segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Hartung declara apoio a candidato petista do Sul

O prefeito de Cachoeiro de Itapemirim, Carlos Casteglione (PT), candidato à reeleição, confirmou a presença do ex-governador Paulo Hartung (PMDB) em jantar de adesão à campanha, que será, em um shopping da cidade.

Será o primeiro petista a receber o apoio formal do ex-governador para as eleições municipais deste ano. Casteglione contou que procurou o ex-governador para realizar a construção da parceria.
“Sei que a decisão não é fácil para ele. Eu o procurei e conversamos para construir este ambiente.

O apoio é muito importante. Fui secretário de Assistência Social durante a gestão de Hartung, que me ajudou muito em 2008. É uma personalidade importante”, disse o prefeito de Cachoeiro, que tem como adversário o deputado estadual Glauber Coelho (PR).

Já na região da Grande Vitória os candidatos mantêm a agenda de reuniões e caminhadas. Na capital,
Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB) grava programa de TV à tarde. Já Luciano Rezende (PPS), à tarde, caminha em Tabuazeiro. Iriny Lopes (PT) vai a Brasília hoje.

Edson Ribeiro (PSDC) toma café da manhã com pastores que apoiam sua candidatura, Montalvani Lima (PRTB) faz giro com carro de som pela cidade e Gustavo De Biase (Psol) visita apoiadores na Mata da Praia.



Mensalão - Joaquim Barbosa retoma voto sobre acusações de gestão fraudulenta no Banco Rural


O julgamento da Ação Penal 470, o processo do chamado mensalão, recomeçou com a parte final do voto do ministro-relator Joaquim Barbosa sobre as acusações de gestão fraudulenta no Banco Rural. Os réus dessa etapa são Kátia Rabello, José Roberto Salgado, Vinícius Samarane e Ayanna Tenório, todos dirigentes do banco na época dos fatos.

O relator iniciou a sessão relembrando as imputações feitas aos dirigentes do Banco Rural, por fraudes e falsidade dos empréstimos. O primeiro ponto abordado hoje foram as renovações sucessivas de operações de empréstimo. Segundo Barbosa, os dirigentes do Banco Rural buscaram omitir o risco dessas operações, cujos recursos eram destinados ao PT.

De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), a gestão fraudulenta do banco permitiu a alimentação de esquema de corrupção, a lavagem de dinheiro de recursos públicos desviados e a distribuição da verba entre os políticos aliados ao governo, ocultando sua origem.

Barbosa listou na sessão anterior, do dia 30 de agosto, várias irregularidades na gestão do Banco Rural, entre elas a concessão de empréstimos no valor de R$ 32 milhões ao PT, à SMP&B Comunicação e à Graffiti, sem que os clientes tivessem capacidade financeira para garantir a quitação do débito.

O relator também disse que o banco classificou os riscos dos empréstimos de forma equivocada e que, em nenhum momento, sinalizou que iria cobrar essas dívidas, o que ocorreu apenas quando as acusações vieram à tona.

Após o voto de Barbosa, o julgamento deste capítulo prossegue com a votação do ministro-revisor do processo, Ricardo Lewandowski.

Neucimar Fraga não cogita falar em 2º turno em Vila Velha



“É cedo para discutir 2º turno” Foi o que declarou Neucimar Fraga sobre os números da pesquisa Enquet/A Tribuna em que aparece empatado com Max Filho.
Mesmo com cenário disputado na corrida eleitoral de Vila Velha, o prefeito Neucimar Fraga (PR) afirmou que é cedo para se discutir segundo turno. O republicano apresentou crescimento de 7,9% com relação aos dados de julho e empatou com o ex-prefeito Max Filho (PSDB).

De acordo com os dados da pesquisa Enquet/A Tribuna, divulgados na edição de ontem, Neucimar está com 30,6% das intenções de voto e Max 30,2%. A margem de erro é de 3,3% para mais ou para menos. O deputado Rodney Miranda (DEM) é o terceiro com 16,6%.
“É cedo para discutir o segundo turno ou quem vai para ele. Tem um mês de campanha ainda pela frente e vamos continuar mostrando os quatro anos de trabalho na cidade e os resultados da nossa gestão ”, afirmou o prefeito.
O republicano atribuiu o seu crescimento à avaliação da gestão.
“O cenário reflete o que vemos nas ruas. As pessoas passaram a compreender nossa prestação de contas dos quatro anos de trabalho e entender melhor o nosso governo”.

