sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Ateismo, orgulho e preconceito!!


Por Carlos Pompe*
O ateísmo tem andado em pauta. Brasileiros e brasileiras realizam, no próximo dia 12,domingo, o 1º Encontro Nacional de Ateus, em 25 cidades espalhadas por 23 unidades da federação. Na Europa, o filósofo e escritor suíço Alain de Botton propôs a construção de uma espécie de templo ateísta, com mais de 45 metros de altura, no coração financeiro de Londres.
A proposta foi criticada por Richard Dawkins, o mais conhecido ativista do materialismo na atualidade.

Os ateus brasileiros articularam as manifestações do dia 12 a partir das mídias sociais e,naturalmente, não sabem o resultado que terão. Também desconhecem se contarão com a repercussão da convocação e do evento na mídia monopolista, sempre pronta a estardalhaçar qualquer murmúrio direitista, conservador ou oposicionista ao governo federal postado na rede.

A data é uma referência ao aniversário de nascimento de Charles Darwin, a quem Karl Marx enviou um exemplar d´O Capital, manifestando sua admiração pelo biólogo, e a quem Friedrich Engels se referiu como o homem que descobriu “a lei do desenvolvimento dos organismos naturais”, assim como Marx descobriu “a lei do desenvolvimento da História humana”.

Para os organizadores do Encontro, o importante é colocar o ateísmo em discussão, na sociedade e na imprensa, refletir e fazer refletir, falar com amigos e enviar emails, lembrar que o ateu não está sozinho. Porém, se aplicado ao censo de 2010 levantamento anterior do IBGE sobre ateus e agnósticos (2% da população), somos apenas 3,8 milhões dos 190,7 milhões de brasileiros.

Já o templo londrino consagrado (!) ao ateísmo é, na verdade, uma contraposição que Alain de Botton quer fazer à militância ateísta, que ele acha destrutiva, de Richard Dawkins. O suíço considera que seu templo “poderia significar um templo ao amor, amizade, tranquilidade e perspectiva”. O britânico Dawkins redarguiu: "Ateus não precisam de templos. Eu acho que há formas melhores de se gastar este tipo de dinheiro. Se você vai gastar dinheiro com ateísmo, você poderia melhorar a educação secular e construir escolas não-religiosas que ensinam pensamentos racionais, céticos e críticos."

O debate mostra que o fato de não acreditar em deuses e outros mitos não corresponde a uma unidade de pensamento ou de projeto social e político. Poucos ateus, por exemplo, colocam-se na perspectiva marxista, que incorpora a luta de ideias e econômica à luta política classista, por um novo tipo de sociedade, socialista, em que os religiosos e as religiões não são criminalizados, mas também não gozam das benesses estatais.

Iniciativas como o encontro de ateus, no dia 12, reforçam a discussão democrática sobre a religião – tema anatematizado por alguns, que consideram uma manifestação de sectarismo e hostilidade para com os religiosos o simples fato de ser pautado. Num país em que os nomes mais usados pela população têm origem bíblica (Maria, 13.356.965; José, 7.781,515; João, 2.988.744; Paulo, 1.416.768; Pedro, 995,254 – levantamento feito pela proScore, a partir dos 165 milhões de Cadastros de Pessoas Físicas), o Partido Comunista do Brasil, que em seu Estatuto afirma guiar-se “pela teoria científica e revolucionária elaborada por Marx e Engels, desenvolvida por Lênin e outros revolucionários marxistas”, defende, desde sua primeira participação numa Constituinte, em 1946, o Estado laico e a mais ampla liberdade religiosa.
Sintoniza-se, assim, com o sentimento do povo, mas sem abster-se de divulgar sua visão de mundo, dialética e materialista.

Carlos Pompe* é jornalista, comunista, revolucionario e um curioso do Mundo!

