estardalhaçar qualquer murmúrio direitista, conservador ou oposicionista ao governo federal postado na rede.

A data é uma referência ao aniversário de nascimento de Charles Darwin, a quem Karl Marx enviou um exemplar d´O Capital, manifestando sua admiração pelo biólogo, e a quem Friedrich Engels se referiu como o homem que descobriu “a lei do desenvolvimento dos organismos naturais”, assim como Marx descobriu “a lei do desenvolvimento da História humana”.

Para os organizadores do Encontro, o importante é colocar o ateísmo em discussão, na sociedade e na imprensa, refletir e fazer refletir, falar com amigos e enviar emails, lembrar que o ateu não está sozinho. Porém, se aplicado ao censo de 2010 levantamento anterior do IBGE sobre ateus e agnósticos (2% da população), somos apenas 3,8 milhões dos 190,7 milhões de brasileiros.

Já o templo londrino consagrado (!) ao ateísmo é, na verdade, uma contraposição que Alain de Botton quer fazer à militância ateísta, que ele acha destrutiva, de Richard Dawkins. O suíço considera que seu templo “poderia significar um templo ao amor, amizade, tranquilidade e perspectiva”. O britânico Dawkins redarguiu: "Ateus não precisam de templos. Eu acho que há formas melhores de se gastar este tipo de dinheiro. Se você vai gastar dinheiro com ateísmo, você poderia melhorar a educação secular e construir escolas não-religiosas que ensinam pensamentos racionais, céticos e críticos."

O debate mostra que o fato de não acreditar em deuses e outros mitos não corresponde a uma unidade de pensamento ou de projeto social e político. Poucos ateus, por exemplo, colocam-se na perspectiva marxista, que incorpora a luta de ideias e econômica à luta política classista, por um novo tipo de sociedade, socialista, em que os religiosos e as religiões não são criminalizados, mas também não gozam das benesses estatais.

Iniciativas como o encontro de ateus, no dia 12, reforçam a discussão democrática sobre a religião – tema anatematizado por alguns, que consideram uma manifestação de sectarismo e hostilidade para com os religiosos o simples fato de ser pautado. Num país em que os nomes mais usados pela população têm origem bíblica (Maria, 13.356.965; José, 7.781,515; João, 2.988.744; Paulo, 1.416.768; Pedro, 995,254 – levantamento feito pela proScore, a partir dos 165 milhões de Cadastros de Pessoas Físicas), o Partido Comunista do Brasil, que em seu Estatuto afirma guiar-se “pela teoria científica e revolucionária elaborada por Marx e Engels, desenvolvida por Lênin e outros revolucionários marxistas”, defende, desde sua primeira participação numa Constituinte, em 1946, o Estado laico e a mais ampla liberdade religiosa.
Sintoniza-se, assim, com o sentimento do povo, mas sem abster-se de divulgar sua visão de mundo, dialética e materialista.

Carlos Pompe* é jornalista, comunista, revolucionario e um curioso do Mundo!

