
O
chefe do Pentágono, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis,
prometeu neste domingo (3) que haverá uma "grande resposta militar"
por parte de seu país para "qualquer ameaça" da Coreia do Norte aos
territórios do país, entre eles Guam, e seus aliados. A informação é da agência
EFE.
"Qualquer
ameaça aos Estados Unidos, seus territórios, entre eles Guam, e os nossos
aliados receberá uma grande resposta militar", advertiu Mattis, que fez um
breve pronunciamento à imprensa na Casa Branca após participar de uma reunião
com o presidente Donald Trump para avaliar o último teste nuclear
norte-coreano.
Além
disso, Mattis detalhou que essa resposta militar será "eficaz" e
"esmagadora". Ele esclareceu que o governo Trump não busca a
"aniquilação" da Coreia do Norte, mas tem "muitas opções"
para poder fazê-lo.
O
secretário de Defesa dos EUA enfatizou que todos os integrantes do Conselho de Segurança
da ONU, que se reunirá esta segunda-feira (4) para avaliar o novo teste nuclear
norte-coreano, estão unidos "de maneira unânime" diante da crescente
"ameaça" que representa Pyongyang, e comprometidos com a
desnuclearização da Península Coreana.
As
declarações de Mattis aconteceram depois que Trump alertou hoje que está
avaliando suspender o comércio com qualquer país que faça negócios com a Coreia
do Norte e insinuou que não descarta um ataque ao país asiático após o novo
teste do regime de Kim Jong-un, no qual detonou sua bomba atômica mais potente
até agora.
O
presidente deixava uma igreja próxima da Casa Branca, onde assistiu a um culto
por causa do Dia de Oração pelas vítimas do furacão Harvey, quando um
jornalista lhe perguntou se ele tinha planos de atacar a Coreia do Norte.
"Já veremos", respondeu Trump de forma evasiva.
Há
menos de um mês, no início de agosto, Trump já havia advertido à Coreia do
Norte que poderia responder às suas ameaças com "fogo e fúria jamais
vistos no mundo", após a publicação de informações de que Pyongyang tinha
fabricado uma ogiva nuclear miniaturizada que poderia ser instalada em um dos
seus mísseis balísticos.
O
regime norte-coreano, por sua vez, revelou que preparava um plano para disparar
dois mísseis de médio alcance que impactaria em águas territoriais de Guam, um
território americano no Pacífico Ocidental e sede de uma base naval
estratégica.
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