terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

O ser humano é motivado pelas incertezas e desafios

Uma história para reflexão:

Um Mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu jovem discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre, e resolveu fazer uma breve visita.
Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e das oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos.
Chegando ao sítio constatou a pobreza do lugar, sem acabamento, casa de madeira e os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas sujas e rasgadas. Aproximou-se do senhor, que parecia ser o pai daquela família, e perguntou: "Neste lugar não há sinais de pontos de comércio, nem de trabalho. Como vocês sobrevivem"?
Calmamente veio a resposta:
"Meu senhor, temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte nós vendemos ou trocamos na cidade mais próxima por outros gêneros de alimentos. Com a outra parte fazemos queijo, coalhada, etc., para o nosso consumo… e assim vamos sobrevivendo".
O Mestre agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos, despediu-se e foi embora. No meio do caminho, em tom grave, ordenou ao seu fiel discípulo:
"Pegue a vaquinha, leve-a até o precipício e empurre-a lá para baixo".
Em pânico, o jovem ponderou ao Mestre que a vaquinha era o único meio de sobrevivência daquela família. Percebendo o silêncio do Mestre, sentiu-se obrigado a cumprir a ordem. Assim, empurrou a vaquinha morro abaixo, vendo-a morrer.
Essa cena ficou marcada na memória do jovem durante alguns anos. Certo dia, ele decidiu largar tudo o que aprendera e voltar ao mesmo lugar para contar tudo àquela família, pedir perdão e ajudá-los.

Quando se aproximava, avistou um sítio muito bonito todo murado, com árvores floridas, carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou desesperado imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver.
Apertou o passo e ao chegar lá foi recebido por um caseiro simpático, a quem perguntou sobre a família que ali morou há alguns anos.
"Continuam morando aqui", respondeu rapidamente o caseiro.
Surpreso, ele entrou correndo na casa e viu que era efetivamente a mesma família que visitara antes com o Mestre. Depois de elogiar o local, dirigiu-se ao senhor que era o dono da vaquinha que havia morrido:
- "Como o senhor conseguiu melhorar este sítio e ficar tão bem de vida"?
A resposta veio com entusiasmo:
- "Tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daí em diante tivemos que aprender a fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos".
E completou feliz:
- "Assim, conseguimos conquistar o sucesso que seus olhos vêem agora"!
Moral desta história:
Todos nós temos uma "vaquinha", que nos dá as coisas básicas para sobreviver, mas que nos obriga a conviver com uma cega rotina.
As vezes precisamos empurrar uma vaquinha para vir as mudanças em nossas vidas.
Identifique a sua "vaquinha".
Autor desconhecido
Uma verdade:
O ser humano é motivado pelas incertezas e desafios. Ter a certeza o faz parar. Não aceite o conformismo!
Ideias do tipo: Já conquistei o que queria. Não preciso crescer mais. Está bom o meu trabalho. Esqueça isto!
Precisamos de desafios diários, semanais, mensais, anuais. Precisamos perder a "vaquinha"como contou a história. Precisamos em fato de muito mais vaquinhas para produzir cada vez mais e melhor!
Não aceite a rotina. Critique a rotina. Pense em como fazer diferente.
Saia da zona de conforto e acomodação!
Olhe para o seu negócio e repense todo ele. Inclusive o que está dando certo. Soluções mágicas não existem, somente o trabalho, a criatividade e o livre pensar podem fazer a diferença.
Num mercado competitivo como o nosso, precisamos inovar, precisamos parar de pensar como a 5 anos, 1 ano, meses atrás.
Pense! Critique! Mude!
Isto fará da sua "vaquinha" a sua vitória!

Por Gustavo Rocha

A influência das datas comemorativas no marketing da sua loja

Entre os motivos para um faturamento crescente tanto nas lojas virtuais, como no próprio e-commerce nacional estão as datas comemorativas. Esses períodos especiais e diferenciados para a maioria da população brasileira são os grandes responsáveis pelo aumento de vendas online a cada ano.

O e-commerce possui cinco datas comemorativas principais, sendo em ordem de ocorrência: o Dia das Mães, o Dia dos Namorados, o Dia dos Pais, o Dia das Crianças e o Natal. Nesses períodos, o faturamento das lojas virtuais que aproveitam para divulgar sua marca, realizar promoções e oferecer seus produtos se expande.

