segunda-feira, 1 de junho de 2015

Proposta de financiamento de campanha com recursos dos próprios candidatos










"Enquanto empresários se sentirem livres para ajudar a eleger políticos, a corrupção estará garantida"
(Jorge Hage).

Por Dag Vulpi  - editado em 07/06/2015 às 12:50 hs.

Sou contrário a qualquer tipo de financiamento de campanhas eleitorais, sejam eles públicos ou privados. Penso que o mais justo seria que cada candidato bancasse a própria campanha, afinal ele é, ou ao menos deveria ser, o maior interessado no mandato.

Certamente que em sendo os candidatos os únicos financiadores de suas próprias campanhas, haveria uma discrepância nos valores a serem investidos, já que, evidencia-se que os candidatos com maior poder econômico fariam um investimento maior, dadas às suas possibilidades, por outro lado, os candidatos menos abonados não teriam igual sorte no volume de dinheiro investido e, é neste ponto que apresento para essa proposta um fator que irá equilibrar as capacidades de investimento entre todos os candidatos.

Muito bem, para evitar o desequilíbrio de investimento entre campanhas de candidatos com potenciais econômicos diferenciados, sugiro que seja introduzido um fator limitador, de forma a impedir que o poder econômico de um candidato venha a ser o maior diferencial entre os concorrentes ao pleito.

Esse fator que tem por propósito tornar as campanhas eleitorais mais justas economicamente, seria a limitação dos gastos de todos os candidatos com base no menor valor apresentado entre todos os candidatos que concorrerão a uma mesma vaga. Por exemplo, os candidatos que concorreriam à vereança de uma determinada cidade, teriam o limite de gasto de suas campanhas balizado pelo menor valor apresentado entre todos os concorrentes daquele pleito.

Essa proposta tem por objetivo tornar as campanhas eleitorais mais justas, ao menos financeiramente, portanto, não permitirá que um candidato tenha uma campanha com valores maiores ou menores que os dos demais, porém, para não cercear o direito daqueles que possuem um poder econômico maior e que considerarem o fator limitador um valor muito baixo, propõe-se que seja concedido para aqueles o direito de contribuir para as campanhas dos candidatos menos favorecidos financeiramente, de forma a aumentar o valor do fator limitador que, consequentemente, aumentará também o valor de  investimento de todos os demais candidatos.

Seguindo na mesma linha de raciocínio, onde é priorizada a ideia de que quem deve financiar as suas campanhas sejam os próprios políticos, poderia também ser considerada a hipótese de propor que sejam os políticos com mandatos que financiem as campanhas eleitorais seguintes, ou seja, todo político que se eleger teria que, durante os quatro anos do seu mandato, contribuírem mensalmente com determinada porcentagem de seus vencimentos para um fundo de campanha eleitoral. Seria desse fundo que sairiam as verbas para o financiamento das campanhas eleitorais de todos os candidatos do pleito seguinte. Os valores seriam rateados em proporções iguais entre todos os candidatos de todas as legendas. Essa forma de financiamento poderia inclusive ser considerado um financiamento público de campanha, já que a verba tem sua origem nos vencimentos de cargos públicos

Entendo que essa seria uma forma de equilibrar as campanhas e acabar com os fraudulentos financiamentos de campanha, tornando as disputas eleitorais mais justas e sem que haja necessidade de doações de empresas privadas ou do desperdício do dinheiro público.

64 comentários:

  1. Penso como vc Dagmar Vulpi,mas a qualidade dos nossos políticos,receberiam dinheiro por fora,o que não falta é corrupto e corruptor.

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    1. Jobel Ferreira certamente que sempre haverá a possibilidade de corrupção, mas nessa proposta não mudaria a forma como a justiça Eleitoral controla os gastos, ou seja, todo dinheiro gasto na campanha deverá constar em recibo na prestação de contas. Os riscos de ser pego caso tente burlar as regras serão os mesmos.

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    2. Já temos o tribunal do que faz de conta,sou muito pessimista,somente com leis duras talvez ficaríamos livres desta praga,chamada corrupção,mas eles não aprovariam leis assim,penso que nunca.

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  2. Nunca tinha pensado dessa forma, mas tem fundamento, já que hoje as mídias sociais tem dado essa facilidade aos políticos a internet nesse caso é uma grande ferramenta! Democrática, econômica e mais dificifil de mentir, mesmo porque se mentir o povo vai cair de pau...rsrsrsrs Pensa num povo que gosta de xingar!

