terça-feira, 5 de junho de 2012

BALANCE CAPIXABA 05/06/2012

BALANCE CAPIXABA 05/06/2012

Colnago nega que vá tirar licença para Max Filho assumir na Câmara

As eleições municipais se aproximam e as especulações políticas aumentam. A mais nova dá conta de que o deputado federal Cesar Colnago, presidente do PSDB regional, poderia pedir licença do mandato em Brasília para o ex-prefeito de Vila Velha, Max Filho (PTB) assumir a cadeira.
Colnago, no entanto, nega que tenha conversado sobre a possibilidade com alguém, e descartou a ideia. Para ele, é perfeitamente possível conciliar a campanha com o mandato, até porque o Congresso estará em recesso.
Max Filho é pré-candidato do partido para a prefeitura de Vila Velha, e a ideia seria fortalecer seu nome para o município. Além disso, Colnago poderia se dedicar à campanha de Luiz Paulo, candidato tucano à prefeitura da capital capixaba. No momento, Luiz Paulo lidera as pesquisas.
O boato surgiu depois que Colnago foi visto tomando um café com Max pai e Max Filho, numa famosa padaria de Vila Velha. Fonte www.agenciacongresso.com.br 
Luciano Rezende vira incógnita para a disputa eleitoral de Vitória

No novo cenário eleitoral que se desenha em Vitória fica evidente a tentativa de fortalecer a polarização entre PT e PSDB. Com uma baixa rejeição e bem posicionado na corrida eleitoral, o deputado estadual Luciano Rezende deve tentar emplacar uma candidatura de terceira via e embolar a disputa. Mas isso vai depender de como vai conduzir sua campanha e do cenário que vai se estabelecer a partir de julho.

Se houver uma radicalização da disputa entre a deputada federal Iriny Lopes (PT) e o ex-prefeito Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB), o deputado do PPS pode ficar sem espaço para apresentar uma proposta diferente. De olho na briga entre os partidos que se alternam no poder na Capital, o eleitor pode não dar atenção a Luciano Rezende, sobretudo se ele não conseguir alinhavar uma aliança que lhe garanta um tempo de televisão razoável. 

Até porque o cenário eleitoral deste ano será diferente de 2008. Naquele ano, quando Luciano Rezende fechou a disputa com 31% dos votos na Capital, o então candidato a prefeito só não levou a disputa para o segundo turno contra o prefeito João Coser (PT) por conta de uma pesquisa do Instituto Futura, lançada na véspera da eleição que colocava sua capacidade de captação de votos em torno de 12%, isso favoreceu o voto útil em favor da reeleição do petista. 

Na eleição passada, porém, não houve a figura da polarização eleitoral, já que o PSDB abriu mão da disputa em favor de Luciano Rezende. Este ano, o deputado perde a votação dos tucanos em seu favor, já que o partido também terá candidato próprio, o que enfraquece a coligação. 

Para alguns observadores, o desempenho de Luciano Rezende vai depender do discurso por ele escolhido para a eleição e vai ao encontro dos anseios da população de forma direta. Isso porque, seus adversários já têm um jogo preparado à parte. 

Iriny Lopes é a candidata da situação e cabe a ela defender a administração municipal, assim como o projeto nacional do PT. Ex-ministra do governo Dilma, Iriny tem o apoio do governo federal e o discurso dos avanços dos 10 anos de governo petista. 

Já Luiz Paulo, que na semana passada foi palestrante de um encontro do PSDB em Brasília sobre a unificação do discurso do partido nas eleições municipais, vai apresentar o discurso de oposição não só em nível municipal, como também em favor do projeto nacional tucano. Renata Oliveira | Foto capa: Gustavo Louzada


Babá pede apoio ao diretório estadual para viabilizar candidatura em VV
Enquanto o mercado político de Vila Velha aguarda a definição do PMDB sobre a candidatura do deputado estadual Hércules Silveira, o PT, um dos mais interessados em uma aliança com o peemedebista, busca fortalecimento interno. Em uma reunião na sede do PT, em Vitória, nessa segunda-feira (4), o vereador João Batista Babá, pré-candidato a prefeito, pediu o apoio da Estadual na viabilização da candidatura petista no município. 

Babá entregou ao PT estadual as resoluções aprovadas no Encontro Municipal e a agenda política do partido. A partir desta terça-feira (5), às 19h30, na sede do diretório municipal do PT em Vila Velha, começa uma série de quatro reuniões para elaboração do programa de governo do pré-canditato.

Também participaram do encontro do encontro o presidente do PT canela-verde Paulo Coutinho e o presidente do PT estadual José Roberto Dudé. Babá levou à direção do partido a importância da participação da Estadual no processo eleitoral de Vila Velha, sobretudo no que diz respeito à discussão de aliança com dois partidos da base aliada do governo Dilma, o PSB e o PMDB.