Com a ampliação no número de pedidos na loja virtual, o lojista conquista maior margem de lucro, pois vende mais durante todo o ano. Pensando em como estabelecer um marketing digital eficiente que agregue resultados positivos à loja virtual de forma constante, desenvolvemos algumas dicas para destacar as datas comemorativas.

As datas. Além das tradicionais datas comemorativas, nada impede sua loja de estabelecer promoções e divulgações para o Dia da Secretária, para o Dia do Cliente ou, ainda, realizar um "Carnaval de Ofertas", desde que haja um planejamento de tudo o que se deseja negociar, em qual período, sob quais condições, etc;

O público. O e-consumidor além de gostar da comodidade que a web proporciona, sempre prefere comprar em promoções e as datas comemorativas são belas oportunidades para atrair clientes para o mercado virtual. Contudo, é interessante investir em seu segmento, ou seja, aplicar as datas comemorativas em sua loja conforme o ramo de atividade e produtos comercializados para que seu consumidor mantenha o interesse;

A divulgação. Em período de datas comemorativas, quanto mais divulgação for realizada, melhor. Seja em mídias sociais, através de e-mail marketing, investindo em links patrocinados, aplicando produtos nos comparadores de preço, etc. No entanto, há dois princípios para uma divulgação eficiente nesse período de grande concorrência: Primeiro, divulgar para quem vai realmente consumir, ou seja, para o público certo, e segundo: divulgar de forma constante;

O período. Mas sob qual período? O marketing buscando atrair consumidores para as vendas em datas comemorativas deve ser planejado e colocado em prática com antecedência. Observe o comércio tradicional: as lojas se enfeitam e já começam a vender produtos relacionados ao tema com dois ou até três meses antes. Da mesma forma deve acontecer no e-commerce, principalmente se tratando de campanhas mais elaboradas como links patrocinados. Em compensação, veja bem a data de término das promoções e, sobretudo, a previsão de entrega dos produtos;

A logística. Um fator que pode jogar toda a sua estratégia de marketing e divulgação por água abaixo é a logística, ou melhor, a falha dela. Se a entrega do produto atrasar em uma data especial, pode ter certeza que isso trará dores de cabeça, pois o consumidor se frustrará, especialmente, se um presente não chegar a tempo. Por isso, muito cuidado com a entrega do produto no prazo estipulado e concordado com seu cliente.

As datas comemorativas movimentam o e-commerce! Aproveite a dica, estabeleça um calendário e comece a planejar suas ações de marketing e divulgação. Trabalhe esses fatores em sua loja virtual e faça de 2012 um ano lucrativo para seu empreendimento.

Sucesso!

Incômodo para os neoliberais

Nos anos 90, a onda de privatizações, provocada pelo avanço do neoliberalismo no mundo inteiro, atingiu o Brasil e desfez um valioso patrimônio público. O desmonte do Estado planejador, indutor de desenvolvimento, ganhara um discurso triunfante e monocórdico depois da Queda do Muro de Berlim, em 1989, e do desmantelamento da União Soviética, em 1991. Sob a égide do Estado mínimo, empresas estatais foram vendidas a preços irrisórios, em clima de queima de estoque de mercado varejista. Num balanço quase 15 anos depois, os benefícios ao país, tidos como alvissareiros, mostram-se duvidosos. A expansão do número de linhas telefônicas, por exemplo, deu-se numa velocidade impressionante. Mas houve um preço alto a se pagar. A telefonia brasileira é das mais caras do mundo.

No furor privatista, salvou-se, felizmente, a Petrobras, símbolo desde os anos 50 das capacidades nacionais. Para os defensores e ideólogos do liberalismo, a empresa de petróleo sempre foi de uma inconveniência monumental para suas teses. A estatal é eficiente, gera enormes divisas para o país e hoje aparece entre as 15 primeiras no ranking das maiores empresas do mundo. Longe de representar a imagem de uma companhia paquidérmica, que suga recursos do Estado para cobrir prejuízos em virtude de métodos arcaicos e políticos de administração, a Petrobras, pelo contrário, tem significado uma fonte inestimável de geração de lucros, de tecnologia, de inovação, enfim, de desenvolvimento. Sua presença faz girar a roda da economia em dezenas de setores.

