quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Cristina Kirchner volta da licença médica e ataca Reino Unido sobre as Malvinas

Cristina Kirchner criticou as declarações de Cameron a respeito das ilhas Malvinas
A presidente Cristina Kirchner retornou ao cargo, nesta quarta-feira, 21 dias após a cirurgia para a retirada da tireóide – informada a princípio como sendo um câncer. No regresso, a líder da Argentina atacou as declarações do governo do Reino Unido a respeito das ilhas Malvinas.
Vestida de negro, Cristina deixou visível a marca da cirurgia no pescoço diante das câmeras de televisão. Apesar das especulações, a presidente não abandou o luto, que mantem desde a morte do do marido, o ex-presidente Néstor Kirchner, em 2010.
Em um evento na Casa Rosada, Cristina respondeu as declarações do primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, a respeito das ilhas Malvinas.
“Nestes dias (de sua licença médica) nos acusaram de colonialistas. O comitê de descolonização das Nações Unidas tem dezesseis causas de lugares que são colônias, das quais dez são da Inglaterra e uma das mais emblemáticas são nossas ilhas Malvinas”, disse.
Na última semana, Cameron, acusou a Argentina de “colonialismo” em relação às Malvinas (chamadas pelos ingleses de Falklands), após Buenos Aires persuadir os países do Mercosul a fechar os portos a navios com a bandeira das ilhas.
“O que a Argentina tem dito recentemente parece ser colonialismo, porque o povo (das ilhas) quer permanecer britânico, e os argentinos querem que eles sejam outra coisa”, disse Cameron.
Cristina contestou Cameron e disse que mais cidadãos britânicos vivem hoje na Argentina do que nas ilhas Malvinas.
“Ninguém está pedindo a eles que deixem de ser ingleses (…). Esses argumentos caem por si só. Vamos seguir com nossa política de sempre e que seja cumprida a resolução das Nações Unidas de se sentar, dialogar e negociar a questão. Não esperem da nossa parte gritos ou gestos de xenofobia. Isso deixamos para outros”, afirmou Cristina.
Guerra das Malvinas
A defesa da soberania das Malvinas foi o assunto que mais tempo ocupou o discurso de mais de uma hora de Cristina, transmitido pelas principais emissoras de televisão do país.
“Querem nos converter em garotos maus, ou violentos. Mas não fazemos parte de nenhuma força invasora em nenhum país. Nossas Forças Armadas participam somente de missões de paz”, disse.
“Nós vamos continuar da mesma maneira que fizemos até agora, com muito rigor jurídico, político e diplomático, reunindo apoio”, afirmou.
Cristina também criticou o regime militar da Argentina, que ocupou o arquipélago do Atlântico Sul, em abril de 1982, provocando uma guerra com o Reino Unido.
“Eles quiseram esconder a tragédia de trinta mil desaparecidos (durante a ditadura militar) e uma economia em crise. E não tiveram melhor ideia do que mandar jovens a uma guerra suicida, jovens que não estavam preparados”, atacou.
A presidente anunciou a criação de uma comissão para a abertura de documentos do chamado ‘informe Rattenbach’, que seria mantido como segredo militar por cinquenta anos.
Cristina afirmou ainda que em 2013 se completará ?cento e oitenta anos da usurpação das Malvinas cometida pelo governo do Reino Unido em 1833?.
Petróleo
Cristina também atacou as prospecções para exploração de petróleo nas Malvinas.
“Estão depredando nossos recursos naturais. E não escutei nenhuma ONG ambientalista criticar o Reino Unido pelo que estão fazendo com os recursos naturais e internacionais. Uma exploração petroleira sem controle. Pode ocorrer um derrame, o setor da pesca pode ser afetado”, afirmou.
Em 2010, a Argentina acusou a Grã-Bretanha de descumprir regras internacionais por perfurar as águas das ilhas, em busca de petróleo.
Saúde
A presidente detalhou ainda como soube do resultado do exame que indicou que não tinha câncer, como chegou a ser anunciado inicialmente.
“O médico não quis dizer, mas eu digo. Foi um milagre. Quero agradecer a todos que rezaram pela minha saúde”.
A presidente contou que mais um nódulo foi encontrado, também sem sinais de câncer.
Cristina também voltou a atacar o Grupo Clarín, em mais um capítulo da ferrenha disputa entre o governo e o principal conglomerado de imprensa do país.
“Pensei em vir com lenço (para esconder a cicatriz), porque sei que não está muito estético. Mas aí, amanhã, o Clarín diria que ‘essa’ (ela) não operou”.