É o desejo tanto do pré-candidato do PT quanto do PMDB ter a participação do PSB no grupo, mas uma movimentação ocorrida na semana passada envolvendo a discussão no município da Serra pode tirar os socialistas desta conversa. O secretário de Estado do Esporte Vandinho Leite (PR) recuou da candidatura a prefeito da Serra e deve aderir ao palanque do deputado federal Audifax Barcelos (PSB). 

Isso fortalece as conversas entre o PSB de Vila Velha com o prefeito Neucimar Fraga (PR), como uma compensação pelo recuo republicano na Serra. Embora o PSB de Vila Velha não tenha um grande peso eleitoral como os demais partidos envolvidos na discussão, ter os socialistas no grupo pode reforçar a ligação com o governador Renato Casagrande, daí o interesse das siglas. 

O presidente do PT-ES reforçou a importância do apoio de outros partidos para a pré-candidatura de Babá e orientou a municipal a procurar os partidos da base aliada do governo Dilma e do governo Casagrande para fortalecer a candidatura do PT a prefeito e garantiu que o Diretório Estadual também vai atuar nessa perspectiva.

Outro tema do encontro foi a chapa proporcional. Babá quer que o diretório estadual do PT que acompanhe o processo em Vila Velha, onde o partido tem chapa completa de vereadores. Ele frisou a importância de o PT-ES auxiliar na interlocução com os três principais agentes políticos do partido no município: a senadora Ana Rita; o deputado estadual Claudio Vereza e o diretor do BNDES, Guilherme Lacerda, para reforçar a candidatura do PT em Vila Velha. Renata Oliveira | Foto capa: Nerter Samora 


Protestos contra tarifa de ônibus e corrupção param Vitória

Movimento de jovens se reúne com governo e quer mobilidade urbana.
Sindicatos 'lavam' escadaria do Palácio Anchieta contra corrupção.
Dois protestos aconteceram simultaneamente no Centro de Vitória na manhã desta terça-feira (5). Os atos foram independentes. Um grupo de jovens, maioria estudantes, queria a redução na tarifa dos ônibus e melhoria na mobilidade urbana. Eles ocuparam as avenidas Jerônimo Monteiro, interditada antecipadamente pela polícia, e Getúlio Vargas. O outro manifesto foi feito por integrantes de sindicatos. Eles se reuniram na escadaria do Palácio Anchieta, sede do governo do Espírito Santo, e pediram melhorias trabalhistas e o combate à corrupção.

Após horas de trânsito interditado, houve confronto entre as pessoas que estavam dentro dos ônibus e carros e os manifestantes. A polícia conteve a manifestação e o trânsito foi liberado. Ninguém foi preso ou ficou ferido. O Comandante Edmilson dos Santos disse que foi uma estratégia da polícia deixar a manifestação acontecer e só observar a ação para evitar qualquer tipo de confronto violento.

Contra tarifa

O movimento contra o aumento da tarifa de ônibus chegou a bloquear a Avenida Getúlio Vargas algumas vezes durante a manhã. Segundo o coordenador do Movimento Contra o Aumento da Tarifa, Walmir de Andrade, 18 anos, os jovens estão representando toda a sociedade. “Queremos a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Transcol além da redução imediata da tarifa. Além disso, pedimos a regularização dos contratos de concessão, a ampliação do sistema de transporte público e uma melhor mobilidade urbana”, disse.

Os manifestantes foram ao Palácio da Fonte Grande por volta das 10h40, onde uma comissão formada por representantes da secretaria de Transportes e da Ceturb está reunida. Eles entregaram a pauta com as reivindicações e aguardam um encontro com o vice-governador Givaldo Vieira. O grupo negocia com o governo os valores das tarifas de ônibus.
Trânsito
Antes do protesto, a polícia já havia interditado o trânsito na Avenida Jerônimo Monteiro. Os principais avenidas do Centro de Vitóriaficaram congestionadas. O Major da Polícia de Trânsito, Giovanio Reis, disse que a interdição foi para ajudar o trânsito. “Fomos comunicados que os estudantes fariam manifestação no Centro e por isso tentamos nos antecipar para que outras pessoas não fossem prejudicadas. Para dar o direito de ir e vir, deixamos a avenida Getúlio Vargas que segue em uma mão, para funcionar nos dois sentidos. Mas em alguns momentos o grupo de estudantes interditam todas as faixas prejudicando o nosso trabalho”, disse.