As encomendas da empresa representaram cerca de 1,34% do Produto Interno Brasileiro (PIB). São pedidos que estimulam a indústria nacional. Em sete anos, a participação do mercado interno como fornecedor de equipamentos e insumos para a Petrobras subiu de 57% para 75%. O resultado desse aumento na geração de empregos e na qualificação de profissionais é direto e tende a avançar, especialmente depois da descoberta de óleo na camada do pré-sal. Nos próximos cinco anos, cerca de 200 mil pessoas, em 185 categorias de níveis básico, médio, técnico e superior, serão capacitadas no setor de petróleo e gás, um crescimento de 140% em relação ao período de 2006 a 2010 (83 mil pessoas).

Até 2013, esta cadeia produtiva da estatal atrairá investimentos da ordem de US$ 190 bilhões, em contratos que demandam desde válvulas e parafusos até os 49 petroleiros encomendados pela Transpetro, subsidiária da Petrobras – o que está fazendo ressurgir a indústria naval brasileira, depois de seu sucateamento nas últimas décadas. A reboque das encomendas e dos projetos, vem a necessidade de pesquisa, de inovação, a conquista de patentes, um know how que já fez o Brasil dominar como ninguém a exploração em águas profundas e pôs o país na ponta-de-lança de setor tão estratégico.
Pescado da página da Agência Petroleira de Notícias.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Operadoras de telefonia móvel podem cobrar multas?

As operadoras de telefonia móvel são um dos grandes alvos de reclamações dos consumidores. Segundo o Procon-SP, no segundo semestre de 2011, a telefonia celular ficou em terceiro lugar no ranking dos assuntos mais demandados, com o total de 11.315 manifestações. Um dos maiores problemas envolvendo as operadoras é a cobrança de multas. Uma grande dúvida dos consumidores é se a operadora pode cobrar multa, caso o consumidor saia do plano.
"Se a fidelização estiver prevista no contrato, a multa poderá ser cobrada. Mas não deve haver carências superiores a doze meses e multas com valores fixos", afirma a Dra. Gisele Friso, advogada e consultora jurídica na G.Friso Consultoria Jurídica, especializada em Direito do Consumidor e Direito Eletrônico. Segundo ela, hoje, grande parte das empresas de telefonia móvel oferece promoções vantajosas sem avisar que estão associadas ao cumprimento de um prazo de carência, ou seja, um prazo pelo qual o consumidor deve manter o contrato, sob pena de pagar multa.
"É importante lembrar que a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) autoriza a cobrança desta multa se a carência for de, no máximo, doze meses. Entretanto, se a operadora de telefonia subsidiar (pagar uma parte) a compra do aparelho, por exemplo, o prazo pode ser maior", frisa a advogada.
Com base no PROTESTE - Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, Gisele cita os casos em que a cobrança de multa é permitida:
• Suspensão ou interrupção do serviço prestado pelo prazo de até 180 dias;
• Transferência de titularidade da linha telefônica;
• Rescisão do contrato e substituição do plano de serviço contratado por outro inferior.
"Apesar de a cobrança da multa ser, em alguns casos, considerada lícita, é preciso tomar cuidado, pois o valor da multa, se considerado lícito, deve ser proporcional ao tempo pelo qual o consumidor ficou vinculado ao plano contratado. A cobrança de um valor fixo, independente do tempo pelo qual o serviço foi contratado, é abusiva."
Para evitar eventuais problemas com as operadoras de telefonia móvel, a advogada aconselha ao consumidor exigir um contrato por escrito. Segundo ela, se o contrato não estabelecer um prazo de carência e uma multa por rescisão contratual, o consumidor não deve aceitar qualquer imposição da operadora. Apenas para resguardar direitos, se o contrato for oferecido por telefone - o que é comum -, o consumidor pode solicitar a gravação da ligação. As operadoras devem manter essas gravações por até 90 dias e têm o dever de fornecer ao consumidor essas gravações.
"Ressaltamos que o desequilíbrio na relação, ou seja, as vantagens excessivas para o fornecedor em detrimento do consumidor, é vedado pelo Código de Defesa do Consumidor. Portanto, dependendo das circunstâncias, a multa será considerada abusiva e não poderá haver a cobrança", reforça Gisele.
Para finalizar, a advogada afirma que, caso o motivo do cancelamento do plano seja a insatisfação do consumidor por falhas na prestação dos serviços, a multa não poderá ser exigida, pois o cancelamento tem uma motivação fundada nas falhas da empresa, não podendo a causa do cancelamento do contrato ser imputada ao consumidor.
"Da mesma forma, se a contratação for efetuada por telefone, SMS, internet ou qualquer outra fora do estabelecimento comercial da operadora, o consumidor pode cancelar o plano em até sete dias contados da data em que efetuou a contratação ou da disponibilização do plano na linha, pois o Código de Defesa do Consumidor prevê esse direito de arrependimento."

