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Dag Vulpi - Colunista
Eliane Cantanhêde, que anunciou o "apagão" de 2013, nega que exista
qualquer ação deliberada dos meios de comunicação para instilar pessimismo na
economia; "O governo tateia, com IPI pra cá, IPI pra lá e aumento de IOF
para viagens internacionais, enquanto Dilma vai à TV em mais um pronunciamento
nacional para criticar desastrosamente uma tal "guerra psicológica"
contra... sei lá o quê", afirma; ela diz torcer para que 2014 não seja o
"fiasco" previsto por analistas
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Merval condena o que chama de "truque barato" de Dilma
Colunista do
Globo Merval Pereira também não gostou da expressão "guerra
psicológica" usada pela presidente Dilma em seu pronunciamento;
"acusar seus críticos de guerra psicológica diante de fatos tão claros só
demonstra teimosia e malícia, confirmando um dos traços de sua personalidade
mais prejudiciais à boa governança, e colocando no tabuleiro um toque de
distorção política que não constava de seu cardápio", diz ele
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Dag Vulpi - Mais
um na lista. Merval Pereira, do Globo, também vestiu a carapuça da "guerra
psicológico", expressão usada pela presidente Dilma Rousseff para definir
os que instilam pessimismo injustificado no País. "Acusar seus
críticos de guerra psicológica diante de fatos tão claros só demonstra teimosia
e malícia, confirmando um dos traços de sua personalidade mais prejudiciais à
boa governança, e colocando no tabuleiro um toque de distorção política que não
constava de seu cardápio", diz o jornalista.
Gentile: torcer contra a Copa é arriscado
Colunista
Rogério Gentile, da Folha, condena a estratégia de Marina Silva, que
praticamente convocou novas manifestações durante a Copa de 2014; "Um
eventual fracasso na organização, problemas nos aeroportos ou na segurança têm
potencial para despertar um sentimento de vergonha nacional. Mas torcer por
isso é mais estúpido do que desejar o insucesso de Neymar e cia", diz ele
Blog Dag Vulpi - Na
última sexta-feira, a ex-senadora Marina Silva praticamente convocou novas
manifestações de rua, em 2014, durante a Copa do Mundo. "Desejo [a
essa multidão que foi às ruas] mais força e criatividade para renovar a
democracia no Brasil em 2014", escreveu ela, citando o "país do futebol".
Agência Efe: Dilma abre 2014 como favorita
"Após
três anos de intenso trabalho e diversos desafios, tanto econômicos como
sociais, Dilma encara a última etapa de seu primeiro mandato com o respaldo de
mais da metade dos brasileiros (56%), segundo uma pesquisa publicada pelo Ibope
em dezembro", diz a agência espanhola Efe, que prevê sua vitória em
outubro
Da Agência Efe - A presidente Dilma Rousseff inicia o
último dos quatro anos de seu primeiro mandato e aparece como favorita para
vencer as eleições presidenciais que serão realizadas em outubro, apesar de
ainda não ter confirmado oficialmente sua aspiração à reeleição.
Mais Médicos, Minha Casa e Pronatec são marca de Dilma
É o que
revelou pesquisa qualitativa realizada pelo Planalto sobre as ações do governo
que mais geram identificação com a presidente Dilma Rousseff; não sem razão, o
programa Mais Médicos foi o mais lembrado; o Minha Casa, Minha Vida, que já
contratou 3,7 milhões de casas, apareceu em segundo lugar, mesmo tendo sido
criado pelo ex-presidente Lula; o Pronatec, voltado para a formação técnica
profissional, sobre o qual Dilma disse estar "fissurada", aparece em
terceiro; demais ações do governo nos últimos 15 anos, mesmo as de FHC, a
população reconhece como sendo de Lula
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Dag Vulpi - Pesquisa
qualitativa realizada pelo Planalto revelou que três programas do governo são
identificados como a marca da presidente Dilma Rousseff (PT) pela população. Em
primeiro lugar, aparece o Mais Médicos, não por acaso a ação mais marcante do
governo federal neste ano, que gerou muita polêmica com a classe médica
brasileira, devido à vinda de médicos cubanos para atuar em regiões periféricas
do país.
Minas enxuga máquina para investir R$ 1 bilhão
Tucano Antonio
Anastasia reinicia nesta quinta o processo de enxugamento da máquina pública em
Minas Gerais para eliminar algumas despesas; seis secretarias foram extintas e
2 mil cargos eliminados; de agosto, quando as primeiras medidas foram tomadas,
até agora, houve uma economia de R$ 142 milhões; queda dos repasses federais em
torno de R$ 1,5 bilhão e queda do FPE de R$ 350 milhões motivam enxugamento
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Dag Vulpi - O
governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), reinicia nesta
quinta-feira (2) a reforma administrativa que pretende gerar uma economia de R$
1 bilhão nos cofres do governo, que está em aperto financeiro, em decorrência
do corte de repasses federais e queda do Fundo de Participação dos Estados
(FPE).
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