sábado, 4 de fevereiro de 2012

Cuba - Uma visita impecável


A presidente Dilma Rousseff completou uma viagem de 48 horas a Cuba, comportando-se como verdadeira estadista, reforçando as relações entre os dois países e evitando os ardis plantados para que agisse como porta-voz dos Estados Unidos, reproduzindo as ladainhas provenientes de Miami e da Casa Branca. Dilma foi a Cuba em visita oficial para estreitar os laços com um país que precisa de mais investimento e de mais produtividade para avançar economicamente e manter suas conquistas sociais.
Assim como aconteceu com Lula, foi cobrado de Dilma que se manifestasse sobre a situação dos direitos humanos em Cuba. O que os responsáveis pelas cobranças desejavam, no fundo, era que ela sequer fosse lá, como todos os presidentes brasileiros desde a revolução de 1959 até Lula. Mas já que Dilma, assim como Lula, não se rende à agenda ditada de Washington, que se manifestasse publicamente contra as restrições políticas na ilha.
É curioso como a questão dos direitos humanos em Cuba “sensibiliza” tanto certas pessoas. Não se vê a mesma indignação em relação a qualquer outro país. Ninguém pediria que Dilma, em viagem aos Estados Unidos, se posicionasse publicamente pelo fechamento de Guantánamo, em pleno território cubano, mesmo com a cobrança recente feita pela alta-comissária para os Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas, Navi Pillay, que apontou a base como local de constante violação destes direitos.
Dilma se recusou a tratar a questão dos direitos humanos como arma de combate político ideológico, e frisou que desrespeitos acontecem em todos os países, inclusive no Brasil. Não seria nada agradável para nós recebermos a visita de um chefe de Estado estrangeiro e ouvir comentários sobre a violência da ação de despejo dos moradores do Pinheirinho ou sobre a desumanidade da maior parte dos nossos presídios.
O Brasil é um país que aposta nas relações multilaterais como forma de pressão e de resolução de conflitos. Ele não vai fazer o papel de juiz do mundo e sair por aí condenando outros países, até porque tem suas próprias mazelas. Isso não significa omissão, pois o Brasil ganhou recente relevância no cenário internacional justamente por sua ação diplomática independente e soberana, que o leva a ser convocado a atuar nas mais complexas questões mundiais. Temas delicados, como direitos humanos, não se tratam com bravatas unilaterais, principalmente quando envolvem nações em situações extraordinárias, como a cubana, vítima de um bloqueio implacável há meio século.
Diria que a visita da presidente do Brasil a Cuba transcorreu de forma impecável e com acentuado caráter político. No trabalho prévio às 48 horas que ela passou na ilha, o chanceler brasileiro Antonio Patriota conversou com autoridades cubanas sobre questões relativas aos direitos humanos, e o Brasil concedeu visto de turista à blogueira Yoani Sánchez, que deseja vir ao país. Ao mesmo tempo, Patriota não aceitou o discurso fácil da condenação e, assim como Dilma faria em solo cubano, ressaltou que uma questão mais urgente e multilateral seria o fim da base de Guantánamo.
Com o crescimento de sua economia e a capacidade financeira de que dispõe atualmente, o Brasil tem muito mais a contribuir com Cuba ajudando no seu desenvolvimento, com implicação direta no bem estar das pessoas. As relações comerciais cresceram 31% de 2010 para 2011, e o Brasil é o segundo parceiro comercial de Cuba na América Latina, depois da Venezuela. Existem oportunidades para empresas brasileiras em Cuba, como provam as obras de ampliação e modernização do porto de Mariel, com a participação da Odebrecht.
Cuba precisa melhorar sua agricultura e recuperar seu parque produtivo, e o Brasil pretende participar deste esforço com a tecnologia e os processos desenvolvidos pela Embrapa, e, sobretudo, com um olhar mais solidário em relação aos vizinhos latino-americanos. Sentimento este, por sinal, muito inspirado por Cuba e seu internacionalismo, sempre manifestado pela presença de médicos e professores, onde for necessário, e não pelas armas ou posturas imperialistas.