SUS: Usuário vai poder opinar sobre atendimento

Ação inédita permitirá que o Ministério da Saúde receba do paciente uma avaliação sobre a agilidade e a qualidade do atendimento nos hospitais.
 Começou nesta quarta-feira (25) a entrega aos estados da Carta SUS, nova ferramenta do Ministério da Saúde que permitirá aos usuários avaliar o atendimento e os serviços prestados nos hospitais da rede pública ou unidades conveniadas. Além das críticas ou elogios, por meio da carta, os cidadãos poderão denunciar irregularidades, como a cobrança de procedimentos nos hospitais do SUS. A distribuição começa por Curitiba (PR), onde a Diretoria Regional dos Correios, parceira nesta ação, produziu o primeiro lote de cartas. Até o momento, foram impressas 57mil correspondências, mas o total para o mês de janeiro é de 648 mil.
Essa ação foi lançada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no dia 30 de novembro de 2011. Com o envio das cartas, que será permanente, serão gerados relatórios de avaliação do atendimento."Isso vai servir para o Ministério da Saúde poder, inclusive, incentivar aqueles hospitais que tratam bem as pessoas, que tem qualidade de atendimento, e poder fazer ações em hospitais que tenham baixa qualidade de atendimento”, reforça Padilha. Em caso de irregularidades, serão desencadeados processos de auditoria para averiguar se houve desvio de recursos ou má aplicação de verba pública.
O envio da Carta SUS será mensal e terá o porte-pago, ou seja, sem despesas para o usuário. Está sendo esperada uma média de um milhão de correspondência por mês, de acordo com a demanda detectada pelo Departamento de Regulação, Avaliação e Controle do Ministério da Saúde. Porém, antes de informar a quantidade de correspondências a ser produzida, os dados serão avaliados pelo Departamento de Informática do SUS para a eliminação de duplicidades no banco de informações.
Em julho do ano passado, Pedro Viana, 56 anos, empresário de Curitiba, sofreu um acidente de moto e machucou a coluna e a cabeça, e foi encaminhado ao Hospital de Pronto Socorro em Porto Alegre. “Fui muito bem atendido lá e se não fossem eles, eu não estaria aqui. O atendimento foi muito bom. Fiquei 15 dias internado, cinco dias na UTI”, diz Viana, o primeiro usuário a receber a carta. “Foi uma surpresa e uma honra saber que fui o primeiro a receber a correspondência”, disse.
Transparência – Além do questionário para a avaliação do paciente, a Carta SUS trará dados como a data da entrada no hospital, o dia da alta e o motivo da internação. O usuário poderá conferir se os dados estão corretos e correspondem ao serviço prestado de fato e conhecerá o custo total da internação.A carta pode ser respondida tanto pelo paciente, quanto por um familiar.
Os endereços serão obtidos nos formulários de Autorização para Internação Hospitalar (AIH), instrumento utilizado pelo Ministério da Saúde para avaliar as ações e serviços do SUS. A AIH integra o Sistema de Informação Hospitalar, que fornece os dados de quais e quantos procedimentos hospitalares foram realizados e os recursos repassados aos estados e municípios para pagamento ao hospital, com regras e critérios pactuados. Portanto, o formulário é instrumento essencial para a gestão dos hospitais e controle de gastos públicos.
Ouvidoria ativa – O Ministério da Saúde está aprimorando os mecanismos de comunicação direta com o cidadão para aperfeiçoar o atendimento e ampliar a transparência do SUS. Neste ano, o telefone da ouvidoria foi simplificado: dos antigos dez dígitos, passou a responder pelo 136, de mais fácil memorização e uso pela população. O serviço é gratuito, de telefone residencial, público ou celular.
Em 2011, o Disque-Saúde já recebeu mais de 3,5 milhões de ligações e disseminou 7,5 milhões de informações. Os temas que geraram maior número de ligações foram o Programa Farmácia Popular (23,4%), tabagismo (23%) e aids (9,6%).

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Algo Muito Mais Perigoso que o SOPA e o PIPA Está Sendo Secretamente Urdido nas Sombras