Por Flávia Ghiurghi

Tv paga - um engodo

Quando chegou ao Brasil, em 1991, o segmento da TV paga trazia muitas novidades e expectativas. Passados mais de 20 anos de existência, mostra-se hoje indigna de tudo de positivo que foi criado com a sua chegada.
A TV paga no Brasil surgiu através de José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, grande mestre da Rede Globo e que tinha um bom conhecimento da TV por assinatura dos Estados Unidos. Foi uma bela sacada, pois ele propôs e acabou criando uma série de canais complementares à própria Rede Globo, que foi batizada de Canais Globosat. Surgiram então o GNT (documentários), Multishow (espetáculos e variedades), Globo News (jornalismo), SporTV (esportes), Telecine (filmes), além do primeiro canal de televendas da TV, o Shoptime, que, na época, até dava para assistir. Hoje, seus "apresentadores" querem se destacar mais do que os próprios produtos oferecidos. Esses canais eram realmente muito bons, com uma programação de alta qualidade, geralmente inédita, sem intervalos comerciais e sem as bobagens mostradas na TV aberta. Hoje, o GNT se transformou no clube da Luluzinha, com programas que agridem a própria inteligência feminina; o Multishow se descaracterizou por completo, estando direcionado mais para os videotas e o Telecine virou uma rede com seis canais que, por muitas vezes, juntando os seis não se consegue um, de tão ruins que são os filmes apresentados (alguns reprisados à exaustão). Os canais de esporte estão bem (agora são três), mas a mão de obra é sofrível. Tirando o som, fica mais saudável de assistir. Sinceramente, eu não sei onde a Globo encontra tanta gente ruim para compor seus canais de esporte.
Não resta dúvida de que, há 20 anos, a ideia era exótica: pagar para assistir TV. E não se pagava barato, pois o sistema estava sendo concebido para aqueles com alto poder aquisitivo, a chamada "elite". Assim como foi na época da inauguração da TV no Brasil (TV Tupi, canal 3, na cidade de São Paulo), no dia 18 de setembro de 1950, pelo visionário Assis Chateaubriand, onde só os ricos podiam comprar os caríssimos televisores em branco e preto da RCA.
Fui um dos primeiros assinantes da TV paga, na época da extinta Multicanal. Além dos canais Globosat, havia muitos outros constantes dos pacotes oferecidos, principalmente estrangeiros, alguns deles latinos da Televisa (México). Esses canais latinos exibiam uma programação de baixa qualidade e quase amadora, mas eram interessantes pelo aspecto cultural que ofereciam. De uma hora para a outra e sem a menor satisfação aos assinantes, foram todos retirados do ar. Eu era assíduo de um deles, que transmitia a verdadeira música latina, pois sou grande apreciador desse estilo musical. Simplesmente, dancei.
 E após esses mais de 20 anos de existência, como está hoje a TV paga no Brasil? Uma lástima e um verdadeiro engodo. As duas maiores operadoras, Net e Sky, ambas com participação das Organizações Globo, oferecem praticamente a mesma programação e os mesmos pacotes. O pior de tudo, é que o assinante não tem o direito de montar sua própria programação, sendo obrigado a assistir o que eles oferecem nos pacotes fechados. Existem pacotes adicionais que você pode incorporar, mas, pagando por isso (canais Telecine e HBO, por exemplo). Só de canais infantis são seis, e aí eu pergunto: que interesse pode ter qualquer canal infantil para quem (como eu) não tem crianças em casa? Televendas e evangélicos proliferam nos pacotes oferecidos. Sem contar as emissoras que vendem seus horários para esse tipo de programa. Canais rurais são dois (na Net apenas um) a promover leilões de gado e afins. Como não sou pecuarista e nem ligado ao campo, o que me interessa isso? Temos ainda a TV Câmara, TV Senado, TV Assembléia e TV Justiça. Como nossos nobres políticos estão mais por baixo do que bunda de sapo e nossa justiça de há muito perdeu totalmente sua credibilidade, o que pode interessar ao assinante tê-los à disposição? Só se for para rir um pouco desse verdadeiro circo de horrores. Não sou contra a existência desses canais, o que pleiteio é a democrática possibilidade de escolha. Apenas isso. E a esse direito eles não me permitem. E não adianta procurar opções, uma vez que todas as operadoras atuam da mesma forma e oferecem os mesmos canais, muitos deles um verdadeiro lixo.