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  3. Dagmar Vulpi, a questão que sempre me coloco é por que as campanhas são tão caras?

    No meu entender, devido à espetacularização das mesmas. São shows de artistas, panfletos, flyers aluguel de comitês, gente para segurar bandeiras e principalmente a caríssima produção televisiva.

    Acho que a solução começa por atacar este inchaço de gastos, mesmo porque as propagandas atuais não acrescentam absolutamente nada de informações relevantes para os eleitores.

    Como fazer isso é que seria objeto de discussão.

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    1. Concordo Rafles Ramos Ramos, gasta-se demais com campanhas eleitorais. O que motiva esses gastos astronômicos e a forma como a montanha de dinheiro para cobri-los chega até as contas dos partidos e candidatos é sim matéria que merece reflexão. Um fato pode ser identificado e relatado de imediato. Que é uma grande falha no sistema político que permite que sejam os políticos os que se beneficiarão das Leis, os responsáveis por cria-las. É evidente que cada um daqueles senhores que deveriam ser os legítimos representantes do povo e legislar em prol de quem eles representam, o que fazem na verdade é legislar em causa própria, ou seja, eles criam as Leis de forma a protege-los, e tudo isso com o aval do povo.

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  4. Entendo que este ataque sobre o financiamento de campanha é como atirar em bicho domestico pensando que está atirando em um leão. Sempre haverá dinheiro escuso em uma campanha pólitica porque as pessoas jamais se declarariam doações em função do fisco. Portanto, o nosso problema politico não passa por ai e sim do modo como são escolhidos os candidatos, o qual não passa de conchavos de caciques donos de partidos . A maioria dos candidatos não passariam pela receita federal e muitos nem pela Justiça comum. esta formula usada não se escolhes os mais adequados, mas os mais safados.

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  5. Na minha cidade , junto ao escritorio de meu contador tem a sede do PMDB, aqual consite em uma sala de aprox. 6 m2 com uma mesa velha e 2 cadeiras quebradas. nem fichario de filiados tem. Isto demosntra que os partidos não são dotados de uma minima organização de funcionamento. Não existe eleições entre os contribuintes do partido para nada. A escolha quem faz é o deputado chefe do partido. Agora, chamam isto de emocracia e querem culpar o financiamento de empresas. Tão querendo tapear quem? Eu? Jamais.

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    1. O comentário do Carlos Mourão relatando sobre a sede da executiva do PMDB localizada no mesmo imóvel do seu contador é o exemplo fiel de como funcionam os partidos por esse Brasil afora. É de salas como essas, onde as reuniões acontecem por pura obrigação estatutária, e os assuntos a serem debatidos são irrelevantes, tanto para a legenda quanto para seus filiados, que são resolvidas questões relevantes para a politica nacional. Não existe nada mais fantasioso do que executivas municipais, onde, seu único papel relevante para a legenda a nível estadual e federal é conseguir mais filiados e garantir as formações de chapas para os pleitos municipais. São nesses redutos que políticos desonestos e descomprometidos com a "coisa" pública que saem as grandes decisões, como por exemplo as coligações e as negociatas onde são discutido quem serão os beneficiados para assumirem os cargos políticos das prefeituras daquele município. São esse projetos de políticos também que se articulam junto aos pseudo políticos das demais legendas que se reúnem para discutirem quem serão os candidatos a deputados e governadores que terão o apoio da matilha.Certamente que sempre com uma prévia negociata, onde a troca de favores pós eleitoral jamais serão esquecidas.

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    2. O que comentei acima não é especulação, mas sim a nua e crua realidade da politica brasileira.

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  6. O financiamento de empresas deveria poder existir sim mas com valor maximo determinado pelo STE, assim como para pessoas fisicas tambem, de forma que o valor cedido ao partido seja tão pequeno que não ameasse a liberdade de ação do partido. É preciso parar de fazer leis que não COLAM.

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  7. O que eu ouvi dos bastidores é que há políticos que nem querem ser eleitos vivem das sobras de campanhas...além do político profissional temos também os candidatos profissionais.