Encontre-mo-nos, ateus ou não, também no twitter: @Carlopo

A NOTICIA SOBRE O MENSALÃO QUE A VEJA NÃO DEU

Deputado petista vai receber 20 mil reais de indenização da Editora Abril -  05/03/2009
A 4ª Turma Cível do TJDFT decidiu manter a sentença do juiz da 16ª Vara Cível de Brasília que condenou a Editora Abril S.A a indenizar por danos morais o deputado federal Carlos Augusto Abicalil (PT/MT).
A indenização por danos morais, arbitrada em 20 mil reais, deverá ser paga solidariamente pela editora e pelos autores da reportagem veiculada na revista Veja que deu ensejo à ação judicial. Na inicial, o deputado alega que a edição da revista Veja de nº 1938, veiculada em 11 de janeiro de 2006, publicou matéria com afirmações inverídicas e injuriosas intitulada “Não li e não gostei”.
Os repórteres responsáveis pelo conteúdo da matéria afirmam que o deputado Carlos Abicalil teria sido escalado para integrar a Comissão Parlamentar de Inquérito dos Correios com a incumbência de tentar melar o andamento das investigações em relação ao esquema conhecido como “mensalão”.
Diz a matéria: “Mesmo com a inclusão de Azeredo, os governistas ainda não desistiram de tentar melar a CPI. Já escalaram até um deputado, Carlos Abicalil, petista de Mato Grosso e integrante da comissão, para o trabalho sujo. Abicalil é um especialista em trabalhos sujos(…)”.
Ao contestar a ação, a Editora Abril invocou o direito de informar, garantido constitucionalmente, e afirmou que a expressão “trabalho sujo” era apropriada, já que a escalação do deputado para integrar a CPI tinha como objetivo tentar afastar alguns nomes apontados no relatório parcial da comissão como supostos integrantes do “mensalão”.
Na sentença de 1ª Instância, o juiz considerou que houve manifesta extrapolação da ré no seu direito de informar e noticiar fatos. De acordo com o magistrado, ao atribuírem a pecha de “especialista em trabalhos sujos” ao deputado, os autores do texto jornalístico lançaram conceitos lesivos à honra do requerente.
O relator do recurso confirmou a condenação imposta pelo juiz. Em seu voto, ele afirma: 

A dignidade da pessoa humana é um bem tão importante que está garantido na Constituição Federal. A liberdade de imprensa não autoriza o uso de palavras injuriosas que acarretem danos à honra e à imagem dos indivíduos

A decisão da 4ª Turma Cível foi unânime.

JUSTIÇA ABSOLVE ZÉ DIRCEU E DÁ PUXÃO ORELHAS NOS PROMOTORES

Pescado do Blog do luizmullerpt
Quem acompanhou o caso e entende o minimo de politica e manipulação midiática, ja sabia disso, mas agora foi a vez da Justiça Federal dizer o que ja sabíamos a tempo, ou seja, a mídia inventou, e o povo acreditou.
A Justiça Federal concluiu “não haver qualquer indício de ato de improbidade” cometido pelo ex-ministro José Dirceu durante o período em que exerceu a chefia da Casa Civil da Presidência da República, no primeiro governo Lula. Por esse motivo, seu nome foi retirado do processo movido contra ele na 9ª Vara Federal Judiciária do Distrito Federal.
A ação por improbidade administrativa havia sido proposta pelo Ministério Público Federal – o mesmo que, sem relacionar nenhum fato concreto a Dirceu, o acusou de comandar um suposto esquema de compra de votos para que deputados votassem a favor de projetos do governo.
A denúncia, que a mídia e o ex-deputado Roberto Jeferson batizaram de “mensalão”, jamais foi comprovada, mas deu origem a um processo no STF (Supremo Tribunal Federal) contra 40 pessoas, ainda não concluído, e mais cinco contra Dirceu, entre eles este em que agora foi inocentado.
Em sentença publicada no Diário da Justiça, o juiz da 9ª Vara, Alaor Piacini, acolheu a defesa prévia apresentada por Dirceu e seu advogado, Rodrigo Alves Chaves, e o excluiu liminarmente da ação.
Um dos argumentos em que fundamentou sua sentença, segundo o juiz, é que, de acordo com a jurisprudência do STF, ministros de Estado, cargo que Dirceu ocupava quando teria praticado o ato do qual foi acusado, por atuarem sob a égide da Lei do Crime de Responsabilidade, não se submetem à Lei de Improbidade Administrativa.
Além disso, o juiz considerou, ainda, não haver quaisquer indícios de ato de improbidade praticados por Dirceu. Por fim, Piacini, em sua sentença, criticou severamente a postura adotada pelos procuradores da República por proporem cinco ações de improbidade versando sobre os mesmos fatos.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Cotas à Parte