Encontre-mo-nos, ateus ou não, também no twitter: @Carlopo

A NOTICIA SOBRE O MENSALÃO QUE A VEJA NÃO DEU

Deputado petista vai receber 20 mil reais de indenização da Editora Abril -  05/03/2009
A 4ª Turma Cível do TJDFT decidiu manter a sentença do juiz da 16ª Vara Cível de Brasília que condenou a Editora Abril S.A a indenizar por danos morais o deputado federal Carlos Augusto Abicalil (PT/MT).
A indenização por danos morais, arbitrada em 20 mil reais, deverá ser paga solidariamente pela editora e pelos autores da reportagem veiculada na revista Veja que deu ensejo à ação judicial. Na inicial, o deputado alega que a edição da revista Veja de nº 1938, veiculada em 11 de janeiro de 2006, publicou matéria com afirmações inverídicas e injuriosas intitulada “Não li e não gostei”.
Os repórteres responsáveis pelo conteúdo da matéria afirmam que o deputado Carlos Abicalil teria sido escalado para integrar a Comissão Parlamentar de Inquérito dos Correios com a incumbência de tentar melar o andamento das investigações em relação ao esquema conhecido como “mensalão”.
Diz a matéria: “Mesmo com a inclusão de Azeredo, os governistas ainda não desistiram de tentar melar a CPI. Já escalaram até um deputado, Carlos Abicalil, petista de Mato Grosso e integrante da comissão, para o trabalho sujo. Abicalil é um especialista em trabalhos sujos(…)”.
Ao contestar a ação, a Editora Abril invocou o direito de informar, garantido constitucionalmente, e afirmou que a expressão “trabalho sujo” era apropriada, já que a escalação do deputado para integrar a CPI tinha como objetivo tentar afastar alguns nomes apontados no relatório parcial da comissão como supostos integrantes do “mensalão”.
Na sentença de 1ª Instância, o juiz considerou que houve manifesta extrapolação da ré no seu direito de informar e noticiar fatos. De acordo com o magistrado, ao atribuírem a pecha de “especialista em trabalhos sujos” ao deputado, os autores do texto jornalístico lançaram conceitos lesivos à honra do requerente.
O relator do recurso confirmou a condenação imposta pelo juiz. Em seu voto, ele afirma: 

A dignidade da pessoa humana é um bem tão importante que está garantido na Constituição Federal. A liberdade de imprensa não autoriza o uso de palavras injuriosas que acarretem danos à honra e à imagem dos indivíduos

A decisão da 4ª Turma Cível foi unânime.

JUSTIÇA ABSOLVE ZÉ DIRCEU E DÁ PUXÃO ORELHAS NOS PROMOTORES

Pescado do Blog do luizmullerpt
Quem acompanhou o caso e entende o minimo de politica e manipulação midiática, ja sabia disso, mas agora foi a vez da Justiça Federal dizer o que ja sabíamos a tempo, ou seja, a mídia inventou, e o povo acreditou.
A Justiça Federal concluiu “não haver qualquer indício de ato de improbidade” cometido pelo ex-ministro José Dirceu durante o período em que exerceu a chefia da Casa Civil da Presidência da República, no primeiro governo Lula. Por esse motivo, seu nome foi retirado do processo movido contra ele na 9ª Vara Federal Judiciária do Distrito Federal.
A ação por improbidade administrativa havia sido proposta pelo Ministério Público Federal – o mesmo que, sem relacionar nenhum fato concreto a Dirceu, o acusou de comandar um suposto esquema de compra de votos para que deputados votassem a favor de projetos do governo.
A denúncia, que a mídia e o ex-deputado Roberto Jeferson batizaram de “mensalão”, jamais foi comprovada, mas deu origem a um processo no STF (Supremo Tribunal Federal) contra 40 pessoas, ainda não concluído, e mais cinco contra Dirceu, entre eles este em que agora foi inocentado.
Em sentença publicada no Diário da Justiça, o juiz da 9ª Vara, Alaor Piacini, acolheu a defesa prévia apresentada por Dirceu e seu advogado, Rodrigo Alves Chaves, e o excluiu liminarmente da ação.
Um dos argumentos em que fundamentou sua sentença, segundo o juiz, é que, de acordo com a jurisprudência do STF, ministros de Estado, cargo que Dirceu ocupava quando teria praticado o ato do qual foi acusado, por atuarem sob a égide da Lei do Crime de Responsabilidade, não se submetem à Lei de Improbidade Administrativa.
Além disso, o juiz considerou, ainda, não haver quaisquer indícios de ato de improbidade praticados por Dirceu. Por fim, Piacini, em sua sentença, criticou severamente a postura adotada pelos procuradores da República por proporem cinco ações de improbidade versando sobre os mesmos fatos.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Cotas à Parte

Aprovaram uma Lei que faz uma grande e merecida justiça, e que consegue ao mesmo tempo fazer uma injustiça do mesmo tamanho.

A justiça da Lei do sistema de cotas inicia quando concede o direito a aquele sempre discriminado e que nunca teve chance por sua pele ter a cor escura, e termina quando limita que este mesmo direito seja concedido a um jovem que também é discriminado por ser pobre, que também não teve chance de estudar e por ter a pele de cor clara.