Para dar fluidez ao trânsito, a Avenida Getúlio Vargas que funciona como via única foi liberada como mão e contramão, segundo o coordenador da Guarda de Trânsito Stanislaw Amorim. “A orientação é que as pessoas que estão em Vila Velha passem pela Terceira Ponte e aquelas que estão em Cariacica utilizem a rodovia do Contorno. A Segunda Ponte e adjacências estão totalmente engarrafadas”, explicou Amorim.
Sindicatos
O protesto dos servidores não fechou nenhuma via. Os trabalhadores fazem uma manifestação com marchinhas que criticam a atual situação. Além disso, eles realizaram a lavagem das escadarias do Palácio Anchieta. O diretor do Sindipúblicos, Gerson Correia de Jesus, informou que, além da revisão de plano de carreira, a categoria quer melhores condições de trabalho. “O movimento é contra a gerência administrativa”, disse. Representantes do Sindipúblicos, Sindisaúde, Sindibancários e Sindicato dos Servidores do Instituto Estadual do Meio Ambiente realizam a manifestação. Via varietadipost

Royalties: relator admite votar projeto de consenso até 15 de julho

O relator do projeto de divisão dos royalties do petróleo, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), disse nesta terça-feira que o seu texto já está pronto e que pode ser votado até 15 de julho, antes do recesso parlamentar.
Zarattini afirmou que o documento já foi aceito pelo ES, governo e Senado. Só o Rio ainda não bateu o martelo, mas o governador fluminense, Sérgio Cabral, admitiu que é o melhor texto já proposto.
"Cabral me disse que esse é o melhor relatório. mas que a bancada carioca não vai apoiar por questão de princípios", disse Zaratini.O relator disse ainda que já tem um acordo também com o governo federal e que se o presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), conseguir abrir uma janela na pauta de votações da Casa, a proposta será votada ainda neste semestre. Mas admitiu que se isso não for possível, o texto só será votado após as eleições de outubro.O relatório de Zarattini mantém a receita dos estados e municípios produtores - com base na arrecadação de 2011 - o que é bom para o ES, que garante até 2023 R$ 1,8 bi por ano.A alteração de contratos já licitados é o item mais polêmico do relatório e deve ser vetado pela presidenta Dilma.Pela proposta anterior, aprovada no Senado, Rio e ES perderiam, respectivamente R$ 3 bi e R$ 500 milhões, por ano.  Fonte www.agenciacongresso.com.br

Nilton Baiano (PR) usa a tribuna da ALES para se defender das acusações do MPF

Na sessão desta segunda-feira (04), na Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales), o deputado Nilton Baiano (PR) utilizou a tribuna da Casa para se defender das acusações referentes à ação do Ministério Público Federal (MPF) sobre irregularidades na contratação, sem licitação, da empresa Blokos Engenharia para realizar a terceira etapa do Hospital Infantil de Vila Velha, por R$ 10 milhões. O progressista fez uso da fase das comunicações e contou com a disponibilidade de tempo dos deputados Dr. Hércules e José Esmeraldo, que também estavam inscritos para fazer uso da tribuna.
Segundo Nilton há um equivoco na ação julgada e que a justiça federal está apurando uma verba que é estadual. “Foi o Estado que pagou o aditivo e o secretário que pagou, devolveu ao Tribunal de Contas da União”, relatou o parlamentar. A partir daí o TCU-ES diz em tomada especial diz que não há verbal federal envolvida, a partir daí o progressista entende que a improbidade é de cunho estadual.
Para o progressista, o poder judiciário tem que ser respeitado e não seria digno para um parlamentar ocupar o cargo de deputado e que é importante incentivar uma política honesta. “Não me preocupo com a minha situação na Assembleia. Isso é o de menos pra mim, está nas mãos da justiça”, disse o progressista.
Nilton Baiano declarou ainda que o advogado dele, Francisco Boturão, deve ir ao Rio de Janeiro para entrar com um recurso. Na declaração, o advogado diz se TCU que é órgão responsável por fiscalizar obras e o dinheiro da União diz que não possuem débitos, não cabe a Justiça Federal julgar o caso e sim a Justiça do Estado. A declaração foi embasada no parecer do Ministro do TCU, que encaminhou uma cópia do processo para a o Ministério Público do Espírito Santo e para o TCU-ES. “Se ouve erro no processo quem tem a competência de julgar é o Estado que pagou a conta”, finalizou o parlamentar.
Ainda no decorrer da sessão ordinária, Nilton recebeu o apoio de colegas como Atayde Armani (DEM), Freitas (PSB), Sandro Locutor (PV) e do presidente da Casa, Theodorico Ferraço (DEM). “Vossa excelência tem o direito de se defender e mostrar para a população do Espírito Santo que é um deputado ímpeto e honesto. Sabemos que a sua vida política sempre foi pautada pela honestidade e pela responsabilidade, então, esta é a tribuna que o senhor tem para se defender”, disse o presidente da mesa, Theodorico Ferraço. Na ocasião, Nilton contou com a compreensão dos deputados Dr. Hércules e José Esmeraldo.
Parecer
Após denúncia realizada no mês de maio de improbidade administrativa por parte do deputado estadual José Carlos Elias (PTB), a Casa de Leis do Espírito Santo aguarda o parecer jurídico da procuradoria-geral da Ales, que será entregue nesta quarta-feira (06) à Mesa Diretora para análise do caso. A partir daí o parlamentar terá um prazo de oito dias para apresentar sua defesa.
O petebista responde por improbidade administrativa, por não ter pagado à custa do recurso, de R$ 131,90. Sem o recurso quitado, a Justiça considerou o processo transitado em julgado.
O petebista teve seus direitos políticos suspensos por oito anos e ainda foi condenado à perda da função pública que exerce atualmente, pagamento de multa civil equivalente a duas vezes o valor do dano ao erário e 50 vezes o valor de sua remuneração como prefeito, tudo devidamente corrigido, suspensão por 10 anos do direito de contratar com o poder público e bloqueio de bens no montante equivalente a todo o dinheiro público gasto para ações de promoção pessoal.
Câmaras Cíveis Reunidas acolhem recurso de Gildevan