Aprovaram uma Lei que faz uma grande e merecida justiça, e que consegue ao mesmo tempo fazer uma injustiça do mesmo tamanho.

A justiça da Lei do sistema de cotas inicia quando concede o direito a aquele sempre discriminado e que nunca teve chance por sua pele ter a cor escura, e termina quando limita que este mesmo direito seja concedido a um jovem que também é discriminado por ser pobre, que também não teve chance de estudar e por ter a pele de cor clara.

Felizmente tenho parentes, e conheço muitos filhos, sobrinhos, vizinhos, e amigos que passaram no processo seletivo da UFES e em outras tantas universidades federais Brasil afora. A maioria destes jovens inclusive, poderiam pagar uma faculdade particular, mas é claro, jamais abrirão mão desta justa situação, afinal estudaram e obtiveram um resultado superior ao alcançado pelos demais concorrentes.

PORÉM, infelizmente também conheço um monte de jovens que não tiveram a mesma sorte.
A grande maioria destes que não tiveram a mesma sorte dos felizardos mencionados acima, foram obrigados a estudar em colégios públicos, já que, o ensino particular e de qualidade não cabia nos seus orçamentos.

E no Brasil, infelizmente para aqueles que dependem do sistema público de ensino, a cada ano que passa tem diminuídas suas chances de sucesso nos processos seletivos, seja para concorrer a uma vaga numa universidade, seja para concorrer a uma vaga de emprego, sempre haverá uma concorrencia em pé de desigualdade entre os que estudaram no sistema de ensino público e privado. 


A s chances diminuem ainda mais se esses jovens, além de pobres e estudado em colégio publico, estiverem entre aqueles agora discriminados por serem brancos, pois a estes nem cotas serão garantidas por Lei. 


Ocorre também que, ao analisar o sistema de cotas, sua aplicabilidade e seus possíveis bônus ou ônus, deve-se perceber que qualquer ação afirmativa, que busca transpor as desigualdades e a igualdade material (utopicamente), deve ser aplicada por um determinado tempo, ou seja, não é um instituto que deva ser aplicado com um finalidade definitiva .Juntamente a isso, há de se entender que as ações afirmativas, como o sistema de cotas, devem possuir ações conjuntas, atacando o problema desde a sua raiz, pois nenhum problema social foge da deficiência das estruturas de base, como educação, distribuição de renda, falta de oportunidade, e outros.

Assim caminhou, caminha e caminhará a humanidade. Cheia de Justas injustiças e de injustas justiças.

Configurar o Facebook - Como criar um grupo no facebook

Grupos compartilhados do facebook são páginas feitas para um círculo social específico, ou seja, um espaço destinado a pessoas que possuem assuntos e interesses em comum, tornando assim, mais fácil a publicação de algo, pois é mais simples saber o que vai agradar a determinado grupo.
Se quiser saber como criar um grupo compartilhado no facebook, siga os seguintes passos:
1. Primeiramente entre na sua conta.
2. Clique em “Criar grupo” que está na sua página inicial, em seguida escolha um nome para seu grupo. Coloque algo que tenha a ver com o grupo, e escreva o nome dos primeiros que vão participar desse grupo.

3. Vá para aba “Privacidade”, pois é lá que vai definir se o grupo criado vai ser: fechado, aberto ou secreto.

Fechado: Grupo que pode ser visto por todos os participantes do facebook, mas apenas os membros podem ver os posts.
Aberto: grupo cujo as informações são abertas a todos.
Secreto: Grupo que as informações só poderão ser vista por seus membros.