Felizmente tenho parentes, e conheço muitos filhos, sobrinhos, vizinhos, e amigos que passaram no processo seletivo da UFES e em outras tantas universidades federais Brasil afora. A maioria destes jovens inclusive, poderiam pagar uma faculdade particular, mas é claro, jamais abrirão mão desta justa situação, afinal estudaram e obtiveram um resultado superior ao alcançado pelos demais concorrentes.

PORÉM, infelizmente também conheço um monte de jovens que não tiveram a mesma sorte.
A grande maioria destes que não tiveram a mesma sorte dos felizardos mencionados acima, foram obrigados a estudar em colégios públicos, já que, o ensino particular e de qualidade não cabia nos seus orçamentos.

E no Brasil, infelizmente para aqueles que dependem do sistema público de ensino, a cada ano que passa tem diminuídas suas chances de sucesso nos processos seletivos, seja para concorrer a uma vaga numa universidade, seja para concorrer a uma vaga de emprego, sempre haverá uma concorrencia em pé de desigualdade entre os que estudaram no sistema de ensino público e privado. 


A s chances diminuem ainda mais se esses jovens, além de pobres e estudado em colégio publico, estiverem entre aqueles agora discriminados por serem brancos, pois a estes nem cotas serão garantidas por Lei. 


Ocorre também que, ao analisar o sistema de cotas, sua aplicabilidade e seus possíveis bônus ou ônus, deve-se perceber que qualquer ação afirmativa, que busca transpor as desigualdades e a igualdade material (utopicamente), deve ser aplicada por um determinado tempo, ou seja, não é um instituto que deva ser aplicado com um finalidade definitiva .Juntamente a isso, há de se entender que as ações afirmativas, como o sistema de cotas, devem possuir ações conjuntas, atacando o problema desde a sua raiz, pois nenhum problema social foge da deficiência das estruturas de base, como educação, distribuição de renda, falta de oportunidade, e outros.

Assim caminhou, caminha e caminhará a humanidade. Cheia de Justas injustiças e de injustas justiças.

Configurar o Facebook - Como criar um grupo no facebook

Grupos compartilhados do facebook são páginas feitas para um círculo social específico, ou seja, um espaço destinado a pessoas que possuem assuntos e interesses em comum, tornando assim, mais fácil a publicação de algo, pois é mais simples saber o que vai agradar a determinado grupo.
Se quiser saber como criar um grupo compartilhado no facebook, siga os seguintes passos:
1. Primeiramente entre na sua conta.
2. Clique em “Criar grupo” que está na sua página inicial, em seguida escolha um nome para seu grupo. Coloque algo que tenha a ver com o grupo, e escreva o nome dos primeiros que vão participar desse grupo.

3. Vá para aba “Privacidade”, pois é lá que vai definir se o grupo criado vai ser: fechado, aberto ou secreto.

Fechado: Grupo que pode ser visto por todos os participantes do facebook, mas apenas os membros podem ver os posts.
Aberto: grupo cujo as informações são abertas a todos.
Secreto: Grupo que as informações só poderão ser vista por seus membros.

4. Agora salve suas primeiras definições clicando em Criar, e logo em seguida será levado para a página do grupo que criou, onde poderá fazer algumas modificações.
5. Se desejar mudar o nome que escolheu para o grupo, a privacidade, ou até mesmo adicionar uma descrição sobre o grupo, explicando mais sobre o assunto que vai compartilhar e outras coisas, que ficam a seu critério, basta clicar em “Editar grupo” e fazer suas modificações.
6. Se for necessário colocar mais alguém no grupo então clique em “Adicionar amigos ao grupo”, e em seguida faça uma busca com o nome do novo membro.
7. Para realizar uma conversa coletiva com mais de um membro do grupo que estiver on-line, é só clicar em “Conversar com o grupo”, possibilitando aos membros on-line a visualização das mensagens digitadas na janela do chat.
8. Se não gostou do grupo que criou e quiser sair dele então clique em “Deixar grupo”, mas fique sabendo que perderá todos os seus privilégios administrativos, pois serão transferidos para outro membro.
Portanto, se gostou, crie seu grupo, pois nele poderá trocar idéias e conversar com pessoas que gostam das mesmas coisas que você

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