Enquanto o cyber-espaço tem estado com a atenção voltada para os projetos SOPA e PIPA nos EUA, o Acordo Comercial Anti-Contrafação, ou ACTA, está sendo discretamente assinado ou ratificado pela maior parte dos países desenvolvidos, e é discutivelmente a maior ameaça à liberdade da Internet desde a sua fundação. Oficialmente, o ACTA tem estado em gestação desde 2008, e foi assinado pelos EUA, Austrália, Canadá, Japão, Marrocos, Nova Zelândia, Cingapura e Coréia do Sul em 2011. Todas as negociações foram mantidas a portas fechadas, e foi principalmente graças a grupos hacktivistas como o Anonymous que informações dos danos potenciais que o ACTA pode causar vieram a público.
Mais recentemente, o Anonymous voltou a sua atenção para a Polônia, onde as autoridades anunciaram que assinarão o controvertido tratado em 26 de janeiro. Um número de ataques a websites governamentais deixou-os paralizados por dois dias, e vários websites poloneses têm anunciado desde então um blackout em protesto ao tratado, ecoando as recentes e inéditas ações movidas pela Wikipedia, Redditt, BoingBoing, e muitos outros.
Entretanto, as autoridades polonesas têm dito que assinarão o acordo como planejado. O ministro Michal Boni disse "O acordo ACTA de forma alguma altera as leis polonesas ou os direitos de usuários da Internet e a utilização da Internet," após uma reunião com o primeiro-ministro Donald Tusk. A ironia dessa declaração é que o ACTA fará exatamente isso. Ele vai sobrepor-se às leis soberanas das nações signatárias, especialmente quanto ao monitoramento de provedores de serviços de Internet (ISPs).
O alcance do ACTA é muito mais global, com países como os EUA, Suíça, Japão e todos os membros da União Européia sob a sua abrangência. Ele está sendo supostamente introduzido "para criar novos padrões legais de garantia da propriedade intelectual, bem como o incremento da cooperação internacional, um exemplo do qual seria um maior compartilhamento de informações entre agências mantenedoras da lei dos países signatários." Mas na realidade, as medidas que têm sido orquestradas na surdina por políticos e barões da mídia são nada menos do que draconianas.
Sob esse novo tratado, provedores de serviços de Internet policiarão todos os dados que passam por eles, tornando-os legalmente responsáveis pelas atividades online de seus usuários. E caso você faça algo que seja considerado uma "quebra de copyright" como, por exemplo, uma tatuagem de uma marca registrada, tomar uma foto e postá-la em algum lugar, você poderá ser desconectado da Internet, ser multado, ou mesmo ir para a prisão.
Isso, obviamente, ameaça toda a idéia original da Internet - o livre compartilhamento da informação. Mas o ACTA não para por aí. Ele vai além da Internet, encampando medicamentos genéricos e patentes de alimentos. Caso seja implementado, o ACTA estabelecerá um padrão global para o patenteamento de sementes, que eliminaria a agricultura local e independente, e tornaria o mundo completamente dependente dos proprietários de patentes (leia-se "grandes corporações") para o seu suprimento.
O acordo estipula que ele deverá ser assinado e ratificado por volta de 2013, mas esse prazo aparentemente tardio não é motivo para comemorações. E se essa mais recente ferramenta de censura continuar envolta na aura de sigilo praticada até aqui, ela poderá entrar em vigor sem que ninguém se dê conta disso.

Aécio agradece FHC e diz que escolha para 2014 ocorrerá após eleição

Em nota divulgada nesta terça-feira (24), o senador Aécio Neves (PSDB-MG) agradece ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso pela defesa de seu nome para a disputa pela Presidência em 2014.

Em entrevista à revista "The Economist", FHC disse que Aécio é o candidato óbvio à Presidência.

Para FHC, Aécio Neves é candidato 'óbvio' em 2014

Na nota, Aécio afirmou que a escolha do candidato do PSDB à Presidência deve acontecer depois das eleições municipais de 2012. "O momento é de renovar o partido."

"Agradeço a referência do presidente Fernando Henrique. O partido saberá definir o melhor nome, entre os vários de que dispõe, no momento certo, que, acredito, será após as eleições municipais. Temos que trabalhar agora pelo fortalecimento partidário e de suas estruturas, a juventude, as mulheres, os sindicatos, além do esforço para ampliar o alcance do nosso discurso. No momento certo, independente de quem será o nome, o PSDB estará em condições de apresentar um projeto ao país que faça o contraponto ao modelo de governança representado hoje pelo PT."

ENTREVISTA

Na entrevista, feita pelo chefe da sucursal da revista em São Paulo, o ex-presidente prevê uma nova disputa entre José Serra e Aécio.

"As coisas estarão mais claras depois das eleições municipais. Provavelmente veremos uma briga interna muito forte no PSDB, entre Serra e Aécio."

Sobre a eleição de 2010, em que o PSDB saiu derrotado nas urnas, FHC afirma que o partido cometeu "erros enormes" e admite que o então candidato, José Serra, estava isolado "mesmo internamente".

"Não formamos alianças. Foi uma espécie de arrogância. Nosso candidato estava isolado, mesmo internamente", afirmou FHC na entrevista.

Questionado se Aécio pode vencer em 2014, FHC elogia a capacidade do mineiro de estabelecer alianças.

"Aécio é mais da cultura tradicional brasileira, mais apto a estabelecer alianças".

Na entrevista, que foi levado ao ar no site da revista na semana passada, o ex-presidente ainda fala que o sistema de governo brasileiro permite a corrupção.

"Sempre tivemos algum grau de corrupção, aqui e ali, mas o sistema não era corrupto. Agora o sistema permite a corrupção como um ingrediente normal", afirmou, remetendo à partilha de poder entre os partidos a maior possibilidade de corrupção. "Você não está partilhando poder, você está partilhando oportunidades de ter bons contratos."