Mesmo com o crescimento do adversário e a queda de seu percentual, o tucano afirmou que o cenário é favorável. “Em qualquer cenário de segundo turno venceríamos. É uma disputa equilibrada e acredito que devo herdar os votos de quem não passar”, disse Max.

Entre as possibilidades de segundo turno simuladas, Max teria 38% contra 34,8% de Neucimar, em empate técnico no primeiro cenário. No segundo, Max teria 40,2% contra 28,1% de Rodney. Já no terceiro cenário, Neucimar teria 33,9% contra 30,9% de Rodney.


O democrata, por sua vez, aposta no segundo turno, mas afirmou:
“Os números não refletem o que vejo nas ruas. O número de pessoas que declara voto e adere à campanha é grande. O sentimento que tenho é de que estamos crescendo”.

O candidato do PT, o vereador João Batista Gagno, o Babá, que registrou 0,4%, contou que está sem apoio até dentro do partido. “Estamos na corrente contrária à geopolítica. Mas vamos manter a campanha até o final. Estamos nos firmando como lideranças”.

Já Allan Cláudio Mello (Psol), que também registrou 0,4% no levantamento, afirmou que vai levar o material de campanha para rua neste mês. “Não estou preocupado com pesquisa. O que vejo nas ruas é aceitação ao meu nome”.

A democracia não está ameaçada pelo regime de partidos, mas pelo financiamento deles

"Enquanto empresários se sentirem livres para ajudar a eleger políticos, a corrupção estará garantida" (Jorge Hage).


A Lei nº. 9.096, de 19 de setembro de 1995, que regulamenta os artigos 14 e 17 da Constituição Federal de 1988 e é conhecida como a Lei dos Partidos Políticos define em seu primeiro artigo que “partido político, pessoa jurídica de direito privado, destina-se a assegurar, no interesse do regime democrático, a autenticidade do sistema representativo e a defender os direitos fundamentais definidos na Constituição Federal”. Desta forma, um partido deve ter como uma das suas principais bandeiras defender as premissas democráticas e buscar o atendimento dos interesses da coletividade, ressaltando viés ideológicos próprios da pluralidade de pensamentos existentes nas sociedades. Os partidos devem atender os interesses da sociedade, de acordo com a visão ideológica de seus integrantes, respeitando o que determina a nossa Constituição, realçando os princípios éticos, morais e dos bons costumes.

Um dos complicadores para os partidos políticos cumprirem as determinações da Constituição Federal é o sistema de financiamento dos partidos políticos e das campanhas eleitorais, e isso força-nos uma avaliação sobre seus efeitos, tanto sobre os partidos como ao próprio sistema democrático.

domingo, 2 de setembro de 2012

Pornografia uma olhada de perto

Uma olhada de perto na pornografia


Pornografia: sexo fora de controle
Numa noite fria e escura, não há nada melhor que o calor do fogo de uma lareira. Você pode empilhar a lenha e deixá-la queimar bem. É seguro, quente, relaxante e romântico. Agora tire esse fogo de dentro da lareira (que foi feita para queimar) e deixe cair no meio da sala – de repente o fogo se torna destrutivo, podendo queimar a casa toda e matar todos que estão dentro. Sexo é como esse fogo. Enquanto é expresso dentro de um relacionamento protegido e comprometido como o casamento, é maravilhoso, quente e romântico. Mas a pornografia tira o sexo de dentro deste contexto.

Pornografia: um grande negócio
É um grande negócio que faz muito dinheiro e que não se importa como. Vão usar todas as estratégias para fazer você comprar mais. “Lançaram 11.000 vídeos pornográficos ano passado contra 400 filmes lançados por Hollywood… e 70.000 web sites pornográficos”. (New York Times, 20 de Maio de 2001, “Naked Capitalists”)

A Imagem de Sexo da Pornografia
Uma das partes mais vitais do ambiente mental é a idéia saudável de quem somos sexualmente. Se essas idéias estão poluídas, uma parte fundamental de quem somos fica destorcida. A cultura pornográfica ensina que sexo, amor e intimidade são tudo a mesma coisa. Tudo o que importa é a satisfação. Não importa o corpo de quem se está usando, contanto que se possa possuí-lo. A pornografia leva você a pensar que sexo é algo que se pode fazer a qualquer hora, em qualquer lugar, com qualquer pessoa, sem nenhuma conseqüência.