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  8. Enquanto cidadãos de bem,trabalhadores e defensores dessa corja se digladiam com trocas de farpas nas redes sociais discutindo e defendendo políticos que mal conhecem, mas que, por ideologia confiam nos seus representantes, essa corja faz reuniões regadas a toda sorte de mordomias para combinarem a forma mais fácil de poderem tirar mais da boca dos filhos dos inocentes úteis que os defendem. Todos nós,uns mais , outros um pouco menos, deveriam se envergonhar de cometer a insensatez de adjetivar alguém que se quer sabem quem seja com as palavras mais duras e insanas, para defender um político que não vale o ar que respira.

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  9. Mas então como seria possível um candidato que possui uma situação financeira melhor ter um gasto maior do que aquele determinado pelo fator limitador? Bem, nesse caso, já que o candidato dispõe de maiores recursos e pretende gastar mais em sua campanha por considerar o valor determinado muito baixo ele terá que fazer uma doação, somente este tipo de doação será permitido, para todos os demais, de forma que aquele candidato que apresentou o menor valor passe a ter um valor igual ao de todos os demais. (Dagmar Vulpi)

    Doação para quem, Dagmar? Não entendi esta parte de seu post.

    O restante está muito bem articulado: delimita-se a campanha não pelo tubarão que tem mais, mas pela sardinha que tem menos.

    Muito boa essa fórmula, esse fator a impedir que interesses financeiros se sobreponham a ideais da boa política.

    Só não consegui entender esta parte aí da doação. Para mim ficou impenetrável.

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    1. Meu caro João Cirilo. Usei a expressão doação, porém, talvez essa não seja a melhor forma de adjetiva-la. a intenção era a esclarecer que, caso um candidato que possua um maior poder econômico resolva que o fator limitador esta muito baixo para as suas pretensões de investimento na campanha, ele teria que, "doar" ou seja, repassar para todos os demais candidatos uma quantia que atendesse a sua pretensão de gasto na própria campanha. resumindo, ele teria que gastar também nas campanhas dos demais, já que nenhum candidato poderá gastar mais que outro. Capiche agora?

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    2. Bem, essa parte podemos até esquecer, não é mesmo, Dagmar Vulpi? Seria no mínimo estranho que eu doasse prá vc algum dinheiro para vc concorrer comigo mesmo.

      Afora esta utopia que nem mesmo More foi capaz de imaginar, penso eu, registro aqui que sua ideia é muito bem bolada.

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    3. Tenho certeza, meu caro João Cirilo que ideias bem melhores ainda serão apresentadas pelos demais participantes do grupo. O problema é que a maioria estão gastando suas energias com picuinhas revanchistas. rss

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    4. como inspira est post último. até pensand num "vestibular social" ond candidatos teriam q responder questões ñ d matemática e regras gramaticais, mas d relações sociais p/ trab. d fato como servidor público.

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    5. Notei isso também e é por isso que as coisas não evoluem. Notei também - quando afirmei hoje cedo que fora o Serra o autor do projeto para o voto distrital - que vc é articulado (ou tem gente articulada) que apresenta projetos de lei ou coisa assim.

      Este aqui precisa ser amadurecido e mandado à frente. Não tenho muita esperança num primeiro momento, mas falam tanto em igualdade de candidaturas, em ojeriza ao poder econômico, a tanta coisa desse naipe que uma proposta dessas é muito boa, Dagmar Vulpi.

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    6. Certamente que carece de ajustes, mas as propostas começam assim, alguém joga uma semente e os demais vão cuidando de lançar adubo. Quando dar-se conta pode-se ter germinado algo que frutificará. O texto inicial é apenas um ensaio, estou certo de que, com a colaboração de outros poderemos apresentar uma proposta decente para a sociedade.

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  10. Como poucos estão dispostos a colocarem a cachola pra pensar vai aí mais uma ideia para a proposta de financiamento de campanha. Seguindo na mesma linha de raciocínio, onde é priorizada a ideia de que quem deve financiar as campanhas sejam os próprios políticos, poderia também ser considerada a hipótese de propor que sejam os políticos com mandatos que financiem as campanhas eleitorais seguintes, ou seja, todo político que se eleger teria que, durante os quatro anos do seu mandato, contribuírem com determinada porcentagem de seus vencimentos para um fundo de campanha eleitoral. Seria desse fundo que teria origem as verbas para o financiamento das campanhas eleitorais do pleito seguinte. Poderia inclusive ser considerado um financiamento público de campanha, já que a verba tem sua origem nos vencimentos de cargos públicos..

