terça-feira, 14 de agosto de 2012

Rodney Miranda reúne especialista para discutir Programa de Governo


O candidato a prefeito de Vila Velha Rodney Miranda (DEM) promoverá sete oficinas de trabalho, com o objetivo de discutir com especialistas os temas centrais para uma gestão municipal, a partir de um programa de governo pré-elaborado.

“Como morador de Vila Velha, conheço bem os problemas de nosso município. Venho há anos observando a falta de planejamento e ações que não foram bem sucedidas. Quero conversar com mais especialistas, profissionais de diferentes áreas, e encampar sugestões que possam robustecer nosso programa de governo”, afirmou o candidato.

Rodney acredita que para elaborar uma plataforma de governo aplicável, real e que atenda aos anseios dos cidadãos é preciso ouvir profissionais competentes, com experiência técnica em áreas específicas, que podem enriquecer as propostas. “É isso que pretendo alcançar com as oficinas de trabalho”, ressaltou.

Os encontros serão realizados no Hotel Transamérica Passárgada, na Praia da Costa, das 8h30 às 12h30 e de 14h30 às 18h30. No evento serão debatidos os seguintes temas: segurança, desenvolvimento econômico, saúde, educação/cultura/esporte e lazer;  saneamento básico, infraestrutura e mobilidade urbana e gestão da cidade. Para cada tema serão convidados especialistas com experiência na área.

ES deve receber mega investimento federal para novo porto e ferrovia até o Rio de Janeiro


Nesta quarta-feira (15), o governo Federal vai anunciar o Programa de Concessões de Portos e Ferrovias para estimular o desenvolvimento do país, conforme afirmou a assessoria da presidência da República. Segundo o órgão, os detalhes sobre o pacote só serão conhecidos durante a cerimônia de apresentação das medidas que acontece por volta das 10 horas, em Brasília. Essas medidas devem gerar investimentos ao Espírito Santo tais como a construção de um novo porto, uma ferrovia que liga o Estado ao Rio de Janeiro e a privatização da BR 262.

Porém, a Revista Veja, na edição 2282 desta semana, detalhou sobre as intenções da presidente Dilma Rousseff ao conceber o pacote. De acordo com a matéria, “Choque de Capitalismo”, o governo vai transferir para a iniciativa privada a construção e administração de pelo menos cinco portos, 50.000 quilômetros de rodovias, 12.000 quilômetros de ferrovias e cinco aeroportos, incluído os das principais cidades brasileiras.

Rodovias
No caso das rodovias federais, as empresas privadas terão de pagar ao governo para ganhar a concessão. Conforme a reportagem, estima-se atrair até R$ 60 bilhões em investimentos. Com isso, a BR 262, que liga Belo Horizonte à Vitória, será contemplada. Outro ponto de prioridade será entre Goiania-Palmas.

Ferrovias
Ainda no “pacotão” a meta é também dobrar a malha ferroviária brasileira e um período de seis a oito anos.  No Espírito Santo, a intenção é de reformar o trecho Rio de Janeiro-Vitória. A expectativa é que o leilão atraia até 20 bilhões de reais em investimentos.

Portos
A construção de novos portos está incluso nas medidas do programa, uma vez que a situação dos terminais portuários brasileiros representa entraves ao crescimento da economia brasileira, devido ao atraso de embarque e desembarque de produtos e mercadorias. Para sanar tais gargalos, o governo pretende a construção de novas unidades em Ilhéus (BA), Vitória (ES) e Manaus (AM). Acredita que essa operação deve render até R$ 10 bi.  A outra frente é a privatização de dois portos federais, Vitória e o de Salvador.  E, por fim, permitir que empresas donas de portos privados, como a Vale e a OGX, abram suas instalações para outras exportadoras em épocas de entressafra.

Energia elétrica
No conjunto de intenções do governo consta também a redução do preço de energia elétrica. Isso pode baratear o preço do serviço no Brasil. O plano para resolver esse problema visa a oferta, por antecipação, da renovação das concessões de 2015 para 2013, para algumas empresas. Para isso as operadoras vão ter de diminuir seus preços em até 20%. Já a segunda proposta é a redução da carga tributária.

Esse “Choque de Capitalismo” seria lançado no início de 2013. Mas, ao saber dos resultados da economia no 1º trimestre do ano e das péssimas perspectivas para os períodos seguintes, optou-se por não perder tempo, visando melhorares índices econômicos em 2013 e 2014.