O Real Significado do Sexo
O ponto de vista da pornografia é estúpido e superficial. Relacionamentos não são construídos sobre sexo, mas sobre compromisso, amor e confiança mútua. Neste contexto, como o fogo dentro da lareira, sexo é maravilhoso. Estar com alguém que ama e aceita você, alguém que está comprometido a viver a vida toda com você, alguém a quem você pode se entregar completamente, isso é o que torna o sexo realmente maravilhoso.

Efeitos da Pornografia: As Mentiras
Não se pode aprender a verdade sobre sexo com a pornografia. Ela não lida com a verdade. Pornografia não foi feita para educar, mas para vender. Ela usará de qualquer mentira que vá atrair e segurar a audiência. 


Por Gene McConnell | Via http://www.suaescolha.com

Dilma quer anunciar contas de luz mais baratas antes do feriado


Indústria espera queda de até 20% nas tarifas de energia


A presidente Dilma Rousseff não quer passar o feriado da Independência em branco, sem fazer nenhum anúncio que amenize os indicadores ruins de recuperação da economia. Por isso, deve divulgar, antes do dia 7 de setembro, um novo pacote de estímulo à indústria. Dessa vez, a desoneração de impostos será no setor elétrico, para reduzir o valor das contas de luz.

Essa é uma reivindicação antiga dos empresários industriais, que reclamam que alto custo da tarifa elétrica prejudica a competitividade dos produtos brasileiros no mercado externo. Para tentar resolver esse problema, a presidente Dilma garante que está estudando formas de diminuir o custo.
— Nós iremos fazer um conjunto de medidas para garantir a redução dos custos de energia elétrica baseado em duas coisas, baseado na reversão das concessões (…) e também através de redução dos encargos.

Indústria comemora desoneração
Os industriais esperam uma redução média entre 10% e 20% no custo da energia elétrica. O secretário-executivo do Conselho de Infraestrutura da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Wagner Cardoso, espera um pacote grande. Segundo ele, a medida terá impacto na recuperação da indústria ainda este ano.

— Esperamos um impacto ainda em 2012, se houver redução de impostos e encargos setoriais. Cada empresa vai sentir o impacto de uma forma, mas vai ser excelente, na direção de aumentar a competitividade da indústria.

O especialista acredita que não será uma redução linear – uma única taxa para todos os setores – e que o governo vai levar em consideração as especificidades de cada segmento da indústria. O setor de alumínio, por exemplo, é o que mais usa energia no processo produtivo - 40% do custo total são de energia elétrica, segundo a CNI.

Contas de luz de residências também devem ficar mais baratas
Para reduzir o custo da energia elétrica para a indústria, o governo terá de reduzir encargos que também incidem na conta de luz do comércio e das residências.

É o caso do PIS/Cofins, por exemplo. Atualmente, 9,25% do valor total da conta de luz são referentes a esses impostos. Ou seja, numa conta de R$ 100, R$ 9,25 são encargos que vão direto para os cofres públicos da União.

É com esse dinheiro que o governo planeja o orçamento e financia programas de educação, segurança e saúde por exemplo. Se decidir reduzir essas taxas, a arrecadação diminui. Mas, na opinião do advogado tributarista, Lázaro Rosa, o impacto será pequeno.

— Esses quase 10% de redução na conta de luz não vão representar nem 2% menos na arrecadação. Tudo vai depender da vontade política do governo, porque tem margem para reduzir até mais de 10%. Sempre tem uma gordurinha que pode ser cortada.

O imposto que mais pesa na conta de luz é o ICMS (Imposto Sobre Circulação De Mercadorias e Prestação de Serviços). Em alguns estados, com em São Paulo, se o valor total de uma conta é R$ 100, R$ 25 são de ICMS.

Mas nesse imposto a presidente Dilma não pode mexer. A alíquota varia de estado para estado e o dinheiro vai pros cofres dos governadores. Portanto, para reduzir a taxa de ICMS, é necessário que todas as unidades de federação aceitem arrecadar menos. Para o economista Clóvis Panzarini, ex-coordenador da Administração Tributária da de São Paulo, esse acordo é impossível.

— Em média 15% da receita dos estados são de ICMS da energia elétrica, eles não vão abrir mão disso. Pra diminuir essa arrecadação, seria necessário cortar despesas. Isso é uma guerra perdida.

Negociação com concessionárias de energia
Como a redução do principal imposto de energia elétrica não depende da vontade do Planalto e sim dos governadores, a presidente vai negociar redução de tarifas com as empresas concessionárias de energia elétrica.

A maioria das concessões vence em 2015. Um corte no custo da distribuição pode ser uma das condições para que as empresas consigam renovar os contratos.

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