Receita de Bacalhau no Forno


Receita de Bacalhau no Forno
Dificuldade: Fácil
Tempo de Preparo: 40 min

Ingredientes

1 kg de bacalhau
1 kg de batata
2 dentes de alho
5 tomates sem pele e sem sementes
2 cebolas
2 pimentões vermelhos sem sementes
2 colheres (sopa) de salsinha picada
12 azeitonas pretas
1 colher (sopa) de vinagre
1/2 copo de azeite de oliva

Modo de Preparo

Deixar o bacalhau de molho de um dia para outro trocando a água várias vezes. Retirar a pele e espinhas. Descascar as batatas e cortar em fatias. Picar o alho e o tomate. Cortar a cebola e o pimentão em rodelas. Arrumar num prato refratário camadas de batata, de bacalhau, de cebola, de tomate e de pimentão. Salpicar a salsinha, espalhar as azeitonas, o vinagre e o azeite. Se necessário, corrigir o sal. Cobrir com papel alumínio e levar ao forno médio durante 1 hora.

Receita de Salmão - Salmão com Gorgonzola


Receita extremamente simples e deliciosa que pode ser servida com massas, arroz ou até mesmo um simples purê de batatas (se for com wasabi melhor ainda).

Para essa receita você vai precisar:

- 5 Postas de Salmão com espessura de 2 dedos pelo menos;
- 250 gramas de queijo gorgonzola em pedaços;
- Alcaparras;
- Temperos (Sal e Pimenta do Reino);

O primeiro passo é cortar as postas de salmão, sem separar, criando um local para colocar o gorgonzola, como na foto abaixo:


Depois de cortados, você tempera com sal e pimenta do reino a gosto. Feito isso, recheie as postas com pedaços do queijo tendo cuidado para cobrir todas as partes:



Acrescente a alcaparra nas postas recheadas coloque-as em pedaços de papel alumínio fechando por completo sem apertar muito:


Leve ao forno a 180 graus por aproximadamente 15 minutos e sirva em seguida.


A combinação dos sabores do salmão e do gorgonzola contrastam muito bem e podem ser acompanhados por cervejas escuras ou do tipo ale.

Receita de salmão ao molho de maracujá

Divulgação  
  • Salmão ao molho de maracujá do restaurante Felix Bistrô

Salmão ao Molho de Maracujá
(Rendimento: 4 porções)

Ingredientes:
800g de filé de salmão
500ml de suco de maracujá
1 maracujá inteiro
2 dentes de alho picado
œ cebola
60g de gengibre
200ml de caldo de peixe
800g de legumes cortados à moda Julienne
50g de manteiga

Modo de Preparo:
Grelhar o Salmão com sal e pimenta a gosto.

Para o molho, refogue a cebola, o alho e o gengibre, picados. Doure-os, acrescente a polpa de 1 maracujá e refogue novamente. Inclua o suco de maracujá com o caldo de peixe até reduzir o volume em 50%. Adicione sal e pimenta a gosto.

Doure os legumes na frigideira com manteiga, sal e pimenta.

Montagem do prato:
Em um prato, disponha a cama de legumes e sobreponha o salmão. Acrescente o molho de maracujá.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Teoria dos quatro temperamentos




A teoria dos 4 temperamentos estuda a personalidade e como ela tem influencia no comportamento pessoal de cada indivíduo.

Ao que nós reconhecemos hoje como sendo defeitos de personalidade de indivíduos antigamente definiam como anomalias, que derivavam de uma intervenção de Deuses.

Mas Hipócrates que é considerado por muitos o "pai da medicina" oponha-se ao sobrenaturalismo, defendendo uma orientação biológica para a origem dessas anomalias.

Hipócrates viveu entre (460 a 370 A.C.) e foi a partir de ele que a medicina passou a preocupar-se com psiquiatria. 

Os estudos de Hipócrates sobre os acontecimentos psicopatológicos tinham tanta exatidão que até hoje muitos deles permanecem válidos. As observações de Hipócrates às anomalias de personalidade são hoje usadas no estudo de personalidade normal.

Existem cerca de 12 teorias sobre personalidade. A dos 4 temperamentos é talvez a mais antiga. É também bem aceite pela maioria dos cristãos, por não ir contra a palavra e até por levar a compreensão de atitudes dos personagens bíblicos.

Há quem defenda que as personalidades que predominem no temperamento melancólico e fleumático não têm defeitos ou qualidades dos temperamentos sanguinário ou colérico, ou o inverso. 

Mas por experiência própria e também pelo ver de muitos a mesma pessoa pode identificar-se com os defeitos e qualidades de três ou até dos quatro temperamentos, tendo sempre um claramente como predominante.

Os 4 temperamentos e a fé cristã
Esta teoria pode-nos ser útil se for usada com sabedoria.

Ao conhecermos os temperamentos podemos examinar a nós próprios, ver com qual ou quais nos enquadramos mais. Observando os nossos comportamentos, conseguiremos identificar o temperamento na origem das nossas atitudes.

Mas se usarmos isso como desculpa para as nossas atitudes, o melhor era nem sequer sabermos. 

Para fazermos uma melhor identificação, o melhor é observarmos 1º as qualidades. E no temperamento onde formos predominantes, o mais certo é termos também aqueles defeitos. Digo para fazeres assim para que na altura de admitires, não caias na tentação de negares.

O gráfico dos 4 temperamentos
O gráfico não só nos diz o nosso género de temperamento, como também revela as áreas que talvez estamos mais inclinados ou vocacionados a desempenhar em nossa vida proficional. 

 observa o teu temperamento... (tenta ser o mais sincero possível, não ééé!!!)




 * A qualidade melancólica que está cortada é perfeccionista.

Metanóia e ação do Espírito
Ao conhecermos e reconhecermos o nosso temperamento, podemos usálo como uma ferramenta para a metanóia.  O nosso temperamento está implantado no nosso eu, na nossa natureza humana.

Se nós vivermos segundo o Espírito Ele nos dará forças para que consigamos aperfeiçoar nossa personalidade, procurando ser uma melhor pessoa.

E tentar ser uma melhor pessoa vai mais além de ser cheio do Espírito, mas sim ser companheiro do Espírito.

Quando uma pessoa é cheia Significa apenas que Ele está presente (1) . Mas quando a pessoa procura viver segundo o Espírito, recebe a transformação necessária à vida cristã.

Os dons do Espírito são apenas evidências de que ele está presente, mas os frutos são evidencias do trabalhar de Deus na vida de um homem. E os frutos influenciam nas obras do homem.

Assim como a ciência revela a personalidade da pessoa através dos seus comportamentos, Assim o Espírito revela os seus frutos através das obras do individuo, "pelas minhas obras te mostrarei a minha fé" ( a fé não é apenas acreditar, mas sim o acreditar que leva a um procedimento) Por isso chamamos de fé viva!

(1) Não devemos enfatizar muito isto sem salientar que Deus geralmente usa quem têm intimidade, mas também não devemos esquecer, que, a realidade de que nem todos que são usados são filhos de Deus, é bíblica.

Além do possível!
A influência do Espírito não só nos faz ser melhores pessoas, termos sucesso, como nos leva além de isso."Nele somos MAIS do que vencedores". Ele não só ajuda a livrar-nos dos nossos defeitos, como a ganhar qualidades que nunca tivemos.

Tu podes pensar Eu tenho um temperamento melancólico como poderei vir a ser um grande líder?

E tens toda a razão! é difícil de isso acontecer. Porém se deres lugar ao Espírito para Ele trabalhar em ti... então isso é bem possível.

Olha o exemplo de Moisés.  Moisés era um homem definitivamente melancólico, no entanto quando deu lugar ao Espírito Deus tornou-o num dos maiores lideres da história mundial.

"tudo podemos naquele que nos fortalece”. 
E os frutos do Espírito são mais do que meras qualidades de temperamento. São qualidades de Deus! A paz de Deus não é a paz normal, o domínio próprio vai além do habitual, o amor... e assim em diante. "E contra eles não há lei". Que lei? aquela lei que Paulo disse habitar dentro de si! Sabes do que falo?
                                                                  ***

Não te esqueças de deixar a tua reacção e o teu comentário e se te sentires à vontade deixa também o temperamento... era engraçado conhecer um pouco das pessoas que me seguem!

EU!? :D eu sou melancólico, mas graças a Deus tenho vindo a identificar-me com qualidades que antes não tinha e de outros temperamentos, os quais muitos dizem ser impossível.

André boa nova

Ignorância ateísta


A navegar na Internet deparei-me com um esquema à cerca de fé em Deus que me deixou aborrecido.  
Fiz este post, para que talvez aqueles que não têm tanto conhecimento e noção da verdade saibam que crer em Deus não é algo tão inútil  de se acreditar quanto os ateus mostram ser.

O esquema se baseia no "mal" para pôr em causa a existência de Deus.


Se Deus é autor de todas as coisas, também é autor do mal?

Deus criou todas as coisas por e através de Cristo.

Então e o mal?

O mal é ausência do bem, assim como o escuro é ausência de luz.

O mal não é uma obra assim como todas as coisas que de Deus provêm.

O mal é consequência de uma atitude. É um estado deparvado. Quando Lúcifer olhou para a sua perfeição e quis ser igual a Deus, ele, consequentemente partiu para um estado de "morte" na ausência de Deus. Um estado nunca antes visto.

O que não significa que algo foi criado na ausência de Deus. Mas que algo que estava na presença de Deus e se apartou de sua presença.

Então viu-se algo que nunca se tinha visto: O que era a criação na ausência do criador.

Esse estado não era suposto ser vivido por ninguém. A criação foi feita para estar na presença de Deus.

Mas certo dia achou-se o mal na existência de uma criatura cujos os passos eram rectos.

Pudemos olhar para a queda de Lúcifer e perceber que aconteceu a alteração de um estado de perfeição, sustentada e fundamentada na presença de Deus. A um estado de perversão e regressão pela força da própria criatura e na ausência de Deus.


E para onde Lúcifer foi?

Se Lúcifer foi para ausência de Deus é porque existia um lugar "dimensão" que não estava na presença de Deus! Certo?

Temos de ter em conta que a realidade espiritual, ou mundo espiritual não é sujeito ao espaço assim como o mundo físico. 

Nada foi criado na ausência de Deus.

por isso é que descrevi a queda de Lúcifer como uma regressão. Porque ele regrediu a um estado "dimensão" nunca antes vivida. A dimensão da criatura na ausência do criador.

Porque de Deus e por Deus, para Deus são todas as coisas.


Se bem que de pouco ou nada serve, vou responder a este esquema. E mostrar que ele só desarma pessoas desinformadas!


O mal existe?

Sim, é óbvio que sim.
Deus pode derrotar o mal?
Sim, pode! Ele é todo poderoso.
Deus sabe sobre o mal?
Sim, sabe!
Deus quer derrotar o mal?
Sim, quer!
Então porque é que o mal existe?
Porque a batalha contra o mal é como uma operação melindrosa, e é necessário passar por um processo afim de que nada que não tenha de ser destruído, seja, juntamente com o mal.
Deus poderia criar o universo sem o mal?
Deus criou o universo sem o mal!!!
A partir daqui vai se tirar várias conclusões e outras questões cujas algumas estão no esquema.

Se Deus criou o universo sem pecado, porque ele existe?

Porque é um estado consequente de uma atitude de Lúcifer.
Porque Deus deixou isso acontecer se sabia o que aconteceria?
Porque Deus não é um ser manipulador!
Livre arbítrio?
Sim!
Mas se Deus é todo poderoso porque não fez o livre arbítrio mas sem o mal?
Porque toda a escolha tem a sua consequência. Uma pessoa demonstra-se alguém sem senso se quiser fazer as coisas sem sofrer a consequência!
.......
Muitas perguntas poderiam surgir. Pôr todas as perguntas que me surgem aqui, deixaria um texto infinito.
E as respostas têm apenas sentido se tivermos a ideia que Deus existe, se não temos isso em mente então é quase sem sentido haver discussão.
Só escrevo à cerca disto porque os ateus acham que crer em Deus é algo sórdido. (Como é demonstrado nesse quadro).
Mas todos os ateus que tenho intimidade e não numa de contenda, mas de apenas conhecer aquilo em que acreditamos. Chego sempre a uma conclusão: Que todos acreditam em algo superior que controla o mundo físico.



Via andreboanova

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