O primeiro grupo das Câmaras Cíveis Reunidas do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) decidiu por dar provimentos aos embargos infringentes interpostos pelo deputado estadual, Gildevan Alves Fernandes, nesta segunda-feira (04), entendendo que não houve prática de atos de improbidade administrativa quando ele ocupava a Prefeitura de Pinheiros, em 2003, e repassou verbas públicas para instituições filantrópicas nas áreas de saúde, educação e assistência social.

O montante da doação de verbas públicas, segundo os autos, são de R$ 137.753,40 distribuídos entre a Apae do município, o Conselho Pinheirense do Bem Estar do Menor, Movimento de Educação Promocional do Espírito Santo e a Fundação Presbiteriana. De acordo com o voto proferido pelo desembargador William Couto Gonçalves, as verbas doadas foram empregadas efetivamente nas entidades sociais e, com isso, inexiste a má fé do gestor público e nem o dano ao erário municipal. 

Com o voto do desembargador William Couto Gonçalves, o julgamento do processo nº0000733-37.2006.8.08.0040 foi encerrado, dando provimentos à unanimidade no processo de relatoria do desembargador José Paulo Calmon. 

Na 4ª Câmara Cível, foi adiada, mais uma vez, a apreciação da apelação cível interposta pelo ex-prefeito de Alegre Gilvan Dutra Machado contra decisão de 1ª instância, nos do processo nº 0001782-04.2004.8.08.0002. A Raquel de Almeida Valinho, da Comarca de Alegre, suspendeu por quatro anos os direitos políticos de Gilvan.

Projeto que reparte ICMS do comércio eletrônico pode ser votado esta semana no Senado


As propostas de emenda constitucional que alteram as regras de distribuição do ICMS em compras interestaduais por meio eletrônico podem ser votadas esta semana pelo Senado.  As três PEC\’s constam da pauta do plenário tanto na terça, quanto na quarta-feira, 06. São elas as de números 56, 103 e 113, todas apresentadas em 2011. As matérias são de autoria, respectivamente, dos senadores Luiz Henrique (PMDB-SC), Delcídio Amaral (PT-MS) e Lobão Filho (PMDB-MA). 

As propostas já foram aprovadas pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado e discutida na última semana na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos). 
O relator de todas elas é o senador Renan Calheiros (PMDB-AL). Durante audiência na CAE, o secretário de Fazenda de São Paulo, Andrea Callabi, disse que a emenda, com sua “simplicidade tributária”, constrói a competitividade brasileira como um todo. SP é o estado que mais perde receita com a aprovação das matérias. 

Basicamente, de acordo com o relatório de Renan, as três PEC\’s estabelecem que 60% dos impostos serão destinados aos estados que pertencerem os consumidores e 40%, dos tributos recolhidos pelas operações, ficarão com os estados onde se situem as empresas que vendem produtos na internet. 

Com a nova divisão do ICMS, o ES deve ganhar já em 2013 de acordo com cálculos da Secretaria da Fazenda (Sefaz), cerca de R$ 170 milhões. Mas antes, a pauta do plenário do Senado tem outros nove itens legislativos a serem deliberados tanto na terça-feira, quanto na quarta-feira. 

O primeiro item para terça é o PL 44/11, de autoria da presidência da República, que autoriza o governo brasileiro a doar quatro aeronaves H-1H à Força Aérea da Bolívia. Já o segundo item é o PL 209/03 que altera a Le i 9613/98 com objetivo de tornar mais eficiente a persecução penal dos crimes de lavagem de dinheiro.


segunda-feira, 4 de junho de 2012

DIAS MELHORES VIRÃO - Dag Vulpi


Na ideologia da política representativa Capixaba esta cada vez mais difícil encontrarmos parâmetros de referencia, e essa situação se agrava quando trazemos o foco para as câmaras municipais espalhadas por esse Brasil afora. 


Carecemos de políticos que defendam os bons princípios e a ética como um todo. Atualmente dispomos de representantes que sofrem de miopia para a elaboração de novos projetos legislativos, e quando esses acorrem são propostas simplórias, individualistas e cheias de segundas intenções, com objetivos outros, não o de beneficiar seus representados.


Pior ainda é a constatação que esses maus exemplos partem dos políticos “da velha guarda”, aqueles que teimam em perpetuarem-se no poder, aqueles que já não dispõe mais de artifícios para promoverem inovações, transformaram-se em políticos de carreira, melhor dizendo, em fim de carreira.  


