

"No
total, tivemos 92% de participação em todo o território nacional", disse o
deputado Freddy Guevara, primeiro vice-presidente da Assembleia Nacional da
Venezuela e porta-voz da Mesa da Unidade Democrática (MUD), principal grupo de
oposição a Maduro.
Segundo
o deputado, a greve geral teve maior adesão no setor de transportes, com mais
de 90% dos trabalhadores parados. No comércio, o índice de participação foi de
86%. Já no setor público e no petroleiro, opositores estimam a adesão em 82% e
77%, respectivamente.
Ao
menos 50 pessoas foram detidas durante a greve, que foram acompanhadas de
muitos bloqueios de ruas em cidades de todo o país, segundo a organização de
direitos humanos Foro Penal da Venezuela, que registrou mais de 4,5 mil prisões
desde o início da atual onda de protestos contra Maduro, em abril.
Policiais
e manifestantes entraram em confronto em vários pontos do país quando os
agentes tentaram desbloquear as vias públicas usando gás lacrimogêneo e balas
de borracha.
Uma
pessoa morreu em Mérida, no oeste da Venezuela, em um protesto.
A
oposição pretende barrar a eleição dos representantes da Assembleia Nacional
Constituinte, marcada para o domingo. O processo, para a MUD, abriria o caminho
para a consolidação de uma ditadura do chavismo no país.
Por
sua vez, membros do governo que defendem a Assembleia alegam que a medida foi
tomada para "fortalecer a revolução".
esquerda Brasileira sempre o apoiou...............
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