BB tem lucro líquido de R$ 3 bilhões no segundo trimestre


O Banco do Brasil (BB) registrou lucro líquido de R$ 3,008 bilhões no segundo trimestre deste ano, com queda de 9,7% em relação a igual período do ano passado. Na comparação com o primeiro trimestre deste ano, houve alta de 20,2%, segundo relatório divulgado hoje (14) pelo banco.

A carteira de crédito ampliada, que inclui títulos e garantias prestadas, atingiu R$ 508,183 bilhões no fim do segundo trimestre deste ano, 20,3% a mais em relação ao resultado do mesmo período do ano passado e 7,5% em relação ao observado no trimestre encerrado em março de 2012. A participação do Banco do Brasil no mercado doméstico de crédito ficou em 19,5%, indicando estabilidade em relação ao verificado em junho do ano passado e incremento sobre março de 2012 (19,1%).

No caso de pessoas físicas, a carteira de crédito chegou a R$ 139,335 bilhões no trimestre encerrado em junho, aumento de 5% na comparação com o resultado do trimestre anterior e de 13,7% em relação ao mesmo período do ano passado. O crédito para as empresas chegou a R$ 233,958 bilhões, com crescimento de 22,4% na comparação anual e de 10% sobre março deste ano.

No relatório, o BB informa ainda que continua líder no crédito ao agronegócio, com 63,8% do mercado. A carteira de agronegócios no conceito ampliado, incluindo operações de crédito rural e agroindustrial, alcançou R$ 95,672 bilhões em junho deste ano, crescimento de 17,4% sobre igual período de 2011.

A inadimplência (atraso das operações de mais de 90 dias) encerrou junho em 2,1%, patamar inferior ao verificado no Sistema Financeiro Nacional, 3,8%.

As receitas com tarifas alcançaram R$ 10,308 bilhões no primeiro semestre do ano, aumento de 21,3% em relação a igual período de 2011. A justificativa para o aumento é a “expansão da oferta de crédito, a forte atuação do banco no segmento de varejo, com foco no atendimento e rentabilização da base de clientes, e o Programa Bom pra Todos [anúncios de reduções de taxas de juros]”, que favorecem a expansão do volume de negócios.

O Índice de Basileia do Banco do Brasil encerrou junho de 2012 em 14,6%, superior aos 14,3% registrados em março de 2012. O percentual indica a capacidade do banco de emprestar, levando em consideração os recursos próprios e a ponderação de riscos. Para cada R$ 100 emprestados, os bancos precisam ter R$ 11 de capital.

Os ativos totais do banco ficaram em R$ 1,05 trilhão, em junho deste ano, crescimento de 16,3% em relação a igual mês de 2011.

Economia da zona do euro registra queda de 0,2% no segundo trimestre


A economia da zona do euro registrou queda de 0,2% no segundo trimestre deste ano, na comparação com os três meses anteriores (janeiro, fevereiro e março). Os dados são do Eurostat, o instituto de estatística da Europa, e se referem ao Produto Interno Bruto (PIB) dos 17 países que usam a moeda comum, o euro. O PIB mede a quantidade total de bens e serviços produzidos por uma economia.

A zona do euro é composta pela Bélgica, pela Alemanha, pela Estônia, pela Irlanda, pela Grécia, pela Espanha, pela França, pela Itália, pelo Chipre e por Luxemburgo, além de Malta, dos Países Baixos, da Áustria, de Portugal, da Eslovênia, da Eslováquia e da Finlândia.

As quedas mais acentuadas foram registradas em Portugal, (-1,2%), no Chipre (-0,8%) e na Itália (-0,7%). Os dados sobre a Irlanda e Grécia ainda não estão disponíveis.

Maior economia da Europa, a Alemanha cresceu 0,3% no segundo trimestre, influenciada pelas exportações e pelo consumo interno.

"A Alemanha impôs-se graças às exportações crescentes para países fora da zona euro", disse Christian Schulz, economista do Berenberg Bank. "É uma surpresa que o consumo tenha aumentado devido à baixa taxa de desemprego, aos salários em alta e a uma baixa taxa de inflação."

Nos últimos meses, vários países da zona do euro intensificaram a adoção de planos de contenção a fim de evitar o agravamento dos efeitos da crise econômica internacional. Houve protestos por parte dos trabalhadores que temem perder seus empregos e pagar mais impostos.

Comparado com o mesmo trimestre de 2011, o PIB cresceu 2,2% nos Estados Unidos (após 2,4% no trimestre anterior) e 3,6% no Japão (após 2,8%).