Para comprovar vou além, e desafio-os a puxarem pela memória qual o legado que os nossos atuais representantes deixarão quando finalmente não existirem possibilidades (eu particularmente já não as vejo) para esses senhores se sustentarem como nossos representantes? O que esses senhores quando finalmente se aposentarem poderão dizer que fizeram de útil em prol da sociedade canela verde que justificou as suas intermináveis re-eleições? Qual foi o mérito que houve? Com muita boa vontade ainda assim daria para contar nos dedos o que esses senhores fizeram de bom ao longo de seus mandatos, lembro ainda que, cada mandato são quatro anos, e a maioria dos atuais, já estiveram a vereança por mais de um mandato, há aqueles que acumulam mais de três, totalizando doze anos de desserviço à comunidade.


Essas rajadas de absurdos deixa-nos cada vez mais incrédulos, estamos sendo estrategicamente nocauteados por este sentimento de impotência.


Nada poderemos fazer para corrigir aqueles votos que confiamos aos candidatos nas eleições anteriores, aqueles foram votos perdidos, porém, podemos fazer muito com o voto que ainda vamos depositar nas próximas eleições. 


Precisamos acertar nas nossas próximas escolhas, o nosso, e o futuro de muitos que queremos bem dependerá dessa nossa escolha.


Não é tão difícil quanto aparenta ser, basta exercermos a nossa cidadania com responsabilidade, e para isso precisaremos rever nossos antigos critérios de avaliação, vamos observar com carinho os nomes que teremos à nossa disposição, vamos escolher aqueles que possam realmente provocar as mudanças que precisamos, sem compromissos partidários mesquinhos, sem apadrinhamentos, e principalmente, nunca, jamais, vender voto.  


Deixemos os ruins de lado, e vamos acreditar num futuro melhor para todos, e seguirmos confiantes de que: 
DIAS MELHORES VIRÃO!!!

Dilma não é a primeira mulher a presidir o Brasil


A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou na última quinta-feira (31) o Projeto de Lei 522/2011, que reconhece a pernambucana, Bárbara de Alencar, como uma heroína do Brasil. 

Pela proposta da ex-deputada e atual ministra do Tribunal de Contas da União (TCU), Ana Arraes, o nome da revolucionária deve ser inscrito no “Livro Heróis da Pátria”. Historiadores apontam que Bárbara de Alencar foi a primeira presidenta de uma república brasileira. 
A deputada federal Sandra Rosado (PSB-RN), que relatou o projeto na CCJ, explica que se o texto prosperar no Senado, onde também será analisado, Bárbara de Alencar irá figurar ao lado de outras heroínas como Maria Quitéria, Ana Neri e Anita Garibaldi. 
Todas essas mulheres, no entanto, ainda não tiveram seus nomes devidamente inscritos nas páginas de aço do livro. 
“Muitos outros nomes já foram aprovados, mas o livro ainda não foi atualizado, apenas um seleto grupo de homens têm seus nomes gravados no monumento”, reclama. 
De acordo com a Secretaria de Cultura do Distrito Federal, a última atualização do livro foi em 2007, quando foi grafado o nome de José Bonifácio. 
Avó do famoso romancista José de Alencar, a revolucionária destacou-se nos movimentos de independência do Brasil em um tempo em que a maioria das mulheres eram submissas e ignorantes. Um dos feitos mais marcantes de sua trajetória foi libertar o povo cearense da dominação portuguesa. A República do Ceará foi decretada em 3 de maio de 1817. 
Antes, a heroína capitaneou sua família na luta da Revolução Pernambucana de 1817, que também libertou-se da monarquia portuguesa e proclamou a República. 
O governo independente do Ceará, no entanto, só durou oito dias e Bárbara foi presa juntamente com seus filhos e familiares. Ela ficou três anos em cárcere e foi submetida a diversos tipos de tortura. 

Primeira presidenta da República 
Historiadores apontam que Bárbara de Alencar também foi a primeira presidenta de uma república brasileira. Com a libertação do Ceará, ela foi designada presidenta. 
Bárbara fugiu para a Paraíba, logo que a República do Crato caiu, mas foi presa e levada para Fortaleza. A heroína foi jogada num calabouço, uma cela subterrânea onde não cabia um homem em pé. 
Bárbara de Alencar nasceu em 1760, em Exu, cidade de Pernambuco. Casou-se e passou a maior parte da sua vida na vila de Crato. A heroína morreu no dia 28 de agosto de 1832, no Piauí. Em 2012, completam-se 252 anos de seu nascimento. 

Colunistas da revista Veja exigem que Lula seja algemado e preso


Reinaldo Azevedo (dir.) e Augusto Nunes (esq.) querem Lula atrás das grades
Colunistas da Veja, Reinaldo Azevedo e Augusto Nunes, em artigos sucessivos, exigem para Lula o mesmo que a ditadura militar determinou ao ex-presidente em 1980: PRISÃO. O primeiro quer até quatro anos; o outro, algemas. Ambos merecem rodar ao volante na janelinha de uma viatura da ROTA.