O tucano ainda nega que o mesmo sistema tenha ocorrido em seu governo. "Talvez num ou outro caso, mas agora o sistema inteiro está baseado nisso. Isto é novo."


Via Portal LN
Fonte: Blog Queremos Aécio Neves Presidente

Facebook e Twitter lançam ‘Google melhor’

Profissionais adicionaram resultados de várias redes sociais ao Google.
Pesquisa social da gigante das buscas só traz dados do Google+.

 



Engenheiros do Facebook, do Twitter e do MySpace se juntaram para criar um “Google melhor”, que inclui em sua busca social resultados das redes sociais mais populares da web. No início de janeiro, o Google anunciou uma versão mais social de sua busca, porém ela só inclui resultados do Google+, a rede da companhia.
“O quão melhor seria a busca social do Google se ele mostrasse todos os resultados da web? Criamos uma ferramenta que usa o algoritmo do Google para determinar qual conteúdo social deveria aparecer nos resultados”, diz a página do serviço-conceito lançado.
Para acessar, vá ao site www.focusontheuser.org.

Para usar a nova versão da busca social do Google, o usuário precisa adicionar ao seu Favoritos do navegador um pequeno código disponibilizado no site. O código se chama Don´t Be Evil (Não seja mau, em tradução livre).

Assim, ao fazer uma busca em Google.com é possível clicar no favorito Don´t Be Evil e ver a versão com dados de mais redes sociais.

Configurando Facebook - Linha do Tempo (Timeline) o novo visual do seu facebook .

O Facebook já vinha liberando gradativamente o acesso à Timeline (linha de tempo) aos seus usuários e permitindo a adaptação a esse novo modo de apresentação dos perfis. Mas a empresa anunciou na última terça-feira (24) que seu uso será obrigatório, ficando de fora, por enquanto, as páginas corporativas – as fan pages. O reflexo da influência da Timeline tem divido muito a opinião dos usuários  da rede social, como se observa na área de comentários em notícias sobre a mudança. Mesmo que essa nova aparência possa causar algum desconforto para usuários, ela será inevitável. Por conta disso, a coluna Tira-dúvidas de Tecnologia elaborou um guia de como se pode tirar proveito dessa novidade.

Histórico do perfil em destaque
Para habilitar a Timeline, é preciso está conectado no Facebook e acessar a página do serviço na rede social (Clique aqui para entrar na página da Timeline Facebook). O recurso já está disponível para todos os usuários, segundo a empresa.
 Habilitanto a Timeline no perfil do Facebook (Foto: Reprodução)
Após habilitá-la, o usuário terá 7 dias antes que alguém possa vê-la. Esse período serve para que o usuário possa deixá-la personalizada antes de ser visualizada pelos amigos. Após esse período a Timeline é publicada automaticamente, mas também é possível optar em publicá-la imediatamente.
Conforme o usuário publica fotos, vídeos e comentários, a linha de tempo irá dispor esse conteúdo em ordem cronológica.
A página inicial do perfil conta com um amplo espaço em que é permitido adicionar uma imagem como capa, chamada de “Cover”. Nessa área de destaque, está a primeira imagem a ser visualizada por quem acessar a página. Para adicioná-la, basta clicar sobre a área e será habilitado o botão editar e escolher entre uma imagem já publicada em algum álbum pessoal, ou selecionar a imagem armazenada no computador.
Selecionando uma imagem para a capa da Timeline (Foto: Reprodução/Imagem usada na capa http://www.skyscraperlife.com)
Para visualizar a sequência de eventos na linha de tempo, há uma barra lateral  no canto direito. Ela ajuda navegar entre as publicações anteriores até a publicação correspondente ao nascimento do dono do perfil, sem perder a referência temporal.
Barra lateral em que é possível navegar nas publicações em ordem cronológica (Foto: Reprodução)
Entre as publicações em destaque, além do histórico pessoal, também ficam visíveis músicas, locais visitados e aplicativos à página do perfil. (Veja a lista de aplicativos no site do Facebook)
Se o usuário achar que é exposição em excesso e quiser restringir o acesso a alguma publicação na Timeline, é possível ocultar as publicações, listas de permissões e definir hierarquias distintas de quem pode um não visualizar determinadas publicações. Por conta desse recurso, a privacidade dos dados do perfil fica preservada.
Definindo a privacidade de acesso a publicação (Foto: Reprodução)
Também é possível alterar a data da publicação na linha de tempo, adicionar um local e, se preferir, excluí-la definitivamente.
Alterando propriedades da publicação na Timeline (Foto: Reprodução
Mesmo que inicialmente essa nova estrutura possa parecer confusa, muitos usuários que tiveram acesso à novidade relatam que é uma questão de tempo até acostumar com a interface.

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