Era do paraíso
fiscal de Luxemburgo que vinha o dinheiro da propina distribuída a personagens
ligados ao governo de São Paulo no trensalão; acusação foi feita
pelo gerente-geral da área de projetos corporativos da Siemens, Sergio de
Bona; conta era administrada por Adilson Primo, ex-presidente da empresa no
Brasil
Blog
Dag Vulpi - O
escândalo envolvendo as empresas Siemens, Alstom e os governos tucanos em São
Paulo apresenta frequentemente novos desdobramentos relacionados a pagamentos
de propinas. Na revelação mais recente, o gerente-geral da área de projetos
corporativos da Siemens, Sergio de Bona, afirmou à Polícia Federal que recebeu
instruções para destruir "todo e qualquer documento" relativo à conta
bancária secreta que ex-diretores da empresa mantinham em Luxemburgo, um
paraíso fiscal. O dinheiro desta conta servia para pagar propina a agentes
públicos no Brasil.