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  11. Mas em pouco tempo teríamos desequilíbrios também porque imagine um sujeito que nem o ex presidente da Câmara, o Henrique Alves, com 10 mandatos: 44 anos à frente da Casa quanta grana ele não acumularia?

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    1. Em pouco tempo estaríamos criando uma nova casta, a dos políticos com mandatos renovados.

      Acho aquela ideia primeira muito mais salutar, até porque é simples

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  12. É isto estaria valendo, mas aí quem se elege são somente os que tem dinheiro. E como ficará a representação dos demais, dos pobres? Acho que campanha tem de ser igual pra todos, mesmo, tinha de ter um limite e ninguém poderia gastar muito nisso. Seria uma forma de a pessoa se eleger pelas suas qualidades e não pela sua conta bancária

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    1. Por isso que a ideia inicial do Dagmar Vulpi, Irene Zimmermann é perfeita, há um perfeito equilíbrio sem nenhuma influência do poder econômico.

      Penso eu que tudo o que agregar além disso pode ser um tiro no pé porque só vai criar situações desconfortáveis e favorecedoras do dinheiro.

      Não quer o dinheiro fazendo peso? Tire-o. De que maneira: neste caso, nivelando por baixo, tal como foi feita a proposta inicial, que é claríssima.

      Verificam-se os patrimônios dos candidatos, percebe-se qual é o menor e a partir daquilo que o mais pobre pode pagar, limitam-se os gastos de campanha.

      Aí, sim, o pobre Lázaro da parábola tem como competir com o rico Epulião.

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    2. Li, realmente seria o sonho de toda pessoa justa e equilibrada.

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    3. Te dou uma sugestão. Avise pra ninguém dar palpite antes de ler o texto.

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    4. Mas aí já é mais complicado, né Irene Zimmermann? kkkkkkkkkkkkkk

      Eu fico pensando que mesmo assim teria alguém levando vantagem, porque teria dinheiro por fora, sempre teria alguém dando uma graninha por debaixo dos panos.

      Aí, sim, se poderia pensar em alguma coisa: pena alta com rito sumário para quem doasse desta maneira e fosse pego. E (agora sim, o terror) a Receita Federal no pé do sujeito "ad aeternum".

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    5. Meu caro João Cirilo parece que, a exemplo da minha primeira proposta você também não captou a essência da segunda de imediato, mas vamos lá. O Fundo proposto, onde os políticos com mandato pagariam uma porcentagem de seus vencimentos mensais para financiar as campanhas seguintes não seria usado somente na campanha do político que teve os valores descontados de seus vencimentos, mas sim, esses valores seriam divididos em partes iguais entre todos os candidatos que concorrerão ao pleito seguinte. Ou seja, os financiamentos das campanhas serão feitos com o fundo criado com o dinheiro dos políticos com mandato. portanto, o seu exemplo do Henrique Alves não procede, pois, tudo o que for descontado de seus vencimentos nos quatro anos do seu mandato será rateado entre todos os candidatos. Não havendo portanto acumulo de verbas no fundo. A cada 2 anos o fundo é zerado.

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    6. omo assim, n~´ao captei a essência de sua primeira proposta? Então estou defendendo uma coisa aqui que não sei do que se trata, Dagmar Vulpi? Estou bancando o papagaio?

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    7. Boa tarde meu nobre João Cirilo, fiz referências a essa parte do seu primeiro comentário: "Doação para quem, Dagmar? Não entendi esta parte de seu post." Mas parece que de fato eu me equivoquei, você fez menção não á primeira parte da proposta, mas sim, especificamente à parte onde um candidato com um maior poder econômico poderia fazer um investimento em sua própria campanha desde que, o valor a mais que ele gastasse na própria campanha ele teria que obrigatoriamente fazer uma doação de igual valor para as campanhas de todos os demais candidatos. rss

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    8. É, eu também acho que é isso, Dagmar Vulpi. Penso que apreendi a essência: limite de gastos pelo candidato mais pobre.

      Consequentemente pode-se também agregar um fundo, caso em que o dinheiro ali retido seria distribuído igualmente a todos os candidatos ao pleito seguinte.