A partir de 19 de abril de 1980, em plena vigência da ditadura militar, no plantão de João Figueiredo e sob a custódia do delegado Romeu Tuma, Luiz Inácio Lula da Silva passou 30 dias no xadrez do temido Dops – o Departamento de Ordem Política e Social. A ditadura acabou, Figa e Tumão morreram e o Dops foi extinto. Mas há quem continue querendo mandar Lula para trás das grades outra vez. Mais precisamente, e não por coincidência, dois dos mais hidrófobos colunistas de Veja.com: Reinaldo Azevedo e Augusto Nunes, vizinhos de página virtual.


Cada um ao seu modo, Azevedo com seus jatos biliáticos e Nunes usando e se lambuzando de adjetivos, eles partiram de dois fatos isolados, sem dúvida protagonizados por Lula, para embicarem seus leitores na rota do autoritarismo. Ao mesmo tempo investigadores e juízes, fizeram como se estivessem um ao volante de uma daquelas antigas viaturas da Rota, e o outro na janelinha, para exigirem cadeia sem recurso para o que entenderam como crimes de Lula.


Reinaldo enxergou na conversa reproduzida à Veja pelo ministro Gilmar Mendes, do STF, e negada à revista pelo ex-ministro Nelson Jobim, um verdadeiro atentado de Lula sobre a autonomia do Supremo – ainda que o próprio Mendes, em sua versão atrasada em 30 dias sobre o fato, mal tenha sido enfático sobre a pressão que sobre ele teria sido praticada. Para o colunista, no entanto, Lula deveria ser enquadrado imediatamente no Código Penal como quem tentou obstruir a Justiça e, assim, amargar uma pena de até quatro anos de cadeia.


Nunes, cuja pena claudica à direita num movimento que pode manchar de maneira indelével sua biografia de jornalista centrado, é sempre mais engraçado que Reinaldo, além de ter um estilo incomparavelmente melhor. Mas igualmente escorregou para a pressa e o açodamento, ao enxergar na entrevista de Lula ao Programa do Ratinho um ataque do ex-presidente à legislação eleitoral que mereceria não menos que a humilhante prisão em flagrante com algemas. Nada de reprimendas, multas ou até mesmo a cassação do candidato beneficiado, mas cadeia, xadrez, xilindró. É autoritarismo demais, né, não?


O problema dos dois colunistas não está em seu posicionamento político. Eles podem, é claro, escrever o que quiserem – a tela do computador, afinal, aceita tudo. Mas ao usarem o poder de crítica para pedir a ultrapassagem de todo os ritos democráticos legais existentes na sociedade para tratar de casos como os mencionados – e levar Lula direto de volta para a cadeia –, do primeiro ao quinto se associaram ao que a ditadura fez com o ex-presidente. O pior é que nessa Rota da imprensa ainda tem mais gente querendo entrar para fazer patrulha. Hoje, como dantes, Lula ainda incomoda demais.


Via http://varietadipost.blogspot.com.br/

BALANCE CAPIXABA 04/06/2012

BALANCE CAPIXABA 04/06/2012
Após operação da PF, Delegacia de Defraudações do ES tem nova chefia
André Luiz Cunha Pereira é o delegado que vai ocupar o cargo de Gomes.Prisão do ex-titular é provisória, mas foi prorrogada a pedido do MP-ES.

Imagens cedidas pela PF mostram suposta ação da quadrilha (Foto: Divulgação/ Políca Federal)

A Delegacia de Defraudações e Falsificações do Espírito Santo (Defa) já tem um nome para susbstituir o delegado Gilson Gomes na chefia. André Luiz Cunha Pereira é o novo titular da delegacia, de acordo com a Polícia Civil. A decisão saiu no Diário Oficial nesta segunda-feira (4). A prisão do ex-titular, que é provisória, foi prorrogada para mais cinco dias na noite deste sábado (2). O pedido foi feito pelo Ministério Público Estadual (MP-ES) e passou a valer a partir da manhã de domingo (3), de acordo com o Tribunal de Justiça do estado (TJ-ES). Gilson Gomes está detido na Delegacia de Vila Velha, na Grande Vitória. 

Pente fino
Uma análise começou a ser feita nesta segunda-feira (4), na Delegacia de Defraudações e Falsificações do estado. Trata-se de uma revisão criteriosa de todos os inquéritos da delegacia, que foi soliciatada pela Polícia Civil após a prisão do delegado Gilson Gomes, antigo titular. A responsável é a Dra. Glória Regina com a participação de um escrivão e três agentes de polícia.

A polícia instaurou o inquérito para apurar a existência e atuação de uma organização criminosa no Espírito Santo que praticava os crimes de desvio ou roubo de dinheiro público, formação de quadrilha, falsificação de documento público, uso de documento falso, falsidade ideológica e estelionato qualificado contra à Caixa, a partir de saques de precatórios judiciais e aposentadorias.

Segundo a Polícia Federal, um funcionário da Caixa com posse das senhas administrativas selecionava as contas alvo e emitia folhas de cheque em branco. Esses cheques eram entregues para outros membros da quadrilha que preenchiam com o valor e falsificavam a assinatura do cliente.