4. Agora salve suas primeiras definições clicando em Criar, e logo em seguida será levado para a página do grupo que criou, onde poderá fazer algumas modificações.
5. Se desejar mudar o nome que escolheu para o grupo, a privacidade, ou até mesmo adicionar uma descrição sobre o grupo, explicando mais sobre o assunto que vai compartilhar e outras coisas, que ficam a seu critério, basta clicar em “Editar grupo” e fazer suas modificações.
6. Se for necessário colocar mais alguém no grupo então clique em “Adicionar amigos ao grupo”, e em seguida faça uma busca com o nome do novo membro.
7. Para realizar uma conversa coletiva com mais de um membro do grupo que estiver on-line, é só clicar em “Conversar com o grupo”, possibilitando aos membros on-line a visualização das mensagens digitadas na janela do chat.
8. Se não gostou do grupo que criou e quiser sair dele então clique em “Deixar grupo”, mas fique sabendo que perderá todos os seus privilégios administrativos, pois serão transferidos para outro membro.
Portanto, se gostou, crie seu grupo, pois nele poderá trocar idéias e conversar com pessoas que gostam das mesmas coisas que você

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A Sexta Economia do Planeta atrai um numero cada vez maior de trabalhadores estrangeiros.

O Brasil voltou a ter destaque na mídia americana neste sábado. Segundo a CNN, "A ascensão do Brasil como uma potência econômica trouxe consigo um desafio político que nós conhecemos bem aqui nos Estados Unidos: a imigração."
Coroado recentemente como a 6ª maior economia do mundo, o Brasil tornou-se um magneto para a imigração, tanto para indivíduos de baixa qualificação - alguns dos quais entram no país ilegalmente - quanto para trabalhadores de alto nível técnico, que buscam oportunidades nos setores em processo de maior desenvolvimento. Historicamente, o Brasil tem sido acolhedor para o imigrante, mas agora o desafio é mais pronunciado, num momento em que o governo continua a aceitar estrangeiros, ao mesmo tempo em que tenta proteger a sua prosperidade conseguida a duras custas.
O país encara dois desafios simultâneos: como lidar com a recente imigração ilegal, a maioria do Haiti, e como tornar mais fácil a obtenção de vistos de trabalho para imigrantes de formação superior. Vários ministérios brasileiros têm proposto ou estão deliberando políticas, à medida em que o país adentra uma nova era de imigração.
"Você não pode tornar-se a 6ª economia do mundo impunemente," disse recentemente o ex-ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, hoje ministro da Defesa. Antes, as pessoas saíam do Brasil em busca de uma vida melhor, ele disse. Agora, a maré virou.
"Naturalmente, nós temos que estudar como agiremos diante dessa nova situação. Não são somente os haitianos, mas também os brasileiros que estão voltando. Precisamos tentar exercitar o mesmo espírito humanitário que está presente no Haiti, onde o Brasil comanda uma missão das Nações Unidas, e em uma maneira compatível com os nossos meios," Amorim disse.
No ano passado, o Brasil processou 52.353 vistos de trabalho para imigrantes, um aumento de 32,8% em relação ao ano anterior. As necessidades e demandas do Brasil têm criado uma situação, na qual há idéias para limitar a entrada de alguns imigrantes, e estimular a entrada de outros. Em décadas recentes, os níveis de educação da população brasileira aumentaram significativamente, segundo Ernesto Amaral, um demógrafo e professor da Universidade Federal de Minas Gerais, que também foi entrevistado pela imprensa estrangeira esta semana. Nesse periodo, o aumento no número de trabalhadores qualificados significou uma maior competição por empregos, com um impacto negativo sobre os salários, ele disse. "Mas esse impacto negativo está diminuindo, por que há uma demanda por trabalhadores qualificados no país."