      Não havia entendido a proposta do fundo, agora penso ter assimilado. E quanto à essência, penso que não havia me enganado, não.

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  13. Desculpem, mas não vejo lógica na proposta; não há como se balisar os candidatos por seu poder econômico que eventualmente será de gritante diferença. Mexer nos vencimentos dos já candidatos seria impensável. O candidato pobre teria que começar sua vida política elegendo-se vigilante de sua rua e ir progredindo para ficar mais e mais conhecido kkkkk utopia. O candidato rico tem seus contatos melhores e lógico terá sempre muito mais chances. Sei lá, talvez um fundo criado para esse fim, financiar candidaturas, seria mais lógico, desde que não se deixe este ou aquele partido com a maior parte. Mesmo assim prevaleceriam os interesses escuso. Sem conclusão.

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    1. Pelo visto o Eduardo Lopes não entendeu nada da proposta. rsss

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    2. Entendi sim, só achei um tanto sem lógica para a sociedade moderna; ao ritmo que ela caminha. Minha conclusão, apesar de inconclusiva, tem até nuances de sua proposta.

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    3. Tá certo Eduardo Lopes, agradeço sua avaliação. Abração

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    4. Muito embora dispensado de maiores comentários, ainda acho uma grande utopia. Aliás, nem utopia pois esta tem uma verossimilhança com a realidade.

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  14. Seria injusto, pois um indivíduo comum não teria condições... o que nos colocaria nas mãos do capital.

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    1. Boa noite Nidia Freitas, o que te fez chegar á conclusão de que um individuo comum não teria condições? No caso que condições seriam essas que ele não teria?

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    2. Dagmar Vulpi... eu penso, por exemplo, naquele indivíduo que é líder comunitário que, eventualmente teria potencial para ser um representante na câmara ou no senado, mas não tem grana para financiar sua campanha. Daí ele vai competir com um integrante do KLB, que tem mais visibilidade e grana e vai conseguir se eleger.

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    3. Nidia Freitas parece que você, assim como outros, também não entendeu minha proposta, Veja bem, observe as partes que destaquei com caixa alta: Sou contrário a qualquer tipo de financiamento de campanhas eleitorais, sejam eles públicos ou privados. Penso que o mais justo seria que cada candidato bancasse a própria campanha.

      Certamente que em sendo os candidatos os únicos financiadores de suas próprias campanhas, haveria uma discrepância nos valores a serem investidos, já que, evidencia-se que os candidatos com maior poder econômico fariam um investimento maior, dadas às suas possibilidades, por outro lado, os candidatos menos abonados não teriam igual sorte no volume de dinheiro investido e, É NESTE PONTO QUE APRESENTO PARA ESSA PROPOSTA UM FATOR QUE IRÁ EQUILIBRAR AS CAPACIDADES DE INVESTIMENTO ENTRE TODOS OS CANDIDATOS.

      Muito bem, PARA EVITAR O DESEQUILÍBRIO DE INVESTIMENTO ENTRE CAMPANHAS de candidatos com potenciais econômicos diferenciados, SUGIRO QUE SEJA INTRODUZIDO UM FATOR LIMITADOR, DE FORMA A IMPEDIR QUE O PODER ECONÔMICO DE UM CANDIDATO VENHA A SER O MAIOR DIFERENCIAL ENTRE OS CONCORRENTES AO PLEITO.

      ESSE FATOR QUE SE PROPORIA A EQUILIBRAR ECONOMICAMENTE AS CAMPANHAS SERIA A LIMITAÇÃO DE GASTOS DE TODOS OS CANDIDATOS TENDO COMO BASE O MENOR VALOR APRESENTADO ENTRE TODOS OS CONCORRENTES, OU SEJA, LIMITAR-SE-IA O VALOR DOS GASTOS COM AS CAMPANHAS AO MENOR VALOR APRESENTADO ENTRE TODOS OS CANDIDATOS que concorreriam a uma mesma vaga. Por exemplo, os candidatos que concorreriam à vereança de uma determinada cidade, teriam o limite de gasto de suas campanhas balizado pelo menor valor apresentado entre todos os concorrentes daquele pleito.