Entenda o caso
A polícia instaurou o inquérito para apurar a existência e atuação de uma organização criminosa no Espírito Santo que praticava os crimes de desvio ou roubo de dinheiro público, formação de quadrilha, falsificação de documento público, uso de documento falso, falsidade ideológica e estelionato qualificado contra à Caixa, a partir de saques de precatórios judiciais e aposentadorias.
A PF informou que parte da quadrilha também foi responsável pelo desvio de cerca de R$ 250 mil através de fraudes no pagamento usando cartões de crédito em um posto de gasolina na região metropolitana de Vitória. As investigações apontam ainda que a ação da quadrilha resultou em prejuízo estimado à Caixa em mais de R$ 1 milhão. A PF diz que, em outubro de 2011, foi registrada a denúncia sobre o desvio, mas não foi investigada.

De acordo com o advogado de Gilson Gomes, Edson Viana dos Santos, a defesa vai aguardar a conclusão das investigações para se pronunciar. "Meu cliente está muito tranquilo, mas disse que algo mal interpretado aconteceu. Preciso ter acesso aos autos para saber o que fazer", explicou.
A Caixa informou que não vai se manifestar sobre o caso para não atrapalhar as investigações. Segundo a Polícia Federal (PF), o fato de o delegado ter aberto inquérito e não ter dado continuidade aos trabalhos chamou a atenção das investigações, que constataram, por meio de interceptações telefônicas, a relação de Gilson Gomes com a quadrilha.

Esquema
A polícia disse ainda que os criminosos voltavam ao banco para fazer as transferências ou saques e eram atendidos justamente pelo funcionário membro da quadrilha que liberava as operações.
Câmara continua com pauta trancada 



As sessões da semana acontecem na terça-feira (5) e na manhã de quarta-feira (6).  
Os trabalhos do congresso deverão atrasar ainda mais devido o feriado de Corpus Christi, dia 7 de junho, A pauta da Câmara está trancada pela quinta semana consecutiva por Medidas Provisórias (MPs). 

Antes de voltarem para as suas bases, os deputados poderão votar em sessão extraordinária se houver acordo entre os líderes de partidos o Projeto de Lei (PL) 3887/97, do Senado, que facilita o acesso a medicamentos de controle da dor para pacientes com câncer no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). 

Na terça-feira às 14h30, a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio realiza audiência pública para discussão de políticas de desenvolvimento regional sustentável e sobre a regra de aprovação de resoluções no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

A CPMI do Cachoeira ouve na terça-feira o depoimento de quatro pessoas suspeitas de ligação com o esquema de corrupção do contraventor: os empresários Walter Paulo Santiago, Sejana Martins, Écio Antônio Ribeiro e Eliane Gonçalves Pinheiro, ex-chefe de gabinete do governador de Goiás, Marconi Perillo.
A CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) do Senado sabatina na terça-feira Assusete Dumont Reis Magalhães, indicada pela Presidência da República para o cargo de ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Ainda na terça, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, participa de audiência pública na Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO).
O presidente fará avaliação do cumprimento dos objetivos e metas das políticas monetária, creditícia e cambial, abordando o impacto e o custo fiscal de suas operações, além dos resultados demonstrados nos balanços de 2011.

A audiência é em conjunto com as comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) do Senado, e as comissões de Finanças e Tributação; de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara.

Cidade não preenche vaga e posto fica sem médico por 6 meses no ES 
Moradores do bairro Soteco, em Viana, na região Metropolitana do Espírito Santo, alegam que há seis meses não há médicos no posto de saúde do bairro.

Na manhã desta segunda-feira (4), um grupo da comunidade trancou a unidade com correntes e cadeados e disseram que só iriam reabrir quando tivessem profissionais para atender a população. 

A Secretaria Municipal de Saúde de Viana informou que recentemente abriu processo seletivo, mas, como poucos candidatos se apresentaram, “não foi possível suprir a demanda das unidades”. 

A paciente Josélia Tatagiba disse que está esperando há um ano para mostrar um exame ao especialista. "Estou com um exame ginecológico desde junho de 2011 para mostrar ao médico e até hoje não consegui. Já está quase completando um ano", afirmou Josélia. 

De acordo com os moradores, além da falta de médicos, também não têm medicamentos no posto de saúde. A secretaria afirmou que todas as unidades de saúde do município foram abastecidas com medicamentos na última sexta-feira (1). 

Segundo a Prefeitura de Viana, nos próximos dias, outro processo seletivo será aberto para a contração de urgência para a especialidade médica de pediatria e ginecologia, entre outros. 
Posto de saúde em Soteco, Viana (Foto: Reprodução/TV Gazeta)Posto de saúde em Soteco, Viana (Foto: Reprodução/TV Gazeta)

domingo, 3 de junho de 2012

BALANCE CAPIXABA 03/06/2012

BALANCE CAPIXABA 03/06/2012

Hartung desistiu de concorrer à PMV por temer denúncias que envolvem seu governo
A anúncio do ex-governador Paulo Hartung de que não vai concorrer à prefeitura de Vitória gerou uma série de especulações a respeito dos reais motivos que o levaram a tomar esta decisão.

