sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Comportamento de “coxinhas” paulistanos é tema de análise sociológica

Por  em 
(co.xi.nha) Bras. Cul.

sf.
1 Coxa de galinha, que se usa ger.na preparação de canjas e sopas,
ou como parte do frango à passarinho 
sf.
2 Salgadinho empanado e frito
em forma de coxa de galinha,
com uma porção de sua carne
envoltos em massa de farinha de trigo 

[F.: coxa + -inha.]•

manifestação coxinha
Manifestação coxinha

As manifestações que se proliferam Brasil afora deixaram, em São Paulo, marcas muito maiores do que a vitória do Movimento Passe Livre, que conseguiu reduzir em R$ 0,20 o preço da passagem nos transportes públicos. Incluiu mais um significado à palavra “coxinha” e ao verbo “coxiinhar” para, no futuro, ser sintetizada nos dicionários.
Por agora, no calor dos pneus em chamas, entre balas de borracha e gás de pimenta, o cientista social Leonardo Rossatto e o professor de Português Michel Montanha, de Santo André, no ABC paulista, redatores do blog Aleatório, Eventual & Livre, fazem uma “análise sociológica” do significado do termo, aplicado à definição de quem integra “um grupo social específico, que compartilha determinados valores”, segundo o texto.
Leia-o, adiante, na íntegra:
O Coxinha – uma análise sociológica
Um fenômeno se espalha com rapidez pela megalópole paulistana: os “coxinhas”. É um fenômeno grandioso, que proporciona uma infindável discussão. A relevância do mesmo já faz com que linguistas famosos se esforcem em entender a dinâmica do dialeto usado por esse grupo, inclusive.
Afinal, quem são os coxinhas, o que eles querem, como esse fenômeno se originou? O que eles são?
“Coxinha”, sociologicamente falando, é um grupo social específico, que compartilha determinados valores. Dentre eles está o individualismo exacerbado, e dezenas de coisas que derivam disso: a necessidade de diferenciação em relação ao restante da sociedade, a forte priorização da segurança em sua vida cotidiana, como elemento de “não-mistura” com o restante da sociedade, aliadas com uma forte necessidade parecer engraçado ou bom moço.
Os coxinhas, basicamente, são pessoas que querem ostentar um status superior, com códigos próprios. Até algum tempo atrás, eles não tinham essa necessidade de diferenciação. A diferenciação se dava naturalmente, com a absurda desigualdade social das metrópoles brasileiras. Hoje, com cada vez mais gente ganhando melhor e consumindo, esse grupo social busca outras formas de afirmar sua diferenciação.
Para isso, muitas vezes andam engomados, se vestem de uma maneira específica, são “politicamente corretos”, dentro de sua noção deturpada de política, e nutrem uma arrogância quase intragável, com pouquíssima tolerância a qualquer crítica.
A Origem
Existe muita controvérsia a respeito do tema. Já foram feitas reportagens para elucidar o mistério, sem sucesso, mas é hora de finalmente revelar a verdade a respeito do termo.
A origem do termo “coxinha”, como referência a esse grupo diferenciado, não tem nada de nobre. O termo é utilizado, ao menos desde a década de 80, para se referir aos policiais civis ou militares que, mal remunerados, recebiam também vales-alimentação irrisórios, também conhecidos como “vales-coxinha” (os professores também recebem, mas não herdaram o apelido). Com o tempo, a própria classe policial passou a ser designada, de forma pejorativa, como “coxinhas”. Não apenas por causa do vale, mas por conta da frequência com que muitos policiais em ronda, especialmente nas periferias das grandes cidades, acabam se alimentando em lanchonetes, com salgados ou lanches rápidos, por conta do caráter de seu serviço.
Os policiais, apesar de mal remunerados, são historicamente associados à parcela mais conservadora da sociedade, por atuarem na repressão aos crimes, frequentemente com truculência. Com o a popularização de programas policialescos como Aqui Agora, Cidade Alerta e Brasil Urgente, o adjetivo “coxinha” passou a designar também toda a parcela de cidadãos que priorizam a segurança antes de qualquer outra coisa. Para designar essa parcela que necessita de “diferenciação” e é individualista ao extremo, foi um pulo.
Expoentes
Não cabe citar socialites ou coisa do tipo. São pessoas que vivem em um mundo paralelo essas daí. Mas vou citar três criadores de tendências no universo coxinha:
1) O “engraçado”: Tiago Leifert
Um exemplo do que o Tiago Leifert trouxe pro jornalístico Globo Esporte: apostas babacas envolvendo a seleção da Argentina
Um exemplo do que o Tiago Leifert trouxe pro jornalístico Globo Esporte: apostas babacas envolvendo a seleção da Argentina