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    4. Observe que neste caso, o seu exemplo do líder comunitário que tem potencial mas não tem grana, seria a capacidade de investimento dele que limitaria os gastos de campanha de todos os demais candidatos que concorresse à mesma vaga, Seria o valor que ele pudesse gastar na campanha que serviria de parâmetro para todos os demais candidatos.

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  15. Respostas
    1. Sou contrario ao financiamento e contra o dinheiro de empresa. Sou cidadão comum e tenho também firmação contábil. O brasileiro não está preparado para fazer campanha sem dinheiro, mas gostaria de ver....Tem muito dinheiro circulando por caminhos tortuosos!!!

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    2. Sei que é utopia, mas odeio a corrupção impregnada em quase todos os partidos. Seria ótimo uma campanha sem Dinheiro!!!

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  16. Dagmar Vulpi, primoroso, como sempre, acrescento a proposta de extinção do Fundo Partidário, pois é um absurdo este pessoal que cria as legendas de aluguel para vender o horário político de TV, entre outros favores, legendinhas sem conteúdo programático que servem para confundir o eleitor com famosos descerebrados e mal intencionados e anônimos com cara de sérios em defesa da família que depois se mostram os palhaços e vagabundos que faltam ao congresso e votam contra a classe trabalhadora, enquanto o Tiririca é assíduo as seções, ups, um palhaço sério de verdade! kkkkkkkk

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    1. Ah! Apenas me permita discordar ou acrescentar num ponto, cada político pode investir na própria campanha até um teto que de fato iguale as oportunidades e com a fiscalização da receita que poderia confiscar montante igual ao superado durante o sufrágio, claro! Caso tenham sobrando para exceder os limites e as regras, que recolham aos cofres para ser distribuído a quem de fato precisa, o povo.

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    2. Concordo com sua proposta de fim do Fundo Partidário Ana Soraya Nascimento, de fato é um absurdo que haja uma Lei que determine que sejam disponibilizados recursos públicos para bancarem partidos políticos. O correto seria que os próprios políticos da legenda que tivessem com mandato bancassem suas legendas..

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  17. SÓ TEM UM PROBLEMA DAGMAR, O PSDB TEM DINHEIRO DEMAIS...TODO O DINHEIRO DO BRASIL QUE ELE QUEBROU 3 VEZES. SOSINHO ELE BANCA TUDO. AÍ SO´ DÁ ELES NÉ?HEHEHE

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  18. Sou contra fundo partidário. Sou contra publicidade na véspera de eleição. A sociedade organizada e as universidades e demais instituições tem que ser convidada para o debate. Não são os políticos que devem decidirem sozinhos esta questao.

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    1. O fundo partidário tem que ser compostos pelos recursos de políticos e nao do governo.

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  19. NÃO é pedir a vampiro que vote na estaca: é a mais definitiva garantia de que só os ricos terão representação - só

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  20. Pensemos assim: o líder comunitário tem parcos recurso para sobreviver. .nada resta a ele senão o que sobra depois de alimentar-se e cuirdar-se de forma geral. Como vamos coloca-lo na concorrência????? Alguem com interesse vai financia-lo ou a própria comunidade. E está ai a resposta; tem interesse no candidato finacie-o. Não ha como fugir de interesses

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    1. E o simples da história é que uma campanha vai iludir pessoas . assim o investimento LIMITADO de interessados meste ou naquele candidato, creio, funcionaria.
      Ontem às 15:33 · Descurtir · 1

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    2. Temos recentes mostra de que uma campanha politica bem orquestrada por máximes da publicidade consegue fartos louros de vitória. Não é equilibrar o maior pelo menor a resposta, nem criar-se um fundo para esse fim . Reservas fe vc vencimentos de políticos, é utopia, nem pensar. A resposta é limitar investimento neste ou naquele até um patamar pré fixado que os iguale. Mas ainda assim acho errado

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    3. A comunidade investe em alguem fe seu interesse, alias todos da comunidade com interesse nele assim o fazem. Chegamos a um limite. A partir dai equilibra-se com poderorosos

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  21. Isso , eu concordo plenamente, Dagmar Vulpi.

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    1. Quem quiser que use o próprio dinheiro. Quem executar o sua função com seriedade e honestidade e souber representar com dignidade os cidadãos , já terá feito sua campanha

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    2. Já postei isso aqui várias vezes. Campanhas pagas com dinheiro público ou privado, Não.

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Dag Vulpi

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