O pacote que assino (Net) possui 119 canais (com os seis Telecines e desconsiderando os pay-per-view, música, jogos e meteorologia), sendo 95 normais e 24 em alta definição (HD). Uma conta simples me diz que pago R$ 1,67 por cada canal, uma pechincha para quem usufruiu todos. Para quem, como eu, que não tem o hábito de assistir mais do que 47 canais desse pacote (31 normais e 16 em HD), o custo por canal aumenta significativamente. Se fosse pagar apenas pelos canais de meu interesse, ficaria algo em torno de R$ 78,49. Uma razoável diferença. Nos Estados Unidos cobra-se US$ 61,50 por mês por um pacote de 225 canais, saindo uma média de 27 centavos de dólar. Na Net (cabo), para cada ponto adicional, paga-se R$ 25,00 por mês para ponto normal e R$ 29,90 para ponto em HD (com os decodificadores incluídos). Na Sky (satélite), se quiser ponto adicional, deve-se comprar o decodificador para cada ponto, o que não é barato (a antena pode ser uma só).
Conheço pessoas que saltam da Globo (canal 20 da Net) diretamente para os canais SporTV (35, 38 e 39). Nesse salto são deixados de lado os canais MTV, RedeTV, Rede Vida, Futura, Polishop, Shoptime, Rá-Tim-Bum, AXN, National Geographic e alguns canais locais. Para quem paga o pacote adicional de notícias, ao saltar da Globo para o SportTV, vale dar uma paradinha no 25 (da Net), que vem a ser o canal Record News. Este canal já foi muito bom, mas acabou por abrir espaço para a programação evangélica da Igreja Universal, antes restrita à Record, e com isso já não é mais o mesmo. A Sky, por sua vez, não oferece a Record News que, na verdade, é uma emissora de sinal aberto.
Uma das desculpas das operadoras para o tipo de programação atual é quanto ao baixo número de assinantes. Estima-se que haja, no máximo, oito milhões deles. Muito pouco para um sistema que prometia tanto. E tome programação de baixa qualidade, intervalos comerciais, filmes repetidos à exaustão, séries e filmes dublados (verdadeira heresia), etc. Há canais de filmes que só transmitem filmes dublados para fomentar o nosso imenso contingente de analfabetos. A Fox tomou a decisão de só mostrar filmes dublados o mesmo que faz o TNT e o Space. O Canal Viva (Globosat) tem até um slogan para os filmes dublados: "... e você não tem nenhum trabalho para assisti-los, pois os filmes já são dublados" – sic. Além disso, o TNT e a FOX são canais impossíveis de assistir, pela quantidade infindável de intervalos comerciais. O TNT chega a ter intervalos superiores a cinco minutos, uma verdadeira falta de respeito ao assinante. Os canais Liv e FX (dois dispensáveis) já chegaram ao cúmulo de exibir o mesmo filme simultaneamente. Atualmente tenho simpatia pelo esquisito Universal Channel, apenas por conta do Dr. House.                                     
Um dos fundadores do YouTube (Chad Hurley) disse que a internet vai destruir o modelo de televisão que se faz hoje. E isso é bem provável, a começar por esse sistema obsoleto de TV paga. Um dos sinais disso é o crescimento das assinaturas de banda larga que hoje ultrapassa os trinta milhões. E isso foi conseguido na metade do tempo que a TV paga levou para arregimentar seus míseros oito milhões de assinantes.
Com esse avanço, como ficará o mercado para essas empresas no futuro? A internet já nos permite criar uma programação em alta definição, com total liberdade de horário, proporcionando algo verdadeiramente democrático e acessível.
Se as nossas emissoras de TV com sinal aberto nos proporcionassem uma programação um pouco menos idiota, a assinatura de TV paga seria totalmente dispensável. Mas, do jeito que está a TV aberta, pagar para assistir TV ainda é um mal necessário.
Hoje, as operadoras já oferecem vários canais em alta definição (HD) e 3D. Mas, para que imagens em alta definição se, em geral, o que as emissoras exibem não merece mais do que um jurássico televisor em branco e preto, mesmo que seja um RCA?

