
O MPF investigou, encontrou as provas e, representado por seu Procurador Geral da República, senhor Rodrigo Janot, encaminhou as provas para o Supremo. No STF coube ao ministro Edson Fachin relatar a denuncia contra o agora comprovadamente corrupto Michel Temer. Cumpridas suas obrigações iniciais, PGR e agora STF encaminha a denúncia para o covil, ou seja, para a Câmara dos deputados, que é onde se encontram a maioria dos pares do presidente corrupto. Certamente que os seus iguais, ou seja, parlamentares igualmente corruptos, votarão a favor do ladrão e contra a Constituição e consequentemente, contra o Brasil e o povo brasileiro.
O
diretor-geral do Supremo Tribunal Federal, Eduardo Silva Toledo, entregou hoje
(29) a denúncia de corrupção passiva contra o presidente Michel Temer na Câmara
dos Deputados. Toledo protocolou o documento por volta de 9h30 na
Secretaria-Geral da Mesa da Casa.
Saiba
mais:
A
denúncia deve ser lida ainda hoje em plenário pela deputada Mariana Carvalho,
segunda-secretária da Mesa Diretora da Câmara. Depois da leitura em plenário, o
presidente Temer deve ser notificado nesta quinta-feira a apresentar sua
defesa.
A
denúncia foi apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na
última segunda-feira (26) pelo crime de corrupção passiva. Para ser autorizada
a abertura da investigação contra um presidente da República, são necessários
os votos de 342 deputados, ou seja, dois terços dos 513 deputados federais. Se
esse número de votos não for atingido, a denúncia será arquivada.
Antes,
porém, a denúncia precisa ser analisada pela Comissão de Constituição, Justiça
e Cidadania (CCJ) da Câmara, onde Temer terá o prazo de até 10 sessões para
apresentar sua defesa. Em seguida, o relator do processo, ainda a ser
designado, deverá apresentar seu parecer em até cinco sessões, que será
discutido e votado na comissão.
Após
ser aprovado na CCJ , o parecer será discutido, analisado e votado pelo
plenário da Câmara, quando poderá ser aprovado ou rejeitado. Tanto o presidente
da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), quanto o presidente da CCJ, Rodrigo Pacheco
(PMDB-MG), já sinalizaram que o processo pode suspender o recesso parlamentar
previsto para julho.
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