quinta-feira, 28 de junho de 2012

Candidatos ‘bons de voto’ do PMDB dificultam alianças de Lelo em Vitória


O pré-candidato do PMDB a prefeito de Vitória, deputado federal Lelo Coimbra, está tendo dificuldades para articular alianças com outros partidos. O problema é que os candidatos do PMDB à Câmara de Vitória detêm um substancial capital eleitoral, que os torna favoritos na disputa. Essa força eleitoral acaba “afugentando” os candidatos das outras siglas, pois as chances de eleição ao lado dos peemedebistas seriam reduzidas. 

Nomes de peso como Zezito Maio, Dermival Galvão (ambos candidatos à reeleição), Toninho Loureiro, Paulo Renato, Robinho da Ilha, Fabrício Quintanilha, Angela Ruas, entre outros, são considerados candidatos “papa-votos”, que tornariam a disputa difícil para os proporcionais de outros partidos.

O PSB, que por enquanto mantém pré-candidatura própria, com o vereador Serjão Magalhães, seria um dos partidos que estão na alça de mira do PMDB, porque não ofereceria resistência para aceitar os proporcionais comandados por Lelo. Para o PSB, que não tem quadros tão fortes de proporcionais em Vitória, a vice não seria uma má ideia. Nesse cenário, a proposta mais pertinente seria lançar Serjão como vice de Lelo.

O PSDB já disse que aceita o “pacote completo” do PMDB, com todos os seus proporcionais a reboque. Nesse caso, no entanto, Lelo indicaria outro nome para substituí-lo na vice de Luiz Paulo Vellozo Lucas, que ainda aguarda uma definição do PMDB nas próximas horas.

Se Lelo realmente decidir recuar, o deputado estadual Esmael Almeida e o presidente municipal do PMDB em Vitória, Kikito Rabelo, seriam os nomes mais cotados para substituir o presidente regional do PMDB. A decisão deve ser anunciada até sábado (30), última dia das convenções. Via SD| José Rabelo 

Queda de Camilo Cola pode levar PMDB a buscar aliança com Theodorico Ferraço


A decisão do ex-deputado federal Camilo Cola de renunciar ao cargo de presidente do PMDB em Cachoeiro de Itapemirim mexeu no tabuleiro eleitoral do município sulista. Cola ficou magoado com o partido ao ser preterido na convenção que escolheu o ex-deputado José Tasso como pré-candidato do PMDB a prefeito. 

Mas a escolha de Tasso pode ser transitória. Lideranças ligadas ao PMDB já admitem que o ex-prefeito Roberto Valadão, um dos xerifes do partido, estaria articulando uma aproximação com o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Theodorico Ferraço (DEM).

Embora Ferraço ainda mantenha mistério em torno de sua decisão, tudo indica que o demista anuncie nas próximas horas que disputará pela sexta vez a prefeitura de Cachoeiro.

Pessoas próximas a Ferraço comentavam que ele só desistiria da disputa se conseguisse se reeleger presidente da Assembleia por mais dois anos. Entretanto, uma emenda constitucional de 2003 impede que o presidente da Casa tente a reeleição. A esta atura do campeonato, reta final das convenções, seria quase impossível para Ferraço “mexer” na Constituição Estadual e alterar a emenda em um curto espaço de tempo.

É verdade que os deputados, ou pelo menos parte deles, estariam dispostos a alterar a constituição para reconduzir Ferraço ao cargo. Inclusive, os favoráveis à mudança se queixam que o Espírito Santo é o único da Federação que veda a reeleição de presidente da Casa.

Polêmica à parte, o cenário que se desenha para Cachoeiro deve trazer Ferraço como candidato do DEM coligado com o PMDB de Valadão. Nesse caso, é muito provável que o pré-candidato do PR, o deputado estadual Glauber Coelho, abra mão da disputa para apoiar o presidente da Assembleia, deixando o campo livre para a corrida se afunilar entre Ferraço e o atual prefeito Carlos Casteglione (PT), que teria um páreo duríssimo pela frente. Via SD | José Rabelo  

Reajuste de planos de saúde é fixado pela ANS em no máximo 7,93%



A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fixou em 7,93% o índice máximo de reajuste dos planos de saúde individuais ou familiares, contratados a partir de janeiro de 1999. O reajuste é válido para os planos contratados entre maio de 2012 e abril de 2013. Segundo a agência, o aumento incidirá sobre os contratos de aproximadamente 8 milhões de beneficiários, o que representa 17% dos consumidores de planos de assistência médica no Brasil.