Em outras palavras, o boom brasileiro tem criado um ambiente onde a abertura de novas vagas está agora ultrapassando a oferta de mão-de-obra qualificada. Para enfrentar esse desafio, o Brasil precisará acelerar os seus esforços na área da educação ainda mais. "A imigração é importante a curto prazo. Precisamos desses trabalhadores no Brasil neste exato momento," ele disse.
Ao mesmo tempo, um efeito oposto está ocorrendo em relação ao trabalhador de baixa qualificação, diz Amaral. A porcentagem de brasileiros com educação insuficiente está decrescendo, mas a demanda por mão-de-obra não-especializada está caindo ainda mais rápido. Amaral resumiu o sentimento dos brasileiros, geralmente hospitaleiros aos imigrantes, em face dessa realidade: "Nós desejamos ajudar essas pessoas sem qualificação, mas para tudo há um limite."
Confrontado pela imigração ilegal do Haiti, o Conselho Nacional de Imigração concordou este mês em fornecer 1.200 vistos/ano a haitianos afetados pelo terremoto de 2010, que buscam uma oportunidade no Brasil. Os vistos valerão por cinco anos, período no qual os imigrantes que encontrarem trabalho poderão candidatar-se a uma prorrogação, senão voltarão para casa. Ao contrário de outros vistos de trabalho no país, os candidatos não precisarão chegarem já com um contrato assinado previamente.
De acordo com esse plano, os imigrantes que já se encontram no país depois de entrarem ilegalmente serão "regularizados." Ao contrário dos Estados Unidos, onde a entrada de trabalhadores de baixa qualificação é frequentemente encarada como uma ameaça, os brasileiros têm tido uma visão positiva dos benefícios que esses imigrantes recém-legalizados possam trazer.
"Por exemplo, os haitianos falam francês, e poderiam ser úteis nas cidades onde haverá jogos da Copa do Mundo," disse o ministro do Trabalho, Paulo Roberto dos Santos Pinto, à TV americana.
Paulo Abrão é outro entusiasta da imigração. "O Brasil pode dar ao mundo um exemplo de uma política de imigração aberta e democrática, que reflete a nossa histórica tradição acolhedora," disse ele no Twitter esta semana. "O imigrante acrescenta um valor cultural ao país e colabora com o desenvolvimento da nação."
Na verdade, o Brasil tem uma economia a proteger, e os vistos de trabalho podem significar o fechamento de uma porta, e não a sua abertura. "A concessão dos vistos é uma tentativa de limitar e controlar o número dos que chegam, e não um gesto de generosidade e abertura," diz Albert Fishlow, professor emérito da Universidade de Columbia, e autor do livro "Começando de Novo: o Brasil Desde 1985." Segundo ele, a abordagem da imigração pelo Brasil e pelos Estados Unidos nada tem de diferente.
"Ambos os países querem beneficiar-se dos avanços tecnológicos, e tanto um quanto o outro deseja atrair aqueles que são relativamente qualificados, e capazes de contribuir com isso," diz Fishlow.
Quanto à imigração não-especializada, há outras vozes que erguem-se contra a sua entrada. Os imigrantes haitianos têm chegado em sua maior parte pelos estados do Amazonas e do Acre, no coração da floresta Amazônica. Um debate de grande importância atualmente no Brasil é como proteger a Amazônia. Essa é a maior questão por trás do debate sobre a imigração, Fishlow disse: estará a Amazônia menos protegida com um influxo de recém-chegados?
Entrementes, o Secretário de Assuntos Estratégicos criou uma equipe que proporá uma nova política nacional de imigração, com ênfase em trabalhadores de alto nível. Segundo se comenta, seriam criadas duas linhas para administrar o influxo de estrangeiros em busca de um visto de trabalho. Uma para candidatos de educação superior, e uma para todos os outros. Procurado pela CNN, o coordenador do projeto, Ricardo Paes de Barros, preferiu não se pronunciar sobre as deliberações da comissão.

 Por marco fernandes 

Título Original: "Atraídos Pelo Aquecimento da 6ª Economia do Planeta, Aumenta o Número de Estrangeiros Que Buscam Trabalho no Brasil"

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