Uma característica importante do coxinha padrão é tentar ser descolado, descontraído e não levar as coisas a sério. E nisso o maior exemplo é esse figurão da foto ao lado. Filho de um diretor da Globo, cavou espaço para introduzir o jornalismo coxinha na grade de esportes da emissora. Jogos de futebol valem menos do que as piadas sem graça sobre os jogos. Metade do Globo Esporte é sempre sobre vídeo-game ou sobre a dancinha nova do Neymar, e TUDO vira entretenimento, não esporte.
Prova disso são declarações do próprio, como a declaração em que ele diz que não leva o esporte a sério, ou quando fala que o Brasil não é o país do futebol, é o país da novela. Isso revela duas características do coxinha default: ele não aceita críticas (e isso fica claro pelo número imenso de usuários bloqueados no Twitter pelo Tiago Leifert – incluindo este que vos escreve) e ele não tem conteúdo, provocando polêmicas para aparecer. Tudo partindo, obviamente, da necessidade quase patológica de diferenciação.
2) O “bom moço”: Luciano Huck
O apresentador, que revelou beldades como a Tiazinha e a Feiticeira na Band, na década de 1990, virou, na Globo, símbolo do bom-mocismo coxinha. Faz um programa repleto de “boas ações”, que, no fundo, são apenas uma afirmação de superioridade, da mesma forma que a filantropia dos Rockfellers no início do século XX. Puro marketing.
Quando você reforma um carro velho ou uma casa, além de fazer uma boa ação, você se autopromove. Capitaliza com o drama alheio mostra que, além de “bondoso”, você é diferente daquele que você está ajudando. Como preza a cartilha do bom coxinha.
Luciano Huck apresentou ao público Tiazinha e A Feiticeira
Aparência de bom moço. Só aparência. Luciano Huck apresentou ao público Tiazinha e A Feiticeira

Além disso, Luciano Huck é a representação da família bem sucedida e feliz. Casado com outra apresentadora da Globo, Angélica, forma um dos “casais felizes” da emissora. Praticamente uma cartilha de como montar uma família coxinha. “Case-se com alguém bem sucedido, tenha dois ou três filhos, e leve eles para festinhas infantis junto com outros filhos de famosos”.
Para se mostrar engajado e bom moço, Huck deu até palestra sobre sustentabilidade na Rio+20. Irônico, pra quem foi condenado por crime ambiental, em Angra dos Reis. Ele fez uma praia particular sem autorização. Diferenciação, novamente. Isolamento. Características típicas do coxinha default. Assim como “ter twitter”. Mas o twitter dele é praticamente um bot, só serve pra afagar seus amigos famosos e mandar mensagens bonitinhas.
3) A “Coxinha Política”: Soninha Francine
Soninha Francine

Soninha Francine

O terceiro e último (graças a Deus) exemplo de coxinha é a figura da imagem acima. Soninha Francine deve ser o maior caso de metamorfose política do Brasil. Até 2006 era petista convicta, mas o vírus da COXINHICE já afetava seu cérebro, a ponto dela sair na capa da Época em 2001 falando “eu fumo maconha”, provavelmente por um brilhareco.
Daí ela saiu do PT, entrou no PPS, caiu nos braços de José Serra e do PSDB paulista e se encontrou. Tenta conciliar a fama de “descolada”, adquirida nos anos como VJ da MTV, com uma postura política típica de um coxinha padrão: individualista e conservadora. E, pra variar, manifesta tais posturas via… Twitter. Emblemático foi o dia em que Metrôs BATERAM na Linha Vermelha e ela, afogada em seu individualismo, disse que não encarou nenhum problema e que o Metrô estava “sussa”. Assim como a acusação de “sabotagem” do Metrô às vésperas da eleição de 2010.
Soninha ajuda a definir o estereótipo do coxinha default. O coxinha tenta de forma desesperada parecer um cara legal, descolado e antenado com os problemas do mundo. Mas não consegue disfarçar seu individualismo e sua necessidade de diferenciação. Não consegue disfarçar seu rancor quando os outros passam a ter as mesmas oportunidades e desfrutar dos mesmos serviços que ele.
Conclusão
O coxinha é um fenômeno sociológico disseminado em vários lugares, mas, por enquanto, só “assumido” em São Paulo (em outras cidades, os coxinhas ainda devem ter outros nomes). Não por acaso, tendo em vista que São Paulo é um dos ambientes mais individualistas do Brasil.
São Paulo é uma das cidades mais segregadas do país. É uma cidade de grande adensamento no Centro, com as regiões ricas isoladas da periferia. A exclusão é uma opção dos mais ricos. Eles não querem se misturar com o restante da população. E, nos últimos anos, isso ficou mais difícil: não dá mais pra excluir meramente pelo poder econômico. Daí, é necessário expor um personagem, torná-lo um padrão, pra disseminar essa mentalidade individualista e conservadora: é aí que surge o coxinha.
E isso é bom. Porque o coxinha, hoje, é exposto ao ridículo pelo restante da sociedade. Até algum tempo atrás, ele era apenas uma personagem latente. Ele não aparecia, portanto, não podia ser criticado ou ridicularizado. No final, o surgimento dos coxinhas só reflete a mudança do nosso perfil social. E, por incrível que pareça, o amadurecimento de nossa sociedade.