Na bancada capixaba corre a informação de que foi a mesma razão que o levou a desistir de disputar vaga ao Senado.
Ele ficou no Senado e criou um exército de amigos. Se as denúncias vazassem, mesmo com mandato ele iria para o sacríficio. E a repercussão seria ainda maior.

Mesmo com a chance de vencer com tranquilidade a eleição na capital, PH mais uma vez retirou o seu nome da disputa sem dar explicações convincentes aos eleitores.
O mesmo aconteceu em 2010, quando desistiu de concorrer ao Senado, embora as pesquisas lhe dessem a Vitória.
Até hoje Hartung não explicou as razões da renúncia. Adversários políticos atribuem à "interesses inconfessáveis".
Parece que mais uma vez a história se repete. O ex-governador saiu da cena eleitoral capixaba num momento em que seu nome é citado pelo TJES em suposto envolvimento com casos de corrupção no estado.
De acordo com denúncia, o ex-governador estaria envolvido em operação irregular de compra e venda de terrenos - com seu ex-secretário José Teófilo - na construção de presídios com suspeita de superfaturamento, criação de uma fila de empresários para burlar licitações e concessão ilegal de incentivos fiscais.

Veja aqui algumas denúncias de corrupção que marcaram o governo Hartung:

Fila de empreiteiras
A operação "Lee Oswald" da Polícia Federal aponta um esquema de corrupção para burlar licitações de grandes obras de engenharia civil no ES. "Já tínhamos em nossos arquivos informes que davam conta da existência de uma fila das grandes empreiteiras para organizar as fraudes envolvendo as grandes obras públicas de engenharia civil no estado do ES, de forma que todas se beneficiassem exatamente da não-concorrência, pois assim praticariam altos preços neste contratos\", destacou o delegado no inquérito.

Lavagem de dinheiro:
A PF aponta o envolvimento do ex-governador do ES, Paulo Hartung em esquema de lavagem de dinheiro e compra de terrenos no município de Presidente Kennedy, concessão de benefícios fiscais às empresas Ferrous Resources do Brasil S/A, ZMM Empreendimentos e Participações LTDA e BK Investimentos e Participações Ltda.

Licitações dirigidas:
Documento aponta esquema de lavagem de dinheiro e desvio de recursos na construção de 23 presídios no ES durante governo de Hartung. Cada um custou R$ 22 milhões.

De acordo com a denúncia "o estado fez um contrato obscuro com o Inap (Instituto Nacional de Administração Prisional), empresa paranaense, pioneira na terceirização de presídios.

O homem forte desse esquema é o coronel José Nivaldo Campos Vieira, sócio do também coronel Pedro Delfino da SEI - Segurança e Inteligência, que oferece consultoria ao Inap."

"Outro personagem é o coronel do Exército, José Otávio Gonçalves, que foi Subsecretário da Assuntos do Sistema Penal até maio de 2010, saiu e foi ser consultor da Reviver, que ganhou licitação para a Penitenciária de São Mateus.

A reviver tem processo de tortura e maus tratos a presos. O Inap inaugurou a modalidade de terceirização dos presídios em 2005, com dispensa de licitação. (Informações extraídas da denúncia do TJES).


Após pesquisa, deputado Manatto desiste de concorrer em Vitória

O deputado federal Carlos Manatto, pré candidato do PDT a prefeito de Vitória, vai anunciar até o fim da semana que está fora da disputa. 

Ele havia feito um acordo com outro candidato da mesma coligação -PDT/PR/PSC - José Esmeraldo, que um dos dois deixaria as disputa, no caso o pior colocado.
"Nós combinamos lá atras que quem tivesse pior na pesquisa apoiaria o outro", afirmou.
Esmeraldo apareceu com 6%, próximo do deputado Lelo Coimbra, e Manatto com zero. O deputado evangélico não foi citado por nenhum dos entrevistados. 


A pesquisa foi realizada dois dias depois do ex-governador Hartung enviar carta para a imprensa dizendo que não seria candidato. Talvez tenha enviado tb para a Futura.
Foram ouvidas 600 pessoas, com margem de erro de 4 pontos percentuais para mais ou para menos e confiabilidade de 95%.
As entrevistas foram realizadas na última quinta-feira, dia 31, face a face com o eleitor. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral. O tucano sobiu para 31,2% e o Luciano Rezende (PPS), foi para 21,3%. 


O cenário mostra que o tucano larga melhor neste momento. A pesquisa, no entanto, é apenas dado no processo sucessório, que de fato só começa essa semana.
O fracasso da "geopolítica" de Hartung e o "balão"de que seria candidato, impediu que os partidos discutissem nomes e debatessem programas de governo, atrasando o processo.
Fonte www.agenciacongresso.com.br

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