Por  Arnaldo Agria Huss

Como ter um grupo de sucesso - Networking

Construa um Networking de sucesso conectando-se com as pessoas certas.
Todos nós somos dotados de capacidades que influenciam o nosso sucesso, mas em algum ponto de nossas vidas precisamos de apoio para elevar nossos negócios ou até mesmo em nossa vida pessoal. Algumas fraquezas nos levam a um abismo e é importante termos pessoas para nos ajudar. Identificar as pessoas certas com quem você possa formar relações mutuamente benéficas onde ambos atingem os seus objetivos e assim acelerar o crescimento de suas redes.
Formar uma conexão significativa é uma das principais razões para a construção de uma rede bem sucedida de apoio mútuo. Tentar construir uma rede sem apoio mútuo é como carregar todo peso sozinho. Já uma rede onde há busca pelo conhecimento e este é compartilhado, tem como causa o crescimento natural e saudável desta rede maximizando os lucros e minimizando as perdas e/ou desistência por parte dos integrantes.
As Redes Sociais
As Redes Sociais abriram um espaço enorme para o Networking, onde você se conecta com uma infinidade de pessoas dentre elas muitas que você nem sequer imaginava que teria uma ligação, mas em contratempo se mal usada gera uma perda de tempo atraindo pessoas desqualificadas para o seu negócio e a causa são críticas e questionamentos acerca da eficiência de seus métodos.

Um aspecto muito importante é você focar o seu trabalho em agregar valor às pessoas que você se conecta, e não utilizar as redes sociais para atrair milhares de estranhos sem a mínima qualificação para o que você está oferecendo, manter contato com cada pessoa que entra em sua lista de forma a criar um vínculo com ela.
É de suma importância ter um acompanhamento de sua lista criando uma rotina de modo que a pessoa habitue-se a você, assim se houver realmente interesse por parte dela em sua oportunidade dificilmente ela saíra de sua lista.
Comunicar-se com milhares de estranhos através das redes sociais é dar um tiro no escuro. As Redes Sociais são usadas para gerar uma estratégia de comunicação consistente para uma ampla base de pessoas através de suas plataformas e assim criar a consciência de quem você é. Construir a percepção de uma enorme presença no mercado e é um perito no que faz, para levar as pessoas a entrar em contato com você e fazer negócios.
Trate todos como VIP
Há outros pontos importantes que complementam o que já foi dito e mesmo que encontre as pessoas certas seja em Redes Sociais ou cara a cara em eventos sempre se assegure de ter permissão para adicioná-las em suas listas, seja num curso ou o que estiver oferecendo, nunca faça spam.
Para se construir relacionamentos significativos você tem que fazer as pessoas se sentirem especiais. É fundamental demonstrar interesse a todos que entrar em contato com você ou vice-versa.
Pesquise sobre ela, olhe seu perfil nas Redes Sociais e descubra seus gostos antes de iniciar um dialogo. As pessoas adoram falar sobre seus interesses e imediatamente vão se conectar com você. É crucial sempre chamá-la pelo nome que é uma das coisas que as pessoas mais gostam de ouvir, mas verifique a pronuncia e tente sempre fazê-la de forma correta.
Informação de Valor é Crucial
Esforce-se para ser alguém que sempre agrega valor a seus contatos, que ajuda e se conecta com as pessoas diariamente. Um Networking de sucesso quer face a face ou através da mídia social tem como base manter relações com as pessoas de forma a apoiá-las. Sempre contribuindo o máximo possível com as pessoas de sua rede e eles vão devolver o favor.
Seguindo estas informações você verá como seu negócio andará num ritmo mais acelerado e com mais qualidade nas pessoas que se integram a você.

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