sábado, 4 de fevereiro de 2012
Receita de Bacalhau no Forno
Receita de Bacalhau no Forno
Dificuldade: Fácil
Tempo de Preparo: 40 min
1 kg de batata
2 dentes de alho
5 tomates sem pele e sem sementes
2 cebolas
2 pimentões vermelhos sem sementes
2 colheres (sopa) de salsinha picada
12 azeitonas pretas
1 colher (sopa) de vinagre
1/2 copo de azeite de oliva
Tempo de Preparo: 40 min
Ingredientes
1 kg de bacalhau1 kg de batata
2 dentes de alho
5 tomates sem pele e sem sementes
2 cebolas
2 pimentões vermelhos sem sementes
2 colheres (sopa) de salsinha picada
12 azeitonas pretas
1 colher (sopa) de vinagre
1/2 copo de azeite de oliva
Modo de Preparo
Deixar o bacalhau de molho de um dia para outro trocando a água várias vezes. Retirar a pele e espinhas. Descascar as batatas e cortar em fatias. Picar o alho e o tomate. Cortar a cebola e o pimentão em rodelas. Arrumar num prato refratário camadas de batata, de bacalhau, de cebola, de tomate e de pimentão. Salpicar a salsinha, espalhar as azeitonas, o vinagre e o azeite. Se necessário, corrigir o sal. Cobrir com papel alumínio e levar ao forno médio durante 1 hora.Receita de Salmão - Salmão com Gorgonzola
Receita extremamente simples e deliciosa que pode ser servida com massas, arroz ou até mesmo um simples purê de batatas (se for com wasabi melhor ainda).
Para essa receita você vai precisar:
- 5 Postas de Salmão com espessura de 2 dedos pelo menos;
- 250 gramas de queijo gorgonzola em pedaços;
- Alcaparras;
- Temperos (Sal e Pimenta do Reino);
O primeiro passo é cortar as postas de salmão, sem separar, criando um local para colocar o gorgonzola, como na foto abaixo:
Depois de cortados, você tempera com sal e pimenta do reino a gosto. Feito isso, recheie as postas com pedaços do queijo tendo cuidado para cobrir todas as partes:
Acrescente a alcaparra nas postas recheadas coloque-as em pedaços de papel alumínio fechando por completo sem apertar muito:
Leve ao forno a 180 graus por aproximadamente 15 minutos e sirva em seguida.
A combinação dos sabores do salmão e do gorgonzola contrastam muito bem e podem ser acompanhados por cervejas escuras ou do tipo ale.
Receita de salmão ao molho de maracujá
- Salmão ao molho de maracujá do restaurante Felix Bistrô
Salmão ao Molho de Maracujá
(Rendimento: 4 porções)
Ingredientes:
800g de filé de salmão
500ml de suco de maracujá
1 maracujá inteiro
2 dentes de alho picado
œ cebola
60g de gengibre
200ml de caldo de peixe
800g de legumes cortados à moda Julienne
50g de manteiga
Modo de Preparo:
Grelhar o Salmão com sal e pimenta a gosto.
Para o molho, refogue a cebola, o alho e o gengibre, picados. Doure-os, acrescente a polpa de 1 maracujá e refogue novamente. Inclua o suco de maracujá com o caldo de peixe até reduzir o volume em 50%. Adicione sal e pimenta a gosto.
Doure os legumes na frigideira com manteiga, sal e pimenta.
Montagem do prato:
Em um prato, disponha a cama de legumes e sobreponha o salmão. Acrescente o molho de maracujá.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Teoria dos quatro temperamentos

A teoria dos 4
temperamentos estuda a personalidade e como ela tem influencia no comportamento
pessoal de cada indivíduo.
Ao que nós
reconhecemos hoje como sendo defeitos de personalidade de indivíduos antigamente definiam como
anomalias, que derivavam de uma intervenção de Deuses.
Mas Hipócrates
que é considerado por muitos o "pai da medicina"
oponha-se ao sobrenaturalismo, defendendo uma orientação biológica para a
origem dessas anomalias.
Hipócrates
viveu entre (460 a 370 A.C.) e foi a partir de ele que a medicina passou a
preocupar-se com psiquiatria.
Os estudos de
Hipócrates sobre os acontecimentos psicopatológicos tinham tanta exatidão que
até hoje muitos deles permanecem válidos. As observações de Hipócrates às
anomalias de personalidade são hoje usadas no estudo de personalidade
normal.
Existem cerca
de 12 teorias sobre personalidade. A dos 4 temperamentos é talvez a mais
antiga. É também bem aceite pela maioria dos cristãos, por não ir contra a
palavra e até por levar a compreensão de atitudes dos
personagens bíblicos.
Há quem
defenda que as personalidades que predominem no
temperamento melancólico e fleumático não têm defeitos ou qualidades
dos temperamentos sanguinário ou colérico, ou o inverso.
Mas
por experiência própria e também pelo ver de muitos a mesma pessoa
pode identificar-se com os defeitos e qualidades de três ou até
dos quatro temperamentos, tendo sempre um claramente como predominante.