Comportamento de “coxinhas” paulistanos é tema de análise sociológica adicionado por  em 

20 comentários:

  1. Mas a origem não foi essa não e sim data da era militar. Mas eu gosto de coxinha e vou deixar aqui pra vcs a receita do único tipo de coxinha que eu gosto, aquela empanadinha. Anotem. RS: http://www.cartacapital.com.br/.../as-coxinhas-e-os-coxinhas

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  2. Individualismo exacerbado
    Não-mistura
    Noção deturpada de política
    Arrogância quase intragável .

    E chamar os outros de coxinha segundo o sociólogo Rossatto e o prof. Montanha , é ou não é pejorativo ?

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    1. Interessante , agora vou pesquisar para ver se acho algo sobre os " comportamentos petralhas " .

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  3. Fazendo uma análise sobre o uso do termo COXINHA para se referir à DIREITA BRASILEIRA, observei ser um termo BASTANTE APROPRIADO, BASTANTE FELIZ, representa bem os ideais da direita e os 53 milhões de votos da última eleição. A coxinha é um alimento popular (todos gostam tanto os ricos, quanto os pobres e até uns esquerdistas), barato, inclusivo (todos podem consumir, negros, brancos, mestiços etc), harmônico (vai bem com o refrigerante da criança ou a cerveja do adulto, também compartilha o prato com outros salgados populares sem conflito). Isso retrata bem o pensamento e as ações da direita brasileira de estar com o povo, de ter criado programas sociais importantes como o Bolsa Alimentação, Bolsa Escola, Auxílio Gás e o Brasil Jovem.
    Por outro lado, o uso do termo CAVIAR, para DESIGNAR A ESQUERDA CAVIAR BRASILEIRA também é BASTANTE PERTINENTE. O caviar é elitizado (só a elite pode consumir o povo, não), é exclusivo (só que quem dá palestras a R$1.000.000,00 ou desvia recursos da Petrobras podem comprar), não é popular (tem o preço exorbitante, o povo nunca viu só ouviu falar), é ostentação (não é encontrado em supermercados populares), é exótico (tem o gosto esquisito até amargo ao paladar do povo), desarmônico (não vai bem com outros petisco e acaba causando conflito). Isso retrata bem o pensamento da esquerda elitista brasileira que ostenta os “cumpanheiros” com riqueza em cima da exploração da miséria do povo, corrupção, inflação, impostos elevados, CPMF (se foi considerada no orçamento, considero aqui tb). Muito pertinente os termo, parabéns aos seus criadores. Se alguém tiver uma explicação diferente, faça seus comentários.

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    1. Significa que os milicos nos tempos da ditadura ganhavam tao mal que a grana pro almoço so dava pra comer as tais coxinhas, dai o apelido COXINHA para designar essa raça mutante que eh individualista, nao aceita os avanços sociais, nao aceita a distribuição de renda nem a ascençao dos pobres a melhor qualidade de vida, coxinha é sinónimo de egoísta e sem noçao nenhuma do termo EMPATIA.

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    2. Minha opinião é a de quem coxinhas perderam o tempo em nome dos "coxões" tentando encenarem uma proximidade dos trabalhadores do chão da fábrica, aqueles que não têm privilégios e regalias. Também se frustraram ao tentar relacionar o termo petralha com algo pejorativo e criminoso, a criatividade e o bom humor da militância petista tirou de letra. Concluindo, não é nada fácil ser coxinha não, são fritados em óleo quente!!!

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    3. Por falar em militares e período da ditadura brasileira, os militares poderiam ter feito um bem muito maior ao Brasil! Eles tiveram com a faca e o queijo na mão.....