A ANS recomenda que os consumidores observem os próximos boletos e verifiquem se o valor corrigido corresponde ao porcentual de 7 93% e se o aniversário do contrato ocorre a partir de maio.

Em caso de dúvida, os consumidores devem entrar em contato com a agência por meio do Disque-ANS (0800 701 9656); pela Central de Atendimento ao Consumidor, no endereço www.ans.gov.br; ou pessoalmente, em um dos 12 Núcleos da ANS distribuídos pelo País. 



Lugo estuda recorrer à Corte Interamericana de Direitos Humanos


Roberta Lopes*
Brasília – O ex-presidente do Paraguai Fernando Lugo analisa a possibilidade de denunciar à Corte Interamericana de Direitos Humanos a forma como foi conduzido o processo de impeachment que o tirou do poder. O argumento que será levado à Corte pelos advogados do presidente Lugo é que houve violação de direitos humanos por falta de um processo justo e de direito de defesa. O processo que levou ao impeachmentde Lugo durou dois dias.
“Vamos fazer a demanda, se for possível, diante das cortes internacionais”, disse Lugo. Contudo, seus colaboradores políticos consideram praticamente impossível que ele volte à Presidência da República. O próprio Lugo informou, anteriormente, que está analisando a possibilidade de ser candidato ao Senado nas eleições do ano que vem.
Depois de deixar a Presidência, Lugo constituiu um gabinete de governo paralelo e se reúne todos os dias com seus colaboradores políticos.
O processo de impeachment que levou à queda de Lugo ocorreu uma semana depois que o Congresso abriu um processo contra ele, alegando mau desemprenho na Presidência da República.
*Com informações das agências públicas de notícias Telam, da Argentina, e IP Paraguay, do Paraguai
Via Agencia Brasil Edição: Nádia Franco

Senado deve votar na próxima semana cotas para estudantes de escolas públicas em universidades federais


Brasília - A reserva de 50% das vagas em universidades e instituições de ensino técnico federais a estudantes de escolas públicas deve estar pronta para votação no Senado na semana que vem. Parte dessas vagas será destinada a negro e índios, de acordo com o texto aprovado hoje (28) pela Comissão de Direitos Humanos e Cidadania (CDH) da Casa.
Caso o projeto de lei da Câmara seja aprovado em plenário deve seguir direto à sanção presidencial. Durante a tramitação no Senado, o texto sofreu apenas correções de redação, o que permite o seu envio direto ao Executivo.
Os senadores Paulo Paim (PT-RS) – presidente da comissão – e Roberto Requião, presidente da Comissão de Educação, fizeram um acordo para acelerar a tramitação do projeto.
Na sessão de hoje, eles apresentarão requerimento de urgência para que a matéria tenha prioridade de votação. “Assim quebraremos a burocracia do projeto de lei ter que ser analisado ainda na Comissão de Educação”, disse Requião à Agência Brasil.
O texto estabelece que a reserva de cotas tomará como critério a proporção equivalente à parcela de negros, pardos e indígenas que integram a população do estado ou município onde funciona a instituição de ensino. Para tanto, será tomado como base o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O governo federal terá dez anos, a contar da publicação da lei no Diário Oficial da União, para revisar o programa de acesso às universidades públicas.
Representantes de várias entidades estudantis como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e União Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes) compareceram ao Senado para defender a aprovação da matéria na Comissão de Direitos Humanos e Cidadania.

Marcos Chagas Repórter da Agência Brasil

CPMI do Cachoeira ouve pessoas ligadas ao governador Agnelo Queiroz


Brasília - A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do Cachoeira tem três depoimentos marcados para hoje (28), todos de pessoas ligadas ao governador do Distrito Federal (DF), Agnelo Queiroz  (PT). Os convocados são o ex-chefe de gabinete do governador, Cláudio Monteiro, o ex-assessor da Casa Militar Marcello de Oliveira Lopes e o ex-subsecretário de Esportes João Carlos Feitoza. A sessão deve começar às 10h15 no Senado.
Monteiro deve ficar calado durante a sessão, pois conseguiu habeas corpus no Supremo Tribunal Federal garantindo esse direito. Ele é citado nas gravações feitas pela Polícia Federal e suspeito de ligação com o grupo de Cachoeira.
Marcelo, também conhecido com Marcelão, estaria envolvido na tentativa de nomeação de um aliado de Cachoeira para o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) do DF. O último depoente é João Carlos (Zunga), suspeito de receber dinheiro do grupo do empresário goiano.
Da Agência Brasil

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