Seca leva Chile a discutir uso da água no país e declarar estado de emergência no Norte


A seca afeta várias regiões do Chile e levou o governo do presidente Sebastián Piñera a declarar estado de alerta em dez cidades das áreas de Coquimbo e Valparaiso, no Norte do país. Há ainda estado de emergência em 108 municípios que sofrem com a falta de água, que atinge também as plantações. Para o senador Guido Girardi (Partido da Democracia), é fundamental nacionalizar a água no país. Ele apresentou proposta ao Senado.

O secretário-geral da Comissão Nacional de Irrigação do Chile, Philip Martin, disse que o governo se esforça para buscar alternativas aos problemas causados pela seca. O ministro da Agricultura, Luis Mayol, acrescentou que foram aumentados os recursos das comunidades para garantir a água do caminhão-tanque e feitas melhorias em sistemas de irrigação .

O ministro do Interior do Chile, Laurence Golborne, admitiu que a situação está complicada e que pode se agravar quando vier o verão. Segundo ele, o governo vai construir mais 11 reservatórios de água para ampliar em 50% a capacidade de armazenamento no país.

Guido Girardi defendeu a reforma urgente do Código de Águas. Segundo ele, o objetivo é garantir que o uso prioritário da água seja a alimentação humana e a agricultura. Para o senador, o Chile experimenta os efeitos do processo de mudanças climáticas. "Temos de trazer a água de volta. Água é um patrimônio nacional para uso público, um direito humano e não uma mercadoria", disse.

“O Estado deve ter a autoridade para determinar as áreas onde não há água". O deputado Enrique Accorsi (Partido da Democracia) reiterou os argumentos de Girardi, lembrando que as prioridades são o consumo humano, a agricultura e a manutenção de reservas, além das atividades industriais e de mineração.

*Com informações da emissora multiestatal de televisão, Telesur.

Julgamento do mensalão tem hoje defesa de ex-ministro e de três ex-deputados


Mais cinco réus - entre eles um ex-ministro e três ex-deputados - terão duas defesas apresentadas hoje (14) no Supremo Tribunal Federal (STF), durante o julgamento do mensalão. Na relação estão o ex-ministro dos Transportes Anderson Adauto e os ex-deputados Professor Luizinho (PT-SP), Paulo Rocha (PT-PA) e João Magno (PT-MG), além Anita Leocádia Pereira da Costa, assessora parlamentar.

Como nos dias anteriores, os advogados terão até uma hora para apresentar suas sustentações orais em defesa dos clientes. É a penúltima etapa do julgamento dedicada à defesa. Depois, começa a etapa dos votos dos 11 ministros da Suprema Corte.

A expectativa é que a fase das defesas acabe amanhã (15). O primeiro a apresentar o voto será o relator do processo, o ministro Joaquim Barbosa, que adiantou que seu voto tem mais de mil páginas.

A primeira defesa de hoje será feita pelo advogado Márcio Luiz da Silva, cujo cliente é o ex-deputado Paulo Rocha, que responde por crime de lavagem de dinheiro. Pelo mesmo crime respondem ainda o ex-deputado Professor Luizinho e João Magno, defendido pelo advogado Wellington Alves Valente, além de Anita Costa, defendida por Luís Maximiliano Leal Telesca Mota.

A última defesa do dia será a do ex-ministro dos Transportes Anderson Adauto, que responde pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção ativa. Na denúncia, ele é citado como operador do esquema do mensalão - organizado para comprar o apoio de parlamentares e para saldar dívidas de campanha com dinheiro não contabilizado, o chamado caixa 2.  Adauto será defendido por Castellar Modesto Guimarães Filho.
 
Nos últimos dias, as defesas dos réus insistiram na inocência de seus clientes, mas vários advogados admitiram a existência de caixa 2 embora não tenham reconhecido a existência do esquema do mensalão.

Ao apresentar a denúncia, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pediu a condenação de 36 dos 38 réus. Ele exclui da condenação por falta de provas o ex-ministro da Comunicação Social da Presidência da República Luiz Gushiken e o assessor do PL (atual PR) Antonio Lamas.

Para Gurgel, é fundamental a justa aplicação de penas, marcando o que chamou de “paradigma histórico”.  Para cada situação, ele apontou um crime. Os delitos citados na denúncia, variando conforme o réu, são formação de quadrilha, corrupção ativa e passiva, peculato, evasão de divisas, gestão fraudulenta de instituição financeira e lavagem de dinheiro.

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