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    4. "Quando eu vejo alguém defendendo a volta dos militares, eu olho para a idade. Se for um jovem, eu me sinto no dever de explicar o que é o arbítrio, o que é cassação de direitos, como o habeas corpus, o que foi o AI-5, o que é tortura de mulheres grávidas, o que é o fim da liberdade de imprensa, o que é a barbárie da concentração de renda durante a Ditadura Militar. Se for uma pessoa de idade, eu atribuo a falta de memória que a idade pode estar provocando na pessoa.
      Na verdade não há como defender eticamente e moralmente num plano mínimo de humanidade, a intervenção militar. Nossos problemas foram piorados pela Ditadura. É muito importante lembrar que não se deve nunca questionar a democracia. Deve-se aperfeiçoa-la.
      É um recado importante para os jovens que viveram sob regime de direito pós Constituição. É preciso estudar o que é a barbárie da Ditadura, a quantidade enorme de escândalos financeiros de gente que enriqueceu ilicitamente acobertada por militares. É preciso insistir nisso para que as pessoas não fiquei achando que agora é que nós temos estes problemas."
      LEANDRO KARNAL

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    5. Ana Julia Rodrigues23 de janeiro de 2016 16:04

      Eu as vezes imagino que os adoradores dos milicos devem ser masoquistas e se imaginam no lugar do torturado...tambem devem ter fetiche por farda e submissão, por que como eh que pode essa gente gostar de quem tortura e mata? So pode ser alguma parafilia...tsc tsc tsc

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  4. Faz todo sentido Rick Silver kkkkkkkkkkkk

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  5. Muito Bom Rick Silver e dai?
    Coxinha nasce , coxinha e vai morrer coxinha

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  6. Historicamente o termo coxinha, acredito que surgiu aqui em SP e era uma gíria para determinar engomadinhos ou garotos filhinhos de papai, o termo surgiu na decada de 80. Pelo menos sempre fez parte do meu repertório usar o termo dessa forma. Em relação a polícia, pode ser mas para mim sempre foi como descrito acima. Acredito até que por esse motivo surgiu o termo dentro das manifestações: "esse bando de coxinhas, estão reivindicando o que"? No sentido de dizer que era um bando de egomadinhos e filhinhos de papai. Não surgiu por conta das manifestações de 2013 e nada tem haver com "não querer se misturar". Se não queriam se misturar o que estavam fazendo nas manifestações do MPL?Desculpem mas esse sociólogo poderia andar de mãos juntas com o Kim Kataguri...Assim como o Jean Willys com o Bolsonaro.

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  7. Luciano Hee Chul Oh23 de janeiro de 2016 16:09

    Complementando o que escreveu Rick Silver, termo muito feliz por sinal... coxinha, todo mundo pode comer pois é verdadeiramente democrático já o caviar só rico come mas há sempre os idiotas úteis que se satisfazem com "mortandela" enquanto os "cumpanheiros se esbaldam com o caviar junto com seus pares bilionários" chamam isso de igualdade social...alguns poucos eleitos levando uma vida de luxo e o restante se lascando...vai vendo!

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  8. Coxinhas perderam o tempo em nome dos "coxões", tentando encenarem uma proximidade dos trabalhadores do chão da fábrica, aqueles que não têm privilégios e regalias. Também se frustraram ao tentar relacionar o termo petralha com algo pejorativo e criminoso, a criatividade e o bom humor da militância petista tirou de letra. Concluindo, não é nada fácil ser coxinha não, são fritados em óleo quente!!!

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  9. Por falar em militares e período da ditadura brasileira, os militares poderiam ter feito um bem muito maior ao Brasil! Eles tiveram com a faca e o queijo na mão.....

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    1. Kkkkkk pois é Rick Silver, os militares são malvadões mesmo, eles pensaram, ahhhhh vamos ferrar com os brasileiros no futuro??? Pois é, conseguiram

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    2. Jacqueline Rodrigues da Cruz23 de janeiro de 2016 16:12

      Com a faca, o revólver, o cassetete, o pau-de-arara, e outros objetos na mão.

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    3. Nossa Rick Silver mesmo falo de Vcs

      Pode deixar. ...farei esse trabalho

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  10. "Quando eu vejo alguém defendendo a volta dos militares, eu olho para a idade. Se for um jovem, eu me sinto no dever de explicar o que é o arbítrio, o que é cassação de direitos, como o habeas corpus, o que foi o AI-5, o que é tortura de mulheres grávidas, o que é o fim da liberdade de imprensa, o que é a barbárie da concentração de renda durante a Ditadura Militar. Se for uma pessoa de idade, eu atribuo a falta de memória que a idade pode estar provocando na pessoa.
    Na verdade não há como defender eticamente e moralmente num plano mínimo de humanidade, a intervenção militar. Nossos problemas foram piorados pela Ditadura. É muito importante lembrar que não se deve nunca questionar a democracia. Deve-se aperfeiçoa-la.
    É um recado importante para os jovens que viveram sob regime de direito pós Constituição. É preciso estudar o que é a barbárie da Ditadura, a quantidade enorme de escândalos financeiros de gente que enriqueceu ilicitamente acobertada por militares. É preciso insistir nisso para que as pessoas não fiquei achando que agora é que nós temos estes problemas."
    LEANDRO KARNAL

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