Os
4 temperamentos e a fé cristã
Esta teoria
pode-nos ser útil se for usada com sabedoria.
Ao conhecermos
os temperamentos podemos examinar a nós próprios, ver com qual ou quais nos
enquadramos mais. Observando os nossos comportamentos, conseguiremos
identificar o temperamento na origem das nossas atitudes.
Mas se usarmos
isso como desculpa para as nossas atitudes, o melhor era nem sequer
sabermos.
Para fazermos
uma melhor identificação, o melhor é observarmos 1º as qualidades. E no
temperamento onde formos predominantes, o mais certo é termos também aqueles
defeitos. Digo para fazeres assim para que na altura de admitires, não caias na
tentação de negares.
O
gráfico dos 4 temperamentos
O gráfico não
só nos diz o nosso género de temperamento, como também revela as
áreas que talvez estamos mais inclinados ou vocacionados a desempenhar em nossa
vida proficional.
observa o
teu temperamento... (tenta ser o mais sincero possível, não ééé!!!)

* A
qualidade melancólica que está cortada é perfeccionista.
Metanóia
e ação do Espírito
Ao conhecermos
e reconhecermos o nosso temperamento, podemos usálo como uma ferramenta para a
metanóia. O nosso temperamento está implantado no nosso eu, na
nossa natureza humana.
Se nós
vivermos segundo o Espírito Ele nos dará forças para que consigamos
aperfeiçoar nossa personalidade, procurando ser uma melhor pessoa.
E tentar ser
uma melhor pessoa vai mais além de ser cheio do Espírito, mas sim ser
companheiro do Espírito.
Quando uma
pessoa é cheia Significa apenas que Ele está presente (1) . Mas quando a pessoa
procura viver segundo o Espírito, recebe a transformação necessária à vida
cristã.
Os dons do
Espírito são apenas evidências de que ele está presente, mas os frutos são
evidencias do trabalhar de Deus na vida de um homem. E os frutos influenciam
nas obras do homem.
Assim como a
ciência revela a personalidade da pessoa através dos seus comportamentos,
Assim o Espírito revela os seus frutos através das obras do
individuo, "pelas minhas obras te mostrarei a minha fé" ( a fé não é apenas
acreditar, mas sim o acreditar que leva a um procedimento) Por isso
chamamos de fé viva!
(1) Não
devemos enfatizar muito isto sem salientar que Deus geralmente usa
quem têm intimidade, mas também não devemos esquecer, que, a realidade de
que nem todos que são usados são filhos de Deus, é bíblica.
Além
do possível!
A influência
do Espírito não só nos faz ser melhores pessoas, termos sucesso, como nos leva
além de isso."Nele somos MAIS do que vencedores". Ele não só ajuda a
livrar-nos dos nossos defeitos, como a ganhar qualidades que nunca tivemos.
Tu podes
pensar Eu tenho um temperamento melancólico como poderei vir a ser um
grande líder?
E tens toda a
razão! é difícil de isso acontecer. Porém se deres lugar ao Espírito
para Ele trabalhar em ti... então isso é bem possível.
Olha o exemplo
de Moisés. Moisés era um homem definitivamente melancólico, no
entanto quando deu lugar ao Espírito Deus tornou-o num dos maiores
lideres da história mundial.
"tudo
podemos naquele que nos fortalece”.
E os frutos
do Espírito são mais do que meras qualidades de temperamento. São
qualidades de Deus! A paz de Deus não é a paz normal,
o domínio próprio vai além do habitual, o amor... e assim em diante.
"E contra eles não há lei". Que lei? aquela lei que Paulo disse habitar
dentro de si! Sabes do que falo?
***
Não te
esqueças de deixar a tua reacção e o teu comentário e se te sentires
à vontade deixa também o temperamento... era engraçado conhecer um pouco das
pessoas que me seguem!
EU!? :D eu sou
melancólico, mas graças a Deus tenho vindo a identificar-me com qualidades
que antes não tinha e de outros temperamentos, os quais muitos dizem
ser impossível.
André boa nova
Ignorância ateísta
Por Andre boa nova
A navegar na Internet deparei-me com um esquema à cerca de fé em Deus que me deixou aborrecido.
Fiz este post, para que talvez aqueles que não têm tanto conhecimento e noção da verdade saibam que crer em Deus não é algo tão inútil de se acreditar quanto os ateus mostram ser.
O esquema se baseia no "mal" para pôr em causa a existência de Deus.
Se Deus é autor de todas as coisas, também é autor do mal?
Deus criou todas as coisas por e através de Cristo.
Então e o mal?
O mal é ausência do bem, assim como o escuro é ausência de luz.
O mal não é uma obra assim como todas as coisas que de Deus provêm.
O mal é consequência de uma atitude. É um estado deparvado. Quando Lúcifer olhou para a sua perfeição e quis ser igual a Deus, ele, consequentemente partiu para um estado de "morte" na ausência de Deus. Um estado nunca antes visto.
O que não significa que algo foi criado na ausência de Deus. Mas que algo que estava na presença de Deus e se apartou de sua presença.
Então viu-se algo que nunca se tinha visto: O que era a criação na ausência do criador.
Esse estado não era suposto ser vivido por ninguém. A criação foi feita para estar na presença de Deus.
Mas certo dia achou-se o mal na existência de uma criatura cujos os passos eram rectos.
Pudemos olhar para a queda de Lúcifer e perceber que aconteceu a alteração de um estado de perfeição, sustentada e fundamentada na presença de Deus. A um estado de perversão e regressão pela força da própria criatura e na ausência de Deus.
E para onde Lúcifer foi?
Se Lúcifer foi para ausência de Deus é porque existia um lugar "dimensão" que não estava na presença de Deus! Certo?
Temos de ter em conta que a realidade espiritual, ou mundo espiritual não é sujeito ao espaço assim como o mundo físico.
Nada foi criado na ausência de Deus.
por isso é que descrevi a queda de Lúcifer como uma regressão. Porque ele regrediu a um estado "dimensão" nunca antes vivida. A dimensão da criatura na ausência do criador.
Porque de Deus e por Deus, para Deus são todas as coisas.
Se bem que de pouco ou nada serve, vou responder a este esquema. E mostrar que ele só desarma pessoas desinformadas!
Fiz este post, para que talvez aqueles que não têm tanto conhecimento e noção da verdade saibam que crer em Deus não é algo tão inútil de se acreditar quanto os ateus mostram ser.
O esquema se baseia no "mal" para pôr em causa a existência de Deus.
Se Deus é autor de todas as coisas, também é autor do mal?
Deus criou todas as coisas por e através de Cristo.
Então e o mal?
O mal é ausência do bem, assim como o escuro é ausência de luz.
O mal não é uma obra assim como todas as coisas que de Deus provêm.
O mal é consequência de uma atitude. É um estado deparvado. Quando Lúcifer olhou para a sua perfeição e quis ser igual a Deus, ele, consequentemente partiu para um estado de "morte" na ausência de Deus. Um estado nunca antes visto.
O que não significa que algo foi criado na ausência de Deus. Mas que algo que estava na presença de Deus e se apartou de sua presença.
Então viu-se algo que nunca se tinha visto: O que era a criação na ausência do criador.
Esse estado não era suposto ser vivido por ninguém. A criação foi feita para estar na presença de Deus.
Mas certo dia achou-se o mal na existência de uma criatura cujos os passos eram rectos.
Pudemos olhar para a queda de Lúcifer e perceber que aconteceu a alteração de um estado de perfeição, sustentada e fundamentada na presença de Deus. A um estado de perversão e regressão pela força da própria criatura e na ausência de Deus.
E para onde Lúcifer foi?
Se Lúcifer foi para ausência de Deus é porque existia um lugar "dimensão" que não estava na presença de Deus! Certo?
Temos de ter em conta que a realidade espiritual, ou mundo espiritual não é sujeito ao espaço assim como o mundo físico.
Nada foi criado na ausência de Deus.
por isso é que descrevi a queda de Lúcifer como uma regressão. Porque ele regrediu a um estado "dimensão" nunca antes vivida. A dimensão da criatura na ausência do criador.
Porque de Deus e por Deus, para Deus são todas as coisas.
Se bem que de pouco ou nada serve, vou responder a este esquema. E mostrar que ele só desarma pessoas desinformadas!
O mal existe?
Sim, é óbvio que sim.
Deus pode derrotar o mal?
Sim, pode! Ele é todo poderoso.
Deus sabe sobre o mal?
Sim, sabe!
Deus quer derrotar o mal?
Sim, quer!
Então porque é que o mal existe?
Porque a batalha contra o mal é como uma operação melindrosa, e é necessário passar por um processo afim de que nada que não tenha de ser destruído, seja, juntamente com o mal.
Deus poderia criar o universo sem o mal?
Deus criou o universo sem o mal!!!
A partir daqui vai se tirar várias conclusões e outras questões cujas algumas estão no esquema.
Se Deus criou o universo sem pecado, porque ele existe?
Porque é um estado consequente de uma atitude de Lúcifer.
Porque Deus deixou isso acontecer se sabia o que aconteceria?
Porque Deus não é um ser manipulador!
Livre arbítrio?
Sim!
Mas se Deus é todo poderoso porque não fez o livre arbítrio mas sem o mal?
Porque toda a escolha tem a sua consequência. Uma pessoa demonstra-se alguém sem senso se quiser fazer as coisas sem sofrer a consequência!
.......
Muitas perguntas poderiam surgir. Pôr todas as perguntas que me surgem aqui, deixaria um texto infinito.
E as respostas têm apenas sentido se tivermos a ideia que Deus existe, se não temos isso em mente então é quase sem sentido haver discussão.
Só escrevo à cerca disto porque os ateus acham que crer em Deus é algo sórdido. (Como é demonstrado nesse quadro).
Mas todos os ateus que tenho intimidade e não numa de contenda, mas de apenas conhecer aquilo em que acreditamos. Chego sempre a uma conclusão: Que todos acreditam em algo superior que controla o mundo físico